FAMÍLIA ALBERNAZ(*)
(Pesquisa by VÍCTOR HUGO - DE FARIA - ALBERNAZ)
(Apelido de família ou condecoração ?)

(Brasão com as cores brasileiras)

Manoel Francisco Albernaz
Barão de Santa Clara
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G E N E A L O G I A
PESQUISA SOBRE A FAMÍLIA "ALBERNAZ"
E-mail: vhalbernaz@uol.com.br.
Site: http://sites.uol.com.br/vhalbernaz/
ETNIA, IDENTIDADE E ORIGEM DO APELIDO DE FAMÍLIA ''ALBERNAZ"
A ESCOLA DA MESTRA SILVINA
de Cora Coralina
Velhos colegas daquele tempo,
Onde andam vocês ?
Sempre que passo pela casa
Me parece ver a Mestra,
Nas rótulas,
Mentalmente beijo-lhe a mão:
Benção Mestra.
E faço a chamada da saudade
Dos colegas:
JUCA ALBERNAZ (1), Antônio,
João de Araújo, Rufo,
Apulcro de Alencastro,
VICTOR DE CARVALHO (2),
Hugo das Tropas e Boiadas,
Benjamim Vieira,
Antônio Raso,
LEÃO CAIADO (3) , Orestes de Carvalho,
Natanael Lafaiete Povos,
Marica, Albertina Camargo.
Aqui, nossa querida Aninha, a poetisa que começou a poetar "na tarde do tempo", e que retrata em "
Oração do Milho",
o fenômeno da vida e da esperança, recorda seus colegas de escola - a única que freqüentou - entre
eles Juca ALBERNAZ,
da família FARIA-ALBERNAZ, Victor de CARVALHO RAMOS, também da família ALBERNAZ,
neto do Governador Bernardo Antônio de Faria Albernaz,
e Leão CAIADO, filho de Guiomar de Assis ALBERNAZ, casada com Arnulpho Ramos CAIADO,
importante família do Estado de Goyaz.
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Aninha pergunta: "ONDE ANDAM VOCÊS?"
A indagação motivou a presente pesquisa:
?Onde andam as personas da família ALBERNAZ ?
Qual a nossa identidade ?
Qual a nossa etnia ?
De onde viemos ?
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A BUSCA DA ETERNIDADE DA NOSSA IDENTIDADE,
PRECEDE À
BUSCA DA ETERNIDADE DE NOSSA ALMA
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HÁ RAMIFICAÇÕES DA FAMÍLIA ALBERNAZ EM VÁRIOS ESTADOS DO MUNDO,
QUE NÃO DEVEM SER CONFUNDIDOS COM ETNIA.




B R A S I L
CADA UMA DESTAS BANDEIRAS REPRESENTA UM ESTADO-NAÇÃO, QUE PODE SER FORMADO
POR VÁRIAS ETNIAS.
CLASSIFICAR ALGUMA PERSONA DE BRASILEIRA, POR EXEMPLO, NÃO INDICA QUAL A SUA ETNIA,
MAS APENAS SUA NACIONALIDADE, NO SENTIDO JURÍDICO DO TERMO.
NOTA: VER ABAIXO CONCEITO DE "ETNIA" E DE "ESTADO-NAÇÃO"
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QUAL A NOSSA ETNIA? DE ONDE VIEMOS? QUEM SOMOS?
A resposta fundamental a estas duas questões envolve uma jornada que passa por nossos pais, nosso avós e chega ao ponto mais distante possível na linha do tempo que abriga nossos ancestrais.
É a história dos que vieram antes de nós. Podemos escolher dar continuidade a ela ou não, mas renegá-la significa, de certa forma, viver uma mentira.
Nossa identidade começa com a história de nossos antepassados, de nossa família, é dizer das personas que adotaram o nosso apelido de família nos tempos idos.
A respeito, Jonathan Saks, in "Uma Letra Na Torá" diz:
" A questão da identidade é fundamental, e não pode ser respondida se não conhecermos o nosso passado."
"Nós não viemos do nada".
De fato, temos um pai e uma mãe, quatro avós, oito bisavós, dezesseis trisavôs e assim consecutivamente. Certamente, estas personas enfrentaram guerras, epidemias terremotos, dificuldades inúmeras, mas sobreviveram a tudo, o que demonstra que eram antes de tudo fortes e lutadoras. Se uma delas tivesse falecido, nós não teríamos nascido. Por tudo isso devemos nos orgulhar de nossos antepassados que fazem parte de nossa história de vida.
Essa pesquisa tem por escopo a busca de nossa identidade, para que possamos encontrar a eternidade de nossa alma.
Vamos, pois, a nossa pesquisa, que esperamos contar com a colaboração de todos os que por ela se interessarem, sem qualquer espécie de maniqueísmo.
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CIGANO, BASCO, MOURO, BERBERE, JUDEU, MARRANO.
QUAL A ETNIA DAS PERSONAS COM APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ ?
QUAL A NOSSA ORIGEM?
Os vários e-mail recebidos opinam que as personas que adotaram o apelido de família ALBERNAZ seriam descendentes de árabes, ciganos, bascos, mouros, berberes, judeus e/ou marranos.
ÁRABE, historicamente, refere-se aos povos semíticos - descendentes de Sem - que habitavam a península Arábica; que nasceram ou habitam a península Arábica ou regiões vizinhas a ela ( cf. Dicionário Houaiss).
CIGANO, adj., sm. , relativo ao povo cigano, indivíduo dos ciganos, povo itinerante que emigrou do Norte da Índia para o oeste - Pérsia e Egito - , de onde se espalhou pelos países do ocidente ( cf. Dicionário Houaiss).
BASCO s.m., individuo natural ou habitante do País Basco , Região dos Pireneus, incluindo parte da Franca e ( maior) parte da Espanha; língua não indo-européia do tipo aglutinante, considerada isolada, por não pertencer a nenhuma lingüística e falada , tão só, pelos bascos.
MOURO, s.m., antigo habitante árabe-berbere do Norte da África; individuo do povo árabe-berbere que conquistou a península Ibérica; pessoa que, não tendo recebido batismo, era considerada gentia pelos cristãos, pagão, infiel ( cf. Dicionário Houaiss). Eram os mouros os habitantes da Mauritânia. Quando os Cartagineses se estabeleceram na África setentrional deram aos berberes indignos o nome de Mouros, que na Idade Média se estendeu aos conquistadores árabes do Magrebe. Estes, em 771, invadiram a Espanha, comandados por Tarique e assenhoram-se de toda a Península, com exceção de um recanto das serras asturiarcas, onde se refugiou Pelágio, com um punhado de companheiros. Os Mouros tentaram, em seguida, penetrar na Gália (França) , mas foram rechaçados por Carlos Moretal. Eram considerados soldados valentes. Só no final do século XV foram definitivamente expulsos da Península.
Por extensão, mouro era todo indivíduo gentio, pagão, idolatra, selvagem, não civilizado, bárbaro, mesmo que não tivesse ascendência judia e/ou moura, assim considerado pelos cristãos antigos.
BERBERE ou BÉRBERE, s.m. do árabe barbar. Individuo dos berberes, quaisquer dos povos nômades que habitavam as regiões norte-africanas da antiga Barbária ( Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Egito) e do Saara. Ramo da família camito-semita, composta por cerca de vinte línguas, faladas, principalmente, na Argélia e em Marrocos, entre elas o cabila, o rifenho e o turaregue ( cf. Dicionário Aurélio).
Os Cartagineses, quando se estabeleceram na África setentrional, deram aos Beberes o nome de mouros. Estes, os mouros, invadiram a Península Ibérica, em 771, tendo sido expulsos no século XV, influenciando a cultura latina, principalmente, Portugal e Espanha, antiga Península Sephard, hoje Ibérica.
JUDEU, s.m., historicamente, refere-se à tribo de Judá ou a individuo desta tribo; descendente do povo originário desta tribo, desse reino ou região; diz-se de ou individuo nascido de mãe judia ou de pai e mãe judeus; tribo de Judá; israelita, de Israel.
Judeu marcado indica judeu que se permitia viver entre cristãos, sob a condição de levar um sinal de identificação sobre o ombro ( de cor amarela). Judeu, relativo àquele que segue a religião e/ou tradição judaica. Hebreus. Israelita.( cf. Dicionário Houaiss).
MARRANO judeu descendente dos sephardistas convertido à força ao cristianismo, mais especificamente ao catolicismo, na Espanha e Portugal, nos séculos XV a XIX, mas que conservava uma série de tradições judaicas em seus costumes privados, praticados ocultamente. Designação, também, de cristão-novo e/ou criptojudeu.
Os mouros eram, igualmente, denominados marranos pela legislação espanhola e portuguesa, a exemplo das Ordenações Manuelinas e Filipinas.
Ordenações Manuelinas, Livro II, Título XLI:
"Que os Judeus e Mouros forros (libertos da escravidão) se saiam destes Reynos, e não morem, nem estem nelles" ." Sam filhos de madiçam, em quanto na dureza de seus corações."..
"A História do degredo em Portugal ganhou novas características com a expansão marítima dos séculos XV/XVI e com o estabelecimento da Inquisição. Para o Santo Ofício, o degredo funcionou como uma necessária defesa religiosa contra a heterodoxia e, ao mesmo tempo, serviu como um procedimento místico para a purificação dos pecados. Entre 600 processos que culminaram com o banimento para o Brasil , 52% eram Cristãos-Novos. Eram eles Cripto-judaizantes ou Católicos. "
A grande maioria, com o passar do tempo, adotou a religião dominante do país onde passaram a residir, sendo que muitos marranos escondiam esta condição de seus descendentes, com o intuito de protegê-los do anti-semitismo e do anti-judaismo, o que tem dificultado a pesquisa sobre sua identidade.
Ademais, no Brasil, após a Revolução de 1930, mais precisamente após a instauração do denominado Estado Novo, em 1937, sob a inspiração do nazismo, de Hitler, na Alemanha, e do fascismo de Mussolini, na Itália, a perseguição dos judeus passou a ser acirrada em nosso País, tendo em vista que vários estadistas (?) brasileira serem admiradores de tais regimes autoritários, que se posicionavam contra os judeus, católicos e comunistas, sendo que os judeus eram, no mais das vezes confundidos com a doutrina marxista, dado ser Karl Marx de etnia judaica, embora criado como protestante.
Em conseqüência. muitos judeus radicados no País passaram a seguir as pegadas de seus irmãos da Península Ibérica, do século XV e XVI, convertendo-se ao catolicismo, a fim de escaparem das perseguições do novo regime, tornando-se novos cristãos, ou marranos.
Os judeus e marranos , conversos ou cristãos novos eram considerados pelas autoridades como não bancos e sofriam da discriminação por serem a parte, também as que eram submetidos as pessoas da raça negra,.
Agora, apesar da proteção da Igreja Católica Apostólica Romana que lhes forneciam o batistério, comprovante de sua conversão ao cristianismo, tal documento não era reconhecido pelo Estado Novo, sobre a influencia do Chefe da Policia Filinto Muller, ademais de Francisco Campos, Mourão Filho, dentre outros.
Observe-se que Mourão Filho foi idealizador do chamado Plano Cohen que incriminava os comunistas e judeus conhecidos, embora ninguém soubessem seus nomes, que pretendiam derrubar o sistema e o Chefe do Estado, Getulio Vargas. Vargas.( Cf. O Brasil e a Questão Judaica, de Jeffrey Lesser, 1995).
Para o Estado Novo todo judeu seria comunista.
Ver conceito de sephardista , judaismo religioso e secular, abaixo.
No Brasil vários escritores consagrados elegeram o nome ALBERNAZ como personagem de seus livros, eles:
"O MELHOR REMÉDIO", de Machado de Assis.
D. CLÃ - Vai ver. Conhece o ALBERNAZ ?
D.
AMÉ - O de olho de vidro ?
D. CLA - Damo-nos com a família dela, a mulher,
que é uma boa senhora, e as filhas que são muito galantes...
D.AMÉ - Muito
galantes...
D. CLA - Há mês e meio fez anos uma delas, e nós fomos lá jantar.
Comprei um presente no Farani, um broche muito bonito; e na mesma ocasião
comprei um para mim. Mandei fazer um vestido, e fiz umas compras mais. Isso foi
há um mês. Oito dias depois deu-se a reunião do Baltazar. Já tinha o vestido
encomendado, e não precisava mais nada, passando pela rua do Ouvidor, vi outro
broche e tive vontade de comprá-lo. Não comprei, e fui andando. No dia seguinte
torno a passar, vejo o broche, fui andando, mas na volta... Realmente, era muito
bonito; e como ia muito bem. Comprei-o. O Lucas viu-me com ele, no dia da
reunião, mas você sabe como ele é , não repara em nada, pensou que era antigo.
Não reparou no primeiro, o do jantar do ALBERNAZ. Vai então que hoje de manhã,
estando para sair, recebeu a conta. Você não imagina o que houve: ficou como uma
cobra.
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Vê-se que, ALBERNAZ foi personagem do maior escritor brasileiro de todos os tempos , MACHADO DE ASSIS, em " O Melhor Remédio " .
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"BOTE DE RAPE", de Machado de Assis.
" - Passei; vi, lá a Amália, a Clotilde, o Rangel. A Marocas que vai se casar com o bacharel ALBERNAZ.
Aqui, ALBERNAZ é novamente personagem de Machado de Assis.
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" TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA", de Lima Barreto
"..seu desejo de sentir, de sonhar, de poetar à maneira dos velhos tempos, ALBERNAZ, o general, lembrava-se de ter visto tais cerimônias na sua infância.( Cap. V, de O Trovador ).
.................................................................................................................
- O que eu quero, meu caro Sr. Castelo, é cumprir um juramento de família. Não sei se o senhor soube que eu sou neto do Conselheiro ALBERNAZ, aquele que acompanhou Pedro I, quando abdicou (....)
"A nova Califórnia"
Ao cabo de dois dias, recebia eu uma carta para ir falar ao doutor MANUEL FELICIANO SOARES ALBERNAZ , (......) a rua Conde do Bomfim (grifo nosso), não me (... (in www.illel.ufu.Br/referencias/obras)
Observe que, o autor indicou a rua Conde do Bomfim como residência de sua personagem ALBERNAZ, e que os judeus e descendentes, em vários Estados brasileiros, sempre residiam em Bairros com nomes parecidos, conforme Moacyr Scliar, in Judaismo, Despirão e Unidade, pág., 109, Ed. tica.
Seria coincidência ?
O HOMEM QUE FALAVA JAVANÊS, em A Nova Califórnia,
de Lima Barreto
" Sabe onde é ? Oh! alma ingênua! O homem esqueceu-se da minha dívida e...ir falar ao Doutor MANUEL FELICIANO SOARES ALBERNAZ, Barão de Jacueranga..."
Novamente, de Lima Barreto é ALBERNAZ personagem.
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OS SUBTERRÂNEOS DO MORRO DO CASTELO ( III - A Vingança do Jesuíta),
De Lima Barreto
- Espere...Foi na casa do Almoxarife ALBERNAZ, casa essa que foi destruída por uma bala do Castelo.
- E o almoxarife e a mulher onde foram ?
- ALBERNAZ morreu na explosão do paiol do Alfândega.
- E a mulher ?
- A mulher foi morar na rua do Vaz Viçoso, próximo à casa do Ten. Gomes da Silva, onde hoje habita Duclerc.
Outra vez, Lima Barreto tem como personagem um ALBERNAZ.
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MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS,
de Joaquim Manuel de Macedo.
" Naqueles tempos encontro um Padre, Pedro Homem Albernaz, que foi Vigário da Freguesia da Calendário, e Prelado do Rio de Janeiro; mas, embora homem..."
Aqui a persona do Padre PEDRO HOMEM ALBERNAZ, pela pena do grande escritor Joaquim Manuel de Macedo, vira personagem carioca.
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UM INDIVIDUO ALÉM DO TETO.
de Virgílio
Moretzsohn, Editora Papel Virtual, 2001.
" O texto "vive" as vésperas do
terceiro milênio, e a personagem, AZOR ALBERNAZ, carrega no corpo todos os
vestígios do homem qualquer, embora a alma "sinta" a grandiosidade da tarefa.
(Comentário de apresentação do livro vendido pela internet , editado
Editora Papel Virtual).
Escritor contemporâneo já consagrado na literatura pátria, Virgílio Moretzsohn tem como personagem dois ALBERNAZ, Azor e seu pai, que se recomenda a leitura.
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OS SERES VIVENTES - A GRANDE MAIÁ
de
PAULO MACHADO ALBERNAZ, conhecido por PAULO ALBERNAZ (*?+outubro 2002), escritor e sacerdote da Sociedade Brasileira Eubiose, filho do Dr. PEDRO ALBERNAZ, este médico baiano que se radicou em Jardinópolis S.P., depois Santos S.P, sendo que antes participou da Guerra de Canudos.
" A Obra Divina seria muito insignificante se contasse apenas com um único planeta, no Universo inteiro, habitado por seres humanos capazes de louvá-la e reconhecê-la" ( Paulo Albernaz)
"Os Seres Viventes é um livro que se destina a quem queira adentrar nos mistérios que envolvem o processo evolutivo de todos os seres que hoje habitam a superfície do Planeta. Traçando o itinerário da consciência humana, ao menos neste globo que habitamos, o autor, PAULO ALBERNAZ, conduz à compreensão do esquema todo, permitindo ao leitor elaborar uma visão geral do veículo humano em evolução. Um livro fascinante, que nos coloca em contato com Deus tanto quanto com a Ciência, fazendo com que a compreensão se dê através do pleno entendimento e que a fé se transforme em razão pela aceitação inteligente das verdades superiores. A humanidade não pode mais alegar ignorância sobre suas raízes; não pode prescindir de tais informações. Só o despertar dos seres viventes pode completar a evolução neste planeta, e só os que souberem acelerar o seu despertar acompanharão o processo." ( Apresentação do Livro da Editora).

BLAVATSKY
A Voz do Silêncio
O Livro de Dzyan
Inclui Anexo O FOGO INTERNO DO HOMEM
Editora Madras, 1998 - Adaptação, comentários e anexo de
PAULO ALBERNAZ,
cujo nome completo era PAULO MACHADO ALBERNAZ (ver acima).
" O autor busca comentar livremente os ensinamentos e legados de Helena Petrovna de Fadel Blavatsky - A Voz do Silêncio e O Livro de Dzyan, editados junto com comentários de O Fogo Interno do Homem, como um dos principais estudiosos e divulgador de sua obra, conforme os editores."
A leitura desta obra leva-nos a conhecer melhor o pensamento de PAULO MACHADO ALBERNAZ, filho do grande humanista Dr.Pedro Albernaz, que dedicou sua vida em prol da medicina social, na cidade de Jardinópolis, interior de São Paulo, depois de sua experiência dolorosa na guerra intestina de Canudos.
Sandra Paula Albernaz orgulha-se de ser neta do Dr. Pedro e filha do sacerdote Paulo. ambos Albernaz.
Ao homenagear o Sacerdote insigne PAULO MACHADO ALBERNAZ, quando de sua visita em Portugal, Vitor Manuel Adrião, em nome da Comunidade Teúrgica Portuguesa, ressaltou sua cultura e a influência do 5o. Raio de Luz, que é o da Literatura e também o da evolução pelo Conhecimento Científico, o que vai bem com o Espírito Hebraico de que descende a Família ALBERNAZ, reconhecendo e constatando a etnia das personas que adotaram o apelido de família questionado.
(Ver outros dados sobre o autor nas páginas 4 e 5 )
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EM BUSCA DE DEUS, uma visão pessoal do judaismo
de PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ.
Publicado pela Editora Ágora e Livraria da Vila. Lançado em 23 de agosto de 2005.
A venda na Livraria da Vila, sito na rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena - São Paulo S.P.- Tele. (11) 3814-581 - site: http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=921.
O livro tem o mérito de transmitir cultura com simplicidade e emoção. O autor, um médico conceituadíssimo, narra sua busca pessoal no terreno da religiosidade. A beleza da obra está na justa medida e no equilíbrio. Ela explica o desenvolvimento das religiões, principalmente do judaísmo e do catolicismo, sem pedantismo e fala de situações familiares delicadas sem piegas.
Leitura recomendada a qualquer que se interessa por religião e espiritualidade.
Saliente-se que," a jornada em busca de Deus é uma vivência pessoal e bastante íntima. Por isso, quando uma figura humana como o conceituado médico PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ se propõe compartilhar seu caminho religioso conosco, trata-se de um privilégio que devemos honrar com alegria.
Em busca de Deus tem o grande mérito de ser simultaneamente culto com simplicidade e emocionante com elegância. A beleza desta obra está na justa medida, no equilíbrio.
O autor fala sobre sua formação familiar, sobre os livros que o influenciaram e sobre a concepção de mundo. Faz uma brilhante síntese da história da evolução das religiões, particularmente do judaísmo e do cristianismo, com ênfase nos aspectos culturais, e não nos místicos", conforme consta da leitura do verso de sua capa última.
Sua leitura nos torna no mínimo mais esclarecidos, sejamos religiosos ou não.
DURMA BEM, VIVA MELHOR
Dr. PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ
(Coordenador)
Quando os problemas de sono se repetem com freqüência, é preciso admitir que se está diante de um caso de doença do sono e que é necessário tratá-la. Este livro, escrito por uma equipe multidisciplinar do Hospital Albert Einstein, mostra os procedimentos adequados ao tratamento da doença e seus efeitos.
Edição da SUMMUS/2007.

QUEM OUVE BEM VIVE MELHOR
Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz
Este é mais um livro do Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, editado pela MG Editores e lançado no dia 9 de abril de 2008, pela Livraria Cultura, destinado às personas com problemas de audição e seus familiares. Pode ser adquirido nas melhores livrarias do país.
Nota: O Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz e autor de inúmeros artigos e pesquisas publicados em revistas especializadas de medicina, tanto no Brasil como no estrangeiro, sendo admirado pela comunidade científica pelos seus estudos.
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EU-CORPANDO - O ego e o corpo em Freud,
de LIANA ALBERNAZ DE MELO BASTOS,
psicanalista. membro efetiva da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro e professora assistente de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em Teoria Psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. A obra é da Editora Escuta Ltda e foi publicada em 1998.
A autora, em resumo, de forma original tem o mérito de realizar, nesta obra, uma leitura minuciosa sobre o estatuto do corpo em psicanálise, tendo sido prefaciada por Joel Birman, psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

CADERNOS DE DIREITO PROCESSUAL TRABALHISTA
de
RIVADAVIA ALBERNAZ, Advogado. Pós Graduação em Direito do Trabalho, e Christovão Piragibe Tostes Malta, Advogado. Juiz aposentado
São cadernos que tratam dos princípios e procedimentos das ações trabalhistas, de forma didática, em dez fascículos, ordenados basicamente segundo o programa oficial do concurso para juiz do trabalho, porém seu conteúdo é mais extenso , visando servir também para outros estudos. Contém questionários do tipo múltipla escolha e um pequeno dicionário de direito processual do trabalho, distribuído pelos fascículos.
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OS RATINHOS, romance de
Luiz Coelho Albernaz, Editorial Minerva , Portugal
O autor é natural de Farminhão, pequena aldeia da Beira Alta, tendo estudado em Viseu, onde faz o Liceu e onde tirou o curso de Professor do Ensino Básico. O romance conta o drama dos sáfaros, que largando pai, mãe , mulher e filhos se lançavam na aventura do quase desconhecido mundo na esperança fugaz duma vida melhor. Iam com as mãos vazias e traziam-nas cheias de nada, iam saudáveis e vinham com paludismo. Era esta a vida dos RATINHOS que, depois de oito meses, traziam oitocentos escudos, que mal davam para pagar a despesa feita pelas mulheres na mercearia.
O autor dedica o livro à professora ILDA AUGUSTA RODRIGUES DA HORTA ALBERNAZ, sua esposa amada.
Ver na página 4 (quatro) outros dados sobre o escritos português Luiz Coelho Albernaz e ma pequena biografia.
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AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS DE EL-REI
de Luiz Coelho Albernaz, Editorial Minerva, Portugal
As lágrimas, muitas vezes, são uma conseqüência dos remorsos. Não admira, portanto, que o Rei D. João II chorasse, derramando lágrimas, por amor que já havia colocado no limbo e nem o filho, que ele amava ternamente, lhe fazia lembrar a mãe que havia sido o seu único amor, pois El Rei jamais havia amado sua esposa a rainha Leonor.
Nota: Pede-se que o ramo da família de Luiz Coelho Albernaz envie os dados do seu ALBERNAZ para enriquecer a pesquisa sobre a etnia e identidade familiar.
Sáfaros que residem em terras improdutivas. Paludismo, malária.
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HISTÓRIA DE MUITAS CORES
Livro Infantil de
Rosa Lobato de Faria, ilustrado por Marta Albernaz
Edições ASA, de Portugal ( Info@byblos.pt.)
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DICIONÁRIO ILUSTRADO DE ARQUITETURA
de
MARIA PAULA ALBERNAZ.
"A arquitetura revela-se através das imagens."
O as idéias dos arquitetos transmitem-se pelo desenho. Por esse motivo considera-se fundamental o esclarecimentos de todos os termos, utilizando-se uma definição escrita e gráfica. A elaboração do vocabulário exigiu pesquisa em fontes diversas: dicionários e glossários de arquitetura e artes, bibliografia sobre arquitetura, artes e urbanismo, literatura brasileira e consulta a profissionais com formação acadêmica e prática, por mais de 10 anos", conforme a autora.
O livro contem mais de 2.500 verbetes ilustrados a bico de pena pela arquiteta e cenógrafa Cecilia Modesto Lima, tratando-se de trabalho inédito a nível nacional e internacional.
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A ADOÇÃO NO ATUAL SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO

Víctor Hugo Albernaz Júnior
A ADOÇÃO
NO ATUAL SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO
UNESP - FRANCA
1996
Dissertação apresentada à Faculdade de História, Direito e Serviço Social, da Universidade Estadual Paulista, Campus de Franca, em 1996, para obtenção do título de Mestre em Direito (Área de Concentração: Direito das Obrigações), tendo como orientador o Prof. Dr. HÉLIO BORGHI, aprovada com louvor.
O autor, então, Procurador do Estado de São Paulo, Nível V, por concurso de provas e títulos, atualmente, é Defensor Público do Estado de São Paulo, Nivel V, dedicando-se à luta pelos direitos fundamentais da cidadania.
É Coordenador da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, na VI Região Administrativa, com sede em Ribeirão Preto e membro do Conselho da Defensoria Pública, por eleição de seus pares.
Que mensagens trazes do futuro?
Por que tão cedo esse batismo impuro
"De onde vens criança?
que mudou teu nome?
Em que galpão, casebre, invasão, favela, ficou esquecida tua mãe?
E teu pai, em que selva escura se perdeu?
perdendo o caminho do barraco humilde?
CORA CORALINA.
Em resumo, trata-se do estudo da adoção no atual sistema jurídico brasileiro. A Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 modificaram substancialmente a adoção no Brasil. estabelecendo iguais direitos e deveres entre filhos adotivos e filhos consangüíneos. O Estatuto da Criança e do Adolescente revogou o Código de Menores de 1979, extinguindo suas formas de adoção simples e plena, e criou no lugar destas uma espécie de adoção plena,dirigida a crianças (até doze anos) e adolescentes (de doze a dezoito anos). A adoção plena convive no atual sistema jurídico com a adoção simples , prevista no Código Civil brasileiro, que teve sua abrangência restringida pelo Estatuto, nesta matéria. Após apresentação de noção histórica da adoção e de sua evolução legislativa no Brasil, são analisados o conceito, a natureza jurídica e as características das duas espécie de adoção atualmente praticadas no país. O estudo destaca, também, os principais efeitos pessoais (nome e pátrio poder) e patrimoniais (sucessão e alimentos) da adoção, com base na isonomia constitucional. Sob a concepção do Estado Democrático de Direito, a adoção tomou vulgo no cenário jurídico do país, por ser uma forma de dar lar à criança ou adolescente desamparado, e condições para tornar-se uma cidadão consequente e produtivo para sua sociedade.
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DIREITO ADMINISTRATIVO
por VÍCTOR HUGO ALBERNAZ
Monografia de aproveitamento para obtenção de "CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO DE 3o. GRAU", junto ao Centro de Pós Graduação da Universidade de Ribeirão Preto, SP., com obtenção de nota máxima, publicado em 1980, em sua primeira edição e em 1981, em sua segunda edição.

QUESTÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO
por VICTOR HUGO ALBERNAZ
Questões sobre Direito Administrativos, divididas em três partes.A primeira parte se refere às questões sobre os princípios da disciplina e objetivam seu melhor entendimento. Na segunda parte as questões são apresentadas nos moldes de concursos públicos, devendo o acadêmico, ademais de indicar a alternativa correta, fundamentar sua resposta. Na terceira parte temos várias questões para dissertação que objetivam levar o acadêmico à pesquisa e crítica da disciplina, livremente.
São todas questões de provas semestrais, podendo o acadêmico consultar livros na biblioteca da Faculdade.
(Obra publicada pelos alunos, esgotada)
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ISABELA CALACHE ALBERNAZ
10 DE JULHO DE 2000
Trata-se de um livro-em-quadrinhos escrito e desenhado pela infante Isabela Calache Albernaz, em 2000, quando ela tinha 5 anos, sobre como seu avô aprendeu a ler.
O texto com desenho diz:
"Era uma vez um avô.
O meu avô já foi criança.
Criança, o meu avô queria aprender a ler.
Como ele não tinha 7 anos, ele seguia seus irmãos até a Escola das Paineiras.
O meu avô ficava olhando pela janela a professora ensinar os seus irmãos.
Assim ele aprendeu a ler e escrever.
Hoje o meu avô não é mais criança, ele é advogado.
E....todos ficaram felizes.

The End
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ALBERNAZ FILMES PRODUÇÕES
LAVOSIER ALBERNAZ, CINEASTA
Destacamos, pela sua importância cultural, a empresa cinematográfica, fundada por LAVOISIER ALBERNAZ, na cidade de Paracatu , MG, que vem produzindo várias películas, tais como vídeos documentários, curtas-metragens e superproduções, tais como, "Ouro Ambição e Agonia" (1992), estando em pauta os roteiros de "A Multa Fidalga", "Dona Tiburtina", " Menino Jesus", que localizará a vida de Jesus nos seus meninice e adolescência , até os 12 anos, "Chico Mineiro", , encontrando-se em fase de pre-produção o longa metragem "Mais Forte que a Lenda", baseado no conto "A Esteira " de Afonso Arinos, que, como Lavoisier, também é filho de Paracatu MG. (in Albernaz Filmes, Internet).
NOTA: Aguardamos contato com Lavosier Albernaz.
OUTRAS PUBLICAÇÕES IMPORTANTES
MAPAS DE AUTORIA DOS CARTÓGRAFOS DE NACIONALIDADE PORTUGUESA COM APELIDO DE FAMÍLIA "ALBERNAZ" , MAS DE PROVÁVEL ETNIA JUDAICA, NÃO, NECESSARIAMENTE, PRATICANTES DA RELIGIÃO JUDAICA.
O
acervo da Fundação Biblioteca Nacional do
Rio de Janeiro encontram-se vários mapas desenhados a aquarela, da cidade do
Rio de Janeiro, de 1666, com assinatura de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, conhecido
como o VELHO, com certeza provável pertencente à etnia judaica ( não
necessariamente praticante ou adepto da religião judaica) e, dentre eles, o da
Baía de Guanabara.
A planta da cidade de Salvador é também de autoria de
JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ (1616).
No Museu da Marinha, em Portugal,
juntamente com o versos de Fernando Pessoa, sobre o descobrimento, estão
reunidos trinta e seis manuscritos aquartelados do Atlas de JOÃO TEIXEIRA
ALBERNAZ II, do século XVII, que detalham a geografia da costa de cada uma das
capitanias brasileiras, bem como oito outros mapas, do mesmo cartógrafo (cf.
Jornal do Brasil, Caderno B, de 14.01.2000).
JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II era filho de LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ e irmão de PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ, sendo neto de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, todos cartógrafos, da etnia judaica, segundo indicações prováveis.
Aqui ALBERNAZ é autor-cartógrafo e personagem da história, não de ficção.
Nota: Ver na página 4 (quatro) mais informações sobre os cartógrafos de apelido de família ALBERNAZ .
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ORCAMENTO EMPRESARIAL
de MURILO CARNEIRO,
filho da professora aposentada Carmen Rita Albernaz Carneiro.
de
O Murilo Carneiro é formado em Administração de Empresa, Consultor de várias Empresas, e Professor Universitário. Seu pai, RENATO CARNEIRO, falecido, era advogado e poeta, acima de tudo foi um democrata consequente, sempre preocupado com as questões sociais, tendo militado politicamente nesta area
O Livro em questão trata-se de obra destinada a pessoas jurídicas e pessoas físicas interessadas na Tecnica Orcamentaria.. l
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ORIGEM DO APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ
ALBORNOS , ALBERNOZ, AL-BURNUS, AL-BURNÚS, BURNOUS, ALBA, ALBONA, ELFO(S) E DOS RAMOS:(1)
FARIA-ALBERNAZ * MANGABEIRA-ALBERNAZ,
HOMEM-ALBERNAZ * FARIAS-ALBERNAZ,
CARDOSO-ALBERNAZ * PINTO-ALBERNAZ,
FERREIRA-ALBERNAZ * BEZERRA-ALBERNAZ,
ALVES-ALBERNAZ * MACHADO-ALBERNAZ ,
NOGUEIRA-ALBERNAZ * TORRES-ALBERNAZ
PEREIRA-ALBERNAZ * COELHO-ALBERNAZ
CARVALHO-ALBERNAZ * GARCIA-ALBERNAZ
ALMEIDA-ARANTES-ALBERNAZ * ALBERNAZ-DELGADO,
ALBERNAZ-SIQUEIRA etc
Nota: Estamos pesquisando o apelido de família ALBARNAZ, que tudo indica deve pertencer ao mesmo ramo de ALBERNAZ , ALBORNOZ e ALBERNOZ, pelo que pedimos a colaboração de todos que nos possam ajudar.
Observamos que, o Farol da Ilha das Flores ora é indicado como "Farol do Albernaz" , ora como "Farol do Albarnaz", o que não pode ser coincidência, pois segundo os pesquisadores o Albernaz sofreu ao longo dos tempos ''adulteração'' por vários fatores, sendo o correto a grafia com "e" , é dizer ALBERNAZ, conforme VIEIRA ALBERNAZ, jurista e pesquisador da terra do autor dos Luziadas.
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ALBERNAZ
ALBERNAZ, ALBORNOZ e ALBERNOZ, s.m., derivado de AL-BURNUS, no século X, da etimologia árabe, berbere, ou do latim ALBURU, no sentido botânico( vide abaixo), que tinha significado de "abrigo" ou, em siriaco BORNÓS, significando grande manto de lã com capuz usado no deserto. "Um largo albornoz de lã grossa, em riscas pardas, orliado de franjas azuis, cobria-o até os pés". ( Eça de Queiroz, em "A Relíquia", página 230 e em vários dicionários da língua portuguesa, incluindo Houaiss).
Na Torá-Viva PETITÁ é traduzido como manto , capuz, ou xale especial , usado pelo aristocratas. No Oriente Médio as pessoas costumavam usar um longa PETITÁ , que ia até os pés , envolvendo -se com um curto manto branco e , além disso, um sinte.
Os vocábulos ALBERNAZ, ALBORNOZ e ALBERNOZ derivariam de AL-BURNÚS, em vez de BURNUS, sem acento, enquanto BURNUS, segundo Nascentes, seria variação de BURNUS, em francês ou, ainda, de ALBA, no período medieval.
ALBA, s.f., no século XV, tem significado de "alva", primeira claridade, sendo que na literatura é gênero de poesia medieval, sobretudo lírica provençal, em cujas composições se alude à despedida de dois amantes ao romper da aurora.
ALBORNOZ teria como primitivo ALBONA, do germânico "ELFO" (ALBA), igual à ALBERNOZ ou de ALBUNOS, do latim ALBURUS, s.m.
No sentido botânico seria parte periférica e mais nova da madeira do tronco das árvores, de cor clara, onde as células vivas realizam a condução da água, de baixo para cima ( cf. Aurélio).
Passou para Portugal como ALBERNÁS, com "S", no final, e para a Espanha como ALBERNAZ, com "Z", no final, e da Espanha para Portugal, ainda, como ALBERNAZ, com "Z" final, substituindo o "S", prevalecendo a grafia com "Z" tanto na Espanha como em Portugal.
ELFO, s.m., no século XX, cf. AGC, da etimologia Escandinava, correspondente ao gênero aéreo, que carrega a simbologia do ar, do fogo, da terra etc., ainda ELFOS de Lua, gnomos, rondas fluidas, andavam no ar como o polém dos jardins (c.f Antônio Patrício, Serão Inquieto, página 69).
ALBERNAZ derivaria de ALBORNOZ-ALBERNAZ, do primitivo ALBONA, do germânico ELFO, do latim ABURNU, ALBURNOS, passando para a Península Ibérica, antes SEPHARD ( Abdias 20), adotado pelos marranos. ( ver conceito de marranos),
HOMEM-ALBERNAZ, FARIA-ALBERNAZ, MANGABEIRA-ALBERNAZ, PINTO-ALBERNAZ, CARDOSO-ALBERNAZ, FERREIRA-ALBERNAZ, NOGUEIRA-ALBERNAZ etc. ou ALBERNAZ, entre outros, indicariam a condição de marranos dos membros da família, denunciando a origem e ascendência judaica de seus membros.
No site http://crmgo.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristãos-novos/d.asp consta os nomes de DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ e de DOMINGOS GOMES ALBERNAZ, expressamente, como cristãos-novos ou marranos, vale dizer descendentes de judeus.
uAlém destes - Domingos Homem Albernaz e Domingos Gomes Albernaz - destacam-se as personas de FRANCISCO ALBERNAZ, estudante de Lamego, MANOEL ALBERNAZ, lavrador, de Vila da Praia , Açores, PEDRO ALBERNAZ , filho de PERO ALBERNAZ, de Portello-Lamego e MARIANA DE ALBERNAZ, solteira, filha de PERO ALBERNAZ, Portello-Lamego, que, como cristãos novos foram submetidos aos Tribunais do Santo Ofício, em Portugal, conforme consta do Inventário de Processos da Inquisição de Coimbra, em 1972, Bibliografia da BN-Lisboa ( e-mail de Telmo Vieira Leitão Albernaz, Lisboa , Portugal).
Conforme Telmo Vieira Albernaz, o apelido de família ALBERNAZ tem sofrido algumas "adulterações" lingüísticas. A grafia apresenta-se com "Albernaz", "Albornoz", " Albernoz" , "Albarnaz" etc.
Os registros dos párocos e a iliteracia terão contribuído pra estas alterações. Como se pode ver na Enciclopédia Portuguesa e Brasileira a D. Margarida Albernaz (século XIV) sepultada na Sé de Lisboa apresenta aquela grafia. A família de Telmo Vieira Albernaz mais direta tem a mesma grafia no apelido, o mesmo ocorrendo com os Faria Albernaz , Mangabeira Albernaz, etc. Já o Patriarca das Índias D. José Alvernaz que o Dr.Telmo Viera Albernaz conheceu na Ilha Terceira, Açores, trocou o "b" pelo "v" o que é comum no Norte de Portugal.
O apelido correto é certamente "albernaz". No mapa que o Dr. Telmo Vieira Albernaz tem aparece "Ponta Albernaz" nos Açores. ( in e-mail de 2 de abril de 2007)
O apelido correto, segundo pesquisas de Telmo ,
NOMES DE CRISTÃOS-NOVOS PESQUISADOS EM SITE DE ISRAEL
UMA FAMÍLIA MARRANA

A pesquisa sobre nomes de cristãos novos, antigos judeus, de nacionalidade portuguesa e/ou que viviam nos territórios português nos séculos XVI e XVI, dentre outros relaciona os nomes ALBERNAZ, FARIA, FARIAS, HOMEM-ALBERNAZ, CARDOSO, GARCIA, PINTO (PINTER) como marranos (c.f. http://www.israel.com/article228html).
Nota-se que, os casamentos entre a mesma etnia, incluindo a judaica, era prevalecente. Dificilmente os descendentes da etnia judaica casavam-se com persona qualificada de "GÓI", que entre os judeus é o individuo ou povo que não tem origem judaica, qualificado como gentio, estrangeiro. Albernaz não se casaria com Faria não fossem da mesma etnia, idem Homem-Albernaz, Mangabeira-Albernaz, Pinto-Albernaz etc.
Em vários e-mail tivemos informações de que, a família ALBERNAZ teria desembarcado no BRASIL, vindo das terras de Portugal e Espanha.
Para a maioria a origem da família seria de nacionalidade espanhola, face a terminação com a letra "Z", de ALBERNAZ, não existindo em vocábulos da língua portuguesa tal terminação.
Para outros, a família ALBERNAZ seria de nacionalidade portuguesa.
Há quem admita a origem no País Basco de nossos ascendentes.
De nacionalidade portuguesa ou espanhola, em verdade da Península Ibérica, antes Sephard, nome dado à península em questão pelos autores do Antigo Testamento, a etnia de ALBERNAZ parece indicar apelido de família adotado por marramos, já na medievo.
O Sr. Vitor Manuel Adrião, da Comunidade Terúrgica Portuguesa, discursando em homenagem ao sacerdote PAULO MACHADO ALBERNAZ, quando de sua visita à Portugal, assim se expressou:
" Repare-se nele a evolução pelo Conhecimento Científico, o que vem com o Espírito Hebraico de que descende a Família Albernaz"
Demais, não devemos confundir nacionalidade, de Estado-nação, que é uma ficção jurídica, com etnia , que equivale à coletividade de indivíduos que se diferenciam de outros por sua especificidade sociocultural ( ver conceito de etnia e etnicidade).
Em uma nação podemos diferenciar várias etnias, como veremos alhures.
RECONHECIMENTO DA CONDIÇÃO DE ALBERNAZ COMO MARRANO
PESQUISA FEITA PELA ASSOCIAÇÂO MARRANA "SALOMON MOLCHO" JEWISH DESCENDANTS.

Apos pesquisas feitas pela Associação Marrana de Descendentes de Judeus no Brasil, o Sr. Molcho Antony, judeu presidente e fundador da questionada entidade registra a FAMÍLIA ALBERNAZ como MARRANA SAPHARD, é dizer como descendente da etnia judaica, conforme certificado acima reproduzido, datado de 27 de novembro de 2009.
O certificado foi encaminhado ao site pelo Pastor W. Albernaz , que tem em suas mãos cópias originais em árabe, aramaico e ingles.
Ver no glossário o conceito de alguns nomes, tais como Sephardita, Gói, Estado-nação, etnia, etnicidade, transgeracionalidade, etc.
HOMEM-ALBERNAZ
Embora uma dada versão afirme que o sobrenome HOMEM, agregado ao da família ALBERNAZ, passando a HOMEM-ALBERNAZ, tenha surgido em Portugal por graça do Rei D. Sancho II ( 1248), que disse ser o neto de Pedro Rodrigues Pereira, de nome Pedro Paes Pereira, um verdadeiro "HOMEM" ( com H maiúsculo) dado à bravura demonstrada na luta contra os mouros, apesar de ser ainda um rapazola, que o adotou, orgulhosamente, como apelido de família ( Dicionário da Família Brasileira, V.II ); há outra versão mais plausível de que o mesmo foi adotado pelos judeus face ao batismo forçado ao cristianismo, a partir de 1497 (Wolff - Dic.I,95, citado no Dic. da Fam. Brasileira e em e-mail).
Segundo Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed. Bertrand Brasil, 2003, pagina 242, " dizem os genealogistas que essa família - Homem - cujo sobrenome deriva de raízes toponímicas, tirado que foi da designação do Rio Homem ou da região de Entre-Homem-e-Cávado, é um ramo da linhagem dos Pereiras, o que não parece ser confirmado pelas armas de que usam os Homens."
O autor lista, na página 159, do livro acima indicado, o nome de Heitor Homem, 63 anos, de Varride, bispado de Coimbra, dentre os portuguesa condenados, pelo Tribunal do Santo Ofício - Inquisição -, ao degredo de cinco anos no Brasil, além de penas espirituais, pelo crime de judaismo (parte cristão-novo), cuja pena foi comutada para degredo no Algarves, em 03.06.1675 , cf. Auto-de-fé: 18.11.1674 ( processo Coimbra n. 6.748).
No site http://crmgo.cfm.org.br/biblioteca-virtual/cristãos-novos?d.asp há o nome de DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ como cristão-novo ou marrano, vale dizer, persona de descendência judaica, bem como o de DOMINGOS GOMES ALBERNAZ.
O apelido de família HOMEM ( MAN), segundo O Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, Ed. Fraiha, 2003, tem registro nas seguintes localidades: Taboas, Bahia, Brasil, Azurrara, Coimbra, Portugal. Constam referências ao referido sobrenome nos Tribunais da Inquisição de Lisboa, Coimbra. O nome de Antônio Homem (1564-1624), professor da Universidade de Coimbra e vitima da inquisição´, Homem da Costa, Rio de Janeiro, inquisição de Lisboa.
Nota: Auto-de-fé era a cerimônia ou audiência em que o condenado era exposto ao público, anunciando-se a pena que lhe fora aplicada.
Nota-se que, vários descendentes de judeus norte americanos adotam o apelido HOMEM ( MAN), em seus nomes, por exemplo: GOLDMAN.
FARIA-ALBERNAZ
O nome FARIA, que se uniu à família ALBERNAZ, foi adotado por judeus, desde o batismo forçado à religião cristã, a partir de 1497, constituindo-se patronímico de cristãos-novos ( cf. Antônio Henrique da Cunha Bueno e Carlos Eduardo de Almeida Barata, in Dicionário das Famílias - Originis X, 2001), formando-se o ramo FARIA-ALBERNAZ, depois ALBERNAZ, somente, da família, principalmente, de São Paulo para Goyaz e de lá para vários outros Estados membros do Estado-nação brasileiro.
Os judeus convertidos ao cristianismo eram denominados de marranos. O adjetivo marrano na Espanha e em Portugal era designação injuriosa que se atribuía aos mouros e judeus batizados, suspeitos de se conservarem leais à religião que professavam antes. Tinha significado de excomungado. No Rio Grande do Sul diz-se de ou gado de má qualidade.Marrano tem significado também de porco de engorda, já crescido. Etimologicamente, na Espanha marrano (ano de 965) era sinônimo de porco (século XIII), ainda cristão-novo. Designação pejorativa dada aos judeus convertidos ao cristianismo, à força, suspeitos da prática do judaismo, quando muitos na verdade sequer eram religiosos, por causada repugnância em relação à carne de porco , alimento não permitido pelo judaismo.
Os marranos têm regressado ao judaismo , a a partir do século XX, segundo Hélio D. Cordeiro, pesquisador.
No Dicionário Sefarad de Sobrenomes, Ed. Fraiha, 2003, há indicação de que o apelido FARIA é conhecido em Portugal, Brasil etc , sendo que personas com tal apelido foram submetidos à inquisição de Lisboa, Coimbra ( página 256).
FARIA(S) = FARÉS, de P-R-S, tem significado de "partir, dividir, fatiar, ruptura" ou "moeda, presente ou prêmio" Melhor, ainda, " o que se lança", "o arrojado", "o quebrantador" conforme Bereshit-Genesis- 38,29 (in Sobrenomes Luso-brasileiros, de Walter Santos Baptista).
Tamar, mulher não judia, casa-se com Her, filho de Judá. Seu esposo, por não cumprir os desejos de D'us falece, sem deixar herdeiro, Judá dá Onã, irmão de Her, para fecundar Tamar, honrando a família como era da lei do cunhadício. Onã nega-se a cumprir o seu mister, derramando o sêmen no lençol, impedindo que Tamar seja fecundada. Sabedor disso, Judá indica o seu outro filho Sela para fecundar Tamar, mas este é jovem e não pode cumprir a determinação paterna. Então Tamar, fingindo-se de prostituta, deita-se com o seu sogro, agora viúvo, engravidando-se de gêmeos.
Chegando a hora do parto um dos gêmeos estende a mão e a parteira ata-lhe uma fita escarlate no braço, afirmando: "Foi este que saiu primeiro". Mas acontece que ele retira sua mão e o outro foi quem saiu do corpo materno, em primeiro lugar. Então a parteira diz: "Que brecha te abriste". E o chamaram de FARÉS. Em seguida nasceu seu irmão, que tinha o fiou escarlate na mão, por isso o chamaram ZARA.
E o nome FARÉS - FARIA - passou a ser adotado por judeus religiosos em homenagem a Tamar, como forma de demonstrar o perdão dado a ela, por ter perpetuado a linhagem de seu esposo.
Por outro dizer, o apelido de família FARIA deriva de FARÉS, que é nome de um dos filhos de Tamar, que se engravidou de seu sogro JUDÁ (Ver Gênesis versículo 38, que trata da história de Judá e Tamar).
(38,27) " Quando chegou o tempo do parto Tamar teve gêmeos. (38,28) Durante o parto um deles estendeu a mão, e a parteira pegou-a e amarrou nela uma fita vermelha, dizendo: "Foi este que saiu primeiro.( 30,29) Mas ele retirou a mão e foi seu irmão quem saiu. Então a parteira disse: "Que brecha você abriu". E o chamaram Farés.(30,30) Em seguida, saiu seu irmão, que tinha a fita vermelha na mão, e o chamaram Zara".
Do nome de Onã deu origem a palavra "onanismo" (s.m.) que significa a interrupção do coito antes da ejabulação, evitando-se a fecundação da mulher, o que era a intençâo do cunhado de Tamar .
Acresce dizer que, segundo a genealogia de JESUS, conforme o evangelista Mateus, o Messias descende de JUDÁ pela linha de TAMAR e do seu filho FARÉS (Ver Mateus 1,3) que deu origem ao apelido de família FARIA.
ASCENDÊNCIA DE JESUS: - 1) Livro de Origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 2) Abraão foi pai de Isaac; Isaac foi pai de Jacó; 3) Jacó foi pai de Judá e de seus irmãos. Judá, com Tamar, foi pai de Farés e Zara ; Farés foi o pai de Esrom; Esrom doi o pai de Aram. 4) Aram foi o pai de Aminadab; Aminadab foi o pai de Naasson; Naasson foi o pai de Salmon. 5) Salmon, com Raab, foi o pai de Booz; Booz, com Rute foi o pai de Jobed; Jobed foi o pai de Jessé. 6) Jessé foi o pai de David.
David, com aquela que foi mulher de Urias, foi pai de Salomão. 7) Salomão foi o pai de Abias; Abias foi o pai de Asa. 8) Asa foi o pai de Josafá; Josafá oi o pai de Jorão; Jorão foi o pai de Ozias. 9) Ozias foi o pai de Joatão; Joatão foi o pai de Acaz; Acaz foi o pai de Ezequias. 10) Ezequias foi o pai de Manassés; Manassés foi o pai de Amon; Amon foi o pai de Josias. 11) Josias foi o pai de Jacomias e de seus imãos, no exílio da Babilônia.
12) Depois do exílio na Babilônia, Jecomias foi o pai de Salatiel, Salatiel foi o pai de Zorobabel. 13) Zorobabel foi o pai de de Abiud; Abiud foi o pai de Eliaquim; Eliaquim foi o pai de Azor. 14) Azor foi o pai de Sadoc; Sadoc foi o pai de Aquim; Aquim foi o pai de Eliud. 15) Eliud foi o pai de Eleazar; Eleazar foi o pai de Matã; Matã foi o pai de Jacó. 16) Jacó foi pai de José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Messias.
17) Assim as gerações de desde Abraão até David são catorze; de David até o exílio na Babilônia, catorze gerações; e do exílio na Babilônia até o Messias, catorze gerações.
Os apelidos de família FARIA, FARIAS, PIRES, PERES, PEREZ - de P-R-S, = "partir, dividir, fatiar, ruptura" ou "moeda, presente ou prêmio". Melhor, ainda, " o que se lança", "o quebrador" (cf. Bereshit - Genesis - 38, 29), acima indicado, têm origem em FARÉS, nome de um dos filhos da TAMAR com seu sogro JUDÁ, conforme, Gonsalves de Mello, Wiznitzer, in http://w.w.w.saudades.org/Sobrenomes_luso_brasil.htm, organizado por Walter Santos Baptista).
Nota: Interessante observar que TAMAR foi a primeira mulher a ser listada por Mateus na genealogia de JESUS.
Muitos falam ser ela a primeira avó de Jesus, pois naquele tempo, em geral, as mulheres não figuravam como antepassadas das personas bíblicas.
MANGABEIRA-ALBERNAZ
MANGABEIRA, nome que veio constituir-se com ALBERNAZ a família MANGABEIRA-ALBERNAZ, é apelido de família tipicamente brasileiro, tomado da árvore denominada mangaba ( mangaba + eira), tendo surgido na Bahia (cf. Dicionário das Famílias, citado acima), provavelmente por descendentes de judeus com o objetivo de esconder sua origem, em virtude da inquisição, daí o consórcio com membro da família ALBERNAZ, pois tudo indica que, raramente, um descendente da etnia judaica se unia com membro de outra etnia, por questão de segurança e continuidade de sua descendência, além de religiosa.
Trata-se de uma pequena árvore da família das apocináceas (hancomia speciosa), freqüente nos cerrados e no litoral nordestino, que produz um fruto comestível de nome mangaba e que por incisão seu caule exsuda latex branco, que dá borracha natural. Suas flores são grandes e alvas.
Mangabeira, sm., corresponde àquele que ocupa da extração do latex da mangaba, dai o apelido de família MANGABEIRA, tipicamente brasileiro, adotado por Raimundo José de Carvalho, de Montes Claros, MG, que passou a chamar-se Raimundo José de Carvalho Mangabeira.
Descendente de Raimundo José de Carvalho Mangabeira, CECÍLIA MANGABEIRA, por volta de 1892, casou-se com JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, constituindo-se o ramo da família MANGABEIRA-ALBERNAZ.
Na lista dos punidos pelos Tribunais da Inquisição de Portugal apresentada por Geraldo Pieroni, in " Banidos" figuram Maria Carvalho, 67 anos, de Lisboa, acusação de judaismo, sentenciada à pena de quatro anos de degredo no Brasil, Livro n. 435, Auto-de-fé: 14.03.1668; Maria Carvalho, de Évora, acusação judaismo, condenada à quatro asnos de degredo no Brasil, Livro n. 990/13, Auto-de-fé: 14.03.1668; Diogo Carvalho, de Coimbra, 35 anos, marceneiro, acusação judaismo, condenado a três anos de degredo no Brasil, Livro n. 433, Auto-de-fé : 26.07.1667, e, Diogo Carvalho, de Guarda, 30, anos, casado com Grácia Mendes, pai era mercador, acusação judaismo, condenação: confisco dos bens, cárcere e hábito perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos para o Brasil, penas espirituais ( páginas125,126,133,134).
Carvalho é nome de raízes toponímicas que foi extraído da vila da mesma designação, na diocese de Coimbra, e adotado por Gomes de Carvalho, que viveu em meados do século XIII e que foi pai de Fernão Gomes de Carvalho ( in "Banidos", pagina 236).
Garcia é apelido de família - sobrenome - de algumas personas listadas dentre os punidos ao degredo no Brasil, pelo Tribunal do Santo Ofício de Portugal, conforme "Banidos" de Geraldo Pieroni, Ed. Bertand Brasil. , dentre eles: Álvaro Garcia, de Évora, 40 ano, Livro n. 434, tendeiro, acusado de judaismo, condenado ao degredo no Brasil por cinco anos.Auto-de-fé: 16.10.1667; Catarina Lopes Garcia, de Chacin , Bispado de Miranda, idade 30 anos, pai e marido eram tratantes, acusação de judaismo, condenada a confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de três anos no Brasil, penas espirituais, Auto-de-fé 02.03.1704; e Isabel Garcia, de Estremoz, idade 60 anos, marido era mercador, acusação judaismo, condenada ao confisco de bens, abjuração em forma e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de três anos no Brasil, penas espirituais. Auto-de-fé 30.06.1709 ( páginas 14/7/9).
Vê-se que, Carvalho e Garcia, apelidos de família ligados diretamente ao ramo MANGABEIRA-ALBERNAZ, podem evidenciar personas tidas como cristãos-novos ou marranos.
FARIA ALBERNAZ - PAZ
O apelido de família PAZ, de FRANCISCO JORGE DA PAZ, casado com MARIA DE FARIA ALBERNAZ, pais de SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ e avós de FRANCISCO JORGE PAZ , filho de Salvador de Faria Albernaz, segundo alguns genealogistas é de família remota e nobre, visto se encontrar vinculada com D. Sancho da Paz, neto paterno e legitimo do rei Afonso XI de Castela, o Sábio, o que não é de todo inverossímil, dado ser plausível que para Portugal tenha passado um descendente seu, que nas terras lusitanas deixou geração. Outra família, no entanto, usou em Portugal esse nome, derivado essa do físico de D. João II, judeu que, ao converter-se e ao ser batizado sob o apadrinhamento de o Príncipe Perfeito, tomou o nome de João da Paz, vindo depois a receber armas de D. Manuel I ( cf. Geraldo Pieroni, in Banidos - A Inquisição dos Cristãos-Novos Condenados a Viver no Brasil - Origem Genealógica - Ed. Bertrand Brasil, página 249, Ed. 2003).
Dentre processos pesquisados no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Portugal, por Gerado Pieroni, citado no livro acima indicado, pagina 197, figura o nome do tecelão ANTÔNIO DA PAZ, casado com Clara Nunes, Processo da Inquisição n. 7.364, de Coimbra, prisão em 10.07.1714, Auto-da-fé de 17-05-1716, condenado ao confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpetuo, degredo de cinco anos no Brasil, e penas espirituais, pelo crime de "judaismo" ( judeu convertido ao cristianismo - cristão novo - mas que continuava praticando os ensinamentos dos Livros de Moises).
Consta, também, na lista do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, os processos de judaismo instaurados contra ANDRESSA PAZ, de 38 anos, condenada ao confisco dos seus bens, cárcere e´hábito penitencial perpétuo, degredo de três anos no Brasil e penas espirituais (Processo Coimbra n. 8.196 - Auto-da-fé 17.08.1631) e BRITES PAZ, com 42 anos, condenada a sete anos de degredo no Brasil ( Conselho Geral do Santo Ofício/Livro n.435 - Auto-da-fé 29.10.1656), (cf, ainda, Geraldo Pieroni, opúsculo citado acima, que recomendamos para leitura).
Paz tem significado de homem tranqüilo, de paz, calmo - peaceful man - , com referência entre safaradis e/ou cristãos novos sujeitos à Inquisições de Lisboa, Granada, Madri, Lima, cf. Dic. Sefaradi de Sobrenomes, Ed. Fraiha, 2003).
Os vocábulos SHALOM, em hebraico , e SHALAM, em árabe, significam PAZ.
Nota-se que os descendentes de FRANCISCO JORGE DA PAZ passaram a assinar o apelido de família de sua esposa MARIA DE FARIA ALBERNAZ, exceção feita a um dos seus netos, acima indicado, da qual descendem os FARIA ALBERNAZ de Taubaté, Goyas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, bem como Ribeirão Preto S.P.
ALMEIDA LIMA-ALBERNAZ
ALMEIDA é apelido de família de origem toponímica que provém de uma aldeia chamada Almeida, fundada entre os anos de 1223 e 1245 no julgado de Azurara da Beira, atualmente concelho de Manguale, por João Fernandes, filho de Fernão Canelas, senhor da quintas do pinheiro e de Canelas, na freguesia de Manguaide (cf. Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed.Bertand Brasil, pag. 228). Todavia, conforme a Resenha trimestral Judaica, vol. XVI, pg. 702, "ALMEIDA - ALMEYDA trata-se de apelido de família safardista, tendo uma árvore de família, ligado à ( relacionado à) Belmont.
LIMA é apelido de família de raízes toponímicas, seja ele derivado de designação da terra de Limia, na Galiza, ou, como alguns pretendem, em relação aos Limas portugueses, de Pote de Lima.
Na lista de Geraldo Pieroni, in Banidos, acima citado, figuram Maria de processo , de Évora 9172, natural de Pávia, 27 anos de idade, casada com Luis Vieira, julgada e condenado pelo crime de judaismo ao cárcere e hábito penitencial perpetuo, sem remissão, e degredo de seis anos no Brasil, penas penitenciais, Auto-de-Fé:21.08.1644, e Brites de Lima, processo Évora 7.569. natural de Albufeira, Idade 40 anos, casada com José de Brito Sande, julgada e condenada por judaismo ao confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial sem remissão, com insígnias de fogo, degredo de seis anos no Brasil, penas espirituais. Auto de Fé : 13.09.1670.
Unindo-se à persona de apelido de família ALBERNAZ, deu origem ao ramo da família ALMEIDA LIMA ALBERNAZ.
Registre-se que ALMEIDA-LIMA é apelido de importante família estabelecida em São Paulo. A união dos dois sobrenomes teve início Pedro de Almeida Lema * 1769 - Itu S.P., filho de Miguel de Almeida Leme e Margarida Proença - descendente da família Godoy. Deixou numerosa descendência de seu casamento, em 1748, Itu S.P., com Maria Álvares de Lima , filha de Inácio Álvares de Lima e de Francisca Cubas (SDL, VL 153).Entre os descendentes do casal registram-se: o neto, Antônio Álvares de Almeida Lima; a bisneta, Maria Higina de Almeida Lima, Baronesa de Ibitinga; a bisneta, Carolina Leopoldina de Almeida Lima, baronesa de Pirapitingui, e, o bisneto, Manuel Bernardino de Camargo, barão de Almeida Lima, que mais tarde passou a chamar-se Manuel Bernardino de Almeida Lima. Destacam-se , ainda, Maria Higina de Almeida Lima , Baronesa de Ibitinga; Carolina Leopoldina de Almeida Lima, Baronesa de Pirapitingui.
Nota: Há um estudo genealógico da FAMÍLIA ARANTES, publicado em 2a. edição, de 1993, por Arnaldo Arantes e Américo Arantes Pereira que consta os nomes de Hercina Arantes de Almeida, casada com Luiz de Almeida Lima e seus filhos Aysha de Almeida Lima, professora, Cirinéa de Almeida Lima Arantes, professora e advogada, casada com Dr.Víctor Hugo Albernaz, advogado, Procurador do Estado aposentado, escritos de livros jurídicos, seus filhos Víctor Jr, casado com Elizabeth, e Varner Hugo., bem como Edésia de Almeida Lima, profa. e Luiz de Almeida Lima Jr, que anotamos para conhecimentos dos interessados.,
RIBEIRO-ALBERNAZ
RIBEIRO/RIBEIRA, em princípio, esse nome deriva da de Ribera, espanhol, da qual passou a Portugal um ramo no início do século XII, na pessoa de Rui Dias Ribeiro ou Ribera, com geração que deu continuidade ao nome. Pode esse, no entanto, ser uma faminização do sobrenome português Ribeiro, o que se dava até ao século XVII e, mais raramente, até ao XVII.
Na lista de Geraldo Pieroni, in ''Banidos, Inquisição e a Lista dos Cristãos Novos Condenados a Viver No Brasil'', Ed.Bertand, 2003, encontramos Maria Ribeira, de 38 anos, que foi submetida ao Santo Ofício, conforme anotações do Conselho Geral do Santo Ofício/Livro n. 434, acusada do judaísmo perante o Tribunal da Inquisição de de Évora, e que foi condenada por três anos de degredo no Brasil. Auto-de-fé: 10.09.1708. Afonso Ribeiro, de 40 anos, mercador, submetido ao Tribunal da Inquisição de Lisboa, conforme ata do Conselho Geral do Santo Ofício?livro 453, acusado de judaísmo,tendo sido condenado ao degredo por cinco anos no Brasil. Auto-da-fé: 04.04.1666.
CARDOSO-ALBERNAZ
CARDOSO ou CARDOZO é apelido de família de origem, latina ( carduus) espanhola. Mais especificamente provém de Cardoso de La Sierra, na província de Guadalajara, Espanha. Há, igualmente, uma vila com o nome de Cardoso em Viseu, Portugal. As crônicas apresentam muitos cristãos-novos no Brasil colonial portanto este apelido de família. "Estão espalhados os Cardosos por todos os lugares onde os "sefaradim" chegaram, inclusive no Palácio do Planalto" (sic). Estaria o autor referindo-se ao presidente Fernando Henrique Cardoso ?)
(c.f. http://www.saudades.org./Sobrenomes_luso_brasil.htm)
Nome de raízes caracteristicamente toponímicos, tirado da honra do morgado (bem inalienável vinculado à posse de um título de nobreza, transmitido ao filho mais velho), da mesma designação , em São Martinho de Mouros ( cf. Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed. Bertrand Brasil, 2003, pag. 233).
No mesmo livro, o autor indica vários cristãos-novos condenados pelo Santo Ofício da Inquisição, de Portugal, ao degredo no Brasil, além do confisco de todos os bens, hábito penitencial e penas espirituais, pela prática do crime de judaismo, dentre os quais Ana Cardoso (Auto-da-fé: 13.02.1667); Antônia Cardoso ( Auto-da-fé 13.02.1667, esta com pena comutada, para degredo em Portalegre, Portugal); Beatriz (Brites) Cardoso ( Auto-da-fé 27.04.1668); Brites Cardoso, irmã de Leonor Cardoso ( Auto-da-fé 19.12.1599); Leonor Cardoso (Auto-da-fé 19.12.1599) e Maria Cardoso (Auto-da-fé 15.06.174); Afonso (Alonso) Gonçalves Cardoso, 54 anos, sapateiro ( Auto-de-fé 01.07,1691 ( degredo de cinco anos no Brasil, penas espirituais); Luis Marques Cardoso, 78 anos, sem ofício, Auto-de-fé 06.09.1705).
Unindo-se matrimonio com personas de apelido de família ALBERNAZ, as personas de apelido de família CARDOSO, constituíram o ramo CARDOSO-ALBERNAZ da família e/ou ALBERNAZ-CARDOSO.
Nota: O autor indica como fonte de suas pesquisa o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Portugal, onde encontram-se os processos, o teor das sentenças e número dos processos.
PINTO-ALBERNAZ * PINTER-ALBERNAZ
PINTO apelido de família derivado de alcunha, universalizada nos primeiros séculos da nacionalidade portuguesa ( cf. Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed. Bertrand Brasil, 2003, pag.254), tendo passado para a língua inglesa como Printer ( c.f Hélio Daniel Cordeiro, in Que é o judaismo, Ed. brasiliense, 1998). PINTO, localidades em Portugal e na Espanha. Judeus com este sobrenome ( apelido de família) são encontrados já antes da expulsão da Espanha e, 1492.
Em Banidos, Geraldo Pieroni, acima citado, lista personas com apelido de família Pinto entre os condenados, pelo Santo Ofício da Inquisição, de Portugal, pela prática do crime de judaismo, ao degredo no Brasil, além das penas de confisco de bens, hábito penitencial e penas espirituais, dentre os quais Joseph Antônio Pinto (Auto-da-fé 10.12.1673) e Manuel Pinto, 59 anos ( Auto-da-Fé 17.11.1664-, que teve pena de degredo comutada em Portalegre, Portugal).
Yoshiyahv Ben Joseph Pinto (*1565+1648), Ministro da Justiça da Holanda; Dorothy Pinto ( *1895+1988), Baronesa, esposa de James de Rothsschild; e Hayim Pinto (*1758+1845) Rabino do Marrocos e fundador da dinastia rabínica, são personalidades sefaradis ou de cristãos novos com apelido de família Pinto, cf. Dic. Sefaradi de Sobrenomes, Ed. Fraiha, 2003).
PINTO-ALBERNAZ constitui ramo da família com o casamento de personas com apelidos de PINTO e ALBERNAZ, *provavelmente de marranos. Em inglês Pinter.
FERREIRA-ALBERNAZ
FERREIRA é nome de raízes caracteristicamente toponímicas, teve sua origem, segundo alguns autores, na designação da vila de Ferreira, em Castela, hoje Herrera de Rupisverga, havendo outros que a dão numa das várias vilas portuguesas com o mesmo nome.
FERREIRA-ALBERNAZ constitui outro ramo da família com a união de personas com apelidos de FERREIRA e ALBERNAZ, provavelmente de marranos.
Em Banidos, Geraldo Pieroni, acima indicado, lista Isabel Ferreira ( irmã de Joana Manuel), processo 5.991, julgada pelos Tribunais do Santo Ofício pelo crime de judaismo, tendo sido condenada ao confisco de todos os seus bens, abjuração em forma , cárcere e hábito penitencial e degredo de três anos no Brasil, ( Auto-de-fé 11.03.1668 - terceiro do Paço em Lisboa - pag. 142); Manuel Ferreira, 21 anos, solteiro, processo 2.343, mercador , acusado de judaismo, condenado ao degredo no Brasil por cinco anos ( Auto-de-fé 1684, pag. 145); e, Antônio Lopes Ferreira, 53 anos, mercados, acusado de judaismo, condenado, pelo Conselho do Santo Ofício, Livro número 433, a três anos de degredo no Brasil (Auto-de-fé 25.07.1706).
Amsterdã, Curaçao, Surianam , México, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Mariana, Sabará, Brasil , Portugal, são localidades onde há registro da presença de famílias sefaradis ou de cristãos novos com apelido de Ferreira ( Smith = forja , oficina de ferreiro), cf. Dic. Sefaradi de Sobrenome, Fraiha, 2003)
BEZERRA-ALBERNAZ
BEZERRA é desdobramento do hebraico "b Tzur" , que tem significado de "rocha". Há BEZERRA e ROCHA consignados nos livros sobre o Brasil colonial ( cf. Walter Santos Baptista, in Sobrenomes Luso-brasileiros).
O consorcio de personas de apelido de família BEZERRA com ALBERNAZ deu origem ao ramo da família BEZERRA-ALBERNAZ e/ou ALBERNAZ-BEZERRA.
Sobral, Ceará, Engenho do Meio, Paraíba, Brasil, Portugal, Curaçao são localizadas em que há registro do apelido de família Bezerra ( Criação de Bezerro = Calf Breeder) de origem sefaradis ou cristãos novos ( cf. Dic. Sefaradi de Sobrenomes, Ed. Falha, 2003).
GARCIA-ALBERNAZ
GARCIA sendo um patronímico é natural que existem muitos famílias que o tenham adotado como sobrenome ( apelido de família) sem estar ligadas entre si ( cf.Geraldo Pieroni, in "Barrados", Editora Bertrand Brasil,).
O autor lista, dentre as personas condenada pelo Santo Oficio da Inquisição de Portugal, Catarina Lopes Garcia, casada, de Lisboa, com 30 anos, cujo pai e esposo eram de profissão "tratantes", acusada de judaismo, condenada ao confisco de seus bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo , sem remissão, degredo de três anos no Brasil e penas espirituais , Auto-de-fé: 02.03.1704; Isabel Garcia, 60 anos, Lisboa, viúva, acusada de judaismo, condenada ao confisco dos bens, abjuração em forma, cárcere e hábito penitencial perpetuo, sem remissão, degredo de três anos no Brasil, mais penas espirituais, Auto-de-fé: 30.06.1709 ; Roce de Lisboa) e Álvaro Garcia, 40 anos, tendeiro, de Évora, acusado de judaismo, condenado a cinco anos de degredo no Brasil, Auto-de-fé: 16.10.1667.
O consórcio de pessoas de apelido de família GARCIA e ALBERNAZ deu origem ao ramo GARCIA-ALBERNAZ.
BARROS-ALBERNAZ
BARROS, do hebraico "Bar + Rosh", que significa "filho do chefe" " filho do principal" , Abrahan Ramiro Bentes, in Primeira Comunidade Israelita-brasileira, Rio Grande , Ed. Borsoi, 1989, citado por Walter Santos Baptista , fala de uma família BARROS entre os fundadores da primeira comunidade israelita-brasileira na região amazônica.
O consórcio de personas de apelido de família BARROS e ALBERNAZ deu origem ao ramo BARROS-ALBERNAZ
ALBERNAZ-NOGUEIRA
NOGUEIRA nome que tem origem hebraica provindo de "nahar", que significa "rio". Por contaminação com o nome da árvore - nogueira - assumiu a forma conhecida ( cf. Walter Santos Baptista, in Sobrenomes Luso-brasileiros). Mas, segundo Geraldo Pieroni (in "Banidos", Ed. Bertrand Brasil, pag. 248), trata-se de nome com raízes toponímicas, provavelmente derivado de da torre e freguesia de São João de Nogueira, na terra de Barroso. As origens da família que adotou tal nome como sobrenome estão perfeitamente documentadas, pelos menos desde o século XIV. Usam-nos os Nogueiras como armas.
O autor de "Banidos" lista, dentre os condenados pelo Tribunal do Santo Ofício de Portugal, os seguintes Nogueira: Brites Nogueira, 37 anos, casada com um tratante de profissão, de Lisboa, acusada de judaismo e condenada a três anos de degredo no Brasil. Auto-de-fé: 17.08.1664, e Francisca Nogueira, 32 anos, casada com um mercador, de Lisboa, acusada e condenada de judaismo, tendo sido condenada a três anos de degredo no Brasil. Auto-de-fé: 17.08.1664.
Nogueira = Walnut (nogueira)Tree (tronco), em inglês.
MENDES-ALBERNAZ - ALBERNAZ-MENDES
MENDES, trata-se de patronímico de Mendo, existem inúmeras famílias que o usam, sendo das mais diversas origens. Em Banidos, já citado, Geraldo Pieroni indica várias personas com este apelido de família que foram objeto de processos pelos Tribunais da Inquisição: Birtes Mendes, Catarina Medes, Clara Mendes, Escolástica Mendes, Isabel Mendes,Maria Mendes, Mécia Mendes, todos condenados pela prática do judaísmo, em grande parte com pena de degredo para o Brasil. Casando-se com Albernaz as personas de apelido de família Mendes demonstram sua origem de marrana, ou cristão-novo.
MATOS-ALBERNAZ
MATOS do hebraico MaT, ou seja "campo com árvores" como diz em Ihzk'l - Ezequiel 31.4 ( cf. Walter Santos Baptista, in Sobrenomes Luso-brasileiros). Para Geraldo Pieroni, in "Banidos" trata-se de nome de "raízes toponímicas que foi tirado de uma quinta com tal designação sita na comarca de Lamego. Dizem os genealogistas que essa estirpe provém de D. Egas Hermiges, bisneto por varonia de D. Ramiro II, Rei de Leão. Por documentos, contudo, apenas podemos remontar a um cavaleiro que se chamou Paio Hermigues de Matos, contemporâneo dos reis D. Sancho II e D. Afonso III, que era senhor daquela quinta e trazia outras por honras, como se verifica pelas Inquisições. Em sua descendência se continuou o uso daquele sobrenome."
O texto deIhzk'l-Ezequiel 31.4 é o seguinte: " A água alimentou o cedro, o abismo lhe deu altura, enviando seus rios ao solo onde ela estava plantada e mandando suas fontes para todas as árvores do campo."(g.n).
Ainda, em "Banidos" , Geraldo Pieroni lista algumas personas submetidas e condenadas ao Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, de Portugal, como Francisca de Matos, 32 anos, de Lisboa, Livro n. 435, acusada de judaismo e condenada a cinco anos de degredo no Brasil.Auto-de-fé: 14.03.1688; Grácia de Matos, 53 anos, de Lisboa, Livro n. 435, acusada de judaismo e condenada a três anos de degredo no Brasil. Auto-de-fé: 04.04.1666; e Maria de Matos, 66 anos, de Muxagata, bispado de Lamego, pai ferreiro, e marido tendeiro, acusada de judaismo e condenada ao degredo de cinco anos no Brasil , penas espirituais. Auto-de-fé 16.05.1694.
TORRES-ALBERNAZ
TORRES é apelido de família sephardistas, conforme indicação no Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, incluindo cristãos-novos, conversos, e marranos. É encontrado em Amsterdã, Londres, Brasil, Portugal, Nova York, e outros localidades, Há indicação de Salvador Torres, morto em Auschwitz, e de Luiz Torres ( séc. 15-16) , tradutor e interprete da expedição de Colombo ( pag. 405, Ed. Fraiha, 2003), dentre outros. Para Geraldo Pieroni, trata-se de nome adotado como sobrenome por uma família de boa nobreza castelhana, da qual passaram a Portugal em 1528 Diogo e Afonso de Torres, que aqui deram origem a dois ramos de sua linhagem.
Em "Banidos" encontramos Antônio de Torres, idade 20 anos, inquisição de Lisboa, Livro 435, do Conselho Geral do Santo Ofício, soldado, acusado de judaismo, tendo sido condenado a cinco (5) anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé de 04.04.1666.
O consórcio com ALBERNAZ formou o ramo da família TORRES - ALBERNAZ.
ALBERNAZ-AZEVEDO
AZEVEDO - da raiz Z-R-D = rebento , broto. José Gonçalves Salvador menciona Francisco Pacheco Azevedo. A origem pode estar igualmente em Azer. Para Moises Espírito Santo, a palavra vem de Azervedo ou seja "gente de Azer", "gente de Sur"( cf. Sobrenomes Luso-brasileiros, by Walter Santos Baptista).
A união de persona com apelido de família Azevedo com a de Albernaz originou o ramo ALBERNAZ-AZEVEDO.
O autor - Geraldo Pieroni - indica o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal, como fonte de suas pesquisas, onde encontram-se o número dos processos e o teor das sentenças.
Nota importante:
Chamamos a atenção à observação de Geraldo Pieroni, página 106, do livro citado: " Organizamos nosso rol dos cristãos-novos banidos para o Brasil por ordem de sobrenomes considerando o nome das várias famílias condenadas.Tais nomes não determinam necessariamente a identificação judaica, visto que praticamente a maioria dos nomes de cristãos-novos aparece entre os cristãos-velhos".
ALBERNAZ - NUNES (NUNES - ALBERNAZ)
NUNES, provavelmente tem origem no nome próprio hebraico Nun. Josué Nun foi sucessor e herdeiro espiritual de Moshe Ranenu, conforme o Livro de Josué 1.1. O sobrenome é largamente presente no Brasil, no período da Inquisição.
Em Banidos, de Geraldo Pieroni, Bertrand Brasil, 2003, estão relacionados os seguintes portugueses condenados pelos Tribunais da Inquisição de apelido de família Nunes: Ana Nunes, Lisboa, Livro 435, do Conselho Geral do Santo Ofício, Idade 29, Marido mercador, acusação judaismo, tendo sido c09ndenda a três anos de degredo no Brasil, cf. Auto-de-fé de 17.08.1664; Branca Nunes, Coimbra, Idade 27 anos, Marido Simão Gomes, o pai era seringueiro, e o marido rendeiro, acusação judaismo, 3/4 cristã-nova, condenada a cárcere e hábito penitencial perpetuo sem remissão com insígnias de fogo, degredo de sete anos no Brasil, penas espirituais cf. Ato-de-fé de 09.06.1686; Engrácia - Grácia - Nunes , Coimbra n. 6.717, Idade 50 anos , filha de Rafael de Sá e Esperança Rodrigues, casada com Antônio Paz, pai e marido curtidores, acusação judaismo, condenação confisco de bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão com insígnias de fogo, degredo de seis ano no Brasil, penas espirituais, cf. Auto-de-fé de 09.07.1662; Ignês Nunes, Évora 4.419, filha de Antônio Dias e Isabel Mendes, viúva de Mateus Pires, marido almocreve, acusação judaismo, condenada ao confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de três anos no Brasil, penas espirituais, cf. Auto-de-fé de 04.11.1640 ( A pena foi comutada para degredo na Vila de Permacor, Portugal em 27.05.1641); Leonor Nunes, Lisboa, Livro 435, idade 24 anos, acusação judaismo, condenada a três anos de degredo no Brasil, cf.Auto-de-fé de 17.08.1664; Leonor Nunes, Lisboa, Livro 435, idade 43 anos, marido era tratante, acusação judaismo, condenação três anos de degredo no Brasil, cf. Auto-de-fé de 30.06.1709; Luisa Nunes, Lisboa, Livro 5.224, Idade 35 anos, filha de Luiz Gonçalves e Antônia Nunes, casada com Gonçalo Lobo Guedes, marido era cristão novo e homem de negócios, acusação judaismo, condenação confisco de todos os bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo com insígnias de fogo, degredo de seis anos no Brasil, penas espirituais, cf. Auto-de-fé de 11.03.1668 ( terreiro do Paço de Lisboa); Natália Nunes, Lisboa, LIvro 435, Idade 63 anos, acusação judaismo, condenação sete anos de degredo no Brasil, cf. Auto-de-fé de 17.10.1660; Ventura Nunes, Évora, Livro 8.228, Idade 35 anos, filha de Luis Nunes, curtidor, e de Isabel Rodrigues, casada com Pedro Miranda, tendeiro, acusação judaismo, condenação confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos no Brasil, penas espirituais, cf. Auto-de-fé de 15.11.1642; Gabriel Nunes, Coimbra, Livro 85, Idade 50 anos, filho de Francisco Nunes, sapateiro, e Isabel Rodrigues, viúvo de Genebra Nunes, primeiras núpcias e de Maria da Costa, segunda,. profissão tecelão de veludos, acusação judaismo, condenação confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos no Brasil, penas espirituais, cf. Auto-de-fé de 09.07.1713.
LOPES-ALBERNAZ
O Dicionário se Sobrenomes Luso-Brasileiro, de Walter Santos Baptista indica que os apelidos de família LOPES e LOPEZ são derivados de Lupus, em latim, (lobo) e largamente encontrados entre os cristãos-novos, havendo registra de tal sobrenome no Brasil. De outra parte, o Dicionário Sefardi de Sobrenomes. editado pela FRAIHA (2003), assinado por Guilherme Faiguenboin, Paulo Valadares e Anna Rosa Campagnano, indica que o referido apelido de família tem descendentes em vários paises incluindo Portugal e Brasil, sendo nome que figura nas anotações dos autos de Inquisição de Lisboa, Évora e Coimbra.
Consorciado com ALBERNAZ oferece o apelido de família LOPES ALBERNAZ.
ALBERNAZ - DELGADO
DELGADO, nome originário numa alcunha, afirmam certos genealogistas que a família que o adotou como sobrenome provém de D. Paio Delgado, cavaleiro que viveu no século XII, hipótese que nenhum documento vem comprovar. E´, aliás, provável que haja mais do que uma família usando esse nome sem que se verifiquem entre elas as menores ligações consanguíneas (cf. Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed. Beltrand Brasil-2003).
O mesmo autor, indica o nome de MANOEL DELGADO, como sujeito à Inquisição de Lisboa, conforme Livro 435, do Conselho Geral do Santo Ofício, idade 43, acusação de prática do crime de judaismo, tendo sido sentenciado à pena de cinco anos de degredo no Brasil Auto-da-fé de 08.08.1683.
O apelido de família DELGADO é citado no Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, existentes em vários paises incluindo o Brasil e Portugal, além de Amsterdam, sendo indicado nos processos de Inquisição de Lisboa e Coimbra.
Consorciado com ALBERNAZ forma o ramo de família ALBERNAZ- DELGADO.
VIEIRA - LEITÃO - ALBERNAZ
O apelido de família VIEIRA, segundo o Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, editado pela Fraiha, de Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares e Ana Rosa Campagnano, acima citado, é encontrado no Rio de Janeiro, Bragança, Amsterdam, entre outras cidades, deriva de rio muito pequeno - creek -, tendo sido anotado nas Inquisições de Lisboa e Coimbra.
O apelido de família LEITÃO, segundo o Dicionário Sefaradi de Sobrenomes, acima indicado, é encontrado no Brasil, Montemor-o-Novo, Portugal, derivado de pork , tendo sido anotado nas Inquisições de Lisboa e Évora.
Com ALBERNAZ formam o ramo de família VIEIRA LEITÃO ALBERNAZ, mais comum em Portugal.
PEREIRA -ALBERNAZ
PEREIRA é nome de raízes toponímicas, foi tirado a quinta ou couto dessa, sendo a família que o adotou como sobrenome derivado de uma linhagem de remotas e nobre origens (cf. Banidos, de Geraldo Pieroni, Ed. Bertand Brasil, 2003).
Nos autos da Inquisição de Portugal, há indicação de que várias personas de apelido de família Pereira foram julgados e condenados pelo Santo Oficio, conforme pesquisa de Geraldo Pieroni, acima citado. Dentre eles destacam-se: Brásia Pereira, processo de Lisboa n. 2050, natural de Guarda, 40 anos, solteira, acusação judaísmo.Sentença: cárcere e hábito penitencial perpetuo, degredo de três no Brasil e penas espirituais. Auto-da-fé: 11.03.1668. Ignes Pereira, Inquisição de Évora, processo n. 434, 40 anos, acusação judaismo. Sentença: cinco anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé:31.05.1665.Izabel Pereira, inquisição de Lisboa, Livro n. 435, do Conselho Geral do santo Ofício, 53 anos, acusação judaismo. Sentença: três anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé: 17-8.1664. Izabel da Paz Pereira, Inquisição Coimbra, Livro 433, do Conselho Geral do Santo Ofício, 48 anos, acusação judaismo. Sentença: três anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé: 25.07.1706. Joana Pereira, Inquisição de Évora, processo 3.109, natural de Borba, solteira, acusação judaismo. Prisão 05.11.1664. Sentença: confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de três anos no Brasil e penas espirituais. Auto-da-fé: 20.06.1666 ( A pena foi comutada para degredo no Algarve, em 11.07.1666). Leonor Pereira, Inquisição de Évora, processo n. 9400,natural de Campo Maior, 43 anos, sol, acusação judaismo. Prisão 18.08.1664. Sentença : confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de três anos no Brasil, penas espirituais. Auto-da-fé: 20.06.1666. (A pena foi comutada para degredo no Algarve, em 14.10.1666). Margarida Pereira, Inquisição de Évora, processo 7409, natural. de Vila de Sousel, 70 anos, acusação judaismo. Prisão 22.01.1648. Sentença: cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos no Brasil e penas espirituais. Auto-da-fé: 26.03.1651. Maria Soares Pereira, Inquisição de Lisboa , processo 2.795, natural. Fronteira, 43 anos, acusação judaismo. Prisão 15.03.1703. Sentença: Prisão 15.10.1703. Sentença: degredo de cinco anos no Brasil.Auto-de-fé: 19.10.1704.
Nota-se que não há indicação de homens, só de mulheres.
Com ALBERNAZ forma o nome de família PEREIRA-ALBERNAZ comum em Portugal e no Brasil.
COELHO-ALBERNAZ
COELHO rodeia as origens dessa família toda uma série de lendas que a credulidade de inúmeros genealogistas e a passagem dos séculos tornaram difícil desfazer. A verdade, porém, é que elas nasceram da fértil imaginação de João Soares Coelho, trovador e vassalo de D.Afonso III, tendo como base o desejo daquele fidalgo de engrandecer, a si e a sua ascendência, mediante a adaptação a um antepassado de uma fábula que, originalmente, lhe era estranha. ( cf. Banidos, de Geraldo Pieroni, Ed. Bertrand Brasil, 2003).
Nos autos da inquisição de Portugal, há indicação de pelo menos uma persona com apelido de família Coelho condenado pela Inquisição pelo crime e acusação de judaismo conforme pesquisa de Geraldo Pieroni, citado acima: Maria Coelho, Inquisição dr Coimbra, processo n. 352, natural de Montemor-o-Velho, 30 aos, solteira, acusação de judaismo (1/4 cristã nova). Prisão 08.01.1666. Sentença: confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos no Brasil e penas espirituais.Auto-de-fé: 26.05.1669; Gaspar Coelho Neto, 17 anos, Inquisição de Évora. n. 4.575. acusado de judaísmo. Prisão 10.05.1667. Sentença:confisco dos bens, cárcere e hábito penitencial, degredo de três anos no Brasil e penas espirituais. Auto-da-fé: 06.03.166. Observação:Embarcou para o degredo em 06.03.1668; Jorge Coelho,39 anos, Inquisição de Lisboa, livro número: 435. acusação judaismo. Sentença: quatro anos de degredo no Brasil.Auto-da-fé: 10.12.1673.
Nota-se que a acusada era, tão só, parte descendente de judeus convertidos, ou seja de cristão-novo, no caso 1/4. Como o inquisidores chegavam a tal conclusão não temos notícia. Sendo certo que o famoso Padre Antônio Vieira, um dos maiores ou senão o mais importantes orador sacro da língua latina, portuguesa e espanhola sempre protestou, dizendo: Será que o ar de Portugal transforma pessoas em judeus?
Com ALBERNAZ forma o apelido de família COELHO-ALBERNAZ de uso em Portugal e Brasil.
SOUSA-ALBERNAZ OU SOUZA-ALBERNAZ
SOUSA nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem desse nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à nacionalidade, vindo posteriormente a ser sobrenome da família em que tal linhagem veio a transformar-se (cf.Banidos, de Geraldo Pieroni, Ed. Bertrand Brasil, 2003).
Nos autos da Inquisição de Portugal, há indicação de pelo menos uma mulher acusada e condenada pela inquisição por judaismo: Margarida Sousa, Inquisição de Évora, processo 2.678, natural de Coimbra, acusada de judaismo e falsária. Prisão 23.03.1626. Sentença: confisco de bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, carocha de falsária, degredo de seis anos no Brasil e penas espirituais. Auto-de-fé: 30.11.1626
Nota:carocha constitui numa mitra de papelão, ornada com pinturas extravagantes, que os condenados pela Inquisição na cabeça ao serem conduzidos para o suplicio. O mesmo que carapuça que se coloca (ou colocavam) nas crianças como forma de castigo, com dizeres vexatórios.
Com ALBERNAZ forma o apelido de família SOUSA-ALBERNAZ ou SOUZA- ALBERNAZ, de uso em Portugal e Brasil e mesmo em Espanha, com Z.
CARVALHO-ALBERNAZ
Carvalho nome de raízes toponímicas que foi extraído da vila da mesma designação, na diocese de Coimbra e adorado por Gomes de Carvalho, que viveu em meados do século XIII e que foi pai de Fernão Gomes de Carvalho.
Geraldo Pieroni, in Banidos, relaciona alguns marranos portugueses condenados pela Inquisição, entre ele: Maria Carvalho, de 67 anos, Inquisição de Lisboa, livro número 435, acusada de judaismo. Sentença: quatro anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé: 14.03.1668; Maria Carvalho, Inquisição de Évora, Livro número 990/13, acusada de judaísmo.Sentença: quatro anos de degredo no Brasil.Auto-da-fé: 14.03.1668; .Diogo Carvalho, 55 anos, Inquisição de Coimbra, acusado de judaísmo. Sentença: três anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé: 26.07.1667; Diogo Carvalho, 30 anos, Inquisição de Coimbra, processo n. 776. acusado de judaísmo. Prisão: 02.03.1660. Sentença: confisco de bens, cárcere e hábito penitencial perpétuo sem remissão, degredo de cinco anos para o Brasil, e penas espirituais. Auto-da-fé: 26.10.1664.
CARVALHO consorciando-se com ALBERNAZ forma o apelido de família CARVALHO ALBERNAZ, possivelmente entre marranos, de uso no Brasil e Portugal.
CORRÊIA - ALBERNAZ
CORRÊIA OU CORRÊA nome de linhagem portuguesa, sua genealogia pode traçar-se documentalmente desde épocas bastante recuadas. Subsistem na atualidade algumas famílias que mantêm o uso da grafia antiga, Corrêa, conforme Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed. Bertrand Brasil, 2003.
O mesmo autor lista pelos menos dois nomes de mulheres que sofreram os castigos da Inquisição portuguesa. Maria Correa, de Lisboa, Livro 435, do Conselho Geral do Santo Ofício, idade de 29 anos, acusação judaismo, condenada a cinco anos de degredo no Brasil. Auto-da-fé: 14.03.1688, e Juliana Correia , de Lisboa, Livro n. 435, do Conselho Geral do Santo Ofício , idade 34 anos, acusação de judaismo, condenada a cinco anos de degredo no Brasil. Auto-de-fé: 15.12.1658.
CORRÊIA consorciado com ALBERNAZ forma o ramo da família CORRÊA ALBERNAZ, possivelmente entre marranos, de uso no Brasil e Portugal.
CRUZ ALBERNAZ - DA CRUZ ALBERNAZ -
(PALADINI ALBERNAZ)
CRUZ ALBERNAZ (DE LA CRUZ, DE CRUZ). Cruz símbolo católico; cross. Ficaram sujeitos á inquisição de Lisboa, do México, de Lima, de Coimbra, cf. Dicionário Sefaradi de Sobrenomes. São encontrados no Rio de Janeiro, Bahia, Mariana, Ouro Preto, Pitangas, Sabará, no Brasil; Belmonte, Ponta Delgada, Bragança, Lisboa, em Portugal, além de no México, Peru, Alemanhã.
Sem maiores indicações.
CRUZ com ALBERNAZ forma o nome de família CRUZ ALBERNAZ, De Cruz Albernaz . da Cruz Albernaz e Cruz de Albernaz. Depois com o consórcio de DA CRUZ ALBERNAZ com Paladini deu origem ao ramo da família PALADINI ALBERNAZ .
ALBERNAZ-SIlVEIRA
ALBERNAZ forma com SILVERIA o ramo da família ALBERNAZ SILVEIRA, principalmente em Portugal. SILVEIRA é nome de origens toponímicas, sendo certo que havia mais de uma família a tê-lo adotado como apelido de família. Aquela que se encontra documentada desde épocas mais remotas deriva de Vasco Lourenço de Silveira, provavelmente filho de um tal Lourenço Gonçalves da Silveira, no termo de 1330, e foi senhor da quinta e paço Silveira, no termo Redondo. Essa família era da nobreza dos escudeiros nobres, e a respectiva chefia recaiu na Casa dos Condes da Sortelha (cf.Geraldo Pieronei, in Banidos, Beltrand Brasil).
Segundo o mesmo autor, o português de nome Francisca de Nágera de Silvdeira, natural de Celorico, com 30 anos de idade, filho de Fernão da Silveria e de Branca Henriaques, viuva de Aires Rodriguesda Costa, foi acusada do crime de judaismo, pelo Tribunal da Inquisicao de LIsboa, processo n. 2.671, tendo sido presa em 08.02.1662, e condenada ao degredo de tres anos no Brasil (Auto-da-fe, 1664)
MOUROS, JUDEUS E AS ORDENAÇÕES FELIPINAS E MANUELINAS
O Livro V das Ordenações Filipinas, 1605, de Portugal, que também era aplicada no Brasil, tratava do crime de heresia:
"DOS HEREGES E APÓSTATAS":O conhecimento do crime de heresia pertence principalmente aos juizes eclesiásticos (...) se algum cristão leigo, quer antes fosse judeu ou mouro, quer nascesse cristão, se tornar judeu ou mouro, ou a outra seita , e assim lhe provado, nós tomaremos conhecimento dele e lhe daremos a pena segundo direito."
Judeus e mouros, mesmo cristãos convertidos ao judaísmo, islamismo ou qualquer outra "seita" eram julgados pelos Tribunais do Santo Ofício da Inquisição dos Reinos de Portugal (1640) Livro III, Título XXIV, conforme o Regimento do questionado Tribunal.
Já em 1496, D. Manuel, rei de Portugal, face ao pacto nupcial feita com os reis católicos de Espanha - Fernando e Isabel, por ocasião de seu casamento com Isabel, decretou a expulsão de "todos os filhos da maldição", que não aceitassem o batismo cristão. Esse decreto foi incorporado nas Ordenações Manuelinas, Livro II, título XLI, , de 1521, que tinha o seguinte texto:
"Que os Judeus e Mouros forros ( libertos, nascidos livres) se saiam destes Reynos, e não morem, nem, estem nelles" (...) sam filhos de maldiçam, em quanto na dureza de seus corações".
1497 foi o ano da intensiva prática do decreto de expulsão, do dia 5 de dezembro de 1496.
Batismo forçado: nascimento dos cristãos-novos
A ÁGUA BENTA TRANSFORMA JUDEUS EM CATÓLICOS
O embarco dos judeus que ansiavam deixar a península (Portugal/Espanha/Sephard) foi muito tumultuado. (...) Segundo Damião Góis, cerca de 20.000 judeus de todas as regiões de Portugal se reuniram nas adjacências do cais, e um grupo de eclesiásticos arremessou a água do batismo sobre eles. Esse 'sacramento' fez de todos os judeus cristãos, e eles passaram a ser submissos à Igreja.(...).
"A água sagrada do batismo foi derramada sobre milhares de cabeças".
"Este sacramento fez de todos os judeus cristãos, e eles passaram ser submissos à Igreja".
" Assim acabaram-se os judeus em Portugal e nasceram os cristãos-novos." ( cf. Geraldo Pieroni, in "Banidos" , Ed. Bertand Brasil, 2003, paginas 23 e 31).
Nota: Recomenda-se a leitura do livro "BANIDOS", de autoria de Geraldo Pieroni, Ed.Bertrand Brasil, de 2003, o mesmo autor de "Vadios e Ciganos, Heréticos e Bruxas: Os Degredados no Brasil-Colônia.
Acresce anotar que, a inquisição na Espanha e nas suas colônias atingiu o máxima da crueldade, constata Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, in Em busca de Deus, Ed. Ágora, desde 1231, ou seja desde sua criação pelo papa Gregório IX. Em 1252, o papa Inocêncio IV autorizou, inclusive, o uso da tortura nos interrogatório e julgamentos.
Em Lima, no Peru, por exemplo, pode-se constatar os seus horrores no Museu da Inquisição, antigo prédio onde os prisioneiros eram torturados, com instrumentos não imagináveis.
Na foto Víctor Hugo Albernaz Jr, Cirinéa de Almeida Lima Arantes Albernaz, Victor Hugo Albernaz e Varner Hugo Albernaz e um peruano, não identificado.
Foto da fachada do Museu da Inquisição, em Lima no Peru, aberto à visitação pública, local onde se pode ver as câmaras de tortura do Tribunal do Santo Ofício e as celas cavadas nas paredes de limitadíssima área, onde ficavam os prisioneiros.
À um espécie de boneco eram feitas perguntas sobre a inocência ou não do acusado, sendo que por trás dele uma persona, acionando uma corda, o fazia mexer a cabeça com a indicação da culpabilidade ou inocência, do sim ou do não, segundo a indicação do "Espírito Santo".
Cenas da Inquisição
FREUD, MARRANOS E ESSÊNCIA JUDAICA
Richard J. Bernstein, Freud e o legado de Moisés, da Editora Imago, 2000, no qual nos oferece importante interpretação livro Moisés e Monoteismo, do fundador da psicanálise, diz que em Totem e Tabu ele faz a si mesmo a pergunta:-
- Já que o senhor abandonou toda essas características comuns de seus compatriotas, o que lhe sobrou de judeu?
E ele mesmo responde:
- Muita coisa e provavelmente sua própria essência.
Esta pergunta e esta resposta se subsumem como uma luva na condição dos marranos ou seja dos cristãos novos, que foram obrigados a se "converterem" ao catolicismo pela força física ou moral, e que com o transcorrer dos tempos adotaram os costumes e, no mais das vezes, a religião cristã.
O que teria sobrado do judaísmo aos cristãos novos, senão a essência do judaísmo, uma vez que estavam eles proibidos de praticar a religião de seus ancestrais, sendo que por tais motivos "sonegavam" aos seus descendentes a sua origem e etnia até a pouco tempo, poupando-os de perseguições e sacrifícios, inclusive de preconceitos e da pecha de serem culpados pela morte de Jesus de Nazaré, além de possuírem sangue impuro?
Aos cristãos novos e ou marranos sobrou a essência do judaísmo, mesmo quando praticantes de outras religiões, ateus ou materialistas dialéticos, a exemplo de Freud e Marx.
É o que nos parece (Victor Hugo Albernaz).
Observamos que Freud deixou de praticar a religião judaica, tornando-se ateu, mas nunca renegou a essência do judaísmo, como filosofia, tornando-se o pai da psicanálise, ciência por muitos considerada judaica, da mesma forma que Marx que, segundo alguns a visão de um novo mundo e de uma sociedade preconizada por Isaias, levou-o a criação da filosofia a concepção dialética da história. o, . .
REGISTRO IMPORTANTE
JOÃO PAULO II, consagrado papa no ano de 1978, há vinte e cinco anos, neste ano de 2003, em nome da Igreja Católica Apostólica Romana, pediu perdão pela existência da Inquisição, assim como tem buscado maior contato com as demais religiões, judaismo, islamismo, ortodoxos, protestantismo etc, o que tem consagrado o seu ministério.
Esse perdão foi renovado, segundo os Jornais, no ano de 2004.
Com o papa JOÃO XXIII, aclamado por todos religiosos e não religiosos como "João de D'us", ocorreram algumas mudanças: foi eliminada da liturgia católica a expressão "judeus pérfidos" e aprovou-se no Concílio Vaticano II (1965) uma declaração que se propunha desenvolver as relações entre católicos e seus irmãos judeus.
PADRE ANTÔNIO VIEIRA RAVASCO

CONSIDERADO O "JUDEU BRASILEIRO" POR SER CONTRA A INQUISIÇÃO.
O jesuíta ANTÔNIO VIEIRA RAVASCO, mais conhecido por Padre Antônio Vieira ou Padre Vieira, o maior orador sacro do Brasil, melhor da língua portuguesa, quiçá de todo o cristianismo, no século XVIII, criticou severamente o procedimento das inquisições portuguesas de classificar os acusados em sua pureza de sangue (xn inteira, 3/4 xn, 1/4 xn etc ). Ele acusou o Santo Ofício de prender "muitas pessoas que não tinham do que lá chamam de Nação, mais que hum oitavo ou décimo sexto (..) he certo sutileza nunca vista no mundo, oitavar os homens, e achar-lhes décimos sextos, e trigésimos e trelêssemos segundos". Padre Viera perguntava aos inquisidores: "o ar de Portugal faz os judeus? " ( in IAN/TT, Inquisição, Conselho Geral, Papéis Avulsos, maço 2.645, p. 114, citado por. Geraldo Pieroni, "Banidos", 2003, Ed.Bertrand Brasil, p.41).
Por influência de Padre Antônio Vieira, D. JOÃO IV, rei de Portugal, assinou um Alvará determinando não perder os cristãos novos seus bens, quando submetidos ao Tribunal do Santo Ofício, por culpas inventadas por seus inimigos, ademais de se comprometer a devolver aos seus verdadeiros proprietários aquilo que lhes fossem confiscados, pois embora condenados pela Igreja, os bens destinavam-se ao patrimônio do reino, deduzidos os valores necessários pra mantença da máquina e liturgia inquisitorial.
Apesar da intervenção do Papa, em favor dos inquisidores, D. João IV argumentou que se os bens confiscados pertenciam à Coroa, ele, como Rei, poderia dispor deles a seu juízo, inclusive devolvendo-os aos seus verdadeiros proprietários, mantendo o Alvará.
Anote-se que, apesar de sacerdote, o jesuíta Antônio Vieira foi sistematicamente perseguido pela Inquisição, ao longo de sua vida, graças à sua conduta liberal, anti escravagista e em favor de todas as religiões ( c.f. Cobra, Rubem - Padre Vieira, Cobra.Pages.com.br , Internet, Brasília, 1999).Padre Antônio Vieira Ravasco era tido pelos inquisidores como "judeu brasileiro", por força de seus costumes, talvez adquiridos quando de sua estada em Amsterdam, na Holanda ( ver abaixo indicações de como se constatava que determina persona era judia). ( Pesquisa by Víctor Hugo Albernaz).
Às suspeitas sobre a ascendência hebraica de Antônio Vieira não procedeu, pois descendia ele de avó mulata serviçal na casa dos condes de Unhão, vinda da Àfrica. O que Viera fazia pelos judeus e marranos não era de sangue, mas do pensamento (c.f. Ana Miranda, in Boca do Inferno).
Consta, ainda, que o o Padre Antônio Vieira queria, com a colaboração do Rei de Portugal, instituir no Brasil o Reino de Deus, conforme o messianismo bíblico. È ele personagem do romance de ANA MIRANDA, denominado "O boca do Inferno", juntamente com Gregório de Matos Guerra e o Rabino Issac Aboab da Fonseca.
GREGÓRIO DE MATOS GUERRA

GREGÓRIO DE MATOS GUERRA, assim como o Padre Antônio Vieira, com suas sátiras batalhou contra o autoritarismo dos governantes, em especial da Inquisição, tendo sido por ela perseguido, apesar de confessar sua fé no cristianismo. Também, Gregório de Matos Guerra é personagem de Ana Miranda no romance "Boca do Inferno" .
O LIVRO 'BOCA DO INFERNO", em homenagem ao apelido de Gregório de Matos Guerra, de ANA MIRANDA.
"Boca do Inferno", de Ana Miranda, é um romance que merece ser lido por todos que querem conhecer um pouco da história de Padre Antônio Viera e de Gregório de Matos Guerra. Resumidamente, trata-se do um retrato da Bahia, no século XVII, que é também do Brasil. Um grupo de conspiradores assassina o alcaide-mor da cidade. O crime desperta a ira de poderosos e desencadeia uma série de perseguições, que vão revelar a arbitrariedade, a corrupção e a tirania que assolam a Colônia. Uma cidade que "parecia ser a imagem do paraíso" vai se revelando pouco a pouco um lugar "onde os demônios aliciavam almas para povoar o Inferno". Ao mesclar ficção e História, Ana Miranda traça um painel do Barroco brasileiro, conduzindo o leitor pelos meandros d política, da religiosidade e do verbo afiado de Gregório de Matos e do padre Antônio Vieira, personagens deste livro. Boca do Inferno foi incluído na lista dos cem maiores romances em língua portuguesa do século XX, publicada pelo Jornal O Globo, e ganhou o Prêmio Jabuti de Revelação, em 1990.
"O sonho de mil flores, tens uma cara torcida que parece um sacarrolhos" (Gregorio Matos)
Nota: Ainda hoje os sermões do Padre Vieira são importantes e é muito interessante lê-los. Igualmente, as poesias do consagrado Gregório de Matos Guerra, pela sua inteligência.
PADRE JOSÉ DE ANCHIETA - O SANTO DO BRASIL

JESUÍTA, DE MÃE JUDIA. PORTANTO DE ETNIA JUDAICA
O APÓSTOLO DO BRASIL
Ainda, no Brasil, o nosso primeiro educador, o jesuíta JOSÉ DE ANCHIETA, proclamado o "Santo do Brasil", opõe-se energicamente à instalação de tribunais do Santo Ofício no país. (c.f. Henrique Veltman, in A História dos Judeus em São Paulo, Ed. Expressão Cultural, 1996, p.17).
José de Anchieta, também conhecido por Joseph d'Ancheta, era espanhol de São Cristóvão de Laguna, Tenerife, Ilhas das Canárias, onde nasceu em 1534, filho de pai basco e mãe judia ou marrana (cristã nova). Emigrou aos 14 anos para estudar em Coimbra, Portugal, quando ingressou na Companhia de Jesus, em 1551,sendo que dois depois, em 1553, embargou para o Brasil, numa expedição de missionários portugueses. Com Manoel da Nóbrega fundou a cidade de São Paulo de Piratininga, onde hoje é o Pátio do Colégio, tendo colaborado com a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Faleceu em 159, na cidade de Reritiba, hoje Anchieta, Espírito Santo, aos 63 anos de idade, tendo trabalhado no Brasil, como missionário, por cerca de 44 anos, evangelizando e batizando os brasilis, na própria língua deles, o tupi, que falava e escrevia corretamente..
Foi beatificado em 1980, mas, ainda, não canonizado, isto é não declarado santo, mas é assim considerado por inúmeros católicos.
O padre César Santos montou um site - www.canan.org.br - da Associação Pró-Canonização de Anchieta - , que funciona(vá) num escritório na rua Bela Cintra, em São Paulo, mas que teria sido desativada por determinação de seu superior. Mesmo assim, o padre César Santos celebra, uma vez por mês, missa em homenagem ao Beato JOSÉ DE ANCHIETA, freqüentada pelos seus devotos.
Por parte de pai tinha parentesco com Inácio de Loiola e por parte da mãe com o Padre Helio Viotti, descendente de cristãos-novos.
No site consta uma oração com seguinte teor:
"Senhor, nosso Pai, através de vosso servo José de Anchieta, evangelizastes o nosso Brasil.
Ele amou os pobres e sofredores, amenizando e curando seus males e foi solidário com os índios, ajudando-os a Vos conhecer e amar em sua própria língua e costumes.
Neste momento, ô Pai querido, por intercessão do Beato Padre Anchieta, eu Vos peço a graça ( indicar a graça) fortalecido pela mediação de Nossa Senhora, que ele muito amou em sua vida. Amém.
(Resumo de reportagem publica no jornal o Estado de São Paulo, de 4 de agosto de 2007).
MARQUES DE POMBAL
DEFENSOR DOS CRISTÃOS-NOVOS E JUDEUS
SEBASTIÃO JOSÉ DE CARVALHO E MELO (*13.05.1699 +08.05.1782)
MARQUES DE POMBAL, primeiro ministro de Portugal, percebeu, em seu governo, que Portugal só tinha alguma chance de prosperar se, entre outras medidas, liquidasse com essa sinistra e ridícula qualificação dos portugueses: cristãos-novos, cristãos-velhos, meio-novos, meio-velhos, um quarto novos, um quarto velhos, etc.( atribuídas aos portugueses de origem judaica ou moura). expediu um decreto eliminando tais conceitos, de forma que não haveria mais qualquer diferenciação entre os portugueses. Seu decreto, entretanto, foi acompanhado de medidas que, hoje, os historiadores lamentam: Pombal mandou destruir toda a documentação de origem dos portugueses. (c.f Henrique Veltman , in A História dos Judeus em São Paulo).
No livro "Em busca de Deus", acima citado, Pedro Luiz Mangabeira Albernaz anota que há indicações que a cúpula da Igreja Católica Apostolica Romana , por vários papas, ignorava as atrocidades praticadas pelos inquisidores.
( Pesquisa de Victor Hugo Albernaz).
Para identificar se determinada persona era ou não marrano para efeito de denúncia perante o Tribunal da Inquisição, notava-se, entre outros, os seguintes procedimentos:
1 - se aos sábados vestia o denunciado roupa lavada, o que era costume judaico, não das demais etnias ou nacionalidades;
2 - se oferecia ao visitante uma bacia d'água para se lavar ( lavar as mãos) costume universalizada no Brasil, principalmente quando da visita do médico (facultativo), existindo inclusive uma jarra e uma bacia apropriadas;
3 - se acendia uma lamparina de azeite no quarto da parturiente, para que a criança recém nascida não ficasse no escuro, antes do batismo ou circunscrisionamento, de forma que a luz afugentasse os maus espíritos, que lhes pudesse fazer mal;
4 - se acendia aos (sexta-feira para sábado) sábados, diante do oratório, uma vela que deveria arder até o fim do dia, costume judaico que se cristianizou ( no geral a vela era acesa na sexta feira as 18:00 horas até o sábado as 18:00 horas), sendo que ainda hoje é costume dos católicos romanos acender velas em um copo cheio de água com uma camada de azeite par arder, costume adquirido dos marranos.
5 - se varria a cozinha todas as sextas feiras;
6 - se vestia camisa limpa ou nova aos sábados;
7 - se jejuava e/ou fazia abstenção de certos alimentos como carne de porco, de lebre ou peixe sem escama;
8 - se não consumia produtos derivados de leite, juntamente com carne de qualquer espécie,
9 - se usava vasilhame separado para derivados de leite e derivados de carne.
10 - se orava depois das refeições, o que era costume judaico, e não antes como era costume dos católicos.
11 - se jejuava uma vez por ano, como era costume judaico.
12 - se comemorava o dia Puro (Purim) e a Santa Festa (Pessach), como era costume judaico.
13 - se no sepultamento lavava o corpo do morto e o vestia de roupa branca.
14 - o costume de passar as mãos na cabeça de determina pessoa com o significado de perdoar, de relevar uma falta etc
15 - a expressão "Deus de crie", ante espirro.
16 - varrer a casa da porta para dentro, costume ainda hoje presente.
17 - a expressão " passar mel na boca", com significado de agradar, que vem do costume de quando da cerimônia da circuncisão passar mel na boca do jovem ( 13 anos) para agradá-lo.
18 - o habito de antes de beber derramar um trago para o santo, usando a expressão "para o santo", que tem como referência o rito hebraico de reservar, na festa do Páscoa judaica, um copo de vinho para o profeta Elias.
19 - o costume de jogar punhado de terra no caixão do sepultamento.
Nota: Muitos dos costumes acima mencionados fazem parte da cultura brasileira, embora sem menção quanto à sua origem judaica.
CURIOSIDADES
OU POR QUE O PADRE ANTONIO VIEIRA ERA CHAMADO DE "JUDEU
BRASILEIRO" PELOS INQUISIDORES.
Em "Boca de Inferno", de Ana Miranda, romance que tem como personagens, além de outras personas, Gregório de Matos e Padre Antônio Vieira, portanto, um livro que mescla ficção e História, destacamos o seguinte dialogo:
"Por que chamam padre Vieira de 'o judeu brasileiro', perguntou Anica de Melo.
"A maneira de matar aves e reses", disse Gregório de Matos. "de testar o fio do cutelo na unha do polegar, o não comer carne de lebre, toucinho, congros, raias, a altura da mesa de refeições, o banhar defuntos, limpar candeeiros, trocar espartilho e comer pão trançado no sábado são delitos merecedores de excomunhão e morte. São indícios de judaismo." (páginas 157/8)
Há uma anedota que afirma: Muitas das personas de apelido de família Albernaz são apreciadoras de carnes de suínos, por terem sido "acostumados" por sugestão de seus pais, para despistar sua origem judaica. (Esta provocação recebemos por e-mail, mas apenas comprova o preconceito contra as minorias).
BENEFÍCIO DE MORTE POR ESTRANGULAMENTO ANTES DE SER QEIMADA
Em 18 de janeiro de 1682, realizou-se um auto-de-fé em Coimbra, quando foram denunciadas 117 pessoas, entre elas 90 acusadas de "juidaizantes". Quatro foram executadas, uma se declarou arrependida e recebeu a graça de ser estrangulada antes de ser seu corpo queimado. Três foram queimadas vivas, entre elas uma mulher de 97 anos. As outras foram degredas para o Brasil (in página 278, Banidos, de Geraldo Pieroni, Editora Bertrand Brasil).
Observação:Muitos pais passaram a oferecer carne de porco a seus rebentos para despistar os denunciantes, que tinham interesse em ficar com os bens confiscados dos cristãos-novos pelo Estado e pelo Santo Ofício.
GLOSÁRIOS PARA MELHOR ENTENDIMENTO
SEFARDITA - SEFARAD - SEPHARAD - SAPHARD
SEFARDITA vem do termo SEFARAD ou SEPHARD ou SAPHARD, que corresponde à designação bíblica para a ESPANHA ou mesmo PENÍNSULA IBÉRICA ( Portugal e Espanha) , daí porque os judeus que lá viviam eram e são denominados de SEFARADIM ou SEFARDISTAS, sendo certo que, por volta de 711 a 715, a comunidade cresceu muito, ademais de alcançar altas posições na sociedade.
SEFARDI, segundo O Dicionário HOUAISS, é um adjetivo. Diz-se de ou judeu cuja ascendência remonta comunidades judaicas ibéricas (Espanha - Portugal), ali estabelecidos na Idade Média e dispersos por várias região ( Europa ocidental, Norte da África, Turquia, América, incluindo o Brasil), após a expulsão da Espanha, em 1642, ou que é membro da comunidade que apresenta influência cultural religiosa do judaísmo ibérico medieval. ( Ver o termo com maiores detalhes na página 04 - História).
Os sefardistas (sefaradim) levaram para os países onde se fixaram sua tradições e a língua ladina, um tipo de portunhol medieval com expressões hebraicas e turcas, mas com o tempo abandonaram o ladino e passaram a falar o idioma local.
Em ABDIAS, no denominado Antigo Testamento, lemos: " 20 - Os exilados da casa de Israel ocuparão o que pertenceu aos cananeus até Sarepta; os exilados de Jerusalém, que estão em SAFARAD, vão ocupar as cidades de Negueb."
Enquanto, o subgrupo judaico SEFARDISTAS viveu na Espanha até por volta de 1.492, os ASQUENAZITAS, da palavra hebraica ASHKENAZ (parece ALBERNAZ, mas não é ), que quer dizer terras da Alemanha , viveram originariamente na região do Reno e depois da expulsão, se estabeleceram, no final do século 15, principalmente na Polônia e Lituânia.
Sepharad seria o nome hebraico da península Ibérica
Ashkenaz seria o nome da Alemanha, em hebraico (?!)
Bentes pensa que, os judeus askenazin ( asquenazistas) , por terem sofrido mais o Holocausto são mais difíceis de serem localizados , pois boa parte dos bisavós, avós etc. sucumbiram à sanha dos nazistas, privando gerações inteiras da convivência com seus parentes. Provavelmente, com maior razão os ancestrais não noticiavam a seus descendentes a sua etnia, face ao horror que sofreram no passado recente.
JUDAIZANTES - CONVERSOS - MARRANOS
JUDAIZANTE, adj., que judaíza, praticar as cerimônias judaicas ou seja judeus pretensamente convertidos ao cristianismo, mas que continuavam a praticar a religião judaica ocultamente.
CONVERSO, adj. , transformado, convertido, ato de conversar, conversação, lugar onde se conversa, parlatório - aqui no sentido de convertido -, judeus e/ou mouros convertidos ao cristianismo, pretensamente, pois eram suspeitos da prática de suas antigas religiões judaica e muçulmana, às escondidas.
MARRANO, adj. e/ou sm.; em Portugal e Espanha significava designação injurioso que se dava aos mouros e/ou judeus batizados, suspeitos de conservarem leais às suas religiões, às ocultas.
Os marranos são descendentes dos sefardistas ( ver acima) convertidos à força ao catolicismo na Espanha e Portugal (Península Sephard), do século XV ao XIX.
No Rio Grande do Sul, diz-se marrano o gado de má qualidade, o porco de engorda, já crescido.
Na etimologia espanhola marrano era gente do povo ou cristão novo, no século XIII, designação pejorativa dada aos judeus e mouros convertidos ao cristianismo, suspeitos de se conservarem fieis às suas antigas religiões , por causa da repugnância deles em relação à carne de porco, alimento não permitido pelos adeptos do judaísmo e do islamismo.
Do árabe muharran, que significa coisa proibida ( cf. Dicionário Houaiss).
ESTADO-NAÇÃO
ESTADO-NAÇÃO seria o agrupamento político autônomo que ocupa um dado território com limites definidos e cujos membros, ainda que não necessariamente com a mesma origem, língua, raça ou etnia ( como fazia crer um conceito antigo) compartilham de uma dada instituição ( leis, constituição, governo, soberania). O Estado-nação, como organização política, constituída de território, população e soberania. Surgiu com a ascensão da burguesia e do liberalismo no mundo ocidental.
Exemplo clássico das conseqüências do ESTADO-NAÇÃO podemos citar a Revolução Francesa, e França, liderada por Napoleão Bonaparte, que pedia ( impunha) " o fim de todas as distinções étnicas, procurando construir uma sociedade baseada em liberdade, igualdade e fraternidade para todos os nacionais, independentemente de sua origem ( raça, etnia ou religião).
Exemplificando: Em 1807, Napoleão convocou um assembléia de rabinos e judeus ilustres, a qual declarou que, na nova França, todos os judeus eram obrigados religiosamente a considerar os cidadãos não judeus seus irmãos e irmãs, a ajudá-los, protegê-los e amá-los como se fossem judeus, a considerar a sua terra natal ou de adoção , a sua pátria e amá-la e a defendê-la quando preciso, considerando ser a FRANÇA um Estado laico, uma sociedade secular ( e vice-versa).
LAICO, o Estado-nação de França respeitava todos as etnias, religiões e povos, protegendo seus direitos, em igualdade de condições, como está escrito na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1792:
"Artigo 10 - Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela eli."
Napoleão esperava que todos participassem , emocional e fisicamente, da vida civil e social do país, superando qualquer lealdade religiosa ou étnica que pudessem ter.
Esse ideal (utópico?) foi universalizado pela Revolução Francesa por todos os países da Europa, que se constituíram, com a derrocada do feudalismo ( tudo cf. Guia Conciso do Judaísmo, de Roy Rosenberg).
A esperança dos homens de boa vontade é que, cristãos, judeus, muçulmanos, ateus, materialistas vulgares, materialistas dialéticos, enfim todas as gentes, aceitam-se como irmãos os nacionais de seu país, contrariamente o que pregam as doutrinas de "nacionalismo que falam de "sangue e solo" , contrariamente aos ideais de igualdade, de fraternidade e de liberdade, somadas à solidariedade que deve imperar entre todos os seres humanos, independente de sexo.
Na esteira deste assunto, lembramos que, em 14 de maio de 1948, por decisão da ONU, então presidida por um brasileiro - Oswaldo Aranha - , foi proclamado o Estado-nação de Israel. Na mesma oportunidade , foi indicada a criação do Estado-nação da Palestina, até hoje não realizada.
NOVO CONCEITO DE ESTADO NAÇÃO
O ESTADO-NAÇÃO MODERNO diferencia do antigo conceito de Estado. Hodiernamente, podemos constatar que o Estado, no sentido amplo, constitui-se da Sociedade Política mais a Sociedade Civil. Sendo a Sociedade Civil o conjunto de organismos internos e privados (clubes de serviço, sindicatos, associações, igrejas, escolas etc., ou sejam os "poderes efetivos" de que nos falam os constitucionalistas) , sendo a Sociedade Política constituída do conjunto dos organismos político-jurídicos do Estado ( civis, militares, políticos etc) ou seja os órgãos do Governo, os "poderes formais".
A Sociedade Política corresponde ao conjunto de organismos ou instituições - jurídica e políticas - assecuratórias das orientações prevalecentes no seio da Sociedade Civil, que podem corresponder aos interesses do seu conjunto ou apenas aos interesses de determinado grupo dominante, distinguindo-se ai a prevalência ou não do sistema democrático efetivo ou apenas formal.
No ESTADO-NAÇÃO o Príncipe, de que nos falava Maquiavel, deixou de ser uma personalidade para tornar-se um ente coletivo. No entender de Gramsci, o filosofo italiano, o Príncipe Coletivo seria o "partido político".
Hodiernamente, com o fortalecimento das ONG ( Organizações Não Governamentais), criadas no seio da Sociedade Civil, podemos afirmar que o Príncipe Coletivo traduz-se no conjunto da sociedade, que passou a ter grande influência na direção - ou hegemonia - do Estado, no sentido de Sociedade Política.
De futuro, no interior de cada Estado-nação haverá um dado direito para cada etnia, consoante sua própria cultura, vale dizer sua consciência jurídica, levando-se em consideração que o direito é um fato histórico cultural, constituindo-se como verdadeiros "poderes de fato", em face dos "poderes de direito" (Executivo, Legislativo, Judiciário).
Um questão paira a indagação: Hoje, não havendo mais soberano, sequer no sentido religioso, o Messias, de que nos falam os Livros Sagrados, não seria um "Messias Coletivo", correspondente ao interesse do conjunto da Sociedade Civil ? Uma dada sociedade regulada ? Uma sociedade com observância dos direitos fundamentais dentre eles o direito ao desenvolvimento com qualidade de vida beneficiando-se todos, sem exceção ?
Ver diferença entre Estado de Direito Moderno e Estado da Idade Média na página 6 .
ALBERNAZ COMO HEREGE
´? Haveria dúvida sobre a etnia das personas de apelido de família ALBERNAZ: judaica, árabe, cigana, moura, ou basca, todos perseguidos pela inquisição, em dado momento da história da humanidade , sobre a acusação de hereges ?
Vê-se que de fato os Albernaz têm como atnia os judeus
Na lista de cristão-novos portugueses, indicada no site http://www.crmgo.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristãos_novos/d.asp os nomes de DOMINGOS GOMES ALBERNAZ e de DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ figuram como cristãos-novos, o que vale dizer hereges.
ALBERNAZ E A INQUISIÇÃO EM PORTUGAL
Além de DOMINGOS GOMES ALBERNAZ e DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ, acima citados, destacados os "cristãos novos" abaixo, que foram submetidos ao Tribunal do Santo Ofício, em Portugal.
FRANCISCO ALBERNAZ, estudante, Lamego
MANOEL ALBERNAZ, lavrador, Vila da Praia-Graciosa, Açores
PEDRO ALBERNAZ , filho de PERO ALBERNAZ, de Portello-Lamego
MARIANNA DE ALBERNAZ, solteira, filha de PEDRO ALBERNAZ, de Portello-Lamego
Nota: Elementos recolhidos do "Inventário de Processos da Inquisição de Coimbra' em 1972, Bibliografia de BN-Lisboa, cf. e-mail de Telmo Vieira Leitão Albernaz, causídico, residente em Lisboa.
AL-BERNAZ ? AL BURNOS ? AL BURNUS ?
"AL" , de AL-BERNAZ, indicaria a origem tribal do nome, mais precisamente, sua origem moura ou judaica , ainda nômades ( Ver acima Al Burnus, do latim).
ETNIA
ETNIA s.f., equivalente à coletividade de indivíduos que diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir; grupo étnico. Para alguns autores, a etnia pressupõe uma biológica, podendo ser definida por uma raça, uma cultura, ou ambas; o termo é evitado por parte da antropologia atual, por não haver recebido conceituação precisa.
ETNICIDADE
(ver conceito de transgeracional)
ETNICIDADE, s.f. , condição ou consciência de pertencer a um grupo étnico.
Etnicidade é um conceito que se refere a uma cultura e estilo de vida comuns, especialmente da forma de refletir na linguagem, maneiras de agir, formas institucionais religiosas e de outros tipos de cultura material, como roupas e alimentos, e produtos culturais como música, literatura e arte. O conjunto de pessoas que têm em comum a etnicidade é freqüentemente denominado de grupo étnico, embora, tecnicamente, o uso de "grupo" seja incorreto no suco sociológico porque um grupo é um sistema social com certo grau de interação regular entre seus membros. Uma etnicidade, contudo, em geral inclui um número grande demais de pessoas, em geral para haver uma interação regular entre elas. Por isso mesmo, um termo mais preciso seria coletividade étnica ou categoria étnica ( cf. Allan G. Johnson, Dicionário de Sociologia, Ed. Jorge Zahar).
(Ver conceito de transgeracional)
RELIGIÕES ABRAÂNICAS
Os estudiosos afirmam que Abraão é o pai das três religiões monoteístas: judaismo, cristianismo e islamismo
.
Abraão observa as estrelas do céu.
(Litografia de Ephraim Moses Lilien,1908,in Judaísmo,Scialom Bahbout - Edição O Globo,2002)
JUDAISMO, relativo a religião dos judeus; conjunto de indivíduos que professam essa religião. Ambiente social, cultural, político, religioso do povo hebreu, formado a partir da volta do exílio babilônico ( 639 a C.).
Acresce distinguir judaísmo religioso de judaísmo secular, estes seguem - conscientes ou não - os princípios e a filosofia do judaísmo, embora não sejam praticante da religião judaica. Aliás, bem observa Scialom Bahbout, in "Judaismo", Ed.Globo,2002: " Se, por um lado, o judaismo é uma "religião" ( da qual surgiram o cristianismo e o islamismo), por outro, é um "sistema de vida", uma "cultura", uma "civilização" (...). Recordamos que, a "LEI" mosaica apresentou uma novidade absoluta em relação a todas as leis que existiam no mundo mediterrâneo - e que Moises não podia ignorar, por causa de sua educação egípcia. " Enquanto essas leis fundam em relações sociais hierárquicas, em torno de dm rei representante da divindade e súditos escravos submetidos a uma obediência total, na lei judaica os homens são iguais, pois, assim o são diante de Deus. No tempo da realeza de Israel, os profetas sempre lembrariam aos reis sua condição humana, a qual eles tendiam a esquecer " ( cf. Jannine Siat, in Religiões Monoteístas, Jorge Zahar Editor,20). Assim acreditamos a grande influência do "messianismo" judaico na formação filosófica (e doutrinária) de inúmeros pensadores não religiosos como os abaixo citados.
Marx,Trotsky, Einstein, Simmel, Durkhem, Mauss, Boas, Elias, Marcuse, Horkheimer, Lazarfeld, Merton, Bendix, Mannheim, Etzioni, Gouldner, Lévi-Straus, Glukmann, Lipset, Shills, Bel e Golffman, citados por Nilton Bonder e Bernardo Sorj (in Judaísmo para o século XXI, e, http:///abbc.com.islam/portugueses/poder/comjud), ainda , Sigmund Freud e, mesmo, Ernesto Guevara Lynch de La Serra ( Chê ), Anita Benário Prestes, Friedrich Engels, V.I. Lênin ( que seria só 1/4 judeu), Leon Bronstein, conhecido por Trotsky, Rabino Hyman Katz e Milton Wolff, lideres das "brigadas internacionalistas" na Espanha, além de Rosa de Luxemburgo, que, a seu tempo, criticava o autoritarismo do denominado "socialismo real" ou "stalinismo", o qual Antônio Gramsci, o filósofo italiano e arquiteto da "filosofia da práxis", classificara como "um pântano estagnado, calmo e silencioso na aparência", eram seculares e universalistas, uns materialistas vulgares outros materialistas dialéticos, muitos socialistas e/ou social-democratas, outros ateus e, ainda, agnósticos, não elegeram a história judaica religiosa como objeto específico de suas reflexões, embora muitos tenham sido impregnados pela cultura e pela "utopia" messiânica judaica.
Ainda, alguns autores acreditam que Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Herói e Mártir da Independência do Brasil, era cristão novo ou marrano, entre outras personalidades, da nossa história.
O estudioso e historiador Hélio Daniel Cordeiro defende a tese de uma revisão de toda a história brasileira, levando em conta a origem judaica, marrana ou de cristãos novos de várias personalidades, incluindo presidentes da República, como a exemplo de Manuel Deodoro da Fonseca, que seria descendente de Isaac Aboab da Fonseca, primeiro rabino das Américas, precisamente do Recife holandês
Conforme profecias de Isaias:"O lobo conviverá com o cordeiro; o leopardo se deitará perto do cabrito" e " as espadas serão transformadas em arados".
A respeito de Marx, de ascendência germânico-judaíca, alguns teorizam que o fato dele ter tido contato com os anseios messiânicos do judaísmo contribuiu para o seu desejo de libertar o proletariado dos grilhões da opressão. (cf indica Roy A. Rosenberg, in Guia Conciso do Judaismo).
Notamos que, o pai de Marx, Heinrich Marx (nascido Hirschel, nome judaico), era advogado e conselheiro de justiça, tendo sido obrigado a abandonar o judaismo por motivos profissionais e políticos, porquanto os judeus estavam proibidos de ocupar cargos públicos na Renância, motivo pelo qual converteu-se ao protestantismo (1824).
Freud, criado como judeu reformista e liberal, também teria sido motivado pela esperança messiânica na busca de um modo de libertar as pessoas da submissão aos seus próprios impulsos inconscientes (cf. Roy Rosenberg, na obra citada acima, pagina 209).
Freud teria deixado a religião judaica tornando-se agnóstico.
Segundo o Talmude, o Anjo Gabriel instrui o feto no útero da mãe durante os nove meses da gestação, e ao nascer a criança è tocada entre o nariz e os lábios de forma que os conhecimentos adquiridos ficam adormecidos, mas não esquecidos, face ao livre arbítrio. Assim, Marx e Freud foram instruídos sobre o messianismo judaico, consoante Isaias, dai porque a preocupação com a construção de um novo mundo , uma nova terra, um novo céu, em suas teorias, como de resto deve acontecer com todos os demais seres humanos de boa vontade.
A respeito diz o historiador Júlio José Chiavenato: " O messianismo político de Cristo - Jesus de Nazaré - foi o responsável pela sua condenação e representou o ápice da luta de classes na Palestina da época,. A vitória das classes dominante4s, paradoxalmente, foi uma das primeiras e mais fortes expressões do anti-semitismo: Jesus Cristo foi o bode expiatório sacrificado para que toda a estabilidade social da Palestina não se rompesse e modificasse a relação de forças que permitia a dominação imperialistas romana".
Karl Marx desenvolveu a tese da luta de classe séculos depois de forma científica, cujos princípios herdou de messianismo judaico.
(Ver abaixo conceito de agnóstico)
GUEVARA E O MESSIANISMO JUDAICO
CRISTÃO NOVO
A respeito de Ernesto "Che" Guevara, indaga-se se o seu desejo de liberdade, que nos torna a todos um pouco mochileiros - de vontade ou de sonho - e o anseio de viver numa sociedade justa, que sustentou seu ideal de jovem, não teria sido motivado, também, pela cultura messiânica judaica ? ( " O lobo conviverá com o cordeiro; o leopardo se deitará perto do cabrito" e " as espadas serão transformadas em arados", cf. Isaias).
Guevara e/ou Chevara é apelido de família sefaradi ou cristão-novo.
Em Livoro, Espanha, Brasil, Argentina e Portugal são localidades onde há registro da presença de famílias com sobrenome de Guevara e/ou Chevara, de origem sefaradis ou de cristãos-novos ( cf. Dic. Sefaradi de Sobrenomes. da ed.Fralha, 2003, de Guilherme Faiguenboim e outros).
Para melhor entendimento, recordamos que, os judeus reformistas e grande parte dos não-ortodoxos não interpretam o Messias ( que seria Jesus Cristo para os cristãos) em um sentido pessoal, mas como símbolo, espécie de Messias Coletivo, de um mundo futuro purificado, melhor e solidário.?
? Seria a futura sociedade regulada, que pensa o filosofo italiano Antônio Gramsci ? ou O Reino de D'us que nos falam os profetas, quanto outros cidadãos não teriam sido motivados pelo messianismo na busca de um "mundo vindouro" , um "novo céu" e uma "nova terra" onde os justos, que terão "ressuscitados"( em um novo homem, pensamos), viverão felizes eternamente...? ( c.f. Roy Rosenberg, acima pag.213).
Assim, é importante notar que nem todas as personas de etnia judaica professam o judaísmo como religião, embora sejam homens respeitáveis, como ocorre dentre outras etnias e religiões..
De outra parte, não se deve confundir messianismo judaico com nacional-socialismo ou qualquer outro voluntarismo autoritário, fundamentalista, nem no populismo destituídos de base moral e não inspirados nos princípios democráticos, que embasam o utopia de uma sociedade futura justa e solidária.
AUTORITARISMO
Pensar, a respeito da questão democrática, transcrevemos duas assertivas de dois estadistas: "Não somos um tribunal, somos um órgão de luta. Não julgamos o inimigo, nos o golpeamos. Não estamos fazendo guerra aos indivíduos, estamos substituindo a classe dominante, a burguesia. Não buscamos provas nem testemunhos para revelar fatos ou palavras contra o poder soviético. A primeira pergunta que formulamos: é : A que classe pertence, quais são suas origens, sua educação, , sua profissão ? Estas perguntas definem o destino do acusado. Tal é a essência do terror vermelho " ( Lênin, in Comissão Extraordinária (Checa, citado por Sarney).
"Não usarei o pretexto propagandistas para desencadear a guerra e, para o caso, pouco importa se é verossímil. Ao vencedor não se pergunta se disse a verdade. Quando se começa a fazer a guerra, o que importa não é a verdade, sim a vitória" ( Hitler, in file://obsersalzburg/, 22 de agosto de 1939).
Nota: Hebreu era um povo muito mesclado, mas que acabou adquirindo homogeniedade cultural e religiosa ( cf. Paulo Roberto Garcia , da Unesp). O que diferencia os hebreus ou israelitas ou judeus dos outros povos semitas ( descendentes de Sem) é que eles adoram o único D'us - Javeh - com feições ora de pastor, ora de guerreiro.
SECULAR - SECULARIZADO - SECULARIZAÇÃO
SECULAR, do latim saeculare: s.m., leigo, laico,. mundano , temporal, que não está sujeito a ordens monásticas; adj. mundano, que não faz parte de ordem religiosa; leigo , o que não pertence a qualquer ordem religiosa.
SECULARIZADO, adj: que perdeu a feição ou o caráter religioso; que deixou de ser teocrático, ou aquele que é secular; que passou de eclesiástico a leio, ou que deixou de pertencer a uma ordem ou vida religiosa.
SECULARIZAÇÃO é um processo de mudança social, através do qual a influência da religião e do pensamento religioso sobre as pessoas declina, à medida que é substituída por outras maneiras de 4xplicar a realidade e regular a vida social.
Judeu secular seria a persona de etnia judaica, mas que não pratica a religião judaica, embora, no mais das vezes, consciente ou inconscientemente, segue os princípios do judaismo, dentre eles os vinculados ao denominado messianismo, que corresponde à utopia de um novo mundo, um mundo melhor, um mundo solidário.
O mesmo ocorre com personas de outras religiões monoteístas, que embora afastadas da religião seguem conscientes ou não, os princípios universalizados da antiga fé, embora negando sua religiosidade.
AGNÓSTICO - AGNOSTICISMO - ATEU - MATERIALISMO VULGAR -
MATERIALISMO MECANICISTA - MATERIALISMO DIALÉTICO - UTOPIA -
AUTORITARISMO - INQUISIÇÃO
AGNÓSTICO, adj s.m. , relativo ao agnosticismo ou que é seu partidário ou seguidor.
AGNOSTICISMO, s.m. , doutrina que reputada inacessível ou incognoscível ao entendimento humano a compreensão dos problemas propostos pela metafísica ou religião ( a existência de D'us, o sentido da vida e do universo etc.) na medida em que ultrapassam o método empírico de comprovação científica ( cf. Dic. Houaiss).
ATEU, adj s.m., que ou o que não acredita em D'us ou nos deuses, ateísta.
MATERIALISMO ( MATERIALISMO VULGAR),sm ( filosofia) doutrina que identifica, na matéria e em seu movimento , a realidade fundamental do universo, com capacidade de explicação para todos os fenômenos naturais, sociais e mentais.( Ver materialismo mecanicista e materialismo dialético).
MATERIALISMO DIALÉTICO (filosofia), conjunto de idéias fundamentais nos escritos de F. Engels (1820/95) e transformadas em doutrina sistematizadas pelos marxistas soviéticos, que busca integrar a reflexão de K.Marx (1818/83) a respeito da sociedade e de suas transformações - materialismo histórico - a uma teoria sobre o processo dialético na realidade natural, no pensamento humano e na trajetória evolutiva dos seres vivos.
Não se confunde materlalismo dialético com materialismo mecanicistra, vulgar ou utópico.
MATERIALISMO MECANICISTA (filosofia), segundo F. Engels, se opõe ao materialismo dialético, em razão de sua concepção exclusivamente quantitativa e mecânica dos processos de transformação da natureza. explicadas como uma interação ou desagregação de partículas materiais isoladas e inertes.
UTÓPICO s.m., qualquer discrição imaginativa de uma sociedade, fundamentada em leis justas e em instituições político-econômicas verdadeiramente comprometidas com o bem-estar da coletividade. (Dicionários Houaiss),
AUTORITARISMO é o sistema no qual os portadores do poder não necessitam de reconhecimento livre e espontâneo dos membros da Sociedade Civil para exerce-lo, na síntese de Leonardo Boff.
INQUISIÇÃO vai além do autoritarismo e fundamentalismo religioso, porquanto mesmo fora do âmbito religioso, em vários países e momentos históricos há censura , privação de expressão sem julgamento, sacrifício de civis em zonas de conflito e outras situações que, em muitos casos ultrapassam a crueldade das Inquisições, o que não justifica-a.
FASCISMO (filosofia), corresponde à ditadura aberta de elementos reacionários, chauvinistas e autoritários, ligado ao capitalismo financeiro e antiliberal. O estabelecimento do fascismo correspondeu à incapacidade do capitalismo autoritário e antiliberal de manter a hegemonia através dos princípios democráticos, com respeito aos direitos fundamentais ( liberais e sociais e coletivos), chamados de primeira, segunda e terceira geração. O fascismo foi implantado pela vez primeira na Itália (1922), , depois na Alemanha (1933) e e em outros paises. Na Alemanha o fascismo se apresentou como a denominação de nacional-socialismo, opondo-se ao socialismo e ao capitalismo liberal, tendo deflagrado a segunda guerra mundial, sob o pretexto de dominar o mundo, sendo derrotado pelos paises do Eixo, do qual o BRASIL parte integrante, através da Força Expedicionária Brasileira. permitindo a restauração do Estado de Direito Democrático em nosso País. Apesar de derrotados, os adeptos do fascismo buscam , ainda, hoje,, propagar sua ideologia , através de todos os meios. O fascismo deixou um saldo de mais de setenta milhões de mortos de várias etnias, câmaras de gás, fornos crematórios, campos de concentração, entre outras atrocidades.
COMUNISMO REAL ( filosofia), o denominado socialismo real, chamado, também, de stalinismo, ditadura do proletariado, em oposição à ditadura da burguesia - não confundir com hegemonia, que pressupõe a concordância democrática do conjunto da sociedade civil, população e/ou da cidadania e ONG ao Governo, representantes eleitos por voto universal , depois da queda do denominado Muro de Berlim, do desaparecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, está sendo, atualmente, objeto de estudos e pesquisas por parte do cientistas políticos, sob a acusação, inclusive de Antônio Gramsci e de Rosa de Luxemburgo, dentre outros pensadores, de um sistema autoritário, onde existia, igualmente, campos de concentração, tribunais ilegais etc., que teria desvirtuado os ideais dos diretos humanos e fundamentais, liberais, sociais e coletivos, segundo os princípios informadores do sistema democrático, passo avançado da revolução liberal, com o reconhecimento de que todos nascem livres em direitos e obrigações, em direção, simbolicamente, ao Templo Social da Humanidade.
Fala-se em socialismo Cristão, Socialismo de Cátedra, Socialismo Ético, Socialismo Fabiano, Socialismo Utópico, Socialismo Verdadeiro, e,em Socialismo como etapa primeiro do Comunismo, questão não comporta aqui resumir por ser longo a sua discussão.
GÓI- GÓES - GÓIS
GÓI, adj., vocábulo que, entre os judeus, significa individuo ou povo ( etnia) que não é de origem judaica ( ela se casou com um gói). Etimologia: iídiche goy = hebreu goy, povo nação. Muitos consideram os marranos como se gói fossem, por terem "renunciado" sua religião, convertendo-se em cristãos (?), traduzindo, no mais das vezes, entrave injustificável à sua (re) conversão, o que a nosso pensar é um absurdo, pois foram convertidos pela força, não se converteram, em sua enorme maioria. Esta posição fere uma vez mais os denominados marramos, já feridos antes, quando foram obrigados à conversão.
GÓES, GÓES - DE GÓI é igual a estrangeiro, gentio, judeu-não-religioso. Consta em Gonsalves de Melo uma Ana de Góis, cristã-velha (seu nome é muito apropriado, portanto), casada com Jorge Dias da Paz, sendo este cristão-novo.
(cf. http://www.saudades.org.Sobrenomes_luso_brasil.htm).
CRISTÃO ( DE CRISTO)
CRISTÃO, s.m. diz-se daquele de professa ou freqüenta igreja de uma das modalidades da doutrina cristã ou cristianismo.
CRISTIANISMO
CRISTIANISMO, adj. , seria o conjunto de religiões ditas cristãs institucionalizadas, tais com o catolicismo romano, as igrejas ortodoxas, anglicanas, protestantes, e as denominadas evangélicas, baseadas nos ensinamentos, na pessoa e na vida de Jesus de Nazaré. Mas há diferenciação dentre elas, por exemplo, atualmente, tão somente os denominados evangélicos e os católicos carismáticos personificam o denominado "anjo decaído" (shatam) como "mal", como o faz o islamismo.
A palavra "shatam" , em hebraico tem o significado de obstáculo, é dizer de algo que impede ou atrapalha o movimento, o progresso de alguém ou de alguma coisa, foi traduzida, erroneamente, como "demônio" (satã).
Os teólogos do final do século XX condenam a crença e, tais "anjos" decaídos e no "inferno", porquanto D'us "quer que todos sejam salvos", segundos os preceitos bíblicos ( 1 Tm 2,3-4, Rm 5,18;1,32; Tm 4,10;2Cor 5.4-15 e 19,10, e o teólogo Renold J. Blank, in "Vida após a vida:porque temer", de Víctor Hugo Albernaz, página 7 do site).
ISLAMISMO OU MUÇULMANISMO
ISLAMISMO, adj. , religião caracterizada por monoteísmo estrito e síntese entre fé religiosa e organização sócio-política, fundada pelo profeta árabe Maomé ( * 570 ou 580 + 632 a C), que codificou sua doutrina em um livro sagrado, o Carão ( Al carão), que se tornou o fundamento escrito da fé muçulmana ( c.f. Dicionário Houaiss).
Observe-se que, ao longo da história, aqui e ali, estes preconceitos, provenientes de fatores e interesses econômicos, se repetem, ora contra os judeus, ora contra os cristãos, ora contra os muçulmanos. Na Europa cristã, a sinagoga nunca podia ser mais alta que as igrejas da vizinhança ( in As religiões na histórias, de Moacyr Scliar, Ed. Ática, 2001). No período em que islamismo exercia a hegemonia, regra de Omar, califa e sucessores, determinava que " usarão distintivos, os judeus, amarelos, os cristãos, azuis; não construirão casas mais altas que as dos muçulmanos ( in O que é o Islamismo , de Jamil Almasur Haddad, Ed. Brasiliense, 2000).
Ressalte, contudo que, por algum tempo, na cidade de Toledo houve o que se denominou "SIMULTÂNEO", permitindo-se que as três religiões usassem o mesmo templo para as práticas religiosas.
Jamil Almansur in " O que é o islamismo" relata: " Símbolo de tolerância no período (de invasão árabe na Espanha) é a Catedral de Toledo, onde se alteravam o ritual cristão, o muçulmano e o judaico. Sistema que se chamou de "simultâneo".
CALENDÁRIO DAS TRÊS RELIGIÕES
O calendário da Era Mundana Judaíca, para fins didáticos, podemos afirmar teve início no 1o. de outubro de 3.761 a.C., assim, somando-me o ano do Calendário Cristão Gregoriano a este número teremos o Novo Ano em Curso. Exemplo: somando-se 3.761 + 2003 teremos 5.764, que corresponde ao Judaico, equivalente à 2003 d.C.
O ano Mundano Islâmico, correspondente à Agira Maometana, teve inicio no ano 622 d.C., assim subtraindo-se o número em questão do Calendário Cristão teremos o ano em curso da agira Maometana, ou Ano Mundano Islâmico. Exemplo 2003 menos 622 teremos 1381, que é o ano islâmico que corresponde a 2.003 d.C.
O Ano Mundano Cristão teve início na data que se supõe ter nascido Jesus de Nazareh, o Cristo, dai acrescentar-se ao ano questionado as letras d.C ( depois de Cristo). Se se referir à data anterior anota-se a.C. (antes de Cristo).
CRISTÃO NOVO
CRISTÃO-NOVO, s.m., o que é filho ou neto de judeu convertido ao cristianismo; o que se converteu recentemente ao cristianismo; significa cristão que tem judeu ou mouro entre seus ascendentes. ( Dicionário Houaiss).
No mais das vezes, os judeus e mouros eram obrigados a se converterem ao cristianismo , sob pena de terem seus bens confiscados e deportados para outras terras,incluindo as terras brasileiras.
"Várias gerações passadas no catolicismo - afirma Anita Norwisky - se não tornaram cristãos-novos bons católicos, também, não conseguiram fazer deles, na maior parte, bons judeus (...) considerados judeus pelos cristãos e cristãos pelos judeus (...) o cristão-novo cria suas próprias defesas contra um mundo onde ele não se encontra. É antes de tudo um cristão-novo" ( Anita Nowisky, in Cristãos-novos na Bahia, S. Paulo, Ed. Perspectiva, 1976, p.160/61, citação de Geraldo Pieroni, in "Banidos", Ed. Bertrand Brasil, p. 93).
EXEMPLO DE JUDEUS CONVERTIDOS E CAMUFLADOS PARA "FUGIR'
DOS TRIBUNAIS DA INQUISIÇÃO.
Na edição do jornal O ESTADO DE S. PAULO, Caderno PALADAR, de 23 de março de 2006, a articulista Dias Lopes, publica artigo com o título " Os judeus secretos de Belmonte", com o teor abaixo:
"Uma comunidade hoje formada por aproximadamente cem pessoas, que vive na cidade de Belmonte, ao pé da Serra da Estrela, em Portugal, camuflou durante cinco séculos a sua condição judaica. Permaneceu assim desde 1521, quando o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, instalado sob as ordens do reio D. João III, começou perseguir os cristãos-novos, ou seja os judeus que, após o batismo compulsório, continuavam a praticar a religião de seus antepassados. Só emergiu das sombras no século20, revelando a face secreta, após ter certeza de que o mundo ficará melhor. Hoje, a heróica comunidade já dispõe de uma sinagoga, inaugurada em 1997, além de ter um rabino. O número um se chamava Joseph Sebag e era contratado pela Agência Judaica. A cristã-nova Ana Amélia Diogo, de 79 anos, puxou a fila das mulheres que confirmaram o casamento pelas leis hebraicas;seu marido da mesma idade, com ela á mais de 50 anos, tornou-se o primeiro cidadão da cidade submetido à circuncisão. Que se saiba, nenhuma outra comunidade do mundo resistiu tanto tempo, em condições tão particulares.
Os criptojudeus ( do grego kryptos, ocultos) de Belmonte, cidade natal de Pedro Álvares Cabral, converteram-se publicamente ao catolicismo para escapar à fogueira da Inquisição. Deixaram-se batizar e crismar, freqüentaram e casaram na igreja católica, foram sepultados segundo o rito cristão.Mas, em casa com as portas e janelas fechadas, seguiram professando a fé hebraica, transmitida oralmente pelas mulheres, mães e avós. Proibidas de ter ou manusear a Torá , o livro fundamental do judaism, ou impossibilitadas de ler em virtude do analfabetismo, socorriam-se apenas da memória. É compreensível, portanto, que aos poucos os seus ensinamentos se afastassem da ortodoxia. Surgiu desse modo um religião dupla, (gn) só agora submetida a processo de depuração.
Não por acaso, o rabino Sebag teve muito trabalho ao se instalar em Belmonte. Precisou converter os fieis a reincorporar rituais perdidos no tempo e, inclusive, a aprender o hebraico, atualmente ministrado em aulas regulares. Entretanto, não foi acolhido de braços abertos. A comunidade o recebeu com a mesma suspeita dispensada aos demais forasteiros. A desconfiança já havia sido notada pelo engenheiro de minas Samuel Swartz, que chegou a |Portugal em 1917, em razão de trabalho, ouviu histórias de "católicos estranhos dedicados a ritos secretos" e tratou de investiga-los.Depois, escreveu a obra " Os Cristãos Novos em Portugal No Século XX" ( Empresa Portuguesa de Livros, Lisboa, 1925) na qual revelou à humanidade a existência dos criptojudeus lusitanos.Enfrentando óbvias dificuldades, Swartz teve acesso às liturgias privadas da comunidade, nas quais Deus era chamado de Adonai. palavra hebraica que significa Senhor.
Os criptojudeus tinham o "estranho costume" de acender velas em suas casas, nas noites de sexta-feira;de vestir roupa limpa no sábado, considerado dia santo;jejuar uma vez por ano; de comemorar o Dia Puro (Purin) e a Santa Festa (Pessach). Nos sepultamentos, lavavam o corpo do morto e o vestiam de branco. À mesa, seguiam os usos e costumes locais. Por isso não chegaram a desenvolver culinária própria. Na medida do possível, porém, respeitavam as regras alimentares de seus ancestrais. Para começar, a maioria evitava produtos de origem suína. Para driblar a Inquisição, os criptojudeus preparavam a alheira, uma lingüiça feita com pão e carnes, exceto as vetadas pelas suas leis (porco, lebre e coelho). Depois, colocavam-na para secar em varal instalado no quintal. Quem passava por ali, achava que os moradores da casa comiam produtos suínos e, portanto, não eram hebreus.
Também, não misturavam carne com leite e rejeitavam peixes sem escamas. Mas apreciavam carneiros, cabrito, boi e aves que não vivessem em zonas pantanosas, frango capão, galinha de capoeira e parto, sobretudo com arroz. Temperavam os pratos com sal, pimenta e mostarda. Enfim, a dieta incluía frutas, uva-passa, amêndoas e nozes. Os criptojudeus bebiam vinho e não rezavam antes das refeições, como os católicos, mas no final.Só faltou especular porque sobreviveram quinhentos anos. Estudiosos que estiveram em Belmonte acreditam que isso aconteceu graças justamente ao isolamento. À terra de Pedro Álvares Cabral, que por sinal seria casado com uma cristão-nova, bel de Castro, localiza-se em área montanhosa, afastada dos grandes centros urbanos.Na medida do possível, os criptojudeus evitaram casar com católicos, optando pelas arriscadas uniões consangüíneas. Tanto que alguns acabavam vitimados por doenças genéticas. Além disso, embora nos últimos anos hajam melhorado de via, negociando com tecido, eram pobre demais para atiçar a cobiça da Inquisição, fazê-la se interessar pelos sus bens e confiscá-los sumariamente, como sucedia com os judeus ricos. (in Dias Lopes, jornal O Estado de S. Paulo).
Nota: Ver , acima, significado de JUDAIZANTE, MARRANO , CONVERSO E BATISMO FORÇADO.
CRISTÃO VELHO
CRISTÃO-VELHO, s.m., cristão que não foi judeu, nem tem antepassados judeus. (Dicionário Houaiss).
ALBERNAZ SERIA CRISTÃO NOVO
De acordo com o relato do Senhor Embaixador de Israel junto à UNESCO, o apelido de família ALBERNAZ teria, realmente, origem judaica ( c. f. e-mail de FRANCÊS ALBERNAZ, funcionária da UNESCO, em Paris), o que está de acordo com a pesquisa anotada no site http://crmbo.cfm.org/biblioteca-virtual/cristaos-novos ?d.asp, com a indicação de Domingos Homem Albernaz e Domingos Gomes Albernaz, como cristãos-novos, além do principio extraido da expressão "gói", segundo o qual, a rigor, persona da etnia judaica não se unia em matrimônio com estrangeiro (gói).
ORIGEM FRANCESA DO APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ
O Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, do Dr. José Pedro Machado, anota que, ALBERNAZ é um apelido de família proveniente do antigo adjetivo e substantivo masculino ALVERNAZ, proveniente do antigo ALVERNA, que é a denominação portuguesa do francês Auvergne, antiga província da França O referido dicionário não diz o significado. Sabe-se contudo que, existe em francês o substantivo comum auvergue, que é a dissolução da casca de carvalho, na qual se põem as peles a macerar ( c.f. J.N.H, da Ciberdúvidas).
Recorda-se que, nos primórdios da humanidade, não era adotado nome de família, mas somente o que denominamos, hoje, de pré-nome, surgindo com desenvolvimento a sociedade a necessidade do nome, é dizer do apelido de família, para melhor identificação de cada ser humano.
Motivo porque, no geral, os apelidos de família correspondem a um dado acidente geográfico, de região, de árvore, de fruta, de animais, de profissão etc. Exemplificando: Pereira, Rocha, Carneiro, Mangabeira, Albernaz, Homem, Valente, Ferreira, Cássia, Faria, Paz, Bandeira, Matos, Silva, Barros, Wolf , Lobo, Goldmam , Sarney ( Sir Ney) Bezerra , dentre muito mais.
ENGENHO DE AÇÚCAR NO BRASIL COLÔNIA E OS NOVOS CRISTÃOS
Pau Brasil e a Mecânica judaica
Quando o Brasil foi dividido em capitanias hereditárias, os donatários esforçaram-se por trazer colonos , os portugueses cristãos ( cristãos velhos) preferiram a Índia, os cristãos-novos eram a alternativa , não só por sua familiaridade com a indústria do açúcar, como também por sua habilidade em tratar com o índios: há inclusive uma lenda segundo a qual os nativos brasileiras , e da América, seriam descendentes dos marinheiros de Salomão. ( cf. "Judaísmo - Dispersão e Unidade" , coleção "As Religiões na História" , Ed. Ática, 2001), de Moacyr Scliar.)
Ainda, segundo Moacyr Scliar, no opúsculo citado, com o um decreto, editado por D. José I, rio de Portugal, por influência do "poderoso e clarividente" ministro Sebastião José de Carvalho Melo, o marquês de Pombal, em 1773, perante a lei os cristãos-novos foram considerados iguais aos cristãos-velhos. Esse principio, da igualdade religiosa, foi esculpido na Constituição brasileira de 1824, ocasionando assimilação dos cristãos-novos, o que, hoje, dificulta a pesquisa de seus descendentes e , portanto, sua etnia, em grande parte.
A respeito, Gilberto Freire, citado por Moacyr Scliar, opúsculo mencionado, denominava o engenho de " a mecânica judaica da indústria da cana", isto porque eram os judeus ( cristãos novos - judeus "convertidos" - marranos ) especialistas no cultivo da cana e na fabricação de melaço e açúcar, anotado acima.
Ainda, registrados que o "pau-brasil", madeira que deu origem à denominação do Estado Brasileiro, por ter sido, primeiramente, explorada por "colonos" judeus, ingressado no país no início da colonização, era conhecida como "madeira judaica".
O vocábulo "BRASIL" provém do hebraico "BARSEL", que significa "ferro".
Registre-se, para pesquisa futura, que, à época, segundo as regras vigentes em Portugal, "judeus, mouros e negros, todos tinham sangue "infeto", e como tal constituíam uma "casta" , excluídos de posições ou cargos mais elevados, ( todavia) no Brasil colônia foram mais flexíveis e alguns "cristãos-novos" receberam sesmarias, tiveram propriedades, tornaram-se senhores de engenho, produziam e negociavam açúcar e chegaram a ocupar posições políticas, assim como cargo públicos.( cf. Identidades judaicas no Brasil Contemporâneo - Eva Alterman Blay, Ed. Imago - 1997 - RJ).
Esta exclusão era adotada em toda a Europa, bastando recordar que o pai de Karl Marx, entre outros, converteu-se ao protestantismo para gozar do privilégio de exercer suas atividades públicas, conforme acima anotado.
Várias personas com apelido de família ALBERNAZ receberam em doação sesmarias por parte do Império Português, a exemplo do casarão de Embiara.
HERANÇA TRANSGERACIONAL
Ver conceito de etnicidade
A teoria da transgeracional prega que não herdamos somente características físicas como cor dos olhos ou formato do nariz, mas que nossos gens transmitem também características psicológicas e habilidades e que podem ser passadas de uma geração as outras, nem sempre se manifestando na geração seguinte, mas igualmente transmitida ( cf. Elaine Pinto Albernaz, por e-mail).
Como se vê nesta pesquisa, no seio da comunidade judaica, os rabinos exerciam atividades vinculadas à arte de curar, aconselhamentos, econômicas, magistério etc., sendo que, em grande maioria, as personas da família ALBERNAZ, ainda hoje, exercem profissões e atividades semelhantes, o que poderiam traduzir-se em uma espécie de herança transgeracional ( !!!!), como observou Elaine Pinto Albernaz ( em e-mail)?.
O psicólogo italiano, radicado no Brasil, colunista da Folha de S.Paulo, Contardo Calligaris, afirma que: "a cultura faz parte do pacote de coisas que nos definem. Ela nos fabrica de tal forma que, mesmo que nos tornemos budista , continuaremos a pensar e a sentir de determinada forma. Neste sentido, a transmissão cultural é quase genética." Pensamos que esta carga genética cultural contribui para definir quem somos, qual a nossa identidade, indicando a nossa etnia.
O psicólogo canadense Eric Berne (1910-1970), mundialmente conhecido pelo desenvolvimento da denominada Análise Transacional, in "O que você diz depois de dizer Olá? no estudo que fez sobre os scripts dos seres humanos afirma que: "A cena do script começou há milhões de anos, quando a vida surgiu pela primeira vez do lodo e iniciou quimicamente a transmissão do resultado das experiência, através dos gens, para seus descendentes. (....) O script está escrito em moléculas fixas dos ácidos orgânicos (DNA) legados pelos pais..."
Tal hipótese contudo não significa dizer, como querem alguns, que o ser humano não possa se redirecionar, vez que o pensamento, a ideologia, a cultura, a religião, a filosofia faz parte da superestrutura social, consoante a infra estrutura econômica vigente de cada momento histórico.
Converte-se o praticante da religião judaica ou mesmo o judeu não praticante em cristão, não importa uma total mudança cultural, por força da carga genética, pensamos.
Como notamos alhures, no mais das vezes, os portadores do apelido de família Albernaz exercem atividades acadêmicas, profissões liberais etc, que antes eram inerentes aos rabinos e/ou personas de origem judaica.
Ver abaixo dados sobre MANGABEIRA-ALBERNAZ, anotação relativa ao Engenho de Embiara, que pertenceu aos ancestrais da família, tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.
A HERANÇA TRANSGERACIONAL E O TRANSCENDENTAL
Além do anotado acima, de cunho não religioso, sob estudos da denominada herança transgeracional, anotamos o que nos diz importante seguidor das religiões orientais.
"A vida de cada´pessoa é originária de D'us e nela se manifestou após passar por várias gerações de antepassados. Não é manifestação súbita de uma vida individual. Cada um de nós, embora pareça existir por si só, é prolongamento da vida dos antepassados, um arquivo vivo das experiências pelas quais eles passaram. Assim, todo ser humano traz dentro si a vida dos antepassados." ( cf. livro Sokushin Jôbutsu, no Shinn (10), de Massahau Taniuchi).
JUNG E A HERANÇA TRANSGERACIONAL
Pensar que o homem nasceu sem uma historia dentro de si próprio é uma doença. É absolutamente normal, porque o homem não nasceu da noite para o dia,nasceu num contexto histórico específico, com qualidades históricas especificas e, portanto, só é completo quando tem relação com essas coisas.Se um indivíduo cresce sem ligação com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos nem ouvidos e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutila-lo.( Carl Jung, citado por Renato Carrazedo, in Uma família do Rio de Janeiro).
CIÊNCIA E RELIGIÃO E A HERANÇA TRANSGERACIONAL
Vê-se que tanto a ciência como a religião reconhecem que existe, realmente, o vínculo entre as personas viventes hoje com seus antepassados é dizer a existência do que se denomina de "herança transgeracional" , que ultrapassa os limites fisiológicos para abranger o cultural.
Estrela de David e Armas do Brasil
É interessante notar que, a chamada Estrela de David foi adotada como símbolo nas Armas do Estado-nação brasileiro, enquanto o signo de Salomão foi adotado por Israel, sendo também usado no ocultismo universal e pela Igreja Católica Apostólica Romana ( c.f. " Os Seres Viventes" de Paulo Albernaz, pag.43, Ed. Madras).
AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ, na época do Estado Novo, fez-se tatuar com uma Estrela de David no braço, parte do corpo onde eram tatuados os perseguidos pelos regimes nazi-fascistas, em sinal de protesto contra toda espécie de autoritarismo e perseguição racial e/ou religiosa, de forma silenciosa, como era sua maneira de ser.

ALBERNAZ NA ILHA DAS FLORES, EM AÇORES PORTUGAL
ALBERNAZ é família antiga, da qual se conhece, desde o final do século XIII, em Açores. D. MARGARIDA ALBERNAZ, segunda mulher de Nuno Fernandes Cogominho, Almirante do Reino, no tempo de D.Dinis. Frei Dionísio das Chagas incluiu os Albernaz na lista dos nobres apelidos, com que foi povoado a Ilha Terceira, e, na Faial. Identifica, também, com este apelido o capitão ROQUE DIAS ALBERNAZ. Desta ilha, de resto, seria, provavelmente, natural o padre DOMINGOS NUNES ALBERNAZ, que tomou posse como vigário da Matriz de Santa Cruz, no dia 7 de agosto de 1644. Ao terceiriza AFONSO HOMEM DA COSTA (ALBERNAZ), filho de VITÓRIO GOMES ALBERNAZ e de Maria da Costa, que se casou nas Flores com Margarida de Viana, filha de Pedro João (e sua mulher?), deve a disseminação deste apelido na Ilha.Em Porto Delgado , onde viveram alguns familiares deste nome, existe, desde tempos imemoriável, a PONTA ALBERNAZ, e na vila de Santa Cruz já residia , também, na segunda metade de seiscentos, uma tal CATARINA ALBERNAZ, que ali ficou casada com Baltazar Carneiro, de que houve descendência. Nos Açores, modernamente, apenas S. Miguel e Flores mantém a forma ALBERNAZ, prevalecendo nas restantes ilhas o nome ALVERNAZ. ( cf. Ilha das Flores - da Descoberta à Atualidade - site da Ilha das Flores, Açores, Portugal - in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz).
Ainda consta nos assentos de casamento da Ilha das Flores, Açores, que Gaspar de Mendonça, viúvo de Esperança Coelho, moradora nos Cedros, Santa Cruz das Flores, casou, na Igreja de Nossa Senhora das Conceição, Santa Cruz das Flores, Açores, em 13.04.1698, com MARIA ALBERNAZ, filha de Baltazar Carneiro e de CATARINA ALBERNAZ, e de, Manuel Carneiro, soldado, filho de Baltazar Carneiro e de CATARINA ALBERNAZ, casou, na Igreja de Nossa Senhora das Conceição, Santa Cruz das Flores, Açores, em 12.05.1698, com Maria de Fraga, filha de João de Fraga e de Maria Coelho. ( c.f. e-mail de Francisco Gomes, residente em Açores, Portugal, a quem agradecemos a gentileza pela colaboração)
Na ilha das Flores , em Açores, Portugal, encontra-se instalado o FAROL DE ALBERNAZ, em homenagem a descendentes da família.
Ver descrição do Farol de ALBERNAZ na página quatro (4) deste site.
VÍNCULO DE PARENTESCO - LINHAS E GRAUS - DE ACORDO
COM A LEI CIVIL BRASILEIRA
O vínculo de parentesco estabelece-se por linhas: reta e colateral e a contagem faz-se por graus.
Parentes em linha reta são as pessoas que descendem umas das outras: bisavô, avô, pai, filho, neto e bisneto. A linha reta é ascendente quando se sobe de determinada persona para os seus antepassados: do pai para avô etc. É descendente quando se desce dessa persona para os descendentes: do avô para o pai etc.
São parentes em linha colateral ou transversal as personas que provêm de um tronco comum, sem descenderem uma da outra. É o caso de irmãos, tios, sobrinhos e primos. Na linha reta não há limite de parentesco; na colateral, de acordo com a lei, este estende-se até o quarto grau, para fins legais.
Grau é a distância, em gerações, que vai de um a outro parente. Na linha reta, constam-se os graus pelo número de gerações. Pai e filho, por exemplo, são parentes em linha reta, em primeiro grau. Avô e neto são parentes em segundo grau, porque entre eles há duas gerações. Na linha colateral, a contagem faz-se também pelo número de gerações, partindo-se de um parente situado em uma das linhas, subindo-se, contando as gerações, até o tronco comum, e descendo pela outra linha, continuando a contagem das gerações, até encontrar o outro parente. Os irmãos são colaterais em segundo grau, pois partindo de um deles, até chegar ao tronco comum, que é o pai, conta-se uma geração, descendo pela outra linha, logo depois de uma geração encontra-se o outro irmão. Tios e sobrinhos são colaterais em terceiro grau. Primos, em quarto.
Cada cônjuge ou companheiro é aliado aos parentes do outro pelo vínculo de afinidade.
Nota-se que o parentesco mais próximo na linha colateral é o de segundo grau, existente entre irmãos, não havendo parentesco em primeiro grau na linha colateral.
(Referência: artigos 1591 a 1595 do Novo Código Civil Brasileiro)
IMPORTÂNCIA DOS NOSSOS ANCESTRAIS
PARA NOSSA EXISTÊNCIA
Importa anotar por curiosidade que todos nós temos um pai e uma mãe, quatro avós, oito bisavós, dezesseis trisavôs, e assim por diante, de forma que cada um de nós tem sua hereditariedade bastante complexa e rica, formada por trinta parentes até o quarto grau de parentesco na linha reta , apenas.
Pensemos na hipótese de ter havido uma catástrofe no mundo com a morte de algumas das crianças que se tornaram nossos ancestrais, certamente não existiríamos.
Nossos ancestrais passaram e enfrentaram terremotos, maremotos, guerras, guerrilhas, catrástrofes das mais diversas, até mesmo o dilúvio, o que demonstra que somos filhos de vencedores, de seres fortes antes de tudo.
Com diria José de Alencar: " O nosso ancestral é antes de tudo um forte".
DA ESPANHA PARA PORTUGAL PARA O
BRASIL
Mansur Guerios vê no vocábulo ALBERNAZ uma
variante de ALBORNOZ, patronímico de ABORNOS, do árabe (cf. Dicionário das
Famílias, Originis X, 2001, de Antônio Henrique da Cunha Bueno e Carlos Eduardo
de Almeida Barata. Mas há deficiência de documentação a respeito dessa assertiva
(Antenor Nascene II,8).
Mas não há dúvida que, ALBERNAZ é família
antiga, da qual além dos famosos cartógrafos ALBERNAZ da Escola de Sagres,
registra-se, no fim do século XIII e começo do século XIV, D. MARGARIDA DE
ALBERNAZ, segunda esposa de Nuno Fernandes Cogominho, Almirante do reino, no
tempo de El Rei D. Diniz ( 1279/1315).
TELMO VIEIRA ALBERNAZ, jurista
lusitano, afirma que D. MARGARIDA DE ALBERNAZ está sepultada na Sé de Lisboa,
tendo sido fundadora da Misericórdia, com Frei Miguel Contreras. Diz, ainda, que
a família ALBERNAZ, em Portugal, teve origem em Farminhão - Viseu - , onde
nasceram a maior parte dos "ALBERNAZES" vivos na terra de
Camões.
D. MARGARIDA DE ALBERNAZ E NUNO FERNANDES COGOMINHO
Nova versão sobre D.MARGARIDA DE ALBERNAZ, com diferença mínima da acima inçada, o que se registra para fins de pesquisa.
De TELMO VIEIRA ALBERNAZ, jurista de renome e advogado conceituado pelo seu saber e idoneidade e de MARTA DE SOUZA ALBERNAZ, cientista brasileira, radicada no Rio de Janeiro, destacam-se as anotações que seguem articuladas:
ALBERNAZ - Genealogia: Família antiga, da qual se conhece no fim do séc. XIII e começo do seguinte D. MARGARIDA DE ALBERNAZ, segunda mulher de Nuno Fernandes Cogominho, almirante do reino em tempo do rei D.Deniz, almotacê-mor (inspetor encarregado dos pesos) de D. Afonso IV e chanceler-mor de D. Pedro I, filho de D. Fernão Fernandes Cogominho e de sua mulher D. Joana Dias.
D. MARGARIDA DE ALBERNAZ e seu marido deixaram geração, procedendo deles os Cogominhos, e fundaram a capela de Nossa Senhora da Misericórdia da Sé de Lisboa, onde, em túmulo com figura jacente e as armas dos Albernaz e dos Cogominho, jaz o corpo desta senhora.
No ano de 1738 instituiu um vínculo que uniu à capela de Santo Estácio da Sé de Lisboa, MARTIM AFONSO DE ALBERNAZ. Nos registros do rei D. João I também figura outro ALBERNAZ, ÁLVARO MARTINS ALBERNAZ, dos Paços do Lumiar, talvez filho daquele, como faz supor o patronímico.
No tempo de D. Afonso V passou a Portugal FERNÃO CARRILHO DE ALBERNAZ, que se casou com Maria Borges, de quem nasceu seu filho FABIÃO BORGES DE ALBERNAZ, morador em Guimarães, pai de DIOGO BORGES DE ALBERNAZ, natural da mesma vila, que viveu na Ilha da Madeira, onde deixou geração, e teve carta de brasão de armas em 30 de Março de 1538, e de MARTIN MESQUITA BORGES, morador de Goa, que também tirou brasão de armas no ano de 1562.
As suas armas são: Esquartelado de azul e de prata, com quatro carapeteiros de um no outro. Timbre: um carapeteiro de azul.

Brasão de DIOGO BORGES DE ALBERNAZ
Ainda destacam-se FERNÃO MARTINS ALBERNAZ. Músico. Viveu no tempo de D. João II, de quem foi moço de câmara e escrivão dos Paços de Sintra. Este monarca, por alvará passado em Almeirim, em 16 de Março de 1551, o encarregou da tanger (fazer soar), consertar e limpar os órgãos da capela dos ditos paços. FERNÃO MARTINS ALBERNAZ sucedeu a Fr. Diogo, que se fora para Castela, e,
FRANCISCO DA SILVA ALBERNAZ, nomeado por el-rei D. Pedro, em 15 de Março de 1699, capitão engenheiro da expedição de Mombaça, e que faleceu poucos dias depois de chegar em Gôa.
Há noticia, também ,do cidadão português, ANTÔNIO ALBERNAZ, nascido na Ilha do Faial - Açores , Rio Pardo - RS -, casado com Maria Duarte, pai de RAIMUNDO ALBERNAZ, igualmente, nascido na Ilha do Faial - Açores , e, falecido, em 21.01.1799 na cidade, Rio Pardo - RS., casado com Maria Teresa de Jesus, nascida na Ilha do Pico, Açores e falecida em Rio Pardo - RS ( * ? . ? 1750 + 31.03.1780 ), filha de Estevão da Rosa e Maria Antônia.
Nota: Ver brasão de armas de DIGO BORGES DE ALBERNAZ na página 5, por gentileza de Marta de Souza Albernaz e seu genitor
O BRASÃO PORTUGUÊS-ESPANHOL
Com relação ao eventual vínculo do nome ALBERNAZ com ALBORNOZ ou
ALBERNOZ , o brasão de - MANUEL FRANCISCO ALBERNAZ - ( Rio de Janeiro, RJ +
1875), fazendeiro na região de Guaratuba , filho de FRANCISCO ANTONIO ALBERNAZ e
de Adriana Maria do Sacramento, que foi agraciado por decreto de 28.12.1872, com
o título de 1o.Barão de Santa Clara, em sua descrição, indica eventual relação
da família com o nome árabe.
O
BRASÃO DO BARÃO DE SANTA CLARA

DESCRIÇÃO HERÁLTICA:
Escudo de Armas Esquartelado.
I - De ouro
banda de verde, carregado de três estrelas de prata.
II - De prata três
aureolas de verde carregadas de memória de ouro.
IV - De ouro três ramos de
Caffeeiros de verde frutados de vermelho em faixa.
Coria - Da dignidade de
Barão.
Condecorações - Imperial Ordem, de Cristo - Imperial Ordem da
Rosa.
O brasão foi requerido em 27 de janeiro de 1873, e concedido com o
Aviso ao Rei-de-Armas em 4 de fevereiro de 1873.
O Brasão pintado conforme
original conservado no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro.( Brasão de Armas,
caixa 2, pasta 02).
O "Archivo Nobiliarchio Brasileiro" ilustra na página
412, o Brasão, que difere do original.
Interpretação do Brasão.
Escudo de
Armas ordenado nas características de Heráltica Brasileira. O primeiro quartel é
semelhante ao Escudo de Armas da família ALBORNOZ, de Espanha.
O segundo e o
quarto quartel mostram a qualidade de fazendeiro, produtor de cana de açúcar e
café.
O terceiro quartel não tem significado conhecidoo.
Nota: Observamos que há outros brasões que homenageiam personas de apelido de família ALBERNAZ e que, no mais das vezes, confundem ALBERNAZ com ALBORNOZ.
ENCICLOPÉDIA LUSITANA E ENCICLOPÉDIA
PORTUGUESA-BRASILEIRA
( A ser pesquisada, aguardando-se outros dados de Telmo)
A Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, no ano de 1378, registra o nome de MARTIM AFONSO DE ALBERNAZ, que instituiu um vínculo que uniu à Capela de Santo Estácio da Sé de Lisboa.
Há indicações , na Enciclopédia Lusitana de que um certo ALBERNAZ teria acompanhado Vasco da Gama em suas viagens, tendo morrido em Mombassa, no trajeto das Índias ( cf. e-mail de Frances Albernaz).
FERNÃO MARTINS ALBERNAZ, músico, viveu no tempo do rei D. João II, de quem foi moço de câmara e escrivão dos Paços de Sinta. Este monarca, por alvará passado em Almeirim, de 16 de março de 1551,o encarregou de tanger, consertar e limpar os órgãos da capela dos ditos paços. FERNÃO MARTINS ALBERNAZ sucedeu a Fr. DIOGO, que se fora para Castela.
FRANCISCO DA SILVA ALBERNAZ, nomeado engenheiro na expedição de Mombaça, e que faleceu poucos dias depois de chegar a Gôa.
Nota: Ver melhores dados sobre D. MARGARIDA DE ALBERNAZ, segunda mulher de NUNO FERNANDES COGOMINHO e seus descendentes na página 5, onde está o Brasão de armas DIOGO BORGES DE ALBERNAZ, importante persona de Portugal.
DA ESPANHA PARA PORTUGAL
No tempo do El Rei D. Afonso VI (1438/1481),
descendentes da família ALBERNAZ passaram a Portugal, da vizinha Espanha, na
pessoa do espanhol FERNÃO CARREIRO ALBERNAZ, que se casou com a portuguesa D.
Maria Borges Albernaz.
O casal teve, entre seus descendentes, os netos
DIOGO BORGES DE ALBERNAZ, natural da Vila de Guimarães, que viveu na Ilha da
Madeira, onde deixou descendência e recebeu a Carta de Brasão de Armas, passada
em 30.03.1558,
e MARTIM DE MESQUISTA BORGES ALBERNAZ, morador de Goa, que
também recebeu Carta de Brasão de Armas, em 1562 ( cf. Gayo, albernazes., tomo
II, Título Brasil).
(BRASIL, provém do hebraico BARSEL, que significa ferro, dai a denominação de "pau-brasil" à madeira nativa "dura como ferro", também conhecida como "mandeira judaica).

(BARSEL - BRASIL)
Nos anos 500, diz PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ (cf. e-mail), na Escola de Sagres, Portugal, há registro da existência dos irmãos ALBERNAZ, que trabalhavam como cartógrafos, cuja ascendência seria judaica. Segunda pesquisa de DORIS S. ALBERNAZ, ademais de LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ, JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I e seu neto JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II e de PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ, a família produziu seis gerações der "fazedores de mapas", desde o século XVI ao século XVII.
Na exposição de História do IV Centenário da Cidade de São Paulo, vários mapas foram expostos com assinatura de cartógrafos de nome ALBERNAZ, sendo que esses mapas encontram-se na Torre de Belém, em Portugal.
Howar Fast, citado por MANGABEIRA ALBERNAZ, afirma que os cartógrafos da época dos Grandes Descobrimentos eram da etnia judaica, mas não haveria comprovação efetiva desta assertiva em documentos conhecidos, embora tudo leva a crer na veracidade da indicação, pois, segundo Moacyr Scliar, in Judaismo Dispersão e Unidade, página 109, Ed.Ática " (...) os judeus já estavam associados às navegações desde muito antes, na famosa escola de Sagres, destacavam-se os nomes de Geada Cresças, José Vizinho e Abraham Zacuto."
Seriam os cartógrafos com apelido de família ALBERNAZ sephardistas ? isto é judeus da região da Penísula Ibérica, que o profeta Abdias faz menção na Bíblica ( Abdias 20) ?
É de se notar que, Moacir, no obra citada, afirma que, por volta de 1923, comunidades judaicas concentravam-se em Porto Alegre, RS., sobretudo no Bairro Bomfim. Ao mesmo tempo começava-se a formar a comunidade judaica em São Paulo, no Bom Retiro, anotando o autor: " (...) não é curioso que esses dois bairros, Bom Retiro e Bomfim, tenham dominações parecidas ?.
? Curioso, pensamos, que MANUEL FELICIANO SOARES ALBERNAZ, o Conselheiro ALBERNAZ, personagem de Lima Barreto, em "O homem que falava javanês", tinha residência na rua Conde do Bomfim , dominação parecida com Bom Retiro e Bomfim, bairros de Porto Alegre e São Paulo ?
Seria coincidência ou Lima Barreto estaria indicando a etnia ou condição de marrano de sua personagem: o Conselheiro ALBERNAZ ?
Em "Desmundo", Cia das Letras, Ana Miranda, que para escreve-lo fez importante pesquisa histórica do Brasil, nos primórdios do descobrimento e colonização, por volta der 1560, assim relata:
" A uma casa de mocas do gentio paridas ou também órfãs, de padres, no levaram, em um terreiro onde se chegava ao passar por uma larga loja de mercadorias, ba banda do mar, onde uns marranos mostravam o que no reino não podiam, suas barbas e chapéus de rodas, roupas de rabi e faziam suas mercas sem ser numa alcaçaria, seus preços, seus panos, sacas de farinha ou potes de mel, tapeçaria, ferros, pregos, coisas do reino e muito do que se pode querer ou de alguma utilidade."
No site http://.crmgo.cfm.org.br/biblioteca-virtual/cristaos-novos/d.asp figura, expressamente, os nomes de DOMINGOS GOMES ALBERNAZ e de DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ na lista de cristão novos , que viveram em território português nos século XVI e XVII, que coincidem com personas que passaram a habitar as terras descobertas por Cabral.
CENSO DE 1872
"INEXISTÊNCIA DE PERSONAS DE ETNIA JUDAICA NO BRASIL."
Em 1872 foi realizado o Censo brasileiro registrando a inexistência de qualquer habitante de etnia judaica no território nacional, embora, seja certo, durante o Império, desde o descobrimento, cerca de 2.000 judeus entraram no País ( cf. Jacob Lestchinshy, in "Jewish Migrations", dentre outros autores).
Explica-se a ausência do não registro de judeus no Brasil, face à perseguição sofridas pelos povos de etnia judaica, desde a inquisição, quando tiveram de fugir da Penísula Ibérica para outros países, incluindo o Brasil, escondendo sua condição , pois eram denominados de formas variadas, tais como: judaizantes, marranos, converso e cristãos novos ( cf. Seymour Liebman, in New World Jewry ( 1943), ademais de terem adotado apelidos de família dos mais diversos, o que dificulta pesquisa mais profunda a respeito do tema, mas não de todo impossível .
No mais das vezes, os ascendentes de judeus convertidos ao cristianismo sonegavam dos descendentes sua origem, pois em cada um dos cristãos-novos podia existir um judeu em potencial, o que poderia lhes dificultar a vida social.
Há casos em que determinada persona alertada por um parente de sua condição de marrano sentia-se ofendida, por não aceitar ser da mesma etnia dos responsáveis pela morte de Jesus de Nazareh, embora Ele fosse judeu.
As "estórias" do judeu errante e da malhação de Judas, na quaresma, faziam uma espécie de lavagem cerebral nas cabeças dos infantes filhos de marranos.
VÁRIOS DESCENDENTES DA FAMÍLIA ALBERNAZ NO BRASIL, DESDE O DESCOBRIMENTO...
Vários os descendentes da família ALBERNAZ que passaram ao Brasil, no decorrer desses quase quinhentos anos de história.
Como já dissemos alhures, em
Portugal e Espanha muitos judeus foram obrigados a se converter ao catolicismo,
para sobreviver, são os cristãos novos ou marranos, sendo que muitos deles
formaram um grupo de acompanhou Vasco da Gama em suas viagens às Índias e Pedro
Álvares Cabral ao Brasil, dentre podemos indicar Fernão de Noronha.
No Brasil os judeus e marranos se dedicaram à industria do fumo e do pau-brasil,
conhecido como madeira judaica ou ferrro, barsel, que deu origem ao nome do
nosso País. Com a invasão holandeza foram eles bem acolhidos pelos
conquistadores, contudo com a expulsão dos holandeses foram obrigados a fugir
para outros paises, sendo que ajudaram a fundar a cidade de Nova Amsterdã,
hoje Nova York, Estados Unidos.
No Rio de Janeiro, entre outros, destaca-se conhecido a de
PEDRO DE ALBERNAZ (C.1585, Ilha do Faial - f ? ), filho de DIONÍSIO NOGUEIRA
ALBERNAZ e de Antônia Manoel, casado em primeiras núpcias com Isabel Maciel, e,
em segundas, em 1617, no Rio de Janeiro, com Leonor Gomes ( cf. Rheingantz,
I,30).
Em São Paulo, entre outras, a de FERNÃO DE ALBERNAZ, registrado em 1750, morador de Piratininga, na Vila de São Paulo, tendo sido um dos demarcaradores das terras dos Jesuítas ( cf. A. Moura, Piratininga, 13).
Em Minas Gerais fala-se em
JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ casado com Francisca Rosa de Freitas, por volta de
1850, sem confirmação, o que está sendo pesquisado.
Ainda, em São Paulo
noticia-se vários descendentes do Capitão ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ (1598/1663),
Taubaté, S.P., que foi casado com Catarina de Sisneiro.
Nota-se que, fundada em 1636, Vila em 1645, cidade em 1842, Taubaté ( Taubaté - Taba Verdadeira) teve entre as primeiras famílias a povoa-la a de apelido ALBERNAZ ( cf. Portal dos Cartórios, Taubate). ( Ver página 4).
Padre PEDRO HOMEM ALBERNAZ teria sido prelado, não interino , mas titular, da Prelazia de São Sebastião do Rio de Janeiro, por Carta Regia de 2 de setembro de 1639, segundo Monsenhor Alves Ferreira dos Santos. No entanto não há documentos comprobatórios desta assertiva. Teria ele sido escolhido para prelado pelo clero do Rio de Janeiro, em duas oportunidades: 24.01.1630 e 1637 a 1643.( cf. indicações da Arquidiocese do Rio).
Nota: Ver na página 4, deste site, outros dados sobre o Padre PEDRO HOMEM ALBERNAZ.
BARTOLOMEU ALBERNAZ morador da cidade do Rio de Janeiro. Segundo Elysio de Oliveira Belchior, ao 28 de janeiro de 1573, testemunhou a demarcação das terras pertencentes à Cia. de Jesus, situadas entre o rio Iguaçu e a Tapera de Inhaúma. Com outros sesmeiros, recebeu 1.500 braças de terras em Inhaúma, aos 15 de fevereiro de 1614 e 3.000 braças no rio Guaguassu, em 31 de março de 1614.
MANUEL ALBERNAZ, sesmeiro, segundo o autor citado acima, teria recebido, aos 9 de dezembro de 1578, 1578,600 braças de largo e 1.500 de comprido, em Jaguaré. Faleceu antes de 13 de abril de 1596. Nesta data, a escritura de doação da capela de Nossa Senhora da Conceição feita por Aleixo Manuel ao Mosteiro de São Bento, o mencionado como defunto.Tudo leva a crer tratar-se de parente, talvez filho, do benfeitor dos beneditinos, pois um deles chamava-se PEDRO HOMEM ALBERNAZ, existindo carta de sesmaria, datada de 7 de setembro de 1602, em favor de ALEIXO MANUEL ALBERNAZ.
ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, ( * 1644 no rio de Janeiro RJ + 1663, Taubaté S.P.
FRANCISCO DA COSTA ALBERNAZ, (* abril 1603+ 1665, S.Paulo, S.P.)
FRANCISCO DA COSTA ALBERNAZ (?) ( * 1643 , São Paulo, casado 1664, São Paulo, + 1665, São Paulo S.P).
MANOEL HOMEM ALBERNAZ( + 1726,
Itu S.P.), casado, em primeiras núpcias, com Isabel de Barros Freire, filho de João
Homem da Costa e de Joana de Chaves, pai do
Capitão JORDÃO HOMEM ALBERNAZ, natural da Ilha de São Sebastião e falecido em Itu - S.P., (1663/1743), casado em 1683, em Itu, com Joana de Almeida, filha do Capitão João de A. Almeida e de Izabel Delgado.
Fala-se, também, em JORDÃO HOMEM ALBERNAZ DA COSTA ou DE CASTRO, natural da Ilha Terceira, nos Açores, Portugal, que, a pedido do Governador do Rio de Janeiro, Salvador de Sá Benevides, sendo donatária da Capitania de São Vicente a Condessa de Viniero, estabeleceu-se com seus familiares no povoado hoje denominada Ubatuba - S.P., onde construiu uma capela , sob a invocação de Santa Cruz do Salvador, sendo , por isso, considerado o fundador da cidade. O dito povoado conseguiu sua emancipação político-administrativa e foi elevado à categoria de Vila, em 28 de outubro de 1637, com o nome de Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz do Salvador de Ubatuba. Em 1855 a Vila passa a categoria de cidade ( c.f. site da cidade de Ubatuba).
Capitão MANOEL HOMEM ALBERNAZ, casado em Itu (1687) com Anna Maria Bicudo, filha de Gonçalo Pires e de Juliana Cortez, tendo deixado descendência nos filhos ANNA, MARIA, VICTORIO HOMEM ALBERNAZ, FRANCISCA DE BARROS ALBERNAZ, que se casou com João Paes de Almeida .
Ainda, temos
notícia de MANOEL HOMEM ALBERNAZ, casado com Maria Magdalena, filha Gaspar
Cubas, que era primo de ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, que foi Juiz de Direito em
Mogi das Cruzes, em 1645, tendo falecido na mesma cidade em 1644, sem deixar
geração (e-mail de Waldir Rueda).
JOÃO
HOMEM ALBERNAZ, casou-se em 1705, em Itu - S.P. , com Izabel de Frias , filha de
Manoel de Frias Tavares e de Fellipa Gago.
PASCHOAL HOMEM ALBERNAZ que se
casou, em 1690 em Itu - S.P., com Izabel Corrêa , filha do Capitão Matheus
Corrêa Leme e de Maria Cabral.
Na Bahia, a família do comerciante JOAQUIM
INÁCIO GARCIA ALBERNAZ, estabelecido com lojas de fazendas, no Município de
Cachoeira; e de
JOAQUIM INÁCIO GARCIA ALBERNAZ SOBRINHO, comerciante de
jóias, também no município de Cachoeira.
A - DOMINGOS GOMES ALBERNAZ ( *1641 + 1750), filho de Manoel Rosa GUEDES e de Maria Rodrigues ARZAN, casado ( 1728? ), em São Paulo, com Maria Paes de Oliveira (1645 + 1716 ? ), filha de Antônio Pedroso Oliveira e de Maria Paes Domingos, pai de:
A - 1 - ANA MARIA ALBERNAZ, casada com Manuel de Souza de Oliveira.
A - 2 - MANOEL CAVALHEIRO DE OLIVEIRA ALBERNAZ.
A - 3 - ESCOLÁSTICA DA ROSA ALBERNAZ, casada com Francisco Marques.
A - 4 - BENTO DE OLIVEIRA LEITE ALBERNAZ.
A - 5 - FRANCISCO PEDROSO LEITE ALBERNAZ , casado ( 1765) em São Paulo, com Mariana Eufrásia Monteiro de Mattos, filha de Jerônimo Monteiro de Mattos e de Felippa da Siqueira Guerra, da cidade de Santos.
A - 6 - DOMINGOS LEITE ALBERNAZ FILHO.
A - 7 - MARIA LEITE DE OLIVEIRA (ALBERNAZ), casada ( 1776), em São Paulo, com DOMINGOS GOMES ALBERNAZ (?) , filho do Cap. Carlos Pedroso de Morais e de Joana Franco Bueno.
A - 8 - JOSÉ PIRES DE OLIVEIRA ALBERNAZ.
A - 9 - JOSÉ PIRES DE OLIVEIRA.
A - 10 - MARIA PAES DE OLIVEIRA (ALBERNAZ).
A - 11 - ROSA PAES DE OLIVEIRA ( ALBERNAZ).
A - 12 - THEREZA DE JESUS OLIVEIRA (ALBERNAZ), e de
A - 13 - ANTONIO ALBERNAZ.
Nota: Como anotado acima, o nome de um certo DOMINGOS GOMES ALBERNAZ figura na lista do site http://www.crmgo.cfm.org.br/biblioteca-virtual/cristaos_novos/d.asp dentre os cristãos-novos que viveram em Portugal, nos séculos XVI e XVII.
Curioso observar que, os pais deste DOMINGOS GOMES ALBERNAZ tinham o apelido de família ALBERNAZ, mas de GUEDES e ARZAN, como se pode ver acima, muito embora seus descendentes passaram assinar ALBERNAZ.
De acordo com o site http://www.familysearch.org/., Domingos Gomes Albernaz e Maria Paes de Oliveira teriam se casado em 1728, estando ele com 87 anos, e ela com 83, desde que nasceram em 1641 e 1645, respectivamente.
RUA VIGÁRIO DOMINGOS ALBERNAZ
e outras ruas na cidade de São Paulo
Ainda, em São Paulo fala-se no Vigário DOMINGOS
ALBERNAZ, por volta de 1650 (?), cuja casa foi tombada pelo Patrimônio
Histórico.
A Folha de São Paulo, então Folha da Manhã, há tempo, publicou uma reportagem sobre o
"famigerado Vigário Albernaz" e seus afilhados, bem como sobre sua casa, que
teria sido tombada pelo Patrimônio Histórico de São Paulo.
Infelizmente, o recorte do jornal desapareceu, sendo que a Folha de São Paulo,
instada a fornecer uma cópia da referida reportagem, afirmou que ela não consta
de seu arquivado conservado. Pesquisas a respeito continuam, pois trata-se de um
importante assunto de interesse histórico, não só para família
Albernaz.
Na cidade de São Paulo, conforme site da Prefeitura do Município, a rua denominada de Vigário Albernaz, no Distrito Saúde, seria uma homenagem a DOMINGOS GOMES ALBERNAZ, clérigo fluminense, celebre na História de São Paulo, no século XVII.
Registre-se que uma "telha" da casa do Vigário DOMINGOS ALBERNAZ encontrava-se exposto no Museu do Café de Ribeirão Preto, S.P. , não existindo mais o referido objeto no indicado museu.
No site da Comarca de Santana do Paranaíba encontramos uma ata que descreve a expedição de Fernão Dias, datada de 29.12.181, que fala no apaziguamento de grande alterações e restauração por porte da Companhia de Jesus, por parte do ouvidor João Velho de Azevedo, quando os jesuítas foram reconduzidos aos seus colégios de São Paulo e São Vicente, como a reposição do Vigário DOMINGOS GOMES ALBERNAZ em sua igreja, a matriz da dita Vila de S. Vicente e Santos.
? Uma questão fica no ar: seria o Vigário DOMINGOS ALBERNAZ e o Vigário DOMINGOS GOMES ALBERNAZ, referido, a mesma pessoa ? Teria este Vigário DOMINGOS GOMES ALBERNAZ parentesco com o DOMINGOS GOMES ALBERNAZ acima citado ? Ou seria o Vigário DOMINGOS GOMES ALBERNAZ o cristão-novo listado no site http://www.crmgo.cfm.org.br/biblioteca_virtual_cristaos_novos/d.asp ?
RUA PADRE DOMINGOS GOMES ALBERNAZ - ITAIM PAULISTA - CIDADE DE SÃO PAULO
Ainda, no site de ruas da cidade de São Paulo, consta uma rua denominada PADRE DOMINGOS GOMES ALBERNAZ, jesuíta fluminense do século XVII. Não há indicação de que seria o mesmo Vigário DOMINGOS ALBERNAZ, acima indicado.
RUA ANTONIO ALBERNAZ - ITAIM - SAÚDE - CIDADE DE SÃO PAULO
ANTONIO ALBERNAZ, que dá nome a uma rua no Bairro de Itaim - Saúde, cidade de São Paulo, foi companheiro de Raposo Tavares. Foi capitão paulista que tomou parte da bandeira de 1636, chefiada por Raposo Tavares. Faleceu em Taubaté no ano de 1663.
RUA FERNÃO ALBERNAZ - VILA MATILDE - CIDADE DE SÃO PAULO
FERNÃO ALBERNAZ dá nome a uma rua na Vila Matilde, em São Paulo, constando que foi ele povoador quinhentista.
RUA SALVADOR FARIA ALBERNAZ - SANTO AMARO - CIDADE DE SÃO PAULO
Figura, igualmente, no site de ruas da cidade de São Paulo, homenagem SALVADOR FARIA ALBERNAZ, bandeirante do século XVII.
RUA PROFESSOR PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ - BAIRRO CIDADE ADEMAR - CIDADE DE SÃO PAULO
Uma das ruas de Cidade Ademar, Bairro de São Paulo, foi denominada Egrégio Câmara Municipal de PROF. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, médico baiano, um dos fundadores da Escola Paulista de Medica, nascido em 25 de janeiro de 1896 e falecido em 23 de abril de 1982.
RUA JOAQUIM WENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ, Vila Ferreira, Terenos, Mato Grosso do Sul, que foi rábula, proprietário rural, cartorário e republicano, tendo deixando geração, conforme abaixo descrito, dentre seus descendentes honra sê-lo o autor desta pesquisa, seu neto VÍCTOR HUGO ALBERNAZ.
AVENIDA TONICO ALBERNAZ - Chapada dos Guimarães - MT
Na cidade de Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, conforme Mariana Albernaz e Silva, há uma avenida em homenagem TONICO ALBERNAZ
RUA CAPITÃO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ - Taubate
AS TRÊS RAÇAS E O APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ
ALBERNAZ consorciado com
nativos.
Na linha indígena, figura a descendência de
DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ, do Rio de Janeiro (1886), casado com Teodósia "do
gentil da terra" , índia ( cf. Rheingantz, II, 354, citado no Dicionário as
Famílias).
Nota: Um certo
DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ figura no site http://www.crmgo.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristaos_novos/d.asp
entre os cristãos novos que viveram em território português nos
séculos XVI e XVII.
ALBERNAZ consorciado
com a raça negra.
Na linha africana, o nome ALBERNAZ tem
descendência na família de JOÃO CARDOSO ALBERNAZ, do Rio de Janeiro, casado com
Benta da Silva, "parda forra", em 1750.
ALBERNAZ consorciado com a raça
amarela.
No site
da Ordem dos Advogados do Brasil, há indicação do nome de EDNA TAKIMOTO ALBERNAZ, jovem bacharel em direito, que foi aprovada no 113o. exame da Ordem,
realizado na cidade de São Paulo, ela filha de JOÃO BATISTA ALBERNAZ,
Engenheiro , casado com FUKUKU TAKIMOTO ALBERNAZ, Terapeuta Ocupacional,
residentes na cidade de São Paulo.
FARIA ALBERNAZ - NOMES A SEREM PESQUISADOS
Trata-se de
união da família ALBERNAZ com a família FARIA, de descendência judaica (
marrano/cristão-novo - ver FARIA-ALBERNAZ) , prevalecendo o apelido de família
FARIA ALBERNAZ, constituindo-se uma mesma família, com ramificações no Rio de
Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goyaz velha e Goiânia.
Ainda, fala-se
no Sargento Mor FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ, que chefiava Bandeiras e que foi o
descobridor de importantes jazidas de ouro, dentre elas, a do Pico, onde se
localiza, hoje, a cidade de ITABIRA, MG., juntamente com seu irmão SEBASTIÃO DE
FARIA ALBERNAZ, por volta de 1702, local em que vez erguer uma pequena capela em
homenagem à sua santa de devoção NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO ( ver na página 04,
mais detalhes).
Nota: Pede-se de
seus descendentes novos dados..
Capitão ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ
( + 1663 - Taubaté - S.P.) , casado com CATARINA DE SISNEIRO, dentre seus
descendentes figuram:
I - seu filho, o Capitão SALVADOR DE FARIA
ALBERNAZ, natural do Rio de Janeiro, casado com Francisca Duarte Ribeiro, sendo
que, do Rio de Janeiro, transferiu residência e domicilio para São Paulo,
estabelecendo-se em Taubaté SP.
Foi o Capitão
SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ o "descobridor" de em Minas Gerais de ricas
jazidas de Infeccionado, hoje Santa Rita Durão. Seu
pai,
o Capitão ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, tomou parte da "bandeira",
comandada por Antônio Raposa Tavares, em 1636, que talara a região de Tape no
Ri Grande do Sul. Casado mudou-se com sua esposa para Mariana, MG, onde
havia descoberto minas de ouro..
Segundo o historiador mineiro Diogo de Vasconcelos, SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ foi perseguido pelo Santo Ofício, tendo morrido pobre em Minas Gerais.
II - o seu bisneto, SALVADOR FERREIRA.
ALBERNAZ (* Taubaté, 1727), casado com Isabel de Castilho, destacou-se
como Mestre de Campo, Capitão Mor de Taubaté, por patente de 7.10.1717, Regente
das Vilas de Taubaté, Pindamonhangaba e Guaratinguetá, cidades do Estado de São
Paulo (1720). Foi provedor dos Reais quintos do ouro de Minas Gerais.
Fez
justificação de sua qualidade de nobreza e de seus avós, processada em 1725, em
Taubaté.
III - e outro, SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ, filho de FRANCISCO
JORGE PAZ e MARIA DE FARIA ALBERNAZ , casado com Andreza Correia de
Alvarenga, filha Elias Correia de Alvarenga e de Lena de Andrade, que deu origem
à família FRIA ALBERNAZ
de Pirinópolis ( ver a diante).
Assim, temos várias personas com o nome de SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ, que devem ser pesquisadas.
FAMÍLIA FARIA ALBERNAZ
DE PIRINÓPOLIS, COM DESCENDENTES EM GOIÂNIA, ITABIRA, GOIÁS, SÃO PAULO, MATO GROSSO DO SUL E MATO GROSSO ETC
MARIA DE FARIA ALBERNAZ, da cidade de Taubaté, Estado de São Paulo, casada com FRANCISCO JORGE PAZ, gerou:
I - SALVADOR DE FARIA
ALBERNAZ, nascido em Taubaté , S.P., transferiu-se para Mariana MG. e de lá para Capela de Sant'Ana do Rio
Peixe Bárbara , depois para Meia Ponte, hoje Pirinópolis, juntamente com seus
três dos seus filhos ( nomeados nos itens "1", "2", e "3', abaixo) e sua
esposa Andreza Corrêa
de Alvarenga (J.J. Jayme, Pirinópolis, II, 51, citado no Dicionário das
Famílias), com quem gerou nove filhos:
1 - SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ ,o filho, nascido em 1782,
no arraial de Itabira, bispado de Mariana - M.G. ( ver "A", abaixo).
2 - Sargento
Mór MANUEL DE FARIA ALBERNAZ, nascido em 1783, em Santa Bárbara, Bispado de
Mariana MG ( ver "B" , abaixo), e
3 - FRANCISCO JORGE PAZ (? ALBERNAZ),
natural de Santa Bárbara, bispado de Mariana, MG ( ver "C",
abaixo).
SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ (o pai), além dos três filhos acima
nomeados, gerou:
4 - LUIZ DE FARIA ALBERNAZ.
5 - JOSÉ DE FARIA ALBERNAZ.
6 - TIMOTE DE FARIA ALBERNAZ.
7 - MATILDE DE FARIA ALBERNAZ .
8 - MARIA DE FARIA ALBERNAZ, e
9 - MARIA JOSEFA DE JESUS ( ver
"D", "E", "F", "G", "H" e "I", abaixo).
Ainda, em Taubaté, ISABEL DE
FARIA ALBERNAZ, casada com o Coronel Sebastião de Freitas Cardoso, nascido na
Ilha de São Sebastião, gerou:
1 - SEBASTIÃO FERREIRA ALBERNAZ.
2 - BRÍGIDA, 3 - JERÔNIMO e 4 -
MARIA.
SEBASTIÃO FERREIRA ALBERNAZ, Mestre de Campo, ( Taubaté, 1727)
casou-se com Isabel de Castilho, gerou cinco (5)filhos:
1 - Padre FRANCISCO DE LOYOLA, jesuíta.
2 - Frei JOÃO.
3 - JOSÉ ÁLVARES DE PÁDUA MOREIRA.
4 - EBENÁCEA FERREIRA DE LOYOLA .
5 - ISABEL FERREIRA ALBERNAZ.
6 - JOSÉ ÁLVARES DE MELLO.
7 - MARIA ANTÔNIA DE CASTILHO
8 - URSULA DOS SANTOS, e
9 - BERNARDINA
CORREIA DE
FREITAS, esta, casada em primeiras núpcias com Luiz Fernandes da Costa,
com quem teve a filha Anna Isabel de Andrade, e, em segundas
núpcias com SALVADOR MOREIRA CORDEIRO, com teve o filho FRANCISCO
MOREIRA ALBERNAZ.
Nota: Segundo Silva
Leme, in Genealogia Paulistana, página 334, vol 6o., MARIA DE FARIA
ALBERNAZ, casada com Francisco Jorge da Paz, mãe de SALVADOR DE FARIA
ALBERNAZ ( o pai - ver acima) era parente próxima do Mestre de Campo SEBASTIÃO
FERREIRA ALBERNAZ, que, ainda conforme o referido linhagista, à pagina 5, do
volume 8o. , da referida obra, faleceu em Taubaté em 1727 e foi casado com
sua prima irmã Izabel Fragoso. Foi mestre de campo, SEBASTIÃO FERREIRA
ALBERNAZ, natural de Taubaté, onde foi capitão mor por patente de 7
de outubro de 17l1, mestre de campo regente das vilas de Taubate,
Pindamonhangaba e Guaratinguetá, em 1720; provedor dos raiais quintos do ouro
das Minas Gerais. Fez justificação de sua qualidade de nobreza e da de seus
avós, processada em 1725. Deixou grande geração, inclusive dois
sacerdotes, sendo um jesuíta - Padre Francisco de Loiola.
De outra parte, Beatriz Guimarães, que pesquisa sobre sua família, ligada à família Albernaz, alerta que " É possível que tenha existido mais de uma Isabel Fragosa e mais de um SEBASTIÃO FERREIRA ALBERNAZ ( filhos, netos, primos ou até afilhados) ( por e-mail).
È interessante anotar que, SEBASTIÃO FERREIRA ALBERNAZ, embora filho de SEBASTIÃO DE FREITAS CARDOSO e de ISABEL DE FARIA ALBERNAZ, passou a assinar o nome ou apelido de família ALBERNAZ e não ALBERNAZ-CARDOSO, o que demonstra a força do apelido de família ALBERNAZ.
FARIA ALBERNAZ - GOYAZ VELHA e GOIÂNIA
Da freguesia de Sta. Bárbara, o filho de MARIA DE FARIA ALBERNAZ e de Francisco
Jorge Paz, SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ , por volta de 1750, transferiu-se para o
arraial de Meia-Ponte, com seus três filhos, dando origem à família Goiânia FARIA ALBERNAZ e não ALBERNAZ-PAZ, o que demonstração a força do apelido de
família ALBERNAZ.
Descendentes de Salvador de Faria Albernaz
I - SALVADOR DE FARIA
ALBERNAZ, natural de Taubate S.P., filho de MARIA DE FARIA ALBERNAZ casada com
Francisco Jorge da Paz, que se transferiu para Santa Bárbara MG, bispado de
Mariana, e de lá para Capela de Sant'Ana do Rio do Peixe, casado com Andreza
Correia de Alvarenga,
gerou os
filhos:
A - SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ ( Filho) ( * ? + ?), natural
de Itabira , Bispado de Mariana MG, casado em Meia-Ponte, a 02.09.1782, em primeiras núpcias,
com Ana Teodoro da Rocha, natural de Santa Luzia, hoje Luziana, filha de
Francisco da Rocha Leme, natural de São João Del Rei, e de Francisca Correia de
Lacerda, de Paracatú, e, em segundas núpcias, com Maria Francisca do Sacramento,
de Meia-Ponte, filha de Caetano da Silva Matos e de Rita Maria da
Conceição.
B - Sargento Mor MANUEL DE FARIA ALBERNAZ( * ? + ? ) , natural
da freguesia de Santa Bárbara, Bispado de Mariana, casado, em Meia-Ponte, com
Ana Joaquina da Fonseca (*?+01.09.1801), filha do Tenente Francisco Xavier de Barros, natural de
Guaratinguetá, S.P.(*?+28.10.1765), e de Mécia Bueno da Fonseca, natural do Bispado de São
Paulo (*?+15.12.1815).
C - FRANCISCO JORGE PAZ ( * ? + ? ), natural de Santa Bárbara,
Bispado de Mariana, casado com Antônia Maria Angélica, de Meia-Ponte, filha de
Caetano da Silva Matos e de Rita Maria Conceição.
D - LUIZ DE FARIA
ALBERNAZ, (* 17.9.1752 + 5.2.1771), na Capela Sant'Ana do Rio do Peixe.
E
- JOSÉ DE FARIA ALBERNAZ, ( * 4.8.1754 + 7.6.1785), casado com Isabel Maria do
Sacramento ( ou Isabel Maria da Conceição), filha de Caetano da Silva Matos e de
Rita Maria da Conceição.
F - TIMOTÉO, ( * 3.1.1757). ( Sem mais dados).
G - MATILDE ( 21.9.1759) ( Sem mais dados) , e
H - MARIA DE FARIA
ALBERNAZ, ( *? + 1805) ( sem mais dados).
E, estas personas entre outras,
deram início à formação da família FARIA ALBERNAZ, no Estado de Goiás, G.O. ,
ramificando-se para as cidades de Goyaz velha, Goiânia, no Estado de Goiás,
depois para as cidade de Cuiabá, MS, Campo Grande MS , Ribeirão Preto S.P. , Rio
de Janeiro RJ, dentre outras (cf. e-mail diversos e obra publicada de autoria de
Silva Leme, embora o documento que temos não indica o nome do
autor).
Observe-se que muitos que hoje assinam o apelido de família
ALBERNAZ, nasceram de pais que não portavam tal patrocínio, e que, no geral, o
ALBERNAZ da mãe passava a ser o sobrenome dos filhos, o que motiva melhores
indagações.
Deixaram os "fundadores" do ramo FARIA ALBERNAZ da família
vários descendentes, que serão relacionados em grupos, conforme e-mails e outras
informações, consultas etc., buscando as devidas
re-ratificações.
DESCENDÊNCIA DOS FARIA ALBERNAZ DE
GOYAZ
que se originam dos ALBERNAZ de Taubate.
Descendentes de Salvador Faria Albernaz
(Filho)
A - SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ, FILHO, ( ver"A" acima), de seu
primeiro casamento com a Ana Teodoro da Rocha, gerou os seguintes
filhos:
A - 1 - MARIA JOSEF DE JESUS ( *1785 + ? ).
A - 2 - ANA
JOAQUINA DA CONCEIÇÃO ( * b 1785 + ? ), casada com Boaventura José da Silva
Pinto, natural de Braga, Portugal, filho de João Manuel da Silva Pinto e de
Tereza Maria de Andrade.
A - 3 - SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ ( Neto) (*
2.6.1789 + ?).
A - 4 - ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ ( * 28.5 b 7.8.1791 + ?
) .
A - 5 - ANTÔNIA DE FARIA ALBERNAZ ( *26.6.1793 + ?).
A - 6 -
MARIANA DE FARIA ALBERNAZ ( *02.6.1798 + ? ).
A - 7 - GERMANO DE FARIA
ALBERNAZ ( * b 6.1.1799).
A - 8 - ISABEL DE FARIA ALBERNAZ ( * b
24.3.1800).
A - 9 - GERMANO DE FARIA ALBERNAZ ( * b 24.3.1800) gêmeo de
ISABEL.
NOTA: Espera-se que
descendentes dos nomeados acima entrem em contato informando seus ascendentes e
descendentes.
Descendentes do Sargento Mor Manuel de Faria
Albernaz
B -
Sargento Mór MANUEL DE FARIA ALBERNAZ ( filho de SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ ,
(Ver acima "B") sua mulher Ana Joaquina da Fonseca, gerou os seguintes
filhos:
B - 1 - ANA VITORIANA DO NASCIMENTO, casada com Teodoro da Silva
Pereira, filho do Alferes Roque da Silva Moreira e de Maria Sátira
Pereira.
B - 2 - Alferes MANUEL DE FARIA ALBERNAZ ( * 3.4.1787 + ? ),
casado com Maria Joaquina da Veiga, filha do capitão Joaquim Pereira Vale e de
Ana Joaquina Pereira Veiga.
B - 3 - INÁCIO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ ( *
30.1.1790 + ? ), casado com Maria Joaquina de Lima.
B - 1 - ANA VITORIANA
DO NASCIMENTO , filha do Sargento Mor MANUEL DE FARIA ALBERNAZ ( "B" acima, não
teria deixado descendentes).
Descendentes de Alferes MANUEL DE FARIA ALBERNAZ
B - 2 - O Alferes MANUEL DE FARIA
ALBERNAZ ( 3.3.1787 + 8.2.1854), filho do Sargento Mor MANUEL DE FARIA ALBERNAZ
e de Ana Joaquina da Fonseca, casado com Maria Joaquina Pereira da Veiga, filha
do capitão Joaquim Pereira Vale e de Ana Joaquina Pereira da Veiga, gerando os
seguintes filhos:
B - 2 .1 - ANA JOAQUINA DE FARIA ALBERNAZ (*20.4
B.14.6.1820 + 27.12.1880), casada com o Ten. Cel. Bernardo Lobo de Souza Fleury,
filho do Sargento Mor José de Melo de Sousa Lobo e de Maria das Dores
Fleury.
B - 2.2 - MARIA DE FARIA ALBERNAZ ( * b 22.10.1821 + ? ), casada
com o Cel. Antônio de Aquino Correia, filho de Eugênia Cardoso e do padre
Joaquim Gonçalves Goulão.
B - 2.3 - ANTÔNIO NORBERTO DE FARIA ALBERNAZ,
(* 6.6.1824 + 2.2.1864), que transferiu-se para a cidade de Cuiabá, MT, e depois
para Campo Grande, MS., casado com Mariana Joaquina Gaudie Lei, filha do Comend.
Joaquim Gaudie Lei e de Catarina Dulcia Bueno do Prado, tendo gerado os
seguintes filhos:
B - 2.3.1 - MARIA JOAQUINA DE FARIA ALBERNAZ, casada com Antônio Veiga, gerando dez (10) filhos ( sem mais dados).
B -2.3.2 - ANTÔNIO NORBERTO DE FARIA ALBERNAZ , e de
B - 2.3.3 - CATARINA DÚLCIA DE FARIA
ALBERNAZ, casada com Manuel Vieira de Almeida, que, a sua vez, teria sido mãe de
oito (8) filhos (sem mais dados).
B - 2.4 - DELFINA DE FARIA ALBERNAZ (*
b 29.9.1827 + 8.2.1827).
B - 2.5 - LINA DO CARMO ALBERNAZ (* 16.7.1829 +
26.7.1917), casada com o Ten.Cel. Bernardo Lobo de Souza Fleury, viúvo de sua
irmã ANA JOAQUINA DE FARIA ALBERNAZ ( ver B-2.1).
B - 2.6 - LIBÂNIA DE
FARIA ALBERNAZ ( * b 11.3.1883 + 1.10.1890), casada com Cel. Antônio Tomaz de
Aquino, viúvo de sua irmã MARIA DE FARIA ALBERNAZ ( ver B.2.1, acima).
B
- 2.7 - JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ ( * b 21.8.1835 + 1869), mudou-se para a
cidade de Cuiabá, capital de Mato Grosso, casado com Ana Virgínia Nunes, tendo
gerado :
B - 2.7-1- ANTÔNIO JOAQUIM DE
FARIA ALBERNAZ.
B - 2.8 - RODUZINDA DE FARIA ALBERNAZ ( * 10.6.1841 +
30.8.1913), casado com Joaquim Pereira Vale, filho de Joaquim Pereira Vale e de
Rosaura Joaquina do Amor Divino.
B - 3 - INÁCIO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ
( * 02.2.1790 + 1839), filho do Sargento Mor MANUEL DE FARIA ALBERNAZ e de Ana
Joaquina da Fonseca, casado com Maria Joaquina da Veiga, filha do capitão
Joaquim Pereira Vale e de Ana Joaquina Pereira da Veiga, proprietário de terras,
gerou os seguintes filhos:
B - 3.1 - ANA DA DORES DE FARIA ALBERNAZ
( * ? + ? ), casada com José Joaquim Pereira, filha de Joaquim Pereira Botelho e
de Mariana Joaquina Cordeiro, que não teria gerado filhos.
B - 3.2 -
FRANCISCO AUGUSTO DE FARIA ALBERNAZ ( * ? + ? ) , casou-se, em Jaraguá, com Emerenciana
Rodrigues de Morais, filha do Sargento Mór Jerônimo Rodrigues de Morais e de
Luiza de França e gerou, pelo menos:
B - 3.2.1 - ANA LINA DA FONSECA (*
4.4.1841 + ? ), casada com João Bonifácio Gomes de Siqueira, filho do Ten.Cel.
Joaquim Gomes de Siqueira e de Maria Raimunda de Morais, que deixou geração,
inclusive sendo mãe de Luiza Gomes Siqueira que casou-se com seu tio Cel. INÁCIO DE FARIA
ALBERNAZ (Ver B-3.2.2).
B - 3.2.2 - Cel. INÁCIO DE FARIA ALBERNAZ, casado com Luiza
Gomes de Siqueira, sua sobrinha, filha de sua irmã ANA LINA FONSECA e do
desembargador João Bonifácio da Fonseca,(ver 3.2.1, acima) com quem gerou sete (7) filhos:
B -
3.2.2.1 - FRANCISCO AUGUSTO DE FARIA ALBERNAZ, falecido no Arraial da Barra,
município da cidade de Goiás, casado.
B - 3.2.2.2 - ANA CAROLINA DE FARIA ALBERNAZ.
B - 3.2.2.3 - JOÃO FARIA ALBERNAZ.
B - 2.2.2.4 - JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ ( Avô Joaquim do pesquisador VICTOR HUGO ALBERNAZ), casado com Maria de Salles Albernaz, residiu em Goiânia, G.O., Campo Grande - MT , tendo sido proprietário de terras, rábula e, por último, cartorário na cidade de Mineiros - Goiás (Ver B-3.2.4, abaixo).
B - 2.2.2.5 - CARLOS.
B - 3.2.2. 6 - MARIO, e
B - 3.2.2.7 - MARIA DE FARIA
ALBERNAZ .
Abaixo os descendentes
de
JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ,
quarto filho do Cel. IGNÁCIO DE FARIA ALBERNAZ,
conforme e-mails recebidos e dados outros .
Relativamente aos demais membros da família, descendentes do ramo FARIA ALBERNAZ , estamos pesquisando e solicitando colaboração dos parentes de FRANCISCO AUGUSTO DE FARIA ALBERNAZ, ANA CAROLINA DE FARIA ALBERNAZ, CARLOS , MARIO E MARIA DE FARIA ALBERNAZ , que são irmãos de JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ ( o avô Joaquim do pesquisador).
B -
3.2.2.4 - JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA
ALBERNAZ ( Vô Joaquim), nascido em Goyaz velha (* 1872 + 16.3.1956,)
falecido aos 84 anos em Campo Grande MT , transferiu-se para Campo Grande,
hoje MS, depois para Mineiros G.O., foi republicano, proprietário de terras,
criador de gado, rábula e cartorário, titular do Cartório de Registro de Pessoas
Naturais da cidade de Mineiros, GO., casado ( 1908) com Maria Salles
Albernaz ( * 1876 + 1946) nascida no Rio de Janeiro e, falecida , aos 70
anos, em Terenos MT) (vó Mariquinha), filha de Antônio Nunes de Salles e
de Alexandrina de Salles. ( Ver B.3.2.2.acima) gerou seis (6) filhos:
B -
3.2.2.4.1 - AÇUCENA DE FARIA ALBERNAZ SILVA (*?+?), casada com Jeremias da Silva,
comerciante, que gerou:
B - 3.2.2.4.1.1 - FRANCISCA DE FARIA ALBERNAZ SILVA, solteira, titular do Cartório de Registro de Pessoas Naturais de Mineiros, G.O. , falecida em Mineiros, sem deixar herdeiros diretos.
B - 3.2.2.4.2 - AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ,
nascido em Goyaz velha, G.O. e falecido em Ribeirão Preto, S.P. (*28.10.1901 ou
1903 + 1967), Sargento do Exército Nacional (1921 a 1932); seu passa tempo
predileto era a leitura, tendo sido incentivador do Clube do Livro, comerciário
, comerciante, casado (em 6-2-1930) com Mercedes Pereira Albernaz
(*13.5.1913 + 1996), filha de Manoel dos Santos Carmaneira ( ver abaixo) ,
português, fornecedor de lenha para a Estrada de Ferro Mogiana, e de Maria
Francisca das Dores - Dindinha - (* 1875 + 1969), gerou quatro filhos:
B
- 3.2.2.4.2.1 - DYRCE ALBERNAZ MILLIOTI (*30.10.1930), professora e comerciante,
na cidade de Ribeirão Preto, S.P., casada com Décio Millioti,(*29.07.1928)
comerciante no ramo de bicicletas, tendo gerado:
B - 3 - 2.2.4.2.1.1- PAULO ROBERTO ALBERNAZ MILLIOTI, Engenheiro Civil da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, S.P., casado com Marina Cavalieri, gerou os infantes 1) Lucas Cavalieri Millioti, estudante do segunda grau, no Colégio Oswaldo Cruz, Ribeirão Preto, e 2) Flora Cavalieri Millioti, universitária, que não assinam Albernaz,
B - 3.2.2.4.2.1.2 - VERA LUCIA ALBERNAZ MILLIOTI, solteira, artista plástica, atualmente, residente em Salvador, BA.
B - 3.2.2.4.2.2. - DIRCEU ALBERNAZ (27-09-1932), Técnico em agricultura, funcionário da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, S.P., aposentado, ruralista, horticultor, produz hortaliças sem agrotóxico, casado com Isabel Colicchio Albernaz, professora aposentada, gerou três filhos:
B - 3.2.2.4.2.2.1 - DIRCEU ALBERNAZ JÚNIOR, comerciante no Estado de Mato Grosso do Sul, casado com Maria Meirice de Freitas Albernaz, gerou os infantes:
B - 3.2.2.4.2.2.1.1- DANIEL DE FREITAS ALBERNAZ, e
B - 3.2.2.4.2.2.1.2 DANILO DE FREITAS ALBERNAZ,
B - 3.2.2.4.2.2.2 - HERBET ALBERNAZ, comerciante em Ribeirão Preto, S.P., casado com Luzinete Soares Albernaz, gerou os infantes;
B - 3.2.2.4.2.2.2.1- HERBET ALBERNAZ JR. e
B - 3.2.2.4.2.2.2.2 - STÉPHANI SOARES ALBERNAZ.
B - 3.2.2.4.2.2.3. - MARCUS ALBERNAZ, comerciante, divorciado, atualmente trabalhando na propriedade agrícola da família no ramo de produtos horticultura, sem agrotóxicos, gerou a infante
B - 3 - 3.2.2.4.2.2.3.1 - JÉSSYCA MANZOLI ALBERNAZ, residindo com sua mãe.
B-3.2.2.4.2.3 - VÍCTOR HUGO ALBERNAZ (24.07.1936), advogado, formado em 1963, procurador do Estado de São Paulo, por concurso de títulos e provas, aposentado, tendo exercido os cargos comissionados de Chefe da Procuradoria Regional de Ribeirão Preto, Chefe de Gabinete do Procurador Geral do Estado e respondido pelo Cargo de Procurador Geral do Estado, professor universitário, área de Direito Público, advogado, ex Conselheiro na Associação dos Advogados de Ribeirão Preto - S.P., da qual foi vice-presidente e presidente, sendo seu Conselheiro Nato e Sócio Honorário, Patrono da Cadeira n.32, que leva seu nome da Academia Ribeirãopretana de Letras Jurídica, especialista em Direito Público, tendo sido Assessor Jurídica e Secretário dos Negócios Jurídicos da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto ,S.P., advogado militante em vários comarcas, entre elas de Ribeirão Preto , de sindicatos e empresas, casado com Cirinéa de Almeida Lima Arantes Albernaz, professora e advogada, filha de Luiz de Almeida Lima, natural de cidade de Ayuruoca ou Machado - MG, e falecido em Igarapava S.P. (*1913 + 1996) e de Hercina Arantes de Almeida Lima, natural de Igarapava, onde faleceu (* 1915 + 1996), esta da família do Presidente do Estado de São Paulo Altino Arantes,
site: http://sites.uol.com.br/vhalbernaz/
e e-mail - vhalbernaz@uol.com.
Br.r@.comgerou dois filhos:
B - 3.2.2.4.2.3.1- VÍCTOR HUGO ALBERNAZ JÚNIOR (*02.06.1965), ex-procurador do Estado de São Paulo, nível V, último da carreira, com apenas 12 anos de exercício, (2004); mestre em Direito Civil, área de Direito de Família, pela USP, campus de Franca, S.P.; titular da cadeira número 32 da Academia Ribeirãopretana de Letras Jurídicas; membro da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo e da Anistia Internacional; presidente do The Friendship of Ribeirão Preto, S.P.; foi presidente da Comissão Universitária Pró Constituinte, Ribeirão Preto (1986/7/88); e membro da Comissão que reorganizou o Diretoria Estudantil da Faculdade de Direito "Laudo de Camargo", da atual Universidade de Ribeirão Preto, (1986). Exerceu o cargo de Assistente jurídico da Procuradoria Regional de Ribeirão Preto , S.P. e membro da Corregedoria da Procuradoria do Estado de São Paulo, por nomeação do saudoso Governador Mário Covas. Atualmente, exerce suas atividades de procurador junto a Procuradoria de Assistência Judiciária , em Ribeirão Preto, S.P. , atividades equivalentes a Defensor Público. Foi eleito conselheiro do Conselho Superior da Procuradoria Geral do Estado, com mandato para o biênio 2005/06.
Em março de 2006, face à Lei Complementar n. 988, de 9 de janeiro de 2006, que "organizou a Defensoria Pública do Estado, instituindo o regime jurídico da carreira de Defensor Público do Estado de São Paulo", VICTOR HUGO ALBERNAZ JÚNIOR, optou pela carreira de Defensor Público, tendo sido enquadrado como Defensor Público do Estado Nível V, o nível mais alto.
No mês de abril, do mesmo ano de 2006, foi eleito, por voto universal e secreto, conselheiro do Conselho Superior da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, como representante do nivel V, para o biênio 2006/07.
Exerce suas atividades na Defensoria Pública Geral do Estado de São Paulo, junto à Coordenadoria da Região de Ribeirão Preto, S.P., sendo nomeado pelo Executivo Estadual para o cargo comissionado de Coordenador Regional da Defensoria Pública da Região de Ribeirão Preto S.P, desde 2006.
site: http://geocities.yahoo.com.br/victorhugojr2001/ ,
É casado com Elizabeth Calache Albernaz (22.05.1968), professora, filha de Nicolau Calache, falecido, que exerceu por anos o cargo efetivo de Tesoureiro da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, S.P. tendo sido homenageado pelos serviços prestados à causa pública com o nome de uma via pública na cidade, pela Eg. Câmara Municipal, por unanimidade de votos, e de Nayde Pieroni Calache, com quem
gerou a infante:
B - 3.2.2.4.2.3.1.1 - ISABELA CALACHE ALBERNAZ (*07-4-1994); cursando ( 2003) o primeiro grau , no Colégio Santa Ursula de Ribeirão Preto, S.P., transferindo-se para o Colégio Marista de Ribeirão Preto, onde cursa a 9o. série do ensino fundamental (2008), agora está terminando o 3o. ano do curso. Atua como modelo fotográfico e de desfilesM.
B - 3.2.2.4.2.3.2 - VARNER HUGO ALBERNAZ (*16.05.1970), Juiz de Direito , membro da Associação dos Magistrados Paulista, exercendo, atualmente, 2006, a judicância na Comarca de Franca, S.P., casado ( 17.05.2002) com Ana Paula Antunes Ribeiro Albernaz (*25.11.1970), funcionária pública, por concurso de títulos e provas, da Justiça Federal, em Ribeirão Preto S.P.
gerou os infantes :
VARNER GABRIEL RIBEIRO ALBERNAZ (* 10.11.202) esgtudou na Escola Infantil Sementinha, depois no COC, transferindo-se para a Escola Miro´, de grande conceito para educação de crianças e adolescentes graças ao método educacional implantado. Está (2010) no segundo ano do ensino fundamental.
B - 3.2.2.4.2.3.2.2 - MATHEUS RIBEIRO ALBERNAZ (*03.03.2005), aprendendo (2005) a engatinhar, também, matriculado no Jardim da Pré Infância,atualmente estuda no C.O.C., de Ribeirão Preto, não mais engatinha, pois corre a Deus nos dá, por todo canto (2008).
B - 3 2.2.4.2.4 - CARMEN RITA ALBERNAZ CARNEIRO (29-09-1938), professora, casada com Renato Carneiro, advogado (falecido), tendo gerado:
B - 3.2.2.4.2.4.1 - MURILO CARNEIRO, bacharel em Administração de Empresa e professor universitário, Conselheiro da Crescer - Crédito Solidário, e pesquisador do Cepelrfin - FEARP-USP , Campus de Ribeirão Preto, casado com Márcia de Andrade Carneiro, professora de educação física e personal trainer , gerou o infante:
B - 3.2.2.4.2.4.1.1 - Gustavo Andrade Carneiro (*2002), não leva o apelido de família "Albernaz" .
Destaca-se que, AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ, militar - foi instrutor dos Tiros de Guerra das cidades de Amparo, Ituverava, Guará , no Estado de São Paulo dentre outras cidades , assim por força de sua profissão , mudou-se de Goyaz velha para várias cidades do Estado, passando para o Estado de São Paulo, tendo deixado o Exército por discordar dos rumos tomados, ao depois, pelo chefe da revolução de 1930, que levou o Pais ao Estado Novo, decretado em 1937, com a outorga da famosa Constituição denominada Polaca, de inspiração nazi-fascista, passando a exercer as atividades de professor, comerciário e comerciante, além de dedicar-se à leitura de obras humanísticas e filosóficas, radicando-se em Ribeirão Preto, S.P., onde vivem seus filhos, hoje, 2001. Democrata conseqüente, fez-se tatuar no braço a estrela de David, em protesto contra a discriminação dos (ciganos, judeus e/ou mouros convertidos e outras etnias) perseguidos pelo regimes políticos autoritários, no período da 2a Guerra, denominada de Mundial. Há a versão de que não teria sido permitido seu reengajamento por influência do nazi-fascista Filinto Muller, então chefe da Policia do Governo autoritário de Getúlio Vargas, face sua descendência judaica - cristão-novo - portanto de sangue impuro. Nota-se que na época a cada 10 anos os militares eram obrigados a se reengajarem, sob pena de exclusão das fileiras do exército.
Em conseqüência de sua obstinação e desprendimento material . acabou por falecer com apenas 65 anos, sem qualquer propriedade, mas de caráter digno, homem probo.
´Sonhava, AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ com a construção do que denominava de "sociedade regulada", solidária e fraterna, talvez em uma futura "era messiânica", com o advento das profecias de Isaías, quando" o lobo que convirá com o cordeiro" e as "espadas serão transformadas em arados" relatadas na Torá-Velho Testamento, e apregoadas de formas outras por vários filósofos, religiosos ou não, embora religioso não propagasse ser.
MANOEL DOS SANTOS CARMANEIRA OU CAMARNEIRA
Nota-se que, Carmaneira (o) , adj. e s f. /s m , apelido de família de MANOEL DOS SANTOS CARMANEIRA, pai de MERCEDES PEREIRA ALBERNAZ, casada com AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ ; relativo aos "carmanos" , antigo povo da Carmânia, Província da Pérsia, - hoje Irã, ou de quem é natural ou habitante daquela região e que, provavelmente, a exemplo dos ciganos e judeus, emigraram para o ocidente, principalmente para a Penísula Ibérica.
Manoel dos Santos Camarneira ou Carmaneira tem como ancestral a Família Cândido, de Camarneira, Portugal, da Quinta do mesmo nome, a 40 Km de Lisboa e , mais ou menos, igual distância de Aveiro.
Enquanto CARMANEIRA deriva, provavelmente, de Carmânia, Província da Pérsia, SANTOS vem de K-D-Sh cuja raiz é hebréia, significando "santo, sagrado, reparado, posto de lado.Seria indicativo de linhagem sacerdotal ou levítica ? ( cf. Walter Santos Baptista, in Sobrenomes Luso-brasileiros).
No Atlas da História do Mundo, de The Times, editado pela Folha de S. Paulo, na páginas 77 e 79, encontramos mapa da região com indicação de Carmânia, nas imediações de Passárgada ( Pasárgada) (549 a C), Golfo Pérsico.

Mapa da Pérsia, hoje Irã, onde se localiza a região de Carmânia, que deu origem ao apelido de família Camarneira ou Carmaneira e sitio em Portugal, de onde imigraram para o Brasil a família de Manoel dos Santos Camarneira, que por erro grafou-se como Carmaneira, algumas vezes.
Teria o poeta - Manuel Bandeira - buscado inspiração nessa região porque ali viviam árabes, judeus e outras etnias pacificamene, ao afirmar?:
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Nota: Seria o Brasil a Pasárgada de Manoel dos Santos Camarneira?.
B - 3.2.2.4.3 - EDSON DE FARIA ALBERNAZ, ( * 1911 + ?),dentista, morou em Campo Grande MS, até por volta de 1972, mudando-se para Mineiros GO, onde veio a falecer, casado com Irma Marçal Mendonça Albernaz, gerou:
B - 3.2.2.4.3.1 - MARIA AMÁLIA MARÇAL ALBERNAZ (*?), que teria o apelido familiar de "Meire".
Separada de Irma Marçal Mendonça Albernaz, não judicialmente, pois à época não havia divórcio, passou a viver com Dona Maria, com quem, embora, com ela não tenha se casada "no papel", teve mais duas filhas:
B - 3.2.2.4.3.2 - EDNA DE FARIA ALBERNAZ.
B - 3.2.2.4.3.3 - NINFA DE FARIA ALBERNAZ.
Nota: Correição feita, por e-mail, pelo Dr. Álvaro Marçal Mendonça, jurista e Procurador Federal, meio irmão de Maria Amália, pois filho de Irma Marçal com seu companheira, a quem agradecemos copiosamente.
B - 3.2.2.4.4 - VÍCTOR HUGO ALBERNAZ, (* 12.09.1909 + 9.02.1961) nascido na cidade de Goyaz velha e falecido em Campo Grande MT, dentista prático, foi radicado na cidade de Campo Grande, MS, onde clinicou, casado (30.12.1935) em primeiras núpcias com Josephina Albernaz e, em segundas, com Maria Amália Corrêa Albernaz (*? .03.1914 + 22.06.1975), gerou seis (6) filhos:
B - 3.2.2.4.4.1 - MÁRIO CORRÊA ALBERNAZ, casado com Isaura Mateus Albernaz de Oliveira, que gerou quatro (4) filhos:
B - 3.2.2.4.4.1.1 - LENINE MATEUS ALBERNAZ, natural de Campo Grande MS (*1941), advogado, casado com Simone Omieres, atualmente residentes em Curitiba, PR, gerou:
B - 3.2.2.4.4.1.1.1 - MARIANA FLOR OMIERES ALBERNAZ (* ).
B - 3.2.2.4.4.1.2 - ADRIANA MATEUS ALBERNAZ (* ), casada com Luiz Felipe Goeliner (*), gerou:
B - 3.22.4.4.1.2.1 - GABRIELA MATEUS ALBERNAZ GOELINER (*).
B - 3.2.2.4.4.1.3 - DANIEL MATEUS ALBERNAZ (*), casado com Anni Dias Albernaz (*), gerou:
B - 3.2.2.4.4.1.3.1 - SARA DIAS ALBERNAZ, atualmente com 6 anos (2007) e
b - 3.2.2.4.4.1.3.2 - HENRIQUE DIAS ALBERNAZ, atualmente com 4 anos (2007).
dados).B - 3.2.2.4.4.1.4 - TÂNIA MATEUS ALBERNAZ
(*19.01.1978), zootecnista.
B - 3.2.2.4.4.2 - ÁUREA CÉLIA ALBERNAZ, ( sem dados até o
momento).
B - 3.2.2.4.4.3 - VERA LUCIA ALBERNAZ ( sem dados
até o momento).
B - 3.2.2.4.4.4 - SONIA CORREA ALBERNAZ ( sem outros dados).
B - 3.2.2.4.4.5 - CLEUSA ALBERNAZ CÉSAR, casada com Loester César, residentes, na cidade de Campo Grande, MT do Sul, mãe de dois filhos:
B-3.2.2.4.4.5.1- LUCIANA ALBERNAZ CÉSAR, que fez mestrado em biologia e ingressou, por concurso de títulos e provas, nos quadros do Exército Brasileiro, com a patente de Tenente, em 2003/4.
B-3.2.2.4.4.5.2 - CLÁUDIO ALBERNAZ CÉSAR, médico, com especialidade em cirurgia cardíaca, casado com Luciana Benites César, economista, também mestranda em economia na USP, São Paulo, com quem gerou a infante
B-3.2.2.4.4.5.2.1- Camila Benitez César (*07.11.2004), que não assina o apelido de família ALBERNAZ.
B-3.2.2.4.4.6 - ANTÔNIA ALBERNAZ , NENÊ ( * 1948 + 1950, com 2 anos), em Campo Grande, e
B-3.2.3.4.4.7 - ANTÔNIO SALLES ALBERNAZ ( * 1952 + 1981, em Campo Grande, com 29 anos), jovem sensível e inteligente, falecido em plena mocidade.
Nota:
Aguardamos e-mail de Luciana Albernaz César, com outros dados.
B.3.2.2.4.5 - MÁRIO DE FARIA ALBERNAZ ( * 1912 + ?), que exerceu a
profissão de farmacêutico prático na cidade de Ribeirão Preto, Estado de São
Paulo, e no Estado de Mato Grosso, hoje, do Sul, casado com Maria Anália
Albernaz, gerou cinco (4) filhos:
B-3.2.2.4.5.1 - DIRCE ALBERNAZ,
casada, gerou filhos, dentre eles Nilce, que não assina o apelido de família
Albernaz.
B-3.2.2.4.5.2 - DIRCEU ALBERNAZ.
B-3.2.2.4.5.3 - WALTER ALBERNAZ.
B-3.2.2.4.5.4 - ALDA ALBERNAZ.
Nota: Estamos aguardando e-mail de Nilce, filha de Dirce Albernaz, com dados sobre sua família e de irmãos, residentes na cidade de Campo Grande MS
B.3.2.2.4.6 - JOFRE DE FARIA ALBERNAZ ( * 1913 + ?),
dentista prático, casado com Alba (?) Albernaz, sendo pai de dois (2)
filhos:
B-3.2.2.4.6.1 - JOFRE DIVINO ALBERNAZ, que foi eleito vereador, em 2000, para a Câmara Municipal de Terenos, MS., e
B.3.2.2.4.6.2 - SUELI ALBERNAZ (
sem mais dados).
B.3.3 - FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ, (* ? + ? ) casado
com Maria do Rosário Felix de Souza, de Jaraguá, filha do Ten.Cel. Antônio Feliz
de Souza e de Josepha Cândida Xavier, gerou :
B.3.3.1 - ANTÔNIO FELIX
ALBERNAZ (* ? + ) engenheiro, natural do Rio de Janeiro.
B.3.3.2 - FIRMO DE FARIA ALBERNAZ (? +? )
casado com Ana Cabral , do Rio de Janeiro.
B.3.3.3 - JOSEPHA,
EMERENCIANA, JÚLIA, ANITA e DOLORES DE FARIA ALBERNAZ.
B.3.4 - TERESA DE
JESUS ALBERNAZ, filha de INÁCIO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ e de Maria Joaquina da
Veiga, casada com Inácio Antônio da Silva, de Jaraguá, filho de Bernardo Antônio
da Silva e de Luiza Machado (ver acima), gerou:
B.3.4.1 - Coronel BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, que foi casado três vezes. A primeira vez com Francisca Augusta de Assis Arruda ( Mãe XI), celebrada e imortalizada pelo escritor Vitor de Carvalho Ramos, seu bisneto, no livro de crônicas "Mãe XI", a segunda com Lídia de Albuquerque Melo, filha de José Calheiros de Albuquerque Melo e de Joaquina Augusta Leite de Azevedo Coutinho e a terceira vez com Maria Marques Fogaça, filha de Francisco Lopes Fogaça e de Luiza Marques.
BERNARDO nasceu na cidade de Jaraguá no dia 22 de outubro de 1847, destacando-se como político na cidade de Goyaz velha e no Estado de Goiás.
Faleceu em 18-04-1922, aos 74 anos de idade (cf. site de Jaraguá, G.O. e e-mail diversos).
Destaca-se que, foi o Governador BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ quem, em 13.08.1898, sancionou a Lei 186, que instituiu o Curso Jurídico de Goyaz, conforme histórico da Faculdade de Direito da UFG e do Centro Acadêmico XI de maio, daquela universidade, o que deve ser motivo de orgulho para todos os que têm apelido de família ALBERNAZ, cidadãos que são, e, especialmente, para os bacharéis em direito e ciências sociais da família, preocupados com a construção e manutenção com o Estado Democrático de Direito ( cf. sites , incluindo dados da Faculdade de Direito de Goyaz).
Nota: Ver outros dados biográficos de BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ na página 4, deste site.
De seu casamento com Francisca Augusta de Assis Arruda,
BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, gerou sete
filhos:
B.3.4.1.1 - INÁCIO LOYOLA, (*31.07.1872+10.11.1954), que não assinava o
nome ALBERNAZ, foi casado com Etelvina Roriz, filha de Manuel da Cunha Roriz e
de Maria Carlinda, com quem teve três filhos:
B.3.4.1.1.1 - NATALIA DE LOIOLA, casada com Benedito Barbo de Siqueira, de Jaraguá;
B.3.4.1.1..2 - JOCELINA DE LOIOLA, casado com Respício de Paula; e
B.3.4.1.1. 3 - JURACI DE LOIOLA, casada com Henrique de
Almeida.
B.3.4.1.2 - JOAQUIM FRANCISCO DE ASSIS ALBERNAZ (*27.7.1875 + 01.11.1962), nascido na cidade de Goiás, sendo que teria
falecido em Goiânia, foi coletor estadual, casado com Ana Angélica Marques (
*31-07-1878 + 21.06.1940), filha de
Francisco Lopes Fogaça e de Luiza Marques, irmã da terceira mulher de seu pai,
teve os seguintes filhos:
B.3.4.1.2.1- NEWTON DE ASSIS ALBERNAZ, advogado na cidade de Goiás, (*12.10.1895), teria sido candidato a Senador, pelo Estado de Goiás, casado com Maria Beatriz Miranda Wanderley, filha de Jocely de Souza Wanderley e de Donaide Miranda Carmelita, gerou os filhos:
B-3.4.1.2.1.1 - NEOMAR WANDERLEY ALBERNAZ, que teria falecido aos 15 anos.
B-3.4.1.2.1.2 - NEUMARI TEREZINHA WANDERLEY ALBERNAZ (*18.1.1930), casada com Fábio Plínio de Carvalho Ramos, médico.
B-3.4.1.2.1.3 - MARIA BEATRIZ WANDERLEY ALBERNAZ (*24.5.1933) , casado com Marcos Isaac de Lima, carioca.
B-3.4.1.2.1.4 - DONAIDE WANDERLEY ALBERNAZ (*2.9.1934);
B-3.4.1.2.1.5 - MARIA DE LOURDES WANDERLEY ALBERNAZ (*23.7.1943), casado com Eduardo César Menezes, funcionário do Banco do Brasil, filho de Gessy Menezes e Maria P.Menezes, imigrantes de Mineiros, gerou
B-3.4.1.2.1.5.1 -NEWMAR ALBERNAZ MENEZES, (43 anos em 2006), advogado, casado com Alessandra dos Santos Bueno Menezes (*?), gerou os filhos: 1- Rafael (14 anos), Letícia (14 anos) e Daniel (1 anos).
Nota: Aguarda outros dados por parte de Newmar.
B-3.4.1.2.1.6 - ALIETE WANDERLEY ALBERNAZ
(*7.1.1946).
B.3.4.1.2.2. - NICANOR DE ASSIS ALBERNAZ (*3.5.1897+29.8.1962)
cirurgião dentista, funcionário público, casado com Ondina da Cunha Bastos, pai
de:
B.3.4.1.2.2.1.- NION ALBERNAZ (*11.4.1930),professor e diretor de Escola, Vereador em Goiânia, Secretário Municipal, e Prefeito, por três vezes, da cidade de Goiânia, GO, onde reside , casado com Oscarzita de Aquino Jaime,com quem teve quatro (4) filhos:
B..4.1.3.1.1 - MARCELO ALBERNAZ.
B.3.4.3.1.1.2- ADRIANA ALBERNAZ.
B.3.4.3.1.1.3 - LUCIANA, e
B.3.4.3.1.1..4 - BRUNO ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.2.2 - NIDION ALBERNAZ ( *18.3.1934+2006), advogado, ingressou no Ministério Público em 1o. de agosto de 1955, aposentou-se no cargo de procurador de Justiça em 1981. Foi i procurador Geral da Justiça do Estado de Goiás no período de 1969 a 1971, No Poder Judiciário foi secretário executivo da Presidência do Tribunal de Justiça de Goiás, nas gestões dos desembargadores João Canedo Machado (1987-89), Joaquim Henrique de Sá (1999-01) e Charife Oscar Abrão (2003-05), além de cargos de assessoramento técnico . Presidiu a Associação Goiânia do Ministério Público, no período de 1971 a 1973. Foi casado com Enri Santana Albernaz, tendo gerado quatro (4) filhos:
B.3.4.1.2.2.2.1 - MAURO SÉRGIO ALBERNAZ (*13.10.1962).
B.3.4.1..2.2.2 - PAULO ROGÉRIO ALBERNAZ (*11.9.1963).
B-3.4.1.2.2.3 - MARCO AURÉLIO ALBERNAZ ,(*1.2.1965), e
B-3.4.1.3.2.4 - MARTA CRISTINA ALBERNAZ (*9.8.1966).
Nota: Nidion além da esposa e filhos deixou duas noras, um genro e sete netos, que deverão ser arrolados neste site por indicação de seus descendentes, dos quais aguardamos um e-mail.
B.3.4.1.2.2.3 - DALVA ALBERNAZ (*17.3.1940), professora de Música, casada com Helvécio Caetano do Nascimento, gerou quatro (4) filhos:
4.3.4.1.2.2.3.1 - FERNANDA ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.2.3.2 - ALEXANDRE ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.2.3.3 - ALEXANDRE (?), e
B.3.4.1.2.2.3.4 - EDUARDO ALBERNAZ.
Nota: Aguardamos
e-mail de DALVA e FERNANDA ALBERNAZ, com mais dados.
B.3.4.1.2.3 - FRANCISCA DE ASSIS ALBERNAZ (*9.12.1899+ ?), casada com
Rodolpho Marques, que gerou um (1) filho: 1) José Manuel Rodomar, que não assina
Albernaz.
B.3.4.1.2.4 - BERNARDO DE ASSIS ALBERNAZ, (*23.7.1900 + ?),
dentista, casado com Elza Elias Ferreira, gerou :
B.3.4.1.2.4.1 - IARA DE ASSIS ALBERNAZ ARAÚJO, casada com Guido Ribeiro Araújo.
B.3.4.1.2.4. 2 - MARIELZA DE ASSIS ALBERNAZ LEÃO, casada com Éden Azevedo Leão.
B.3.4.1.4.3 - ANA MARIA DE ASSIS ALBERNAZ, casada com Didalci Macedo, e
B.3.4.1.4.4 - BERNARDO ELIAS ALBERNAZ (11.9.1948), viajante, casado com Jussara Dias.
B.3.4.1.2.5 - ANA AUGUSTA DE ASSIS
ALBERNAZ, falecida quando criança.
B.3.4.1.2.6 - IRACEMA DE ASSIS
ALBERNAZ (* 24.5.1903), casada com Joaquim Velasco Sobrinho.
B.3.4.1.2.7
- LUIZA DE ASSIS ALBERNAZ (*4.2.1905), casada com Francisco da Veiga Jardim,
gerou duas (2) filhas 1) MARLENE e 2) MARIA DO ROSÁRIO.
B.3.4.1.2.8 - OLIVA DE ASSIS (*6.7.1096),casada com Alcides Rodrigues de Oliveira, gerou dois (2) filhos:
B.3.4.1.2.8.1 - CID OLIVEIRA ALBERNAZ, advogado, professor universitário da DFGO (?).
B.3.4.1.2.8..2 - LÍVIA DE OLIVEIRA
ALBERNAZ, casada com Geraldo Matias.
B.3.4.1.2.9- ADIR ASSIS ALBERNAZ,
(*17.7.1908), casada com Sebastião Martins de Araújo, fiscal federal, na cidade
de Florianópolis, SC, gerou três filhos: 1) MARIA DA GLORIA ,2) JAIRO e 3)
ALTAMIR, que não assinam Albernaz.
B.3.4.1.2.10 - JOAQUIM ALBERNAZ FILHO
(*25.02.1910 + 05.06.1985), Bacharel em Direito, casado com Cesira Barsi Albernaz (*02.10.1913 + 01.04.1969), nascida em Ribeirão Preto, S.P., gerou:
B.3.4.1.2.10.1- ANA OLIVA ALBERNAZ (*15.03.1940 + 1991), casada com Nestor Fernandes OliveIra, tendo gerado um filha:
B.3.4.1.2.10.1.1 - LUCIENE ALBERNAZ OLIVEIRA SANTOS, casada com Marco Antônio Santos, que gerou:
B.3.4.1.2.10.1.1.1.1 - LUDMILA ALBERNAZ OLIVEIRA SANTOS, e
B.3.4.1.2.10.1.1.1.2 - CAMILA ALBERNAZ OLIVEIRA SANTOS.
B.3.4.1.2.10.2 - SÉRGIO ROBERTO ALBERNAZ (2.4.1944), advogado, casado com Marta Mirian Carneiro (*03.09.1958 + 26.12.2002), gerou:
B.3.4.1.2.10.3 - SÉRGIO ROBERTO ALBERNAZ JÚNIOR (* ), casado com Pautilia de Novaes Cavalcante Albernaz, tendo gerado uma filha:
B.3.4.1.2.10.3.1 - GABRIELA CAVALCANTE ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.4 - RODRIGO LISBOA ALBERNAZ, casado com Valéria Silva Martins, tendo gerado dois filhos:
B.3.4.1.10.4.2 - RODRIGO LISBOA ALBERNAZ FILHO, e
B.3.4.1.10.2.4.3 - VERÔNICA SILVA MARTINS LISBOA ALBERNAZ.
B.3.4.1.10.5 - LORENA CARNEIRO ALBERNAZ
B.3.4.1.10.6 - FÁBIO CARNEIRO ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.7 - JOACI ALBERNAZ (*), casado com Maria Helena Rodrigues Albernaz, tendo gerado os filhos:
B.3.4.1.2.10.7.1 - LEONARDO RODRIGUES ALBERNAZ, casado com Fabiana Vieira Gauy.
B.3.4.1.10.8 - ALEXANDRE RODRIGUES ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.3.3 - DANIELA CESIRA RODRIGUES ALBERNAZ ARAÚJO, casado com Cristiano Gomes Araújo, tendo gerado:
B.3.4.1.2.10.3.3.1 - INGRID RODRIGUES ALBERNAZ ARAÚJO.
B.3.4.1.2.10.4 - BERNARDO ANTÔNIO ALBERNAZ (24.2.1948), casado com Maria da Conceição Coutinho Albernaz, que gerou:
B.3.4.1.2.10.4.1 - ALESSANDRA COUTINHO ALBERNAZ, casada com Flávio Souza Vieira, que gerou:
B.3.4.1.2.10..4.1.1 - ISABELA COUTINHO ALBERNAZ VIEIRA.
B.3.4.1.2.10.3.4.2 - MAURÍCIO COUTINHO ALBERNAZ, casado com Cláudia Kelen Gonçalves Navarrete Albernaz.
B.3.4.1. 2.10.3.4.3 - RAFAEL COUTINHO ALBERNAZ, casado com Elaine Cristina Carneiro Silva, que gerou:
B.3.4.2.1.10.3.4.3.1 - GABRIEL EDUARDO CARNEIRO ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.5 - MARCO ALBERNAZ ( 20.2.1951), Delegado de Polícia, casado com Iraildes Velasco Nascimento Albernaz, tendo gerado:
B.3.4.1.2.10.5.1 - MARCELO VELASCO NASCIMENTO ALBERNAZ (*?), Juiz Federal, do Tribunal Regional Federal, em Tocantins, casado com Milena Coelho Jorge Albernaz, que gerou:
B.3.4.1.2.10.5.1.1- ANA BEATRIZ JORGE ALBERNAZ,
B.3.4.1.1.2.10.5.1.2 - MARIA CAROLINA JORGE ALBERNAZ e
B.3.4.1.210.5.3 - MARIA EDUARDA JORGE ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.6 - MARCO AUGUSTO VELASCO NASCIMENTO ALBERNAZ, casado com Tathyana Kelly Forggia, tendo gerado:
B.3.4.1.2.10.6.1 - MURILO HENRIQUE FORGGIA ALBERNAZ,
B.3.4.1.2.10.6.2 - MATHEUS FELLIPE FORGGIA ALBERNAZ , e
B.3.4.1.2.10.6.3 - MÁRCIA CRISTINA VELASCO NASCIMENTO ALBERNAZ.
B.3.4.1.2.10.7 - SAMUEL ALBERNAZ (*27.9.1953), Administrador e conferencistas, além de líder de sua categoria (ver anotações curriculares nas páginas 4 e 5, onde está anotado o seu site), casado com Zirlene Sônia Coutinho Albernaz (*05.11.1960), tendo gerado dois filhos:
B.3.4.1.2.10.7.1 - AUGUSTO VINÍCIUS ALBERNAZ (*01.12.1984), e
B.3.4.1.2.10.7.2 - CARLA KATIÚSCIA ALBERNAZ *(10.12.1986).
B.3.4.1.2.10.8 - APARECIDA ALBERNAZ SANTIAGO TANÚS (* 28.6.1957), casada com Salim Santiago Tanús, tendo gerado os filhos:
B.3.4.1.2.10.8.1 - LETHYCYA CESIRA ALBERNAZ TANÚS,
B.3.4.1.2.10.8.2 - VIVIAM CRISTINA ALBERNAZ TANÚS, casada com Roberto Naves e Siqueira.
B.3.4.1.2.10.8.3 - LÍLIAN VIRGÍNIA ALBERNAZ TANÚS
Anotação: Os dados, desde o Sr.JOAQUIM ALBERNAZ FILHO (B.2.4.1.11, acima) , até aqui foram corrigidos e completados pelo Administrador SAMUEL ALBERNAZ, a quem devemos os respectivos créditos.
B.3.4.1.2.10.8.4 - LILIAN VIRGÍNIA ALBERNAZ TANÚS
B.3.4.1.2.11 - EDSON DE ASSIS ALBERNAZ ( *28.10.1911).
veterinário, formado no Rio de Janeiro, casado com Jandira Brasil, e
B.3.4.1.2.11.1 - MARLI DE ASSIS ALBERNAZ, casada com Pedro Alcântara Morais.
B.3.4.1.2.12 - HIRON DE ASSIS ALBERNAZ (19.11.1913), casado com Iolanda Alexandre, pai de:
B.3.4.1.1.2.12.1 -Excluido
B.3.4.1.2.12.2 - JOSÉ CARLOS
(*14.1.1950), 3 - HIRAN JÚNIOR (*30.5.1957), e 4 - DAWTO SÁVIO ALBERNAZ
(86.1.1963).
B.3.4.1.2.13 - ABIGAIL DE ASSIS ALBERNAZ (* ?), casada com
Luiz Fernandes Rio, de etnia basca , de Anápolis, GO. mãe de: 1 -
FERNANDO.
B.3.4.1.2.14 - LUZIA DE ASSIS ALBERNAZ (* 13.12.1916), casada com
Cláudio de Alencastro Veiga, de Goiás, filho de Joel de Alencastro Veiga e de
Isolina Pinheiro Veiga, mãe de: 1 - MARILENE, 2 - GISLENE , e 3 -
JOELENE.
B.3.4.1.2.15 - LYGIA DE ASSIS ALBERNAZ ( * 19.10.1916) , casada,
em primeiras núpcias, com Hermenegildo Barbosa e, em segundas, com Raimundo
Alves da Costa, gerou, com seu primeiro consórcio, um único filho:
B.3.4.1.2.15.1 - CARLOS ALBERTO DE ALBERNAZ BARBOSA (*15.11.1952), natural de Goiânia G.O., empresário, divorciado, gerou os seguintes filhos:
B.3.4.1.2.15.1.1 - CARLOS ALBERTO DE ALBERNAZ BARBOSA JÚNIOR (30.12.1970), solteiro, Técnico em Agrimensura, residente na cidade de Goiânia G.O.
B.3.4.1.2.15.1.2 - MÁRCIO MARCOS GUIMARÃES ALBERNAZ (11.08.1972), casado, advogado, residente na cidade de Goiânia, G.O. tendo gerado uma filha.
B.3.4.1.2.15.1.3 - SERGEY GUIMARÃES ALBERNAZ (*?), jornalista, casado, residente em Goiânia G.O., tendo gerado um filho, e
B.3.4.1.2.15.1.4 - ADRIANO GUIMARÃES ALBERNAZ (07.05.1977), casado com Cléia Pereira da Siilva, com curso superior, atualmente residente em Setúbal, Portugal, gerou os filhos:
B.3.4.1.2.15.1.4.1 - BRUNA PEREIRA ALBERNAZ (*19.07.1996) E
B.3.4.1.2.15.1.4.2 - DIOGO PEREIRA ALBERNAZ (*13.09.2007).
B..3.4.1.2.16 - JOSÉ DE ASSIS ALBERNAZ (* 1.10.1920), aposentado como fiscal de rendas da Receita Federal, casado com Estela Torres Albernaz (*03.12.1925) residentes em Florianópolis, gerou três filhos:
B.3.4.1.2.16.1 - ANA ANGÉLICA TORRES ALBERNAZ NOZAKI (06.02.1948), professora aposentada, casada com Minoru Nozaki (*27.06.1944), formado em Administração de Empresa, pela Universidade de Guarulhos, S.P., funcionário público estadual, residentes em Florianópolis, SC, gerou:
B.3.4.1.2.16.1.1 - GISELA MARIE ALBERNAZ NOZAKI (*11.06.1980), bacharel em direito, pela Universidade de Santa Catarina (UNISUL), acadêmica de Serviço Social, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), frequentando a Escola de Aperfeiçoamento e Preparação para o Ministério Público de Santa Catarina, residente em Florianópolis, SC.
B.3.4.1.2.16..2 - SONIA TORRES ALBERNAZ (*14.02.1949), divorciada de Luiz Celso Gonçalves, residentes em Florianópolis SC, gerou:
B.3.4.1.2.16.2.1 - MARISTELA ALBERNAZ GONÇALVES PERES DA SILVA (19.08.1978, farmacêutica, pela Universidade Federal de Santa Catarina e título de especialização em remédios de manipulação, residente em Florianópolis SC, casada com Marcelo Peres da Silva, administrador.
B.3.4.1.18.2.2 - PAULO RENATO ALBERNAZ GONÇALVES (*11.12.1979), graduado pela Universidade do Estado de Santa Caarina (UNESC), em Geografia, residente em Florianópolis SC, funcionário do IBGE.
B.3.4.1.2.16.3 - ANA CLÁUDIA ALBERNAZ GONÇALVES (*12.12.1987), estudante universitária de Arquitetura, pela UFSC, e Desenho Industrial, pela UDESC, residente em Florianópolis SC.
B.3.4.1.2.16.3 - CÉSAR TORRES ALBERNAZ (*24.02.1950), formado em Administração de Empresas, pela ESAG, funcionário público, Professor e Diretor Universitário em Florianópolis SC, casado com Elizabeth Maria Ovenhausen Albernaz (*29.09.?), médica, gerou:
B.3.4.1.2.16.3.1 - RENATA OVENHAUSEN ALBERNAZ (*?), Mestre em direito (UFM), Professora do Departamento de Direito da Universidade Católica do Sul de Santa Catarina (Unisul) e pesquisadora em matéria jurídica (Existencialismo e Direito e Pluralismo Jurídico - 2004), co-autora com Ariston Azevedo de "O "Nós" dos Movimentos Sociais", entre outros trabalhos, casada com Ariston Azevedo Mendes (*?), doutor em Sociologia Política (UFSC), Professor do Departamento de Administração da Universidade de Maringá (UEM) e pesquisador em matéria de sua área de atuação ( Delimitação de Sistemas Sociais e Pensamento Social Brasileiro - 2004), gerou dois filhos:
B.3.4.1.2.16.3.1.1 - Giovanna Ovenhausen Mendes (*23.09.2202), não assina o apelido da família de sua mãe ALBERNAZ.
B.3.4.1.16.3.1.2 - Nicolas Ovenhausen Mendes (*18.03.2007), também não assina o apelido de família de sua mãe ALEBRNAZ.
B.3.4.1.2.16.3.2 - ANDRÉ OVENHAUSEN ALBERNAZ (*09.02.1974), bacharel em Administração de Empresas, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), administrador da UNISUL, casado com Patrícia Saturnino de Britto Albernaz *(29.10.1975), gerou dois filhos, todos residentes em Florianópolis:
B.3.4.1.2.16.3.2.1 - LUIZ FELIPE OVENHAUSEN ALBERNAZ (*13.05.2001).
B.3.4.1.2.16.3.2.2 - MARIA VITÓRIA OVENHAUSEN ALBERNAZ (*05.04.2007).
B.3.4.1.18.3.3 - DANIEL OVENHAUSEN ALBERNAZ (13.03.1979), bacharel em Administração, pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), e engenheiro de alimentos, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), policia federal, residente em Dionísio Cerqueira SC, união com Cláudia, gerou uma filha:
B.3.1.16.3.3.1 - GABRIELY ALBERNAZ (*24.09.2007).
B.3.4.1.2.16.3.4. DENISE OVENHAUSEN ALBERNAZ (*06.02.1983), formada em Nutrição na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), residente em Florianópolis SC.
B.3.4.2.16.3.5 - FÁBIO OVENHAUSEN ALBERNAZ (*18.03.1985), cursando engenharia sanitária, pela Universidade Federal de Santa Catarina, residente em Florianópolis SC
Nota: os dados desde José de Assis Albernaz, até aqui, foram corrigidos por Gisele Marie, a quem agradecemos.
B.3.4.1.2.17 - MARIA DE LURDES ASSIS ALBERNAZ casada com Henrique Rocha, gerou:
B.3.4.1.2.17 - HERIMAR ALBERNAZ ROCHA (*), casado, tendo gerado três filhos:
B.3.4.1.2.17.1 - HENRIQUE ROCHA NETO,
B.3.4.1.2.17.2 - ÉRIKA TRAJANO ALBERNAZ, e
B.3.4.1.2.17.3 - MARCELO TRAJANO ALBERNAZ, atualmente residente em Goiânia
B.3.4.2.1.18 - PAULO ALBERNAZ ROCHA (*) , casado, em primeiras núpcias com Maria Salomé Batista Rocha e em segunda com Vilma Barbosa Dos Santos Albernaz Rocha, tendo gerado
em primeiras núpcias os filhos:
B.3.4.1.2.18.1 - ANA MÔNICA ROCHA SANTOS (*) , casada com Francisco Santos, tendo gerado dois filhos:
B.3.4.1.2.18.1.1 - GUSTAVO ROCHA SANTOS (*1986), estudante de Biologia, na Universidade Católica de Goiás, e
B.3.4.1.2.18.1.2 - RODOLPHO SANTOS (*1988), piloto de Kart e estudante.
B.3.4.1.2.18.2 - PAULO ALBERNAZ ROCHA JÚNIOR (*), advogado casado com Deyse Albernaz, tendo gerado duas filhas:
B.3.4.2.18.2.1 - MELYNA ALBERNAZ, com 13 anos (2005), e
B.3.4.1.2.18.2.2 - AMANDA ALBERNAZ, com 9 anos (2005).
B.3.4.1.2.18.3 - EDUARDO BATISTA ROCHA (*), advogado, casado com Denise Bastos Rocha, tendo gerado dois filhos:
B.3.4.2.18.3.1 - GUILHERME , e
B.3.4.2.18.3.2 - VANESSA.
B.3.4.1.2.18.4 - ELIANE BATISTA ROCHA (* 1970), casada, morando em Boston MA
em segundas núpcias gerou o filho:
B.3.4.1.2.18.5 - HENRIQUE ROCHA ALBERNAZ.(*28.04.1992).
B.3.4.1.3 -
FRANCISCA ALBERNAZ, casada com Evaristo Machado.
B.3.4.1.4 - MARIA DA BOA
MORTE.
B.3.4.1.5 - DELFINA e
B.3.4.1.6 - OLÍVIA ALBERNAZ.
B.3.4.7 - GUIOMAR DE ASSIS ALBERNAZ ( 14.08.1885 - ? 05.1974),que se
casou com Arnulpho Ramos Caiado (31.12.1883-20.12.1967), natural de Goiás GO,
filho de Torquatro R.Caiado e Caludina Fagundes Caiado, foi deputado por três
legislaturas, tendo composto a Mesa da Câmara e exercido a sua Presidencia por
duas vezes, além da 1a. secretaria, também, por duas vezes, fazendeiro,
ainda exerceu o caargo de Fiscal do Governo Colégio Santa Ana,em 1917, Sub=Delegdo
de Polícia, em 1909 e Chefe de Polícia da Capaital, com quem gerou catorze (14)
filhos, dentre eles Astrea, Artúlio, Astulieta, Aurican, Arnaldo, Auisan,
Arleuse, Armosan e Asúrio, que assinam o apelido de CAIADO, sem indicação de ALBERNAZ. (e-mail de
Liane e site da Assembléia do Estado de Goiás)
Nota: CAIADO tem origem espanhola, na verdade
saphardista, da família desse nome passou um ramo a
Portugal após se ter verificado a união daquela com a dos Gambás, em meados do
século XV, conforme Geraldo Pieroni, in Banidos, Ed.Bertrand Brasil, 2003. O
autor lista, consoante o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Portugal, o
nome de Domingos Rodrigues Caiado, 65 anos, sapateiro de Évora dentre os
condenados pelos crimes de judaísmo e impedir ação do Santo Oficio, tendo sido
condenado ao degredo de três anos no Brasil e penas espirituais ( processo Évora
n.4.156 - Auto-de-fé 30.06.1630), falecendo antes de partir para o
degredo, em 10.09.1630. ( pagina 131).
B.3.4.8 - JOSÉ LEOPOLDO DE ASSIS ( OU DE FARIA) ALBERNAZ ( * 1887 + ? ), cursou Odontologia, no Rio de Janeiro, onde constitui família, casando-se com Catarina Natércia Estrela Albernaz, gerou
B.3.4.8.1.- EDELENA ALBERNAZ DE MELO BASTOS, ( * ? ), casada com (...) Melo Bastos, a sua vez mãe de:
B.3.4.8.1.1 - LIANA ALBERNAZ DE MELO BASTOS , médica, Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise, do Rio de Janeiro, Mestre em Teoria Psicanalítica , pela UFRJ, e Mestranda pelo Instituto de Medicina Social , da UERJ., Doutora em Ciências Humanas e da Saúde, pela UERJ, e, Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autora do livro "Eu-corpando - O ego e o corpo em Freud, editado pela Escuta Editora.
B.3.4.8.1.2 - SOLANGE ALBERNAZ DE MELO BASTOS, jornalista, repórter e apresentadora da Rede Manchete, desde a fundação da emissora, em1983, tendo trabalhado na Rede Globo de 1985 a 1988, no Globo Repórter e no Fantástico. Ancorou o talk-show "Bate-Boca", na Rede Manchete (1993-19994). Fez reportagens especiais para o Câmara Manchete e o Programa de Domingo (1995-1998), além da cobertura da Copa do Mundo da França (1998), TV Manchete. Desde 1999 tem realizado vídeos institucionais, sobretudo para o governo do estado do Rio de Janeiro. Mergulhadora, como toda a família. Na produção de textos, fez as entrevistas para o livro "Abaixo a Ditadura", de José Dirceu e Wladimir Palmeira, Editora Garamond, 1988; o texto final dos livros "Salvo Conduto, Um Vôo na História", Editora Garamond, 1999, e "Nos Bastidores da Anistia", Editora Ferreira Botelho, 2000, ambos de Paulo de Melo Bastos.Em 2002, criou a Família Bastos Produções Ltda., pela qual editou em 2003 "Tauã, a verdade verdadeira que seu Norberto contou" e a 2a. edição de "Salvo Conduto, um vôo na história", ambos de Paulo de Melo Bastos. Atualmente, edita " O Elogio da Bobagem - história de palhaços, augustos e clowns, no Brasil e no mundo", de Alice Viveiros de Castro, com patrocínio da Petrobrás Cultural. Alguns trabalhos: Antártica, A última Fronteira - Manchete, 1985; A volta de Thor Heyerdahi à Ilha de Páscoa - Globo Repórter, TV Globo, 1986; Amazônia, Paraíso em Perigo - Manchete Vídeo, 1989; Rio São Francisco, O Velho Chico, TV Manchete , 1990; Titicaca: O Lago Sagrado dos Incas - TV Manchete, 1991.
B.3.4.8.1.3 - CELESTE ALBERNAZ DE MELO BASTOS.
B.3.4.9 - MARIANA
ALBERNAZ.
Do
segundo casamento, BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, com Lídia de Albuquerque,
gerou
B.3.4.10 - JOÃO ALBERNAZ ( sem noticias)
(E-mail de Liane).
Do terceiro casamento, BERNARDO
ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, gerou:
B.3.4.11 - BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ (FILHO), ( *?+21.12.1931), foi médico em Campinas, casado com Maria Calmon ( E-mail de Liane). Há informações de que foi oficial-médico da Polícia Militar de Minas Gerais, tendo falecido em Monte Santo de Minas Gerais. Não há noticias de que tenha deixado descendência. Sua viúva teria se casado com o coronel Pedro Cordolino de Azevedo ( sem mais dados)
B.3.4.2 - José Antônio da Silva (?).
B.3.4.3 - Padre Inácio António da Silva (?).
B.3.4.3 - Clementina (?). B.3.4.4 - Emerenciana (?). B.3.4.5 - Francisca (?). B.3.46 - Delfina (?). B.3.4.7 - Ana (?).
B.4 - GABRIEL DE FARIA ALBERNAZ (?).
B.5 - ANTONIO BUENO DA FONSECA (ALBERNAZ) (*05.10.1792+?), casada com João Barbosa Lourenço.
B.6 - ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ (*26.10.1793+?).
B.7 - Maria dos Santos Bueno (*01.11.1794+?).
B.8 - ANGÉLICA DE FARIA ALBERNAZ (*17.06.1796+?), casado com Izidro da Costa Freire, teria gerado os filhos:
B.8.1- Joaquim de Faria Bueno (?), e
B.8.2 - TEODORO DE FARIA ALBERNAZ (*27.10.1828+?), casado com Emília da Costa Marques.
B.9 - FELIZARDA DE FARIA ALBERNAZ (*13.12.1797+?).
B.10 - MARIA DE FARIA ALBERNAZ (*?+?).
B.11- Alferes JOSÉ RAFAEL DE FARIA ALBERNAZ (*?+?), casado com Maria Luiza Rodrigues Leite, gerou:
B.11.1 - Ten. JOSÉ INÁCIO DE FARIA (*?+?), não assina ALBERNAZ, casado com Delfina Ciriaca da Rocha, em primeiras núpcias, e, em segunda, com Rosalina Joaquina de Oliveira, e, ainda, em terceira, com Roduzinda Rodrigues da Luz, tendo gerado os filhos:
B.11.1 - ANTONIO INÁCIO DE FARIA (*29.12.1823+24.06.1880).
B.11.2 - JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ (*?+?), casado com Ana Francisca d'Abadia, tendo gerado filhos.
B.11.3 - - JOSÉ INÁCIO DE FARIA (*?+?), não assina ALBERNAZ, casado com Maria Josefa de Oliveira, tendo gerado dois filhos:
B.11.3.1 - JOSE INÁCIO DE FARIA (*?+?), casado com Delfina Valkéria Ferreira, e
B.11.3.2 - FRANCISCO INÁCIO DE FARIA.
B.11.1.4 - LUIZ INÁCIO DE FARIA (*22.05.1834+?).
B.11.1.5 - MANUEL INÁCIO DE FARIA.
Das segundas núpcias:
B.11.1.6 - JOÃO BATISTA DE FARIA (*?+?), casado com Margarida Pereira dos Santos, gerou os filhos:
B.11.1.6.1 - JOAQUIM DE FARIA (*?+?), B.11.1.6.2 - HORÁCIO DE FARIA (*?+?+), B.11.1.6.3 - JOSÉ JOAQUIM DE FARIA (*?+?), B.11.1.6.4 - JOÃO BATISTA DE FARIA (*?+?), B.11.1.6.5 - ALZIRA BATISTA DE FARIA (*?+?), B.11.1.6.6 - MARGARIDA BATISTA DE FARIA.
B.11.1.7 - FRANCISCA INÁCIO DE FARIA ( *?*+?), que teria gerado cinco filhos.
B.11.2 - ANA DAS DORES DE FARIA (*?+?), casada com Joaquim Pereira dos Santos, gerou:
B.11.2.1 - MARIA JOAQUINA DE FARIA (*?+?), casada com Antônio Bernardo de Barros.
B.11.3 - MARIA JOAQUINA DE FARIA (*?+?), casada com Joaquim Antônio Teixeira.
Descendentes de Francisco Jorge Paz (Albernaz).
C - FRANCISCO JORGE PAZ (ALBERNAZ)
(* ? +?), natural da Freguesia de Santa Bárbara, Bispado de Mariana, casado com
Antônia Maria Angélica, nascida em Meia Ponte, filha de Caetano da Silva Matos e
de Rita Maria da Conceição gerou :
C - 1 - ANTÔNIA DE FARIA ALBERNAZ, ( *
25.5.1787), e
C - 2 - SEBASTIANA DE FARIA
ALBERNAZ.
Descendentes de Luiz de Faria
Albernaz
D - LUIZ DE FARIA
ALBERNAZ (* 17.9.1751 + 5.2.1771), na Capela de Sant'Ana do Rio do
Peixe.
Nota: Não há notícias, nem outros dados, sequer que tenha deixado descendentes.
Descendentes de José de
Faria Albernaz
E - JOSÉ DE FARIA
ALBERNAZ ( * 4.8.1754 +9.8.1819), casado Isabel Maria do Sacramento ( ou Isabel
Maria da Conceição), filha de Caetano da Silva Matos e de Rita Maria da
Conceição, era pai de:
E - 1 - ROSA DE FARIA ALBERNAZ ( *
30.7.1787).
E - 2 - ROSA DE FARIA ALBERNAZ, ( * 7.1.1789 + ? ), casada
com José Antônio Mendes, filho do Alferes Manuel Luiz Mendes e de Ana Rosa do
Amaral.
Não há mais dados, desta descendência,
E - 3 - JOSÉ DE FARIA ALBERNAZ ( * 21.9.1803).,Não há mais dados.
E - 4 - ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ
(?) ( * 21.9.1803 + ? ).
Descendentes de Timóteo Faria Albernaz
F - TIMÓTEO FARIA ALBERNAZ (?) ( * 3.1.1757 + ??), DE iTABERAI - GO.
F - 1 - BENEDITO FARIA ALBERNAZ ( )
F - 2 - ATALIBA FARIA ALBERNAZ ( )
F- 3 -DEJAMIRA FARIA ALBERNAZ ( )
F - 4 - ADÃO FARIA ALBERNAZ
F - 4.1 DINAMAR FARIA ALBERNAZ .
Não há descendentes, digo aguarda-se outros informações por parte de DINAMAR FARIA ALBERNAZ
Descendentes de Matilde
G - MATILDE DE FARIA ALBERNAZ (?) ( *
21.9.1759).
Não hão mais dados, dessa
descendência.
Descendentes de Mariana de Faria Albernaz
H -
MARIANA DE FARIA ALBERNAZ, ( * ? + 1805).
Não há mais
dadas.
Descendentes de Maria Josepha de Jesus (Albernaz)
I - MARIA JOSEPHA DE JESUS
(Albernaz) (* ? + ? ).
Não há mais dados.
Nota: Agradecemos o Dr. Lister de Freitas Albernaz, importante causídico e professor de Ciências Jurídicas, de Goiânia, a colaboração com o fornecimento de dados das personas da família Faria Albernaz de Goiânia, em especial da obra do renomado escritor Sisenado Jayme.
FARIA ALBERNAZ MATOGROSSENSE
J - JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ(*), Goyano de Meia Ponte, hoje Pyrinópolis, filho de MANOEL DE FARIA ALBERNAZ e Maria Joaquina Pereira da Veiga, que foi casado com Anna Virginia Nunes da Cruz, tendo ambos falecidos por ocasião da varíola, em 1867, que alastrou na região, tendo deixado um filho, com apenas cinco (5) anos:
J - 1 - ANTÔNIO JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ (*), que casou-se com sua prima Sebastiana Nunes Bueno do Prado, neta de D. Rita, pela primeira filha, Maria Franklina . tendo gerado:
J -1.1- ALICE DE FARIA ALBERNAZ (*), casada com Luiz Lima , ambos falecidos sem prole.
J - 1.2 - LINA DE FARIA (*)
J - 1.3 - ANNA VIRGINIA DE FARIA.
Enviuvando-se de S. Sebastiana, ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ casou-se com D. Maria Bárbara de Araújo, a quem deixou viúva por seu falecimento, sem deixar, em ela, geração.
K - ANTONIO NORBERTO DE FARIA ALBERNAZ (*), nascido em 18412 e falecido na cidade de Campo Grande, em 1916, casado com Mariana Joaquina Gaudie Ley, com quem gerou:
K - 1 - MARIA JOAQUINA DE FARIA ALBERNAZ (*), casada com Antônio Vieira de Almeida, com quem teve 10 filhos.
Nota: Dados colhidos em "Geneologia Matogrossense, de José de Mesquita, Ed. Revista Tribunais, S.Paulo, pag. 72/73), que quem prestamos nossas homenagens pelo brilhante trabalho de pesquisa.
AINDA "DE FARIA ALBERNAZ "
Minas Gerais e Brasília
L - ALEIXO DE FARIA ALBERNAZ ( * ? ) de Unai - M.G. , casado com Maria de Oliveira e Silva , com que teria gerado 12 filhos, dentre eles:
A - 1 - FLÁVIA DE FARIA ALBERNAZ (*28.07.1943), que gerou:
L - 1.1- DÉBORA DE FARIA ALBERNAZ (* 04.05.1982), possui graduação em Agronomia pela Universidade de Brasilia (2004), é mestranda em Agronegócios; também, pela Universidade de Brasília,. Tem experiência na área de Fruticultura genética vegetal e outras especialidades,. Após graduada, tem experiência na área de ´políticas públicas de apóio à comercialização com Arquitetura Famíliar, ingressou por concurso púbico de títulos e documentos em cargo de sua formação, no EMBRAPA, é irmã gêmea de
L .1.2 - DIANA DE FARIA ALBERNAZ ( 04.05.1982), naturais de Brasília ,DF, formada em Biologia, pela Universidade de Brasília, é bancária, tendo ingressado no Banco do Brasil, por concurso público de títulos e documenjtos.
L - 2 - ARLETE DE FARIA ALBERNAZ (*31.03.1954), casado com Marco Antônio Carpanêda, que gerou três filhos:
L - 2.1 - THIAGO ALBERNAZ CARPANÊDA (*31.08.1980), residente em Brasília, técnico em eletrônica.
L - 2.2 - ANA AMÉLIA ALBERNAZ CARPANÊDA (*22.09.1982), com 24 anos (2006), casada, professora e também moradora em Brasília, tendo gerado uma filha:
L - 2.2.1 - ANA CLARA ALBERNAZ CARPANÊDA COSTA (*03.04.2004).
L - 2.3 - CECÍLIA ALBERNAZ CARPANÊDA (*23.03.1984), acadêmica de Ciências Jurídicas e Sociais ( Direito), morando em Brasília.
Observação: Dados fornecidos por DIANA DE FARIA ALBERNAZ, por e-mail. Solicitamos aos irmãos do Sr. ALEIXO DE FARIA ALBERNAZ e seus descendentes que entrem cm contato com Diana, ou a este site, através de e-mail.
E-mail de CECÍLIA ALBERNAZ CARPANÊDA. também, promete completar os dados familiares, além de esclarecer que alguns dos filhos de Aleixo, seu avô, assinam~, tão só, FARIA, não assinando ALBERNAZ.
Nota: Apesar das informações recebidas do ramo FARIA ALBERNAZ da família, em especial do Alferes Manuel de Faria Albernaz, ainda faltam muitos dados dos parentes mais próximos, nascidos desde o início do século XX.
FARIAS DE ALBERNAZ
( Rio Grande do Sul)
M - HORÁCIO FARIAS DE ALBERNAZ ( * ) , nascido em Rio Grande, RS, pai de dois filhos:
M.1 - CARLOS TADEU VITÓRIA ALBERNAZ, (* ), nascido em Porto Alegre, RS, casado com Maria de Fátima Fonseca Albernaz, pai de:
M.1.1 - RAFAEL ALBERNAZ.
M.1.2 - FÁBIO ALBERNAZ, e de
M.1.3 - TIAGO ALBERNAZ,
M.2 - NARA REGINA VITÓRIA ALBERNAZ.
Nota: Aguarda-se maiores dados por parte de FÁBIO ALBERNAZ, conforme e-mail.
N - MARCOS AUGUSTO DE FARIAS ALBERNAZ (*+), de profissão tropeiro, casado com Maria Capitolina da Costa Lima, tendo gerado o filho:
N - 1 - ELMO FARIAS DE ALBERNAZ (*03.3.37), natural de Santa Vitória do Palmar RS, professor aposentado, faz parte do Conselho Administrativo da Igreja Metodista, com sede na cidade de São Paulo, residente em São Leopoldo, casado com Lucilia de "Assis Lamasson" Albernaz, gerou:
N - 1.1 - NILDA MARIA DE ALBERNAZ ROSSI;
N - 1.2 - JOSÉ MARCOS FARIAS DE ALBERNAZ.
Nota: Aguarda dados complementares por parte do Sr. Prof. ELMO FARIAS DE ALBERNAZ. por e-mail.
FARIAS ALBERNAZ DO RIO GRANDE DO SUL
O - ANTÔNIO FELIX DE FARIAS ALBERNAZ (*), casado com Comba Joaquina Pereira Nunes, em 1894, em Sta. Vitória de Palmas, RS, gerou:
O - 1 - MARIA DE FARIAS ALBERNAZ (*), casado com Olegário Santana Pereira Nunes, batizado em 1865, em Sta. Vitória de Palmas.
O - 2 - MARIA LIMA DE FARIAS ALBERNAZ (* 1891), casada com Boaventura Pereira Nunes.
EM SÃO PAULO - CAPITAL
P - JOINVILE ALBERNAZ (*) , casado com Regina Elizabeth de Almeida Albernaz (*), gerou:
P -1 - MIRIAN PRISCILA ALBERNAZ (*), formada em letras.
P - 2 - MARTHA REGINA ALBERNAZ (*) , formada e Pós-graduação em Serviço Social.
P - 3 - JÔNATHAS ABRAÃO ALBERNAZ (*), Químico e cursando (2004) Ciências Sociais e Jurídicas, residente e domiciliado na cidade de São Paulo.
Nota: Os familiares de Jônathas buscam contato com LYDIO MOREIRA ALBERNAZ, visto que a família de seu pai perdeu o contato com seus parentes, ainda muito jovem.
FAMÍLIA ALBERNAZ NA BAHIA DE TODOS OS SANTOS
DE LÁ PARA VÁRIOS ESTADOS DO BRASIL
GARCIA-ALBERNAZ * ALBERNAZ-GARCIA
BARROS-ALBERNAZ * MACHADO-ALBERNAZ
ALBERNAZ-ALVES * JUNQUEIRA-ALBERNAZ
LAVIGNE-ALBERNAZ * ALBERNAZ-GALVÃO
ALBERNAZ-MELO * MANGABEIRA-ALBERNAZ
Q - Coronel JERÔNIMO JOSÉ ALBERNAZ ( *? + ? ) casado com Maria Joaquina do Nascimento de Figueiredo Sarmento Albernaz , gerou os filhos:
Q - 1 - MARIA CONSTÂNCIA ALBERNAZ GARCIA (* ?+ 26.09.1842, de Cachoeira, Bahia, segunda esposa de José Garcia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão (*02.05.1794+27;09.1829), nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, Bahia, Coronel de milícias, Cavaleiro professor na Ordem de Cristo e último Senhor do celebre morgado da Embiara, tendo sido casado em primeiras núpcias com Carolina Amália de Melo, filha de Manoel José de Melo e de Cecília de Melo, falecida em Salvador, Bahia, não tendo gerado filhos deste consórcio,
contudo, com sua segunda esposa - MARIA CONSTÂNCIA ALBERNAZ GARCIA - gerou os filhos:
Q - 1.1 - MARIA ANTÔNIA CAVALCANTI E ALBUQUERQUE ARAGÃO ALBERNAZ (* ? + 20.03.1903), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeira, Bahia, freguesia de São Roque, onde foi batizada em 27.05.1833, falecida em Cachoeira, que embora não assinasse Albernaz, passou a fazê-lo ao casar se com seu tio materno JOAQUIM INÁCIO ALBERNAZ (* ? + ? ) , filho do Cel. JERÔNIMO JOSÉ ALBERNAZ (*? + ?), falecido em Cachoeira e de Maria Joaquina do Nascimento Figueiredo Sarmento, tendo gerado os seguintes filhos:
Q - 1.1.1 - JOAQUIM INÁCIO ALBERNAZ FILHO (*03.08.1848 + 05.07.1912), nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, Bahia, onde, também, faleceu solteiro, sem deixar geração.
Q - 1.1.2 - PAULO GARCIA ALBERNAZ (*29.01.1850 + ?), nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, tendo falecido em São Felix,Bahia, casado, em30.11.1872, com Flora Maria de Barros, filha do Capitão Francisco de Barros Amorim e de Maria Augusta Carolina de Barros, tendo gerado um único filho:
Q - 1.1.2.1 - PEDRO BARROS ALBERNAZ, conhecido por PEDRO ALBERNAZ (*31.01.1875 + ?) , nascido em São Felix, Bahia, no recôncavo baiano, vivido em Cachoeira, no Engenho de Embiara, que foi tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, médico formado em Salvador, Bahia, pela Faculdade da Bahia, em 1898, tendo participado na Guerra dos Canudos (1896/97), como Oficial Médico do Exército, após transferiu-se para a cidade de Jardinópolis, pequena cidade do Estado de São Paulo, onde passou a clinicar, dedicando-se à arte de curar, principalmente as pessoas mais humildes, cidade onde exerceu atividades políticas partidárias, elegendo-se Vereador e Intendente ( Prefeito), emprestando seu nome para nomear praças e ruas na sede do município e no Distrito de Jurucê, em certa época, transferiu residência para a cidade de Santos, S.P. (ver nas páginas 4 e 5 outros dados), casado com a cidadã de Jardinópolis Noemia Machado Albernaz, com quem gerou dois filhos:
Q - 1.1.2.1.1 - PAULO MACHADO ALBERNAZ (* ? + 10.2001), nascido em Jardinópolis, S.P. ( ou Santos S.P.), sacerdote da Sociedade Brasileira de Eubiose, em São Paulo, capital do Estado, escritor, casado com Neusa Maragni Albernaz (*?+/) sacerdotisa da Sociedade Brasileira de Eubiose, tendo gerado os filhos:
Nota: Ver nas páginas 4 e 5 outros dados, e abaixo observações sobre as personas de Pedro de Barros Albernaz e, seu filho, Paulo Machado Albernaz, retirados e fornecidos por publicações sobre o Distrito de Jurucê, da cidade de Jardinópolis e da Editora Madras que edita os livros de Paulo Albernaz e mail de SANDRA PAULA ALBERNAZ, filha de PAULO MARAGNI ALBERNAZ.
Ver também o site: http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=61&PN=1 sobre a homenagem prestada pela Comunidade Teúrgica Portuguesa ao casal PAULO MACHADO ALBERNAZ/NEUSA MARAGNI ALBERNAZ, quando da visita deles à Portugal, pouco tempo antes do falecimento do Sacerdote PAULO MACHADO ALBERNAZ, escritos, pianista e pintor.
O casal desembargou no Aeroporto de Lisboa, cerca das 13,30 horas, do dia 02 de maio de 2001, 4a. feira, rumando para Sintra, onde passou a receber homenagens de seus pares.
Q - 1.1.2.1.1.1 - PAULO MARAGNI ALBERNAZ (*07.12.1949+04.06.1975), falecido em acidente de motocicleta, aos vinte e seis (26) anos de idade, em plena juventude e recém casado com Sandra Elidia dos Santos, gerou duas filhas:
Q - 1.1.2.1.1.1.1 - SANDRA PAULA ALBERNAZ (* 1975, 28 anos em 2002), solteira, psicóloga, exercendo a profissão de corretora de imóveis , na cidade de São Paulo, e de
Q - 1.1.2.1.1.1.2 - (?)
Q - 1.2.1.2 - NORMA MACHADO ALBERNAZ (* ? ), nascida em Jardinópolis ( ou Santos.S.P.), casada co Alfredo Capelache de Gusberti Neto, tendo gerado os filhos:
Q - 1.1.2.1.2.1 - Maria Alice Capelache (* ?) , casada com Henrique Mathias, que não assina o apelido de família Albernaz (sem mais dados).
Q - 1.1.2.1.2.2 - MARIA CECILIA ALBERNAZ CAPELACHE SANTOS (*?), Matemática, Técnica em Processamento de Dados, professora na Universidade Santa Cecilia, em Santos, e na Faculdade de Engenharia de Computação e Telemática, de Santos, mestranda em Sistema Digitais, e, Chefe do Departamento de Informática da Prefeitura Municipal de Santos, casada com o Engenheiro Júlio dos Santos, tendo gerado três filhos, que não assinam o apelido de família Albernaz:
Q - 1.1.2.1.2.2.1 - Júlio dos Santos Júnior ( * ?), acadêmico de engenharia elétrica na Politécnica USP, e
Q - 1.1.2.1.2.2.2 - André Luiz Capelache (* ?) cursando Ciências de Computação (ano de 2001).
Q - 1.1.2.1.2.2.3 - Luiz Maurício Capelache dos Santos (* ?) , acadêmico de Engenharia Mecânica no Mackenzie, além de goleiro da Seleção Universitária Brasileira de Pólo Aquático ( 2001).
Q - 1.1.2.1.2.3 - MARIA ELIZABETH ALBERNAZ CAPELACHE CARVALHO (* ?), jornalista em Santos, S.P., vencedora de vários prêmios por trabalhos publicados, casada com com Álvaro de Carvalho Júnior(* ?) jornalista e professor, tendo gerado dois filhos:
Q - 1.1.2.1.2.3.1 - PEDRO ALBERNAZ CAPELACHE DE CARVALHO (* ?), (sem mais dados).
Q - 1.1.2.1.2.3.2 - GUSTAVO ALBERNAZ CAPELACHE DE CARVALHO (* ?) ( sem mais dados).
OBSERVAÇÕES
PAULO MACHADO ALBERNAZ e sua esposa Neusa Maragni Albernaz, avós de Sandra Paula Albernaz e tios de Maria Cecilia Albernaz, eram sacerdotes da Sociedade Brasileira de Eubiose, sendo que, a pedido do Mestre da Sociedade - Professor José Henrique de Souza - ele - Paulo - fez a adaptação e comentários, na língua portuguesa, de " A VOZ DO SILÊNCIO" e do "LIVRO DE DZYAN" e seu anexo "O FOGO INTERNO DO HOMEM", com título "BLAVATSKY" , abordando as revelações de civilizações passadas, a exemplo de Atlântica, e a cosmogênese, o início de tudo - cujo tema é inspirado nos ensinamentos de Helena Petronia Blavatsky, uma avatara do final do século XIX, fundadora da primeira Escola Iniciática, que revelou em forma esotérica, para que os mesmos não caíssem em mãos malignas, como é o Livro de Hermes ( cf. e-mail de Sandra Paula Albernaz, sua neta). Ademais, PAULO MACHADO ALBERNAZ publicou vários livros sobre o tema, senso os mesmos editados e distribuídos pela MADRAS EDITORA LTDA.
Os avatares são encarnações da divindade na Terra e têm a missão de restabelecer o equilibrio da humanidade. Para alguns Jesus, Krishna, Ghandhi, Maria Tereza de Calcutá, Sidarta, entre outros, teriam sido avatares dos seus Vishnu.
Q - 1.1.3 - JOSÉ GARCIA ALBERNAZ (*1852 + 04.06.1853) , nascido na Vila do Iguape , em Cachoeira, na Bahia, onde faleceu menor de idade (Ver item 1.1.8 , abaixo).
Q - 1.1.4 - ANA MARIA ALBERNAZ (*18.11.1853 + 16.04.1886), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, casada, em 07.02.1880, com o Alferes Farmacêutico do Corpo do Exército "Candido Monteiro Alves", filho do Farmacêutico Antônio Alves e de Cândida Monteiro, tetravô do advogado Dr. RICARDO JUNQUEIRA LOMBA ALBERNAZ, tendo gerado os filhos:
Q - 1 .1.4.1 - CÂNDIDO ALBERNAZ ALVES (*04.03.1881 + 26.08.1940), nascido na capital da Bahia, tendo falecido na capital da República, então Rio de Janeiro, Bacharel em Direito e Ciências Sociais, pela Faculdade do Rio de Janeiro, em 1911, ingressou na Armanda Brasileira como Aspirante à Guarda Marinha, em 1899, atingindo o posto de Capitão de Fragata, foi Professor de Direito Constitucional e Direito Penal Militar da Escola Naval, casado, em 28.12.1912, com Ruth Tross (*? + 17.09.1978), , falecida no Rio de Janeiro, filha de Carlos Barbosa Tross e de Adelaide Leitão de Oliveria, tendo gerado um só filho:
Q - 1.1.4.1.1 - HÉLIO ALBERNAZ ALVES (*10.01.1915 + 17.03.1985), nascido na capital da República, então Rio de Janeiro, Bacharel em Direito e Ciências Sociais, pela Faculdade de Niterói, em 1927, tendo exercido os cargos de Adjunto de Promotor nos Municípios de Parti e Saquarema e de Juiz de Direito nas Comarca de Volta Redonda e Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, e, finalmente, nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, casado, em 26.08.1939, com Maria Regina Fernandes Lomba (*? + 13.03.1985), filha de Firmino Lomba e de Anna Fernandes, tendo gerado dois (2) filhos:
Q - 1.1.4.1.1.1 - BELKISS ALBERNAZ (*07.12.1941), nascida no Distrito Federal, Bacharel em Direito e Ciências Sociais, pela UFF RJ, em 1964, doutorado em 1966, casada, em 03.12.1966, com o comandante Carlos Parente Ribeiro, RRMM, Professor Pós Graduação na UFFR-Coppe, natural da Bahia, filho de Nelson Parente Ribeiro e Gabriela Meurer Ribeiro, tendo gerado quaro (4) filhos, que não assinam o apelido de família Albernaz:
Q - 1.1.4.1.1.1.1 - Eduardo Parente Ribeiro (*07.09.1967), Engenheiro, com tese de Mestrado e Doutorado, em 28.12.1966, na PUC RJ, Professor na Universidade de Curitiba, PR, com concurso, em 03.01.1997, casado, em 11.07, 1998, com Andréa Sell Dymiski, Engenheira Civil, com Mestrado e Doutorado pela PUC RJ, filha de José Eduardo Dymiski, tendo gerado duas filhas.
Q - 1.1.4.1.1.1.2 - Roberto Parente Ribeiro (*26.08.1968), Engenheiro de Computação, gerente do Citibank RJ, depois do Tókio Credit Suisse, em Tókio, casado, em 04.01.2002, com Towako Soma.
Q - 1.1.4.1.1.1.3 - Afonso Parente Ribeiro (*29.01.1970 + 09.01.1985), falecido aos 15 anos de idade, em plena adolescência.
Q - 1.1.4.1.1.1.4 - Luisa Parente Ribeiro (*01.02.1973), licenciada em Educação Física, pela Faculdade Gama Filho, em 1995, e Advogada, Guines Book pela Ginástica Olímpica - campeã Sul Americana e Pan Americana de Ginástica - , casada, em 09.05.1998, com Alexey Martins Rodrigues de Carvalho, atleta profissional de basquete e Administrador de Empresas, tendo uma filha de nome Manuela (*27.10.1999).
Q - 1.1.4.1.1.2 - CÉSAR LOMBA ALBERNAZ (*29.01.1945), Engenheiro Mecânico , formado pela PUC RJ, casado, em primeiras núpcias, com Maria Lúcia de Castro, filha de Pedro Clovis Junqueira e Adriana Alice de Castro Junqueira, tendo gerado dois (2) filhos.
Q - 1.1.4.1.1.2.1 - RICARDO JUNQUEIRA LOMBA ALBERNAZ (11.04.1975), Advogado, formado pela PUC RJ, no ano de 2000, especialista em Direito do Consumidor, exercendo suas atividades jurídicas na comarca do Rio de Janeiro, RJ .
Nota: Expressamos os agradecimentos ao Dr. Ricardo Junqueira Lomba Albernaz, advogado, especialista em Direito do Consumidor, pela efetiva colaboração na pesquisa do ramo bahianos da família Albernaz e dados remetidos, segundo o livro Genealogia das Famílias da Bahia, editado pelo Governo estadual.
Q - 1.1.4.1.1.2.2 - RAFAEL JUNQUEIRA LOMBA ALBERNAZ (*17.09.1979), universitário, cursando a FAculdade de Engenharia, em 1999, na PUC RJ .
Q - 1.1.4.2 - ANA ALBERNAZ ALVES (*10.09.1882 + 10.06.1990), nascida em Iguape, em Cachoeira, na Bahia, casada em primeiras núpcias, em 14.01.1899, com Felipe Benício de Freitas, filho de Zeferino de Freitas, e Rosa de Freitas, tendo gerado deste consórcio um só filho, e, em segundas núpcias, em 31.05.1905, com Adolfo Rebelo Leite (*28.02.1882), nascido em Sergipe, doutor em medicina, pela Faculdade da Bahia, em 1905, e Inspetor Sanitário do Estado, filho de Cândido Rabelo Leite e de Francisca de Melo Leite, sendo que destas gerou cinco (5) filhos, nenhuma deles assinam o apelido de família Albernaz:
Filho das primeiras núpcias:
Q - 1.1.4.2.1 - Felipe Alves Freitas (*6.06.1900 - + ?), nascido em Cachoeira, Bahia, Bacharel em Direito pela Faculdade da Bahia, em 1924, casado, em 03.06.1926, com Estela Borges de Cerqueira, filha de Manoel Pires de Cerqueira e de Tereza Borges de Cerqueira, o qual gerou dois (2) filhos.
Das segundas núpcias gerou os filhos:
Q - 1.1.4.2.2 - Acir Alves Leite (*04.06.1906) nascido em Petrolina, Pernambuco, doutor em medicina pela Faculdade da Baia, em 1928, casado, em 25.01.1930, com Dulcelina Teixeira Lima, filha de Cantidiano Alves Lima e de Gertrudes Teixeira Lima, tendo gerado uma única filha.
Q - 1.1.4.2.3 - Adir Alves Leite (*12.06.1908), nascida em Alagoinha, na Bahia, casado, em 26,12,1931, com Margarida Vilar, filha de Antônio Joaquim Vilar e de Maria Carolina, tendo gerado quatro (4) filhos.
Q - 1.1.4.2.4 - Amir Alves Leite (*23.10.1910), nascido em Ilhéus,a na Bahia, doutor em medicina pela Faculdade da Bahia, em 1933, casado, em 22.10.1938, com a professora Itália Vespoli, tendo gerado três (3) filhos.
Q - 1.1.4.2.5 - Anita Alves Leite (*07.01.1913), nascida em Itabuna, na Bahia, professora pelo Instituto Normal da Bahia, em 1929, casada, em 03.04.1937, com José Cirne Dantas, filho de Pedro Dantas e de Maria Augusta Cirne Dantas, tendo gerado dois (2) filhos.
Q - 1.1.4.3 - ANTÍSTENESALBERNAZ ALVES (* (01.10.1855 + ? ), nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, Farmacêutico, pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1909, foi funcionário farmacêutico do Hospital "Juliano Moreira", casado, em 28.02.1914, com Felisbela de Souza Galo, filha de José Galo e de Adelina Amélia de Souza, gerou nove (9) filhos, que não assinam o apelido de família Albernaz, exceção ao neto, conforme indicado abaixo :
Q - 1.1.4.3 - Luiz José de Souza Alves (*20.04.1915), nascido na capital da Bahia, Bacharel em Direito pela Faculdade da Bahia, em 1919, casado, em 23.10.1941, com Dagmar Batista dos Santos, filha de Astério Batista dos Santos e de Laura Veloso dos Santos, com quem gerou um único filho:
Q - 1.1.4.3.1 - ANTÍSTENES ALBERNAZ ALVES NETO (+27.08.1941), nascido na capital da Bahia (sem masi dados).
Q - 1.1.4.4 - Adelino José de Souza Alves (*10.03.1917), nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.5 - José Geraldo de Souza Alves (** 16.04.1919), nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.6 - Antônio José de Souza Alves (*28.12.1920), nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.7 - Mário José de Souza Alves (*08.09.1922), nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.8 - Carlos José de Souza Alves (*20.08.1924) , nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.9 - Afonso de Souza Alves (* 20,06.1926), nascido na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.4.10 - Hermano José de Souza Alves (*20.09.1917 + 08.10.1917), nascido na capital da Bahia, onde faleceu no mesmo ano.
Q - 1.1.4.11 - Maria Luiza de Souza Alves (*06.06.1931) , nascida na capital da Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.5 - MARIA JOAQUINA ALBERNAZ (*17.01.1856 + 16.06.1929), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeira, Bahia, casada, em 20.09.1876, com o Capitão JOAQUIM INÁCIO ALBERNAZ SOBRINHO ( *? +26.01.1888), viúvo de MARIA AMÉLIA ALBERNAZ, filho de MANOEL JOAQUIM ALBERNAZ e de Clara Albernaz, tendo gerado dois (2) filhos:
Q - 1.1.5.1 - MARIA ANTÔNIA ALBERNAZ (*27.10.1877 + ?), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeiras, na Bahia (sem mais dados).
Q - 1.1.5.2 - LUIZ AUGUSTO ALBERNAZ (*19.08.1880 + ),nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia , Farmacêutico pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1902, residiu no Rio de Janeiro, onde foi Diretor representante da Gueret's Anglo Brazilian Coaling & Cia. Ltda., casado, em primeiras núpcias, em 04.01.1911, com Leonidia Teresa Henriqueta Lavigne (*15.10.1892 + 11.06.18921), nascida em Belém, Pará, filha do Almirante Luiz Gaston Lavigne e de Estefânia Maria Lavigne, e, em segundas núpcias, com Severina Cavalcanti da Câmara Pimentel (*21.07.1903), nascida em Recife, Pernambuco, filha de Rodolfo Vulpiano da Câmara Pimentel e de Maria Júlia Cavalcanti da Câmara Pimentel, tendo gerado os filhos:
Primeiras núpcias
Q - 1.1.5.2.1 - JOAQUIM IGNÁCIO LAVIGNE ALBERNAZ (+14.02.1912 + ?), nascido em Juazeiro, na Bahia, 1o. Tenente-Intendente da Aeronáutica - F A B - , chegando ao posto de Capitão-Intendente, casado, em 05.12.1934, com Lea Peixoto , filha do General Dermerval Peixoto e de Iracema Peixoto, tendo gerado um filho:
Q - 1.1.5.2.1.1 - LUIZ EDMUNDO PEIXOTO ALBERNAZ (*05.05.1936 + ?), nascido na capital da República, então Rio de Janeiro, integrante da Esquadrinha da Fumaça, no posto de Major, tendo falecido em serviço, no Rio de Janeiro, em encontro de sua aeronave com às águas ( sem mais dados quanto esposa e filhos).
JOAQUIM IGNÁCIO LAVIGNE ALBERNAZ, no posto de Capitão-Intendente, participou do teatro de guerra na Itália, 2o.Guerra Mundial, como expedicionário, integrante do 1o. Grupo de Apóio, aviador-combatente, tendo sido morto por fogo inimigo cumprindo seu dever para com a Pátria e na defesa dos princípios que regem o Estado Democrático de Direito, figurando como herói na luta contra o nazi-fascismo ( Ver na página 2, deste site, nossa homenagem a esta persona que enobrece o apelido de família Albernaz).
Seu filho,LUIZ EDMUNDO LAVIGNE ALBERNAZ, igualmente, faleceu em serviço, em cumprimento de seu dever de militar ( Ver pagina 5, sua foto).
Q - 1.1.5.2.1.2 - MARINA ESTEFÂNIA LAVIGNE ALBERNAZ (*28.04.1913 ) , nascida na capital da República, então Rio de Janeiro ( sem mais dados).
Q - 1.1.5.2.1.3 - MARIA FELICIDADE LAVIGNE ALBERNAZ (*15.07.1915), nascida na capital da República, então Ri de Janeiro, casada, em 20.02.1936, com o Capitão doe Exército Antônio Jorge Corrêa, filho do Coronel de Exército Ernani Augusto Corrêa e de Cristina Pereira Corrêa, tendo gerado um único filho:
Q - 1.1.5.2.1.3.1 - CARLOS AUGUSTO ALBERNAZ CORRÊA (23.12.1936), nascido na capital da República, então ?Rio de Janeiro ( sem mais dados).
Q - 1.1.5.2.1.4 - MARIA TEREZA LAVIGNE ALBERNAZ (*19.09.1917 ), nascido na capital da República, então Rio de Janeiro, casada, em 08.05.1940, com Antônio Cocchianaro, filho de Egídio Cocchianaro e de Maria Palermo Cocchianaro, não tendo deixado geração.
Q - 1.1.5.2.1.5 - MARIA LEORRIDIA LAVIGNE ALBERNAZ (* 11.07.1921), nascida na capital da República, então Rio de Janeiro ( sem mais dados).
De segundas núpcias gerou:
Q - 1.1.5.2.1.6 - LUIZ AUGUSTO ALBERNAZ FILHO (* 24.08.1923) natural da capital da República, então Rio de Janeiro, que teria estudado medicina ( sem mais dados).
Q - 1.1.5.3 - ANA CLARA ALBERNAZ (* 26.02.1882 +?), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, casada, 23.05.1908, com Deoclécio da Silva Galvão, filho de Benedito da Silva Galvão, tendo gerado os filhos:
Q - 1.1.5.3.1 - FERNANDO GALVÃO ALBERNAZ (*25.02.1910 + 23.08.1939), nascido em Campo Formoso, na Bahia, falecido em Itabuna, na Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.5.3.2 - ALBERTO ALBERNAZ GALVÃO (* 03.05.1911 ) . nascido em Joazeiro, na Bahia, casado em 30.03.1937, com Helena Dias, filha de Pedro Dias e de Ana Dias, não tendo deixado geração.
Q - 1.1.5.3.3 - MARIA DE LOURDES ALBERNAZ CORRÊA (* 17.02.1943), nascido em Campo Formoso, na Bahia ( sem mais dados).
Q - 1.1.6 - MARIA URÂNIA ALBERNAZ (* 02.07.1857 +16.05.1935) , nascida na Vila do Iguape,em Cachoeira, na Bahia, e falecida solteira, sem deixar geração.
Q - 1.1.7 - MARIA LUIZA ALBERNAZ ( *05.10.1859 + 05.10.1941), nascida na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia, onde faleceu solteira, sem deixar geração.
NASCIMENTO DO RAMO DA FAMILIA
MANGABEIRA-ALBERNAZ
tipicamente brasileiro, desde a Bahia até Campinas S.P.
Q - 1.1.8 - JOSÉ GARCIA ALBERNAZ (10.04.1865 + 13.09.1915) , nascido na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, falecido em Salvador, capital da Bahia, doutor em medicina pela Faculdade da Bahia, em 1890, tendo, por concurso, ingressado para o Corpo de Saúde do Exército Brasileiro, atingindo o Posto de Major, casado, em 1894, com Cecilia Cavalcanti Mangabeira Albernaz (*17.03.1871 + 30.07.1941), nascida em Alagoinha, na Bahia, filha do Farmacêutico Francisco Cavalcanti Mangabeira e de Augusta Cavalcanti Mangabeira.
O Dr. JOSÉ GARCIA ALBERNAZ trabalhou na "Comissão Telegráfica General Bormann" cuja finalidade era construir uma linha telegráfica entre Garapuava e Foz do Iguaçú. De 27 de abril a 2 de maio de 1916,Santos Dumont percorreu esses 300 km de estrada à cavalo, pelo aceiro dessa lenha, no eio da floresta, sendo que, atualmente, buscam-se pesquisar ais fatos. inclusive, através de fotografia, para enriquecer a biografia do ilustre brasileiro.
Sua mãe, acima nomeada, chamava-se Maria Antônia Garcia Cavalcanti de Albuquerque e Aragão era filha do último senhor do célebre 'Morgado Real da Embiara", construído por Bernardino José Cavalcanti e Albuquerque de Aragão.
Vários são os membros da
família ALBERNAZ que assinam MANGABEIRA ALBERNAZ, principalmente em Campinas,
S.P.
Mangabeira ( de mangaba + eira ) é s.f , correspondente à pequena árvore
da família das apocináceas ( hancomia speciosa), freqüente nos cerrados e no
litoral nordestino, que produz um fruto comestível, de nome mangaba, e que por
incisão seu caule exsuda látex branco, que dá borracha natural. Suas flores são
grandes e alvas. Mangabeiro, s.m., corresponde àquele que ocupa da extração do
latex da mangabeira, dai o apelido de família MANGABEIRA, tipicamente
brasileiro.
Há notícias de que RAIMUNDO JOSÉ DE CARVALHO extraia leite de
árvores denominadas MANGABEIRA, em Montes Claros , MG., passando a ser conhecido
por RAIMUNDO JOSÉ DE CARVALHO "MANGABEIRA".
Descendente de Raimundo José
de Carvalho MANGABEIRA, CECÍLIA CAVALCANTI MANGABEIRA, por volta de 1892,
casou-se com JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, Oficial médico do Exercito Brasileiro,
passando a assinar CECILIA CAVALCANTI MANGABEIRA ALBERNAZ, dando início à
família MANGABEIRA ALBERNAZ.
CECILIA CAVALCANTI MANGABEIRA ALBERNAZ, que, em solteira, assinava CECÍLIA MANGABEIRA, era irmã mais velha de OCTAVIO MANGABEIRA, que foi Governador da Bahia, e de JOÃO MANGABEIRA, importante jurista e político baiano. Anote que, ao contrário do que muitos pensam o Governador Octávio Mangabeira não assinava ALBERNAZ, seu parentesco dá-se com os MANGABEIRA e MANGABEIRA-ALBERNAZ.
Contudo, a esposa de JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, Cecília Mangabeira , que passou assinar CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ, era sua irmã, portanto tio de PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ e tio-avô de seus filhos. Por isso muitos acreditam no parentesco de OCTAVIO MANGABEIRA com os demais membros das personas que têm apelido de família ALBERNAZ, o que ocorre tão só com os descendestes de CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ-JOSÉ GARCIA ALBERNAZ.
A família de JOSÉ GARCIA ALBERNAZ estava ligada a engenhos de açúcar no recôncavo da Bahia de Todos os Santos, em Cachoeira, especificamente do Engenho de Embiara, onde localiza-se o Sobrado de Embiara, que pertenceu à família de sua mãe, Albuquerque e Aragão, cujo solar sofreu sérios danos por volta de l940/50.
A árvore genealógica de CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ vai até Caramuru - Diego Alves Feijó - , que, certamente, era um cristão novo. CECÍLIA, segundo se sabe, era uma típica "mãe judia", ainda que educada como católica, como acontecia com os marranos que, na maior parte, escondiam esta condição de seus descendentes , com o propósito de protegê-los, perdendo-se a origem ao longo do tempo, apesar de os princípios da filosofia judaica ficarem irraigados em sua cultura.
Sobre o tombamento do Sobrado de Embiara ver este site pagina 4 e 5. http://w.iphan.gov.br/bancode
O Dr. Paulo Mangabeira Albernaz, in Episódios da Revolução Federalista no Paraná - 2893-1894 - Ed. Brasiliensia - Documentos, vol XII, São Paulo, 1979, faz um relato precioso da biografia do Dr. José Garcia Albernaz, "fundador" do ramo da família MANGABEIRA-ALBERNAZ, apelido genuinamente brasileiro, esclarecendo que, " "Chamava-se sua mãe MARIA ANTÔNIA GARCIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE E ARAGÃO" , que transcrevemos na página 4, deste site, por gentileza de F.M.Mangabeira Albernaz.
DESFAZENDO ENGANOS SOBRE OS DESCENDENTES DOS
MANGABEIRA ALBERNAZ E ALBERNAZ
Vários e-mail notamos confusão entre parentesco da família de OCTAVIO MANGABEIRA e de seu neto ROBERTO MANGABEIRA UNGER com os MANGABEIRA-ALBERNAZ e ALBERNAZ, o que é engano. Em verdade CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ esposa de JOSÉ GARCIA ALBERNAZ,cujo consorcio deu origem ao ramo da família MANGABEIRA-ALBERNAZ , era irmão mais velho de OCTAVIO MANGABEIRA, que foi Governador da Bahia e do Dr. JOÃO MANGABEIRA, importante jurista baiano. O parentesco de OCTAVIO MANGABEIRA se dá com os MANGABEIRA-ALBERNAZ, tão somente.
Tão somente, para registro histórico, registramos que "num dos exílios de Octávio Mangabeira no Estado Novo, sua filha, a jornalista e poetisa Edyla, conheceu o advogado norte-americano Arthur Unger, com quem se casaria e teria dois filhos:um deles Roberto. O avô, líder da oposição a Getúlio Vargas, fundador da UDN e, mais tarde, governador da Bahia e senador. Octavio, irmão de João Mangabeira, fundador do Partido Socialista. Nancy, a única irmã de Roberto, presa política em 1970, seria trocada pelo embaixador suíço seqüestrado, Giovanni Enrico Boxe. O carioca Roberto Mangabeira Unger viveu nos Estados Unidos desde os 2 anos. Ao 22 voltou ao Rio de Janeiro e no Brasil permaneceu até se formar em Direito, aos 22 anos. Aos 24 anos entrava para a história como o mais jovem professor da Avara - onde está até hoje. Membro eleito e vitalício da Academia Americana de Artes e Ciências, Mangabeira desfia sua história para os que imaginam ter ele desabado agora na cena brasileira" , com importantes contribuições dentre elas: Assessor do velho MDB, a convite do Sr. /direta - Ulisses Guimarães - formulador do PDT, a convite do amigo Leonel Brizola, Assessor do Presidente Itamar Franco e do ex-candidato a presidência Ciro Gomes, além de outros afazeres de cunho e interesse do conjunto da nação brasileira, o que certamente levam os Albernaz a admirar o avô, o tio avô e o próprio Roberto.
O casal JOSÉ GARCIA ALBERNAZ e CECILIA CAVALCANTI MANGABEIRA ALBERNAZ, gerou 4 filhos, mas somente Paulo Mangabeira Albernaz deixou geração:
Q - 1.1.8.1 - PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ (*25.01.1896), nascido em Bagé, RS., doutor em medicina, pela Faculdade da Bahia, 1918, casado, em 18.01.1923, com Maria Mariani Bitencourt Albernaz, filha do Desembargador Pedro Ribeiro Araújo Bitencourt e de Ana Mariani Bitencourt.
Criança, Paulo Mangabeira Albernaz, de Bagé Rio Grande do Sul, onde nasceu, transferiu-se com a família para a Bahia, onde cursou o primário e o secundário, em vários estabelecimentos de ensino na cidade de Salvador, a saber: Colégio Spencer , Ginásio da Bahia, Ginásio N. S. da Vitória dos Irmãos Maristas, e Ginásio Ipiranga. Matriculou-se na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1913, colando grau de Doutor em Medicina em janeiro de 1919.
Formado, PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ transferiu-se para Jaú, por volta de 1921, iniciando sua carreira, oportunidade em que, com colegas locais e da região, fundou em 1922, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Jaú, bem como o serviço de otorrinolaringologia da Santa Casa Local, e de lá transferiu-se em 1926 para Campinas S.P., onde desenvolveu sua brilhante carreira acadêmica-científica.
Doutor em Medicina e Professor Universitário, foi um dos fundadores da Escola Paulista de Medicina. O seu nome ultrapassou as fronteiras do Brasil, sendo conhecido mundialmente, face as pesquisas, monografias , trabalhos científicos e outros documentos publicados.
Especializou-se com o Professor Eduardo Rodrigues de Moraes, que havia estagiado em Viena e Paris.
Sua produção científica foi sempre significativa e foi a razão pela qual foi convidado a integrar o grupo que, corajosamente, se propôs a fundar uma Faculdade de Medicina, sendo seu primeiro professor de otorrionolorigologia, especialidade seguida por seu filho Dr. PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ, que o sucedeu.
Teve o Professor PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ inúmeros seguidores.
O seu biografo - Edgard de Cerqueira Falcão - afirma, ainda, que PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ era "escritor escorreito, manejando o idioma com inexcedível maestria, já quanto à pureza absoluta dos termos empregados, já quanto à precisão ,elegância e clareza das frases, de sua pena brotaram, no espaço de quase meio século , 283 publicações em português, das quais 236 sobre medicina, inclusive "linguagem médica" , além de 27 em francês, 3 em inglês e 5 em espanhol, divulgadas sobretudo as versões nas línguas estrangeiras em vários países da América ( Argentina, Estados Unidos) e na Europa ( França, Espanha, Portugal e Itália)."
Um sintético esboço biográfico do Professor Doutor PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ foi publicada na Revista R.+B. - Revista Terapêutica do Brasil, Ano 2, número 6, em 1968 (S.P.), assinado por seu colega Edgard de Cerqueira Falcão, para figurar como introdução ao livro Jubilar, editado em sua homenagem.
Na cidade de Campinas foram gerados e nasceram seus três (3) filhos, que são, na ordem inversa ao de nascimento, os seguintes:
Q - 1.1.8.1.1 - PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ (*03.02.1932), nasceu em Campinas, S.P. ,graduou-se em medicina em 1955, na Escola fundada por seu pai, especializando-se em otorrionolorigologia. De 1958 a 1961 foi fellow assistente de pesquisa do Departamento de ORL da Washington University, em Saint Louis, onde desenvolveu pesquisas. Em 1960 completou as exigências para obter o título de Master Arts em Otorrinolaringologia. Em 1962 tornou-se Professor Assistente, em 1966 Professor Adjunto e em 1967 Professor Titular na Escola Paulista de Medicina. Com seu irmão PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ realizou a primeira cirurgia translabiríntica no Brasil, e fora dos Estados Unidos. Publicou cerca de 500 trabalhos científicos. É membro de inúmeras entidades e associações médicas. Casou-se duas vezes. A primeira com Beatriz Maria Kerti Mangabeira Albernaz, com quem gerou os seguintes filhos:
Q - 1.1.8.1.1.1 - VERA HELENA MANGABEIRA (ALBERNAZ) SOARES,
Q - 1.1.8.1.1.2 - ADRIANA KERTI MANGABEIRA ALBERNAZ,
Q - 1.1.8.1.1.3 - MARCELO KERTI MANGABEIRA ALBERNAZ.
Q - 1.1.8.1.1.4 - ANA LUISA KERTI MANGABEIRA ALBERNAZ, vinculada à SCM - Sociedade Civil Mamirua, AM , Regime de Trabalho Integral, Titulação: Mestrado; Linha de Pesquisa : Caracterização da Estação Ecológica Mamiraua e Ecologia e Manejo de Recursos Naturais, tempo desvinculado-se desta entidade em 1997, para cursar Doutorado. A partir de 2002, passou a ser pesquisadora junto ao Museu Paraense "Emílio Goeldi", atuando em diversas sub-áreas do campo da escologia. Suas linhas de pesquisa e produção podem ser acessadas por meio do Curriculum Lattes, mantido no site do CNPq.
Ana Luisa Kerti Mangabeira Albernaz, sabe-se que de suas andanças pela região amazônica tem estórias mil para contar. Esperamos que ela o faço publicando um livro para deleite de seus admiradores e futuros leitores.
Q - 1.1.8.1.1.5 - PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ JÚNIOR ( falecido em 2003)
Q - 1.1.8.1.1.6 - RICARDO KERTI MANGABEIRA ALBERNAZ.
De seu segundo casamento, com Marlene Pen Mangabeira Albernaz, Dr. Pedro Luiz gerou:
Q - 1.1.8.1.1.7 - ANDRÉA PEN MANGABEIRA ALBERNAZ, terapeuta.
Ob: O Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz criado no seio da Igreja Católica Apostólica Romana, casando em segundas núpcias com uma mulher judia. Tempos depois, após longa trajetória converteu-se à religião judaica, conforme ele descreve no livro "Em busca de Deus - Uma visão Pessoal do Judaísmo", editado pela Ágora, em 2005, que recomendamos a todos, independentemente de sua filosofia religiosa.
Q - 1.1.8.1.2 - PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ FILHO,
(*11.06.1926+ 12.10.1992), neurocirurgião, com seu irmão, PEDRO LUIZ MANGABEIRA
ALBERNAZ, realizou a primeira cirurgia translabiríntica no Brasil, traduzindo-se
em grande avanço no campo da medicina, seguindo a tradição de curar de seu pai,
Professor PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, casado com Sylvia Stevenson Mangabeira
Albernaz.
Ademais, PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ FILHO foi presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia de 1982 a 1984. Desenvolveu suas atividades profissionais no Hospital São Paulo, da Escola Paulista de Medicina. Teve grande espírito associativo, sendo encarregado, durante muitos anos, da secretaria permanente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, quando graças a sua orientação foi organizado o arquivo e o fichário da entidade. Em sua gestão, o ano impar entre os congressos passou a ser precedido com o Congresso de Educação Contínua.
Foi, ainda, presidente da Fundação Latino Americana de Neurocirurgia, de 1983 a 1985. Organizou o XV Congresso da Sociedade em 1984, na cidade de São Paulo.
Com sua esposa Sylvia Stevenson Mangabeira Albernaz, falecida aos 78 anos (+2006), especialista em markenting e eventos, gerou os filhos:
Q - 1.1.8.1.2.1 - MARIA REGINA MANGABEIRA ALBERNAZ LYNCH, ( * 1953 ) bacharel em Direito e Ciências Sociais pela USP-SP, turma de 1976, e mestrado em Direito pela Columbia University School of Law, N.Y.,1978; inscrita nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, Secções de São Paulo e Rio de Janeiro, casada com James Thurston Lynch ( 1954 ), tendo gerado os filhos:
Q - 1.1.8.1. 2.1.1 - PATRÍCIA LYNCH (* 1978 ) , solteira, estudante, e de
Q - 1.1.8.1 2.1.2 - JAMES LYNCH JÚNIOR (* 1979), solteiro , estudante.
Q - 1.1.8.1.2.2 - MARIA SILVIA STEVENSON MANGABEIRA ALBERNAZ ( *1951) , solteira.
Q - 1.1.8.1.2.3 - PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ NETO ( * 1956) , casado com primeiras núpcias com Maria Cristina Firmo da Silva e em segundas núpcias com Maria Beatriz Mendonça , tendo gerado do primeiro casamento os filhos:
Q - 1.1.8.1.2.3.1 - ALEXANDRE FIRMO DA SILVA MANGABEIRA ALBERNAZ (* 1979), solteiro, estudante .
Q - 1.1.8.1.2.3.2 - ANDRÉ FIRMO DA SILVA MANGABEIRA ALBERNAZ ( 1981), solteiro , estudante , e de
Q - 1.1.8.1.2.3.3. - ALFREDO FIRMO DA SILVA MANGABEIRA ALBERNAZ , solteiro, estudante ( * 1984).
Q - 1.1.8.1.2.4 - EDUARDO STEVENSON MANGABEIRA ALBERNAZ ( * 1957 ) , casado com Beatriz Monteiro Mangabeira Albernaz, é pai de:
Q - 1.1.8.1.2.4.1 - ISABEL MONTEIRO MANGABEIRA ALBERNAZ ( * 1982), solteira, estudante, amazonas, no Jóquei Clube de São Paulo , e de
Q - 1.1.8.1.2.4.2 - PEDRO AUGUSTO MONTEIRO
MANGABEIRA ALBERNAZ ( * 1984 ), solteiro, estudante.
Q - 1.1.8.1.3 -
LUIZ GASTÃO MANGABEIRA ALBERNAZ, (*1924+08.04.2008), falecido aos 84 anos na
cidade de Campinas onde residia, casado, médico
cirurgião, importante quadro da Sociedade de
Medicina e Cirurgia de Campinas, da qual foi presidente, no biênio 1958/60, foi
(2004) integrante do seu Conselho Deliberativo. Com Marília Ariani
Mangabeira Albernaz, sua esposa, gerou os filhos:
Q - 1.1.8.1.3.1 - SÉRGIO ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ.
Q - 1.1.8.1.3.2 - RUBENS ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ.
Q - 1.1.8.1.3.3 - ROBERTO ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ,
Q - 1.1.8.1.3.4 - FERNANDO ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ, nascido em Campinas SP., (* 03.07.1955), Engenheiro Mecânico com Pós-Graduação em Gestão e Estratégias de Empresas pela UNICAMP. Atuou durante vários anos no segmento de transportes de Cargas e Passageiros, mais especificamente no ramo de Pneus, de onde migrou para o ramo de Concessões Públicas de Transportes de Passageiros. Na atualidade (ano 2004), é Diretor-Presidente Concessionária de Serviços de Saneamento Águas de Limeira S.A ( http://www.aguasdelimeira.com.br/ ), além de Presidente da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas em Saneamento - ABCON ( http://,abcon.com.br/ ); Presidente do Sindicato Interestadual das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto - SINTERCON - ; Vice-Presidente de Gestão do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí; Membro Titular dos Comitês de Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Estadual e Federal; é Fundador do Instituto Paulista de Excelência de Gestão ( http://www.ppqg.org.br/ ). embro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos e Membro nomeado pelo Prefeito Municipal dO COMDEMA - Conselho Municipal de Defesa do Meio-Ambiente de Limeira S.P. Foi indicado para cadeira de membro suplente no Conselho Nacional das Cidades no Ministério das Cidades. É sócio do Rotary Club Limeira Leste, distrito , 4590, tendo sido Presidente do Conselho Diretor no ano rotário 2001-2002.
Fernando é casado com STELLA GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ , nascida em Paranavaí PR ( * 08.04.1959), Arquiteta, que tem desenvolvido Projeto Residenciais, Industriais e Comerciais, além de Arquitetura de Interiores em Campinas S.P. e região, onde se localiza seu escritório. Participou de exposições voltadas para Projetos de arquitetura de interiores, com publicações de trabalhos realizados nas principais revistas especializadas do país.
Gerou três (3) filhos:
Q - 1.1.8.1.3.4.1 - MARIANA GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ, solteira, nascida em Campinas SP (* 20.11.1981), cursando (ano de 2003) o 5o. ano de Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
Q - 1.1.8.1.3.4.2 - PATRÍCIA GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ, nascida em Campinas (*30.06.1983), cursando ( ano de 2003) o 4o. ano de Arquitetura e Urbanismo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas, e
Q - 1.1.8.1.3.4.3 - FÁBIO GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ, nascido em Campinas S.P. (* 30.06.1986) , cursando ( ano de 2003) o 3o. ano de Ensino Médio no Colégio Luiz de Queiroz, em Piracicaba.
Q - 1.1.8.1.3.5 - MARCOS ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ.
Q - 1.1.8.1.3.6 - LUIZ GASTÃO MANGABEIRA ALBERNAZ FILHO.
Q - 1.1.8.1.3.7 - BEATRIZ ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ DE QUEIROZ, e de
Q - 1.1.8.1.3.8 - CECILIA MANGABEIRA
ALBERNAZ (cf.e-mail).
NOTA : Ainda, da família de PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ destacamos as seguinte personas:
1 - EDUARDO MANGABEIRA ALBERNAZ, Administrador de Empresa.
2 - ARIANE MANGABEIRA ALBERNAZ, Administrador do Empresa.
3 - MARLENE MANGABEIRA ALBERNAZ, presidente da S.L.I do Brasil, que vem desenvolvendo importante trabalho com o intuito de profissionalização de deficientes mentais, há cerca de quarenta anos, na cidade de São Paulo S.P. (ver página 4).
4 - VITOR MANGABEIRA ALBERNAZ.
Nota : Falta a indicação das esposas, esposos, companheiros (as) e descendentes, bem como de suas importantes atividades. Auguramos melhores dados.
Q - 1.1.8. 2 - FRANCISCO MANGABEIRA ALBERNAZ (03.02.1898 +?), nascido na capital da Bahia, Engenheiro Civil, formado pela Escola Politécnica da Bahia, em 1920, casado, em 19.08.1936, com Ana Rangel, filha de Silvio Fantoura Rangel e de Emília Fontes das Neves Rangel, não tendo deixado geração.
Q - 1.1.8.3 - AUGUSTA MANGABEIRA ALBERNAZ (*23.06.1899), nascida em Curitiba, Paraná, solteira, sem deixar geração.
Q - 1.1.8.4 - IRUNDI MANGABEIRA ALBERNAZ (*01.09.1901 + ?), nascido em Guarapuava, Bahia, casado, em 25.07.1929, com Maria da Gloria Brandão, filha de José Corrêa Pinto e de Saralina Brandão Pinto, não tendo deixado geração.
Q - 1.1.9 - MANOEL ANTONIO GARCIA ALBERNAZ (*06.03.1869 + 16.08.1873), nasceu na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia, onde faleceu ainda infante, sem deixar geração.
Q - 1.1.10 - MARIA CONSTANÇA ALBERNAZ ( 22.11.1871 + ?), nascida na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia ( sem mais dados).
Nota: Consta que Cecilia Cavalcanti Mangabeira Albernaz teria parentes com Diogo Álvares Corrêa, o Caramuru, sendo que a família Álvares-Corrêa era sefaradita, portanto judia.
AINDA OS ALBERNAZ DA BAHIA
QA - JOSÉ INÁCIO DE ALBERNAZ, (*/+?), casado com Ana Clara Albernaz (* ? +?), gerou:
Q-B - 1 - JERÔNIMO JOSÉ GARCIA ALBERNAZ (* ? + ? ) , casado, em 22.11.1869, com Maria Luiza Cavalcanti e Albuquerque de Aragão (*10.02.1835 + 07.03.1928), nascida na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia, filha de José Garcia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão (*02.05.1794 e de sua 2a.esposa Maria Constança Albernaz Garcia, gerou o cinco (5) filhos:
Q-B - 1.1 - JERÔNIMO JOSÉ (GARCIA) ALBERNAZ FILHO (819.12.1870 + ?), nascido na Vila do Iguape, em Cachoeira,na Bahia, casado, em 19.09.1938, com Regina Magalhães, filha de Antônio Souza Magalhães e Tereza de Souza, não tendo deixado geração.
Q-B - 1.2 - JOSÉ GARCIA ALBERNAZ (*10.02.1872), nascido na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia (sem mais dados).
Nota: Teve o nomeado - B - 1.2 - dois homônimos: José Garcia Albernaz - filho de Maria Antônia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão, casada com Joaquim Inácio Albernaz, portando seu primo, casou-se com Cecilia Cavalcanti Mangabeira, dando início ao ramo da família Mangabeira-Albernaz. Outro, também, filho de Maria Antônia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão, falecido, ainda, infante. ( Ver item A - 1.1.8. , acima).
Q-B - 1.3 - ANA CLARA GARCIA ALBERNAZ (* 12.03.1873 + 17.02.1888), nascida na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia, e falecida na capital do Estado, adolescente, aos quinze (15) anos, sem deixar geração.
Q-B - 1.4 - MARIA JERÔNIMA GARCIA ALBERNAZ (* 08.11.1874 + 27.11.1928), nascida na Vila de Iguape, em Cachoeira, na Bahia, tendo falecido na capital do Estado, solteira, sem deixar geração.
Q-B - 1.5 - MARIA URÂNIA GARCIA ALBERNAZ (* 27.06.1877 + 21.02.1882), nascida na Vila do Iguape, em Cachoeira, na Bahia, tendo falecido, ainda infante, aos cinco (5) anos, na capital do Estado.
Nota: Maria Luiza Cavalcanti e Albuquerque de Aragão é irmã de Maria Antônia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão, filhas de Jose Garcia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão, casado com MARIA CONSTANÇA ALBERNAZ, que a sua vez era filha do Coronel JERÔNIMO JOSÉ ALBERNAZ e de Maria Joaquina do Nascimento de Figueiredo Sarmento,
A sua vez, José Garcia Cavalcanti e Albuquerque de Aragão ( Ver acima A-1), foi Coronel de Milícias, Cavaleiro, professor na Ordem de Cristo e último senhor do célebre Morgado Real da Embiara, que liga as famílias Cavalcanti e Albuquerque de Aragão, Albernaz e Mangabeira-Albernaz.
Albuquerque de Aragão portanto tem ligações estreitas com Albernaz desde o início da colonização brasileira.
Interessante notar que, se adotados todos os apelidos de família, por exemplo, o Dr. Paulo poderia denominar-se: PAULO CAVALCANTI E ALBUQUERQUE DE ARAGÃO GARCIA MANGABEIRA ALBERNAZ, bem como seus descendentes. Dai, notamos a complexidade da pesquisa.
MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL
Cuiabá e Chapada dos Guimarães
(Rio de Janeiro e Florianópolis)
R - MANOEL MARIA ALBERNAZ ,conhecido como Cel. MANECO ALBERNAZ( * + ?) , residente no Estado de Mato Grosso, cuja capital era e é, hoje, Cuiabá, casado, em primeiras núpcias , com Mariana Curvo Albernaz (* + ?), e em segundas núpcias com Elvira de Campos Martins Albernaz, com as quais gerou os seguintes filhos e enteados:
Gerou, das primeiras núpcias, com Maria Curvo Albernaz, os filhos:
R - 1 - ANA TEREZA ALBERNAZ ( * 15.5.1915 + 20.11.1988), que se destacou pelas atividades em prol da coletividade, principalmente, do magistério, tendo sido homenageada pelo Estado do Mato Grosso, dando seu nome ao Centro Comunitário do Bairro Oscar Cabral e a Escola Estadual ANA TEREZA ALBERNAZ, da Chapada dos Guimarães. Era conhecida na cidade de Cuiabá pelo carinhoso apelido Nhanhã. Para desenvolver seu trabalho social e comunitário, optou por não se casar, passando a morar com sua irmã caçula, que considerava filha.
R - 2 - RIVADÁVIA ALBERNAZ, ( * 1911 ), atualmente, 2004, com 91 anos de idade, advogado, residente e militante no Estado do Rio de Janeiro, onde chegou aos 18 anos, casado com Isa Bitencourt, já falecida (* ? + ?), tendo gerado dois (2) filhos:
R - 2.1 - RIVADÁVIA ALBERNAZ JÚNIOR ( * 1944), conhecido como Riva Jr., natural e residente no Rio de Janeiro, RJ, advogado e jurista, tendo atuado muitos anos como Diretor da Entebrás, casado com Anita Ramos, com quem gerou dois filhos:
R - 2.1.1- RIVADÁVIA ALBERNAZ NETO (*15.11.1971), natural do Rio de Janeiro , RJ, conhecido como Rivinha, advogado, atua com escritório próprio na cidade do Rio de Janeiro, na área trabalhista , casado com Ana, tendo gerado desse casamento:
R - 2.1.1.1 - EDUARDO ALBERNAZ ( *2003), e
R - 2.1.1.2 - MARCELO RAMOS ALBERNAZ (*22.12.1973), estudante de Administração de Empresas, residente e natural da cidade do Rio de Janeiro.
R - 2. 2 - SÉRGIO BITENCOURT ALBERNAZ (* 31.03.1946), natural da cidade do Rio de Janeiro RJ , atualmente, residente em Nogueira, região serrana do Estado do Rio de Janeiro, advogado, especialista em Direito Imobiliário, tendo sido proprietário de uma Imobiliária, atualmente, aposentado, vivendo na cidade indicada acima de Nogueira. Casou-se, em primeiras núpcias, com Maria Célia Pereira Silva, e, em segunda núpcias, com Eliane.
Do primeiro casamento, com Maria Célia Pereira Silva, gerou dois filhos:
R - 2.2.1 - GUSTAVO ANDRÉ SILVA ALBERNAZ (* 26.12.1973), natural da cidade do Rio de Janeiro RJ, Administrador de Empresas, atualmente, há dois anos (2004) ,residente na cidade de Florianópolis SC , trabalhando na Audi, como consultor de negócios, podendo, de futuro dar continuidade aos negócios da família.
R - 2.2.2 - MARIANA SILVA ALBERNAZ ( *26.10.1978), natural e residente na cidade do Rio de Janeiro RJ , acadêmica de direito, tendo gerado um filho:
R - 2.2.2.1 - JOÃO VICTOR ALBERNAZ FLORES (*20.09.2000), natural do rio de Janeiro.
Do segundo casamento, com ELAINE, gerou
R - 2.2.3 - ELAINE ALBERNAZ (* 22.04.1985), residente em Nogueira, na serra do Rio de Janeiro, estudante de enfermagem.
Nota: Os dados complementares de Rivadávia Albernaz foram fornecidos por Gustavo André Silva Albernaz, por e-mail.
R - 3 - JOSÉ ALBERNAZ ) * ? + ? - falecido).
Gerou, das segunda núpcias, com Elvira de Campos Martins Albernaz, gerou os filhos:
R - 4 - CAETANO MANOEL ALBERNAZ, ( * 10.08.1925), conhecido como "Caetaninho", casado, em primeiras núpcias, com Antonia Brandão Albernaz, e, em segunda núpcias, Olga de Almeida Albernaz (*?), empresária do ramo de alimentícios, com as quais gerou os seguintes filhos:
Gerou, das primeiras núpcias, com Antonia Brandão Albernaz:
R - 4.1 - SEBASTIÃO BRANDÃO ALBERNAZ (sem mais dados).
R - 4.2 - ELVIRA MARIA BRANDÃO ALBERNAZ (sem mais dados).
R - 4.3 - MARCUS VINICIUS BRANDÃO ALBERNAZ (?+?) , topógrafo,desbravador de várias cidades de Mato Grosso, ex-funcionário da extinta CODEMAT, casado com Osenir Lina Martins de Figueiredo, naturais de Chapada do Guimarães, estabelecido na cidde de Cuiabá, Capital de Mato Grosso, gerou os filhos:
R - 4.3.1 - MARCUS VINÍCIUS BRANDÃO ALBERNAZ FILHO, (* 22.02.1978) , funcionário da Andorinha Transportadora há 11 anos, , pai de:
R - 4.3.1.1- KARLA CRISTINA ALBERNAZ, com 6 anos (2009).
R - 4.3.2 - ANTONIA BRANDÃO ALBERNAZ NETA, (*), residente em BNiteroi, Rio de Janeiro.
R - 4.3.3 - MOISES GERÔNIMO ALBERNAZ (*).
4.3.3 - RUTE ALBERNAZ.
((Dados fornecidos por Marcus Vinicius Jr).
R - 4.4 - MANOEL CAETANO BRANDÃO ALBERNAZ (sem mais dados).
R - 4.5 - CLEUZA ELIZABETH BRANDÃO ALBERNAZ ( sem mais dados).
R - 4.6 - JOÃO BATISTA BRANDÃO ALBERNAZ (*24.06.1906+24.06.1956), natural das Chapada dos Guimarães, funcionário público da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, cargo de Agente Ambiental, casado com Wanda Winckler Albernaz, tendo gerado cinco (5) filhos:
R - 4.6.1 - JUAN CARLOS WINCKLER (*20.04.1984), natural de Campo Grande , Auxiliar Administrativo da Distribuidora de Medicamentos - PRODEMEX.
R - 4.6.2 - JEAN SEBASTIAN WINCKLER ALBERNAZ (*06.02.1987), natural de Cuiabá, funcionário público da Prefeitura Municipal de Campo Grande.
R - 4.6.3 - JONNYY KAÉ WINCKLER ALBERNAZ (*18.02.1987), nascido em Cuiabá , estudante do ensino médio.
R - 4.6.4 - JUANITA GUADALUPE WINCKLER ALBERNAZ (*01.03.1988), natural de Chapada dos Guimarães, estudante e Auxiliar Administrativa da Faculdade Estácio de Sá.
R - 4.6.5 - JOHAN CRISTIAN WINCKLER ALBERNAZ (*02.12.1995), natural de Campo Grande, estudante.
R - 4.7 - THOMAZ EDSON BRANDÃO ALBERNAZ ( sem mais dados) e
R - 4.8 - MARCIO ROBERTO BRANDÃO ALBERNAZ.
Gerou, das segundas núpcias, com Olga de Almeida Albernaz:
R - 4.9 - MARIA DE FÁTIMA ALMEIDA ALBERNAZ( sem mais dados).
R - 4.10 - HELSON JOSÉ ALMEIDA ALBERNAZ, médico mastologista em Brasília - DF ( sem mais dados).
R - 4.11 - NILTON CÉSAR ALMEIDA ALBERNAZ, ( * 28.01.1970), conhecido pelo apelido de família "Albernaz", entre seus pares, zootecnista, formado pela Unesp de Jaboticabal, tendo trabalhado cerca de 10 anos como executivo da SADIA S.A., sendo, atualmente, empresário no ramo de nutrição animal, sócio e Diretor Executivo da empresa Rações Mega, sediada em Campo Verde - MT .
R - 4.12 - MÁRCIA APARECIDA ALMEIDA ALBERNAZ (*11.05.1972), nascida na Chapada dos Guimarães, Gerente da Pousada - ousada Penhasco), gerou a infante:
R - 4.12.1 - SOFIA ALBERNAZ PIRES (*26.09.2003), cujo pai é Adilson Pires, (*8;4;1973), natural de S. Paulo, Mestre de Obras.
R - 4.13 - MARA CRISTINA ALMEIDA ALBERNAZ, e
R - 4.14 - LUCIANO SILVÉRIO ALMEIDA ALBERNAZ, engenheiro agrônomo, residente em Campo Verde, MT.
Nota: Campo Verde , segundo Nilton Albernaz, "é uma cidade próspera, com 14 anos e já é a nona economia de Mato Grosso, sendo o maior produtor de algodão do país, o maior produtor de frango de Mato Grosso, e o maior produtor de ovos de Mato Grosso, destacando-se , ainda, na produção de soja, milho e suínos, e agora na produção de rações, concentrados e suplementos minerais com a empresa Rações Mega" (sic).
R - 5 - CARLOS MANUEL ALBERNAZ (*?+) , casado com Isis Martins Albernaz (*+), gerou os filhos:
R - 5.1 - ROSEMEIRY MARTINS ALBERNAZ (*), advogada, mato-grossense.
R - 5.2 - ROSELI MARIA MARTINS ALBERNAZ (*), tendo gerado os filhos:
R - 5.2.1 -JÉSSICA ALBERNAZ BELTRÃO (*).
R - 5.2.2 - THALITA ALBERNAZ SIQUEIRA (*).
R - 5.3 - ANA TEREZA MARTINS ALBERNAZ (*).
R - 5.4 - ISIS MARTINS ALBERNAZ FILHA.
Nota: Dados fornecidos por Rosemeiry Albernaz, via e-mail, que, com sua tia Iracema Albernaz, estão coletando mais dados sobre os Albernaz, incluindo fatos e fotos.
R - 6 - IRACEMA ALBERNAZ..
R - 7 - ANA VIRGINIA ALBERNAZ.
R - 8 - AURISTELES UMBELINA ALBERNAZ RONDON.
R - 9 - ELVIRA ALBERNAZ RONDON.
R - 10 - MANOEL MARIA ALBERNAZ FILHO (*), casado com Waldecy Leite Albernaz (*), gerou os filhos:
R - 10.1 - ELIAZAMA LEITE ALBERNAZ (*), funcionária pública da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, 64 km de Cuiabá MT, exercendo o cargo de Fiscal, acadêmica de Ciências Jurídicas e Sociais ( Direito) , gerou os filhos:
R - 10.1.1 - MANOEL MARIA ALBERNAZ ( * 1996), infante com oito (8) anos de idade (em 2004).
R - 11 - SEBASTIÃO MANOEL ALBERNAZ.
R - 12 - MÚCIO JERÔNIMO ALBERNAZ, foi vice prefeito de Chapada dos Guimarães, casado com Marilda Ignes de Oliveria Albernaz, natural de Ribeirão Preto,S.P., socióloga e assistente social, tendo dedicado sua vida profissional ao magistério em causas sociais, hoje aposentada, gerou os filhos:
R - 12.1 - MARIANA OLIVERIA ALBERNAZ, advogada, casada, tendo gerado a infante
R - 12.1.1 - BRUNA ALBERNAZ E SILVA, em 2001.
R - 12.2 - MANUELA DE OLIVEIRA ALBERNAZ
R - 12.3 - MÚCIO JERÔNIMO DE OLIVEIRA ALBERNAZ JÚNIOR
R - 12.4 - MURILO RICARDO DE OLIVEIRA ALBERNAZ, todos moradores na Chapada dos Guimarães, exceto MARIANA que reside na capital do Estado, Cuiabá.
R - 13 - MARIA DA GLORIA ALBERNAZ BASTOS.
R - 14 - JURACY ALBERNAZ.
Enteados:
R - 15 - Oscarina Figueiredo.
R - 16 - Oscar Figueiredo.
R - 17 - João Batista Figueiredo Filho.
Nota: Aguarda-se dados de Nilton Albernaz, que é neto de MANOEL MARIA ALBERNAZ
AINDA NA CHAPADA DOS GUIMARÃES, vinculados ao cidadão MANOEL MARIA ALBERNAZ
R-A - SEBASTIÃO MANOEL ALBERNAZ (*+ ) coletor estadual, por volta de 1968, foi vereador eleito com 314 votos, no período de 1976, a 1982, presidente da Câmara Municipal de Chapada dos Guimarães , por duas vezes, e bastante popular na cidade, tendo sido vítima fatal de acidente automobilístico, era casado, era casado com BENEDITA MARTINS ALBERNAZ, (* 1935) , tendo gerado os seguintes filhos:
R-A - 1 - MARIA DA GLÓRIA MARTINS ALBERNAZ (*),
R-A - 2 - SANDRA REGINA MARTINS ALBERNAZ (*)
R-A - 3 - SOLANGE CRISTINA MARTINS ALBERNAZ COSTA (*), casada com Acemir José da Costa, com quem gerou um infante:
R-A - 3.1 - JOÃO HENRIQUE ALBERNAZ COSTA, (* 2003),
R-A - 3 - 4 - SÉRGIO MAURO MARTINS ALBERNAZ (*), casado com Lucinele Martins Barbosa Albernaz, com quem gerou os filhos:
R-A - 3. 4.1- ALINNE MARTINS BARBOSA ALBERNAZ (* 1995) E
R-A - 3. 4.2 - JOÃO LUCAS BARBOSA ALBERNAZ (* 2001).
R-A - 5 - CASIO MARTINS BARBOSA ALBERNAZ (* ).
todos residentes no MunicÍpio de Chamada de Guimarães.
MOTA: Aguarda-se novos dados por parta de CÁSSIO, por e-mail.
CHAPADA DOS GUIMARÃES - ENGENHO "ABRILONGO"
R-B - CAETANO MARIA ALBERNAZ (*?+?+), casado com Anna Thereza Albernaz (*?+?+). gerou
R-B -1 - MARIA DA GLORIA ALBERNAZ ALBUQUERQUE (*?+?+) , casada com José Antônio de Souza Albuquerque, que teria sido proprietário de um Engenho denominado ABRILONGO, na Chapada dos Guimarães, alienada antes de seu felecimento, conforme cadeira dominial da propriedade, consoante pesquisa de Simone Gianoti, do SR-13MT, que teria gerado, de acordo com O Livro de Assentamento de Batismo da Chapada dos Guimarães, os filhos:
Caio, Clovis, Cláudio e Clarice ( sem mais dados).
FERREIRA-ALBERNAZ * ARRUDA-ALBERNAZ
(CUIABÁ MT - CORUMBÁ MT - RIO DE JANEIRO - GOIÂNIA - SÃO PAULO)
NOTA: Os dados abaixo referem-se á pesquisa de autoria de Noêmia Arruda Albernaz, de Cuiabá MT, referente ao ramo de seu Albernaz. A pesquisa continua
S - MIGUEL FERREIRA ALBERNAZ (* 29.09.1862 + 06.08.1929), foi Mestre de Música do Arsenal de Guerra de Cuiabá MT, onde fez seu curso, tocava sax, entre outros instrumentos, foi compositor, inclusive de letras e melodias românticas, encomendadas pelos enamorados, como valsas com levavam o nome das damas, de então, casado com Edwiges de Arruda Albernaz (* ? + 29.12.1950), que teria como ancestrais os naturais da terra, os "guatós", tendo o casal gerado cinco (5) filhos:
S - 1 - LEONINA DE ARRUDA ALBERNAZ (*?+?) , casada com o cidadão Sr. Nascimento, tendo gerado um (1) filha:
S - 1.1 - ZORAB (Lola) ALBERNAZ NASCIMENTO (*?+?), casada com Thales Mattos, tendo gerado quatro (4) filhos, não assinam Albernaz: 1) Grace Nascimento de Mattos, que teria nascido em 1948, 2) Dário, que seria gêmeo, 3) Geio de Dario, 4) Thales (Matinhos).
S - 2 - CARMíNIO DE ARRUDA ALBERNAZ (*? +?) , Sargento do Exército Brasileiro, casado com Aurora Dias Albernaz, que gerou dez (10) filhos:
S - 2. 1 - BENEDITA DIAS ALBERNAZ (*?) , funcionária pública dos Correios, solteira.
S - 2.2 - ÉDEN DE ARRUDA ALBERNAZ (*?) , falecido, casado com Maria Lázara Prudente Albernaz (*?+dezembro/2005), residente no Largo da Batalha, Ibirapuera, São Paulo S.P., tendo gerado duas (2) filhas:
S - 2.2.1 - VERA LÚCIA PRUDENTE ALBERNAZ (*?) , divorciada, advogada, residente na cidade de São Paulo, tendo gerado uma (1) filha, ainda, infante (2004) de nome DANIELA ALBERNAZ MERCADANTE.
S - 2.2.2 - ELAINE DE ARRUDA ALBERNAZ (*?) , advogada, inscrita na OAB de Goiânia, GO, residente em São Paulo S.P..
S - 2.3 - CELINA DIAS ALBERNAZ (*?), solteira, aposentada dos Correios, reside na Água Fria, na cidade de São Paulo.
S - 2.4 - IZIDORO DIAS ALBERNAZ (*?), sem mais dados.
S - 2.5 - ELOMIR DIAS ALBERNAZ (*?+1996), funcionário público, morou na cidade de Campo Grande MS, casado com Irene Moreira Albernaz, gerou um filho:
S - 2.5.1 - PAULO ROBERTO ALBERNAZ (*?), casado duas vezes, sendo que das primeiras núpcias gerou os filhos:
S - 2.5.1.1 - PAULO HENRIQUE ALBERNAZ (*?) , universitário, solteiro, residente em Campo Grande MS.
S - 2.5.1.2 - LUCIANA DO CARMO ALBERNAZ (*?), universitária, solteira, residente em Campo Grande MS.
Das segundas núpcias gerou,
S - 2.5.1.3 - MARCO AURÉLIO ARANDA ALBERNAZ (*), residente em Campo Grande Mato Grosso do Sul.
S - 2.6 - DÉA DIAS ALBERNAZ (*?) , solteira, residente na Água Fria, na cidade de São Paulo ( sem masi dados).
S - 2.7 - ÍNDIO MATOGRESSENSE ALBERNAZ (*?), casado, residente na cidade de Guarulhos S.P. , tendo gerado:
S - 2.7.1 - ÍNDIO MATOGRESSENSE ALBERNAZ FILHO (*).
S - 2.8 - WOLNEY ALBERNAZ (*?) , casado, advogado, residente na cidade de São Paulo S.P. ( sem mais dados).
S - 2.9 - MARILDA ALBERNAZ (*+?), falecida, residente em Água Fria, cidade de São Paulo.
S - 2.10 - VERA LÁZARA ALBERNAZ (*+?), falecida no Rio de Janeiro, casada com Thomaz ?, com quem gerou um filho de nome MARIO 9sem mais dados).
S - 3 - ARMÍNIO DE ARRUDA ALBERNAZ (*20.12.1897 + 31.12.1971), residiu nas cidade de Cuiabá MT e Rio de Janeiro RJ, funcionário público do Ministério da Fazenda, tendo sido alfaiate, antes de ingressar no serviço público, casado com Arinalda (Fifa) Albernaz (*?), tendo gerado, quando residia na cidade de Cuiabá MT, oito (8) filhos:
S - 3.1 - NELSON ALBERNAZ (*), foi funcionário da Bacia do Prata, juntamente com sua esposa, Leila de Britts Albernaz (*?) , em Corumbá, mT, tendo gerado três (3) filhos, sem mais dados.
S - 3.2 - AURÍLIA (Lila) ALBERNAZ (*?) , costureira, casada, com Diniz da Silva (*?), funcionário público do Estado de Mato Grosso, tendo gerado filhos, que não assinariam o apelido de família Albernaz.
S - 3.3 - GENÉSIO ALBERNAZ (*?), casado, em primeiras núpcias, com Dirce Oliveria Albernaz (*?), , com quem gerou filhos, e, em segundas núpcias, com Odilza Oliveria Albernaz (*?), que embora com o mesmo apelido de família da primeira esposa não tinha parentesco com ela, com quem gerou filhos, sem mais dados.
S - 3.4 - NILCE ALBERNAZ DE OLIVERIA (*?), culinarista, residente em São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro RJ, casada com Adildo Jacinto de Oliveira ( que é irmão de Odilza de Oliveira Albernaz, casada com Genésio Albernaz), tendo gerado seis (6) filhos:
S - 3.4.1 - Adilce, A - 3.4.2 - Adilson, A - 3.4.3 - Ahuranazda, A - 3.4.4 - Abaton, psiquiatra, e A - 3.4.5 - Nilcinha, sem mais dados, e de
A - 3.4.6 - JOÃO BATISTA ALBERNAZ OLIVEIRA (*?), casado, com Celeste C.R. Albernaz Oliveira, tendo gerado:
S - 3.4.6.1 - BIA ALBERNAZ ROCHA (*30.04.1987), com 17 anos, em 2004, atualmente residindo no Rio de Janeiro, com seus pais.
Nota: Aguarda-se novos dados por parte de Bia Albernaz Rocha, residente na cidade do Rio de Janeiro.
S - 3.5 - LIGIA ALBERNAZ (*) , casada , tendo o esposo falecido, residia em Corumbá MT, gerou duas (2) filhas, sem mais dados.
S - 3.6 - ALENCARLIENSE ALBERNAZ (*?), casado, protético, residia no interior do Estado de São Paulo, tendo gerado uma filha, sem mais dados.
S - 3.7 - GASTÃO ALBERNAZ (*?), solteiro, sem mais dados.
S - 3.8 - CÍVES ALBERNAZ (*?), casado, residiria na cidade do Ri de Janeiro, RJ, sem mais dados.
S - 4 - ADELINO DE ARRUDA ALBERNAZ (*08.03.1901 + 03.07.1960), Tenente do Exército Brasileiro, casado com Edith da Gama Albernaz (*01.08.1904 + 15.06.1985), com quem gerou sete (7) filhos:
S - 4.1 - ALBERTO DA GAMA ALBERNAZ (*27.12.1927), Capitão do Exército Brasileiro e Advogado, casado com Elvira de Almeida Albernaz, residiu na cidade do Rio de Janeiro RJ, atualmente reside na cidade de Goiânia GO, tendo gerado três (3) filhos:
S - 4.1.1 - CARLOS ALBERTO ALBERNAZ (*26.01.1952), nascido na cidade do Rio de Janeiro RJ, Gerente de Banco, casado com Sônia Borges Albernaz, Gerente de Banco, residente na cidade de Goiânia GO., tendo gerado quatro (4) filhos:
S - 4.1.1.1 - VINICIUS ALBERNAZ (*?), estudante de Engenharia de Redes, na Universidade Federal de Brasília.
S - 4.1.1.2 - FELIPE ALBERNAZ (*?), estudante de Engenharia Elétrica, na Universidade Federal de Brasília.
S - 4.1.1.3 - VICTORIA ALBERNAZ (*16.03.1966), nascida na cidade de Goiânia GO, gêmea com ARMANDA ALBERNAZ.
S - 4.1.1.4 - AMANDA ALBERNAZ (*06.03.1966), nascida na cidade de Goiânia GO, gêmea com Victoria Albernaz.
S - 4.1.2 - PAULO ROBERTO ALBERNAZ (*20.04.1953) , nascida na cidade do Rio de Janeiro, RJ, Engenheiro de Comunicações, tendo instalado diversas estações de TV, trabalhou na Globo, Bandeirantes, STV, Record, TVS de Nova Friburgo e CNT, casado com Maria Helena Carneiro Albernaz, residente na cidade do Rio de Janeiro, tendo gerado dois (2) filhos:
S - 4.1.2.1 - LEONARDO CARNEIRO ALBERNAZ (*?), nascido na cidade do Rio de Janeiro, estudante de medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
S - 4.1.2.2 - RAFAEL CARNEIRO ALBERNAZ (*?) , nascido na cidade do Rio de Janeiro, RJ, bacharel em Direito e Ciências Sociais, pela Universidade do Rio de Janeiro.
S - 4.1.3 - VERA LÚCIA ALBERNAZ (*?) , nascida na cidade do Rio de Janeiro RJ, funcionária pública, do Estado do Rio de Janeiro, e bióloga, casada com Milton Ferreira, Oficial da Marinha, tendo gerado dois (2) filhos:
S - 4.1.3.1 - ANDRÉ ALBERNAZ FERREIRA (*?), médico, residente em Brasília, pai de uma criança de dois meses (2004), que não assina Albernaz, sem mais dados.
S - 4.1.3.2 - FÁBIO ALBERNAZ FERREIRA (*?) , Engenheiro Mecânico, sem filhos, residente em Brasília.
S - 4.2 - NOÊMIA DA GAMA ALBERNAZ (*06.02.1929) formada em Ciências Contábeis, Curso de Piano em Nível Superior, no Conservatório Brasileiro de Música na Graça Melo, Rio de Janeiro RJ, Engenheira Civil, pela Universidade Federal de Mato Grosso MT, casada, em primeiras núpcias com Francisco José Rodrigues, com quem gerou dos (2) filhos, e, em segundas núpcias, com Odenir Vandoni, nascido em Miranda MS (*18.07.1921 + 15.12.1987) , falecido em Cuiabá MT, Engenheiro Agrônomo, com que gerou dois (2) filhos, total de quatro (4) filhos gerados.
Filhos gerados com Francisco José Rodrigues, que assinam o apelido de família Albernaz:
S - 4.2.1 - GERALDO ALBERNAZ RODRIGUES, nascido em Cuiabá MT (*18.08.1950) e falecido (18.04.1995), Administrador de Empresas e funcionário da Secretaria da Fazenda do Estado de Mato Grosso, casado com Maria Gorete Fernandes de Campos, Bibliotecária, com quem gerou dois (2) filhos, que não assinam Albernaz: 1) Guilherme Campos Rodrigues, nascido em Porto Velho GO (*15.12.1980), estudante de Engenharia Elétrica, na Universidade FEderal de Mato Grosso MT, solteiro, e 2) Cibele Campos Rodrigues, nascida em Porto Velho (*10.01.1982), estudante de Relações Publicas, na Universidade Federal de João Pessoa, solteira.
S - 4.2.2. - REINALDO ALBERNAZ RODRIGUES (*21.05.1952) , nascido em Aragarças GO, Engenheiro Eletricista, formado pela Universidade de Mauá, São Caetano SP, funcionário da CELG, casado com Lina Uchia Rodrigues, Socióloga, residente no Jardim América, em São Paulo SP, tendo gerado três (3) filhos, que não assinam Albernaz: 1) Cíntia Uchia Rodrigues (*06.02.1981), nascida em Goiânia G.O., formada em Engenharia Civil, pela Universidade Federal de Goiás, 2) Marcos Uchia Rodrigues (*24.01,1982), nascida em Goiânia G.O., estudante de Engenharia Elétrica, pela Universidade de Goiás, e 3) Thais Uchia Rodrigues, (*02.06.1985), nascida em Goiânia GO, fazendo o Curso Superior de Designer, em Goiânia G.O..
Filhos gerados com Odenir Vandoni, que não assinam Albernaz:
S - 4.2.3 - Odenir Vandoni Júnior (*?), Engenheiro Eletricista, formado pela Universidade Federal de Itajubá MG, casado e divorciado de Isabela Lopes Pinto Vandoni, formada em História, tendo gerado um (1) filhos de nome Pedro Mario Pinto Vandoni, e casado, em segundas núpcias com YÁSKARA ALBERNAZ GARCIA VANDONI com quem gerou dois (2) filhos, YÁSKARA CAMILA ALBERNAZ VANDONI, nascida em Cuiabá MT (*25.11.1994) e PÉRICLES ESTANISLAU ALBERNAZ VANDONI, nascido em Cuiabá MT (27.08.1999).( Ver item A -4.3.7, abaixo)
S - 4.2.4 - Noenir Vandoni Pimenta, nascida em Cuiabá MT (*09.12.1966), médica oftalmologista, pela Universidade Federal de Mato Grosso, casada com Márcio Benedito Palma Pimenta, médico angiologista, com quem gerou dois (2) filhos, os quais também não assinam Albernaz: 1) Márcio Benedito Pimenta Filho, nascido em Cuiabá MT (*01.07.1993) e 2) Letícia Vandoni, nascida em Cuiabá MT (*10.10.1995).
S - 4.3 - ELIZABETH ALBERNAZ GARCIA (*27.08.1932 + 22.11.1996),nascida em Cuiabá MT, Geógrafo, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, filha de ADELINO ARRUDA ALBERNAZ e Edith da Gama Albernaz, casada com João da Costa Garcia Neto (*31.12.1932 + 06.05.1997), nascido em Cuiabá MT , Major do Exército Brasileiro e OdontólogIo, tendo gerado oito (8) filhos, todos com apelido de família Albernaz:
S - 4.3.1- MARCO AURÉLIO ALBERNAZ GARCIA (*08.01.1952+21.04.2005), nascido em Cuiabá MT,Securitário e Técnico de Enfermagem, casado com Maria Neusamar de Sousa Garcia (*20.11.1953), nascida em Água Branca I, formada em Magistério de Enfermagem, tendo gerado dois (2) filhos:
S - 4.3.1.1 - Julio César de Souza Garcia (*23.03.1974), nascido em Barreiras, BA, formado em Educação Física pela Universiade Federal de Mato Grosso.
S - 4.3.1.2 - MARCO AURÉLIO ALBERNAZ GARCIA JÚNIOR (*20.10.1977), nascido em Barreiras BA, Eletricista, casado com Jaqueline de Souza Mello Albernaz (*10.02.1979), nascida em Cacaol Rondônia, Técnica em Contabilidade, gerando uma filha:
S - 4.3.1.2.1 - Bruna de Souza Garcia (*17.12.2002), nascida em Cuiabá MT.
S - 4.3.2- ANDERSON ROBERT ALBERNAZ GARCIA (*27.11.1953), nascido em Corumbá MT, casado em primeiras núpcias e em segunda núpcias, seus descendentes não adotaram o apelido de família Albernaz.
S - 4.3.3 - ROGÉRIO STWART ALBERNAZ GARCIA (*17.05.1954), nascido em Cuiabá MT, Funcionário Público Estadual, formado em Serviço Social pela Universidade Federal de Mato Grosso e em Direito pela Universidade de Cuiabá - MT, , casado com Kátia Venzo Garcia (*19.01.1960), nascida em Cuiabá - MT, Funcionária Pública Municipal, formada em Enfermagem e Direito pela Universidade de Cuiabá MT, de quem se divorciou, consorciando-se com sua segunda consorte Bartira Pereira de Souza, tendo com a primeira gerado a filha:
S - 4. 3.3.1 - Patrícia Venzo Garcia (*12.05.1986), cursando (2--9), o Décimo Semestre do Curso de Direito da Universidade de Cuiabá - MT,
e com sua segunda consorte Bartira Pereira de Souza, dois filhos:
S - 4.3.3.2 - YKARO AMAZONAS ALBERNAZ SOUZA GARCIA (*12.07.1999), nascido em Cuiabá p MT.
S - 4.3.3.3 - ROGÉRIO STUARTE ALBERNAZ GARCIA JÚNIOR (*18.10.2000), nascido em Várzea Grande MT.
Nota: Os dados acima foram fornecido por Kátia Venzo Garcia, primeiro consorte de Rogério, que acrescentou e corrigiu anteriores.
S - 4.3.4 - TABAJARA IRAPOÃ ALBERNAZ GARCIA (*31;01;1955), nascido em Cuiabá MT, gerente de um Posto de Combustível, tendo gerado seis (6) filhos: 1) Tábata, 2) Armstrong, 3) Tahis, 4) Iarema, 5) Aramis, e 6) Pablo, que não assinam o apelido de família Albernaz.
S - 4.3.5 - JULGILAZ VLADAS ALBERNAZ GARCIA (*31.07.1956), nascido em Cuiabá MT, jornalista, estando cursando Direito, casado com }Sandra de Barros Garcia, jornalista e advogada, geraram três (3) filhos:
S - 4.3.5.1 - Danielle, advogada, S- 4.3.5.2 - Cristopher, e S - 4.3.5.3 - Eduardo, que não assinam Albernaz.
S - 4.3.6 - DARTAGNAM ALBERNAZ GARCIA (*07.02.1960), nascido em Cuiabá MT, cursando Arquitetura em Manaus, casado com Helene, gerou uma (1) filha, Stéfani, que não assina Albernaz.
S - 4.3.7 - YÁSKARA ALBERNAZ GARCIA VANDONI (*10.12.1964), que não deixou de assinar Albernaz, com o segundo casamento, nascida em Goiânia GO, casada com Odenir Vandoni, tendo gerado dois (2) filhos:( Ver item A-4.2.3 acima):
S - 4.3.7.1 YÁSKARA ALBERNAZ GARCIA VANDONI .
S - 4.3.7.2 - PÉRICLES ESTANISLAU ALBERNAZ VANDONI.
Nota: Corrigido conforme e-mail de Yáskara, de 6.12.06.
S - 4.3.8 - JAQUELINE ALBERNAZ GARCIA (*20.04.1966), nascida em Goiânia GO , dentista, casada com Gênio, que trabalha em rodeios como nome de Sabiá, tendo gerado um (1) filho.
S - 4.4 - AROLDO DE GAMA ALBERNAZ (*23.12.1933), nascido em Cuiabá MT, técnico em refrigeração, casado com Ceder Jean da Silva Albernaz, funcionária federal aposentada, tendo gerado dos (2) filhos:
S - 4.4.1 - SÁVIO SILVA ALBERNAZ (*?), Administrador de Empresa, (sem masi dados).
S - 4.4.2 - ROSE SILVA ALBERNAZ, (*?) está cursando (2004) Agronomia em Cárceres MT, e gerou um (1) filho.
S - 4.5 - JEHOSHUA DA GAMA ALBERNAZ (*12.08.1940 + 21.01.1971), nascido em Cuiabá MT, casada com Vagiu da Silva Albernaz, funcionária publica federal, tendo gerado três (3) filhos:
S - 4.5.1 - Vitor Santana da Silva Neto (*?), que não assina o apelido de família Albernaz, por ter advogado o nome do avô paterno, pecuarista, tendo gerado filhos.
S - 4.5.2 - NORA DA SILVA ALBERNAZ (*?), Engenheira Agrônoma, pela Universidade Federal de Mato Grosso, tendo gerado um filho.
S - 4.5.3 - MAREJOU DA SILVA ALBERNAZ (*?), Professora de Educação Física, tendo gerado um um e uma filha.
S - 4.6 - JOÃO BAPTISTA DA GAMA ALBERNAZ (*08.08.1944), Engenheiro Operacional pela FATEC SP, casado com Fukuku Takimoto Albernaz, Terapeuta Ocupacional, residente na cidade de São Paulo S.P., tendo gerado três (3) filhos:
S - 4.6.1 - MARCELO TAKIMOTO ALBERNAZ (*?), casado, residente em São Paulo.
S - 4.6.2 - ELIANE TAKIMOTO ALBERNAZ (*?), pedagoga, funcionária da Caixa Econômica, solteira (2004) residente na cidade de São Paulo S.P.
S - 4.6.3 - EDNA TAKIMOTO ALBERNAZ (*?), advogada, solteira, residente em São Paulo S.P.
S - 4.7 - NINIA DA GAMA ALBERNAZ HORTENSI (*04.06.1948), casada com Vanderley Hortensi (*?), Engenheiro Civil, residente em Cuiabá MT, tendo gerado quatro (4) filhos:
S - 4.7.1 - RICARDO ALBERNAZ HORTENSI (*?), nascida em Cuiabá MT, geólogo, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso MT, autônomo, casado.
S - 4.7.2 - MÔNICA ALBERNAZ HORTENSI (*?), bacharel em Direito pela UNIC, gerou um (1) filho, que tem 9 anos (2004).
S - 4.7.3 - SAMANTHA ALBERNAZ HORTENSI (*?), acadêmica em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso, gerou duas (2) filhas:
S - 4.7.3.1 - Ágata, com 4 anos, e A - 4.7.3.2 - Yasmim , com 7 meses (2004).
S - 4.7.4 - ANTÔNIO GONÇALO ALBERNAZ HORTENSI (*?), sem mais dados.
S - 5 - JOAQUIM DE ARRUDA ALBERNAZ (*12.07.1908 + 07.2001), Capitão do Exército Brasileiro, veterano das Força Expedicionária Brasileira, que lutou no Teatro de Guerra da Itália, na denominada 2a. Guerra Mundial , herói brasileiro, proprietário de uma fazenda, em Mato Grosso, casado, em primeiras núpcias, com Miliquinha Albernaz (*?+?), e, em segundas núpcias, com Guiomar Prudente Albernaz, irmã de Maria Lázara Prudente Albernaz, viúva de Éden Albernaz, este, filho de Carmínio de Arruda Albernaz, tendo gerado dois (2) filhos:
S - 5.1 - JOAMIL ARRUDA ALBERNAZ (*10/15.07.1926), nascido em Cuiabá MT, médico, casado, em primeiras núpcias, com Júlia Albernaz, e , em segundas núpcias, com Noeli Albernaz, médica, tendo gerado um filha, com a primeira esposa:
S - 5.1.1 - JULIAMI (*1946?), sem mais dados.
S - 5.2 - BENONI DE ARRUDA ALBERNAZ (*?+?), Capitão Exercito Brasileiro, reformado com a patente de Tenente Coronel, teria feita parte dos quadros dos órgãos de repressão aos ativistas contrários ao Movimento de 31 de março de 1964, gerou dois (2) filhos, que seguiram a carreira militar e que honram o nome do avô JOAQUIM DE ARRUDA ALBERNAZ, integrante das Forças Expedicionárias Brasileira, tendo lutado no teatro de guerra da Itália, na 2a. Guerra Mundial, portanto herói brasileiro, avô deles
S - 5.2.1 - BENONI DE ARRUDA ALBERNAZ JUNIOR*?), Médico conceituado, com especialidade em Medicina do Trabalho.
S - 5.2.2 - ROBERTO DE ARRUDA ALBERNAZ , que seria igualmente médico do Exército Brasileiro.
Observação: Os dados acima estão incompletos, estando a cuiabana Noemia da Gama Albernaz implementando maiores pesquisas, ficando registrado os nossos agradecimentos. Havendo enganos ou erros, pedimos que os interessados entrem em contato conosco, com o objetivo de saná-los, respeitando a individualidade de cada persona. Ainda consta do Inventário aberto em Catalão relativo ao Espólio de Joaquim de Arruda Albernaz os nomes de Terezinha Albernaz Justino, e Marcio Albernaz.
DA CRUZ ALBERNAZ E PALADINI ALBERNAZ
T - MANOEL DA CRUZ ALBERNAZ*?), casado com Leopoldina Gomes Albernaz, em 05.03.1929, geraram váios filhos, mas somente dois sobreviveram - Antonieta e João:
T - 1 - ANTONIETA OU MARIETA DA CRUZ ALBERNAZ (*), casada com Quirino, não deixando geração.
T - 2 - JOÃO DA CRUZ ALBERNAZ (*06.06.1902+15.11.1972), gaucho, Oficial do Expercito casado com Emília Paladini Albernaz, A que nasceu no Rio de Janeiro em29.09.1010, tendo gerado:
T - 2.1 - THEREZINHA PALADINI ALBERNAZ (*05.12.1929), natural do Rio de Janeiro, conhecida por Tia Therê, atualmente residente em Goiânia GO, Assistente Social aposentada, casou-se em 04.04.1964 com o médico Reginaldo Rodrigues Guimarães (*12.07.192+2207.1992), passando a assinar, por o casamento, Therezinha da Cruz Albernaz Rodrigues Guimarães.
T - 2.2 - HELENA DA CRUZ ALBERNAZ (22.12.1931 + 25.02.1990), natural do Rrio de Janeiro.
T - 2.3 - JOÃO DA CRUZ ALBERNAZ FILHO (*09.02.1935), natural do Rio de Janeiro, Oficial do Exercito Brasileiro, atualmente residindo e Goiânia GO,casada, em 13.12.1958, com Eunice Araújo da Cruz Albernaz, narural de Ponta Grossa PT, nascida em 06.11.1937, gerou:
T - 2. 3.1 - EUNICE DA CRUZ ALBERNAZ (*07.12.1959), natural de Francisco Beltrão PR, Assistente Social, atualmente morando em Foz de Iguaçu, PR.
T - 2.3.2 - JOÃO DA CRUZ ALBERNAZ NETO, (*19.05.1962), natural de Ponta Grossa PR, atualmente residente em Recife, PE, casou-se em 1986 com Cleúsa Helena da Silva da Cruz Albernaz (*08,01.1961), natural de Curitiba PR , contabilista, atualmente morando em Goiatuba GO, gerou duas filhas - Camila e Helena, tendo se separado em 1999, consorciando-se com Nara Adriana Ramires de Oliveira, securitária, com quem gerou uma filha - Aline:
T - 2.3.2.1 - CAMILA DA CRUZ ALBERNAZ (* 23.07.1987), natural de Goiânia G.O.
T - 2.3.2.2 - HELENA DA CRUZ ALBENAZ (* 23.05.1994), natural de Goiânia G.O.
T - 2.3.2.3 - ALINE RAMIRES DA CRUZ ALBERNAZ (30.11.2007), natural de Recife PE.
T- 2.3.3 - JOSÉ PAULO DA CRUZ ALBERNAZ (*143.10.1971), natural de Curitiba PR, atualmente, residindo em Curitiba, Professor de Educação Física, casado com Daniele Aparecida Silva (*22.02.1973), natural de Curitiba PR, professora de Educação Física , em Curitiba, com quem teve duas filhas Michele e Isabelle:
T - 2.3.3.1 - MICHELE SILVA DA CRUZ ALBERNAZ (*06.08.2003), natural de Curitiba PR.
T - 2.3.3.2 - ISABELLE SILVA DA CRUZ ALBERNAZ (*05.04.2007), natural de Curitiba PR.
T - 2.4 - HÉLIO DA CRUZ ALBERNAZ (*28.06.1939 ), natural de Juiz de Fora MG., Engenheiro Mecânico, residindo, atualmente, na cidade do Rio de Janeiro RJ. , casada, em fevereiro de 1968, com Ada Quintela Gamon da Cruz Albernaz, que faleceu em 1992, tendo gerado um filho - Alexandre. Casou-se novamente com Maria Inês de Souza Lanfdim (*23.07.1956), Oficial da Marinha:
T - 2.4.1 - ALEXANDRE GAMON DA CRUZ ALBERNAZ (*23.11.1968), natural do Rio de Janeiro, comerciante, casado, em 1992, com Ana Paula Braga, atualmente, residentes no Rio de Janeiro, RJ, gerando:
T - 2. 4.1.1 - NATÁLIA BRAGA ALBERNAZ (*03.01.1993), natural do Rio de Janeiro RJ, onde mora.
T - 2.5 - IRMA DA CRUZ ALBERNAZ (*18.02.1941 + 17.021977), natural de Ponta Grossa PR, não tendo
deixado geração.
Outros nomes CRUZ ALBERNAZ, sem mais dados
RALPH DA CRUZ ALBERNAZ
EMERSON SIDILCI DA CRUZ ALBERNAZ
Nota:Aguarda e.mail de Eunice da Cruz Albernaz, que acha que seu avô era Cruz de Albernaz, natural do Rio Grande do Sul.
ALBERNAZ RESIDENTES EM CUIABÁ, sem mais dados
AGUARDA-SE CONTATO
ANTÔNIO DOS SANTOS ALBERNAZ
CLARICE ALBERNAZ DE ALBUQUERQUE
DANIEL ALBERNAZ MOTA
EDINELZA SANTOS ALBERNAZ SILVA
ELVIRINHA ALBERNAZ RONDON
EZINEL DOS SANTOS ALBERNAZ
JURACY ALBERNAZ
KATILUCIA FERNANDES ALBERNAZ
KARY DIANA ALMEIDA ALBERNAZ
MARIA DA GLORIA ALBERNAZ BASTOS
MAYSA SIMONE GOMES FERREIRA ALBERNAZ
MARIANA ALBERNAZ E SILVA, de 27 anos (em 2004), acadêmica de Direito ( 5o. ano - 2004) , pela Universidade de Cuiabá - UNIC - , casada com César Augusto Silva, mãe da infante BRUNA ALBERNAZ E SILVA, com 3 anos de idade ( em 2004).
Nota: Aguarda-se e-mail de Mariana sobre a história da família, e de seu pai, caçula de 17 irmãos (cf. e-mail)
REINALDO ALBERNAZ RODRIGUES
RONALDO ALBERNAZ
RUTH ALBERNAZ SILVEIRA
SIRLEY VIEIRA ALBERNAZ
ALBERNAZ RESIDENTES EM CAMPO GRANDE
ANDRÉ GARCIA ALBERNAZ
ANGÉLICA DA BOA MORTE ALBERNAZ
DIRCE ALBERNAZ COELHO
DIRCEU ALBERNAZ COELHO
IRENE MOREIRA ALBERNAZ
JUAN CARLO WINCKER ALBERNAZ
LILIAM REGINA ALBERNAZ
MARIA AMÁLIA ALBERNAZ
MARCIO ANTONIO ALBERNAZ
WALTERCY ALBERNAZ COELHO
SILVIA MARIA ALBERNAZ
Nota: Aguarde-se dados. Vários descendentes de JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ residem na cidade de Campo Grande MS.
SERIAM OS CITADOS DO RAMO FARIA ALBERNAZ DE JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ, avô de Víctor Hugo Albernaz, autor deste site ?
DE TAUBATÉ PARA MINAS GERAIS E OUTRAS CIDADES
Fato interessante relativo à família Albernaz traduz neste ramo familiar, em que
os descendentes dos COSTA PRETA passaram a assinar ALBERNAZ, como está indicado abaixo.
U - Bento da Costa Preto (*?+?+), casada com Leonor Rodrigues Cede, de Taubaté, S.P., gerou:
U - 1 - APOLÔNIA RODRIGUES ALBERNAZ (* ) , natural de Taubaté, S.P., casada com João Antunes Brito, (* ), gerou
U - 1.1 - ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ (* ), natural de: Pindamonhangaba S.P., casada com Francisco de Oliveira Braga (*?), e de sua mulher Ângela Francisca, natural de Braga, Portugal, tendo sido moradores na Paragem do Cai, Frequesia de Baespendi,Termop da Vila de São João Del Rei, onde Francisco morreu aos 25 de julho de 1769 e teve o seu inventário alberto por sua mulher aos 23 de maior de 1770. Geração no ensaio Francisco de Oliveira Braga e Escolástica de Albernaz, gerou:
U - 1.1.1 - ANA MARIA DE ALBERNAZ ou Ana de Oliveira (*?+?), natural de Barbacena MG, batizada aos 16 de agosto de 1740, em Barbacena, sendo seus padrinhos, Domingos da Costa e Ignácia dos Reis,mulher de André Fernandes; casada, em 11.11.1755, com José Francisco Pires, natural de Santa Maria, Vila Cova, Barcelos, Braga, Portugal, filho de Bento Manoel e Joana Francisca (pesquisa de Nilza Cantoni:Centro de Memória cas. 1751, 1801., fls 12V). Ana faleceu aos 15.11.1796 e seu esposo José em dezembvro de 1775. O inventário de ambos consta em "os Carvalho Duarte, Cap. 1o. ,parag.1o., tendo deixado geração, não constando que assinam o apelido da mãe...
U - 1.1.2 - APOLÔNIA ÂNGELA DE ALBERNAZ(*?), natural de Bertioga MG, casada, em 26.02.1759, com Manoel de Souza Pas, os.
U - 1.1.3 - Maria de Oliveira Pedroza ( * 1738 +?), natural de Barbacena , que não assina Albernaz, casada, em 28.07.1757, em Santa Rita de Ibitipoca MG, com o Tenente Antônio de Almeida Ramos, gerou, entre outros:
U - 1.1.3.1 - Comendador Antônio de Almeida (*), que não assina Albernaz, do qual descende TÚLIO DE ALMEIDA.
U -1.1.4 - Escolástica de Oliveira Pedroza (*?), natural de Barbacena, casada, em 25.04.1768, com Manoel Braz de Almeida.
U - 1.1.5 - Tereza ( * 1752), natural de Conceição de Ibitipoca MG -- .
U - 1. 2 - Maria Pedroza (* ), que não assina Albernaz, natural de Taubaté S.P., casou-se com Bernardo NunesTeixeria, da Paraiba S.P., filho de André Nunes e Ana Teixeira, gerou
U - 1.2.1 - ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ , (*+), casou-se com João Francisco de Magalhães , natural da Frequesia de Salvador de Unhão, Arcebispado de Braga, filho de João de Magalhães e Domingas Francisca. João Francisco, seu avô, já era falecido quando ESCOLÁSTICA batizou sua neta, do mesmo nome, gerou:
U.1.2.1 1 - MARIA FRANCISCA ALBERNAZ (02.01.1742)., natural de Barbacena, que foi batizada pelo em Barbacena, tendo como padrinhos Caetano João da Roa e Maria Pedroza. Casou-se com Francisco Vieira de Maia, filho de Antônio Vieyra Maia, tendo gerado:
U.1.2.1.1. - ESCOLÁSTICA ALBERNAZ MAIA , tendo sido batizada em Aiuruoca aos 10.01.1765, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, mesma cidade, na data de sue nascimento, tendo como padrinhos Joseph Nunes de Brito e ESCOLÁSTICA ALBERNAZ, sua avó materna.
U.1.2.1.2 - FRANCISCA MARIA ALBERNAZ, (*+), casou-se com Manoel Gonçalves de Cerqueira, natural da Freguesia de Lavras MG, filho de Inácio de Cerqueira e de Rosa Alves Prado. Francisca foi inventariada em Campanha em 1781. Manoel ditou seu testamento em 30 de março de 1813, com aprovação em 6 de abril de 1814 e registrado no LIvro de Óbitos de Campanha. O casala gerou treze filhos, que não consta ter adotado o apelido de família da mãe.
.U . 1.3 - Leonor Rodrigues (* ) , natural de Taubaté, S.P. que não assina Albernaz.
Nota: Pensa Túlio Almeida que, as mudanças dos apelidos de família devem-se ao prestígio dos ALMEIDA RAMOS, de grande influência em sua época. (cf. e-mail) Outra hipótese, levando em consideração que os assentamentos civis eram feitos através do batismo, da crisma e do casamento na Igreja Católica Apostólica Romana, religião do Estado Brasileiro,e de que muitos párocos não permitiam o batismo de personas com apelido de família considerados marranos, oferecendo-lhes nomes cristãos, em alguns casos até mesmo para protegê-las do Santo Ofício. Por isso nem todas personas que têm como apelido de família Albernaz, é descendente de marranos, outras seriam "legitimas" Albernaz, embora com nomes diversos. Impõe-se, todavia, aprofundamento nas pesquisas, como recomenda o rigor científico.
MUNIZ-ALBERNAZ
BANDEIRA-ALBERNAZ-
SAILER-ALBERNAZ
LAGOEIRO-ALBERNAZ
De Minas para a Bahia , São Paulo e Estados Unidos.
V - JOSÉ ALBERNAZ, de Januária, Minas Gerais, região de Montes Claros, meados dos século XIX, casada com Josina Lagoeiro Albernaz,que teria falecido aos 100 anos de idade, lúcida , sem qualquer doença, gerou os filhos ( c.f e-mail de Jean):
V- A - URÂNIA LAGOEIRO ALBERNAZ.
V- B - CARLOS LAGOEIRO ALBERNAZ.
V- C - LIONDINA LAGOEIRO ALBERNAZ.
V- D - HERMANO LAGOEIRO ALBERNAZ.
V - E - CONSTÂNCIA LAGOEIRO ALBERNAZ.
V - F - RAUL LAGOEIRO ALBERNAZ.
V - G - ALICE LAGOEIRO ALBERNAZ.
Os seus descendentes pesquisados estão abaixo relacionados por ordem.
V-A - URÂNIA LAGOEIRO ALBERNAZ, casada com José Gomes Corrêa, gerou os filhos:
V-A - 1 - AMÉRICO LAGOEIRO CORRÊA.'
V-A - 2 - ALBERTO ALBERNAZ CORRÊA, residente em São Francisco MG, casado, não há indicação quanto à esposa, gerou os filhos::
V-A - 2.1- LIA e V-A - 2.2. IEDA.
V-A - 3 - BRÁULIO ALBERNAZ CORRÊA, casado com Alaíde Albernaz, natural do Rio de Janeiro, gerou os filhos:
V-A - 3.1 - JOSÉ BRÁULIO ALBERNAZ CORREA.
V-A - 4 - CLÁUDIO ALBERNAZ CORRÊA, músico e funcionário da Belgo-Mineira, casado com Belinda, natural de Januária, viveram em Belo Horizonte, gerou os filhos:
V-A - 4.1 - MARIA DAS DORES. A - 4.2- URÂNIA. A - 4.3 - LIGIA.
V-A - 5 - MARIA ALICE - ZIZI - ALBERNAZ CORRÊA, professora de música, casada com cidadão da família de Aquino, de Januária, gerou os filhos:
V-A - 5.1 LENINE, V--A -V- 5.2 - ZULMA, V-A - 5.3 - ZILMA, V-A - 5.4 - ZELMA.
V-A - 5.5 - MILTON e de A - 5.6 - AROLDO ( dentre outros ?).
V-B - CARLOS LAGOEIRO ALBERNAZ, ( * 1923) , natural de Januária, MG, gerou os filhos:
V-B - 1 - JOSÉ GERALDO ALBERNAZ, natural de Januária, MG., médico, especialista em neurocirurgia, foi professor catedrático da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo se transferido, em 1968, para os Estados Unidos da América, onde exerce a sua arte de curar, é casado com Doris Sailer Albernaz, nascida na Filadelphia, EEUU, que morou cerca de dezesseis anos no Brasil, "tendo muito boas lembranças do país e do seu povo", segundo confessa, versada na língua portuguesa, falada no Brasil, gerou os filhos:
V-B - 1.1 - FRANCES SAILER ALBERNAZ, funcionária da Unesco, vivendo na cidade de Paris, França.
V-B - 1.2 - JOYCE SAILER ALBERNAZ STANLEY, professora, residente nos EE.UU.
V-B - 1.3 - MARCUS SAILER ALBERNAZ, médico, residente nos EE.UU., completou a Medical School da Northeastern, Ohio Univesities College of Medicine, graduando-se com honoris. Inducted na sociedade médica da honra nacional do alfa de Omega do alfa, antes da graduação. Terminou seus residencies cirúrgicos e das orelhas, do nariz e da garganta, da cabeça e da garganta da cirurgia na Universidade Médica de Carolina Sul, em Charleston, SC. É atualmente (2003) um professor da cirurgia na Escola de Brody da Medicina da Universidade do Leste de Carolina. É Chefe-de-Equipe de funcionários do sistema de saúde da Universidade do Hospital Principal Norte Oriental Ensinar de Carolina, Hospital do Memorial do Condados de Pitt. Após exercer a presidência da Sociedade Médica do Condado de Pitt, é , agora, presidente da Sociedade de Carolina do Norte , cirurgia da cabeça e da garganta do otolaryngology.Tem se preocupado e desenvolvido trabalho no desenvolvimento da melhoria de qualidade de segurança dos médicos e pacientes.
V-B - 1.4 - PRISCILA SAILER ALBERNAZ HEIMANN, médica, residente nos EE.UU..
V-B - 1.5 -VANESSA SAILER ALBERNAZ, médica, residente nos EE.UU, da Eastern Radiologist Inc., EEUU..
Notas: CARLOS LAGOEIRO ALBERNAZ era tio de GERALDO ALBERNAZ MUNIZ, residente no Rio de Janeiro, o que liga o ramo da família LAGOEIRO ALBERNAZ ao de MUNIZ ALBERNAZ.
Ainda, segundo e-mail de Frances ,de acordo com informações do Sr. Embaixador do Estado de Israel junto à Unesco, o apelido de família Albernaz teria origem judaica, o que estaria conforme a pesquisa publicada no Portal Médico, Conselho Regional de Medicina do Estado do Amazonas: (http://www.cremam.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristaos_novos) e a presunção de que Góes, Góis ( de gói = estrangeiro,gentio, judeu-não-religioso, não poderia se consorciar com judeus ou descendentes.
Nota n.2 - Aguarda novos dados por parte da Sra. Frances, de nacionalidade norte-americana, com alma brasileira ( não confundir com etnia).
V-B - 2 - AIDA LAGOEIRO ALBERNAZ, sem mais indicações.
V-B - 3 - GABRIEL LAGOEIRO ALBERNAZ, casado com Maria das Dores, natural de Januária, que gerou seis (6) filhos:
V-B - 3.1 - JOÃO GABRIEL, B- 3.2 - DANILO, jornalista , B - 3.3 - IRAM, músico, B - 3.4 - MURILO, B - 3.5 - IVAM e B - 3.6 - LÚCIA.
V-B - 4 - HELENA LAGOEIRO ALBERNAZ, sem mais indicações.
V-B - 5 - CARLOS GOMES (LAGOEIRO) ALBERNAZ, (* ) casado com Adília Lima Albernaz, tendo gerado:
V-B - 5.1 - MARTA HELENA ALBERNAZ (*), casada com LUIZ AUGUSTO (sem mais indicações).
V-B - 5.2 - REGINA COLEI ALBERNAZ PARREIRAS (*), casada com Eustáquio Parreiras, que gerou:
V- B - 5.2.1 - JULIANA ALBERNAZ PARREIRAS , casada com Emílio Flávio Diniz, gerou a infante:
V-B - 5.2.1.1 - EDUARD ALBERNAZ DINIZ (+ ? um (1) ano de idade , em 2004).
V-B - 5.2.2 - LEONARDO ALBERNAZ PARREIRAS.
V-B - 5.2.3. - NEUMA ALBERNAZ PARREIRAS.
V-B - 5.3 - LUIZ CARLOS LIMA ALBERNAZ ( *), casado com Regina Duarte Albernaz, tendo gerado:
V-B - 5.3.1 - LETÍCIA DUARTE ALBERNAZ.
V-B - 5.3.2 - LUCIANA DUARTE ALBERNAZ.
V-B - 5.3.3 - EDUARDO DUARTE ALBERNAZ.
V-B - 5.4 - LUIZ AUGUSTO LIMA ALBERNAZ, casado - divorciado - com Regina Contijo Albernaz, com quem gerou:
V-B - 5.4.1 - FLÁVIA CONTIJO ALBERNAZ.
V-B - 5.4.2 - BRUNO CONTIJO ALBERNAZ.
V-B - 5.5 - RAQUEL ELIZABETE ALBERNAZ ARANTES (*) , casada com Gilson Teodoro Arantes (*), ele da família do ex- Presidente do Estado de São Paulo e político brasileiro, Dr. Altino Arantes, parente de Cirinéa de Almeida Lima Arantes Albernaz, casada com VÍCTOR HUGO - DE FARIA - ALBERNAZ , tendo gerado os filhos:
V-B - 5.5.1 - EMÍLIA ALBERNAZ ARANTES WOLFRUM (*).
V-B - 6.5.2 - IRENE ALBERNAZ ARANTES.
V-B- 5.5.3 - LAURA ALBERNAZ ARANTES.
V- B - 5.6 - ARISTEU BRENO ALBERNAZ ( falecido + ).
V-B - 5.7 - MARIA BERNADETE ALBERNAZ RABELO (*) , paisagista, casada com Guilherme Rabelo, gerou:
V-B - 5.7.1 - FERNANDA ALBERNAZ RABELO (*?), bacharel em direito e ciência sociais, graduada em julho de 2004, advogada.
V-B - 5.7.2 - CRISTINA ALBERNAZ RABELO (*?), acadêmica de medicina (2004).
V-B - 5.7.3 - BERNARDO ALBERNAZ RABELO (* ), estudante de segundo grau (2004).
V-B - 5.8 - LILIAM LIMA ALBERNAZ (*), que gerou:
V-B - 5.8.1 - RICARDO ALBERNAZ.
V-B - 5.9 - ÂNGELA LIMA ALBERNAZ.
Nota: Aguarda-se e-mail de Emilia Albernaz Arantes, com outros dados mais completos.Segunda ela o Dr. José Geraldo Albernaz, casado com a Sra. Doris, é seu tio avô.
V-C - LIONDINA LAGOEIRO ALBERNAZ, considerada uma mulher avançada para o seu tempo. De personalidade forte e inteligente. Teria ficado viúva cedo, sendo mãe de um única filha de nome LOURDES. Morou em Salvador, Bahia, onde teria se casado com um Juiz de Direito, de nome Dr. Galvão. Ajudou na educação de seus sobrinhos, custeando seus estudos universitários ( cf. e-mail de Jean Mildred);
V-D - HERMANO LAGOEIRO ALBERNAZ, casado com uma prima ELISA LAGOEIRO, foi capitão da Marinha Mercante, de Januário transferiu residência para Belo Horizonte, pai de:
V-D - 1 - RAIMUNDO LAGOEIRO ALBERNAZ, capitão de navio, foi Capitão da Marinha Mercante, sediada em Pirapora, trabalhando nos vapores que faziam a linha Pirapora MG a Juazeiro, Baia, passando a residir em Belo Horizonte, de onde veio de Pirapora, casado com sua prima EUNICE ALBERNAZ MUNIZ, filha de CONSTÂNCIA LAGOEIRO ALBERNAZ, gerou:
V-D - 1.1 - REGINA, V-D - 1.2 - REGILA, Psicóloga, V-D - 1.3 - REJANE, dentista,
V-D - 1.4 - OTÁVIO e V-D - 1.5 - GERALDO.
V-D - 2 - RICARDO LAGOEIRO ALBERNAZ, sem mais referência.
V-D - 3 - EDGARD LAGOEIRO ALBERNAZ (*) , casado com uma moça de Pirapora, de apelido Ceci, gerou:
V-D - 3.1 - PAULO HERMANO, que teria estudado Pedagogia na USP de BH,
V-D - 3.2 - ELISA, VD - 3.3 JUSSARA,V D - 3.4 EDGARD, VD - 3.5 - EDGARD FILHO (+ falecido),V D - 3.6 - ROMEL, eV D - 3.7 - ROMERO (+ falecido).
V-D - 4 - MARIO.
V-D - 5 - ANTÍDIO LAGOEIRO ALBERNAZ (*?+?), casou-se com Sebastiana Jacinto Dutra (*?), vive em Goiás, gerou os seguintes filhos:
V- D - 5.1 - JOSÉ WILTON ALBERNAZ (*?), casado com Altair, gerou:
V-D - 5.1.1 - EDENVAL, D - 5.5.2 - PATRÍCIA e D - 5.5.3 - CARLOS ALBERTO .
V-D - 5.2 - MAURO HERBERT JACINTO ALBERNAZ (*17.10.1941), casado com Yolanda Oliveira Viana Santos(*22.10.1949), gerou:
V-D - 5.2.1. - ANDRÉ LUIZ VIANA ALBERNAZ (*08.01.1972), casado com Alessandra, gerou:
V-D - 5.2.1.1 - EDILSON ANDRÉ ALBERNAZ.
V-D - 5.3 - LUCIANO HERBERT VIANA ALBERNAZ (*01.03.1975), médico ginecologista e obstetra, formado pela UPE - Universidade de Pernambuco, atualmente, residindo em Brasília, trabalhando no Hospital Regional de Sobradinho, DF. casado com a estudante de medicina Verônica Maria Lobo Verri.
V-D -5 - 4 - JANAINA VIANA ALBERNAZ (*14.11.1979), psicóloga formada na UNB, Universidade Nacional de Brasília, casada com Sergio Henrique Pintor, cirurgião dentista.
V-D - 5 - 5 - JOÃO ISMAEL ALBERNAZ (*?), casado com Dagmar Conijo (*), gerou
V-D - 5 - 5.1 - DANILO IVAN ALBERNAZ, e
V-D - 5-5.2 - JOÃO OCEANO ALBENAZ.
V-D - 5 - 6 - OLÍBIA ALBERNAZ (*), casado com Edson Spíndola, gerou:
V-D - 5 - 6.1 - NELY ALBERNAZ, (*) , atualmente, solteira, que gerou:
V-D - 5.6.1.1 - MARCO ANTÔNIO, de um casamento, e
V-D - 5- 6.1.1. 2 - NAUAN , do segundo casamento.
V-D - 5. 7 - ARLENE MARA ALBERNAZ (*), casada com Antonino Guimarães, gerou:
V-D - 5.7.1 - JÚLIO CESAR,
V-D - 5.7.2 - SEMIRAMIS ALBA, e
V-D - 5.7.3 - AURA MONTECRISTO.
V-D -5 - 8 - ANDRÉ LUIZ ALBERNAZ (*), com sua companheira Roberta, gerou:
V-D - 5 - 8.1 - ANDRÉ´LUIZ ALBERNAZ (*), casado com Janaine Faleiro.
V-D - 5. 9 - JULIETA PATRÍCIA ALBERNAZ (*), morou dois anos no Japão, depois mudou-se para Melbourne, na Austrália, onde se naturalizou. Casada com Antônio, não tem gerou filhos.
V-D - 5 - 10 - MARK OZÓRIO ALEBRNAZ (*), casado com Iraci, gerou:
V-D - 5 - 10.1 - SHEILA ALBERNAZ (*),
V-D - 5 - 10.2 - RÚBIA ALBERNAZ (*) e
V-D - 5 - 10.3 - FLÁVIA ALBERNAZ.
V- D - 5 - 11 - PAULO ESTEVÃO ALBERNAZ (*) , solteiro.
V-D - 6 - WALFRIDO, casado em primeiras núpcias com Inês Machado, com quem gerou os filhos:
V- D - 6.1 - Patrícia,V- D - 6.2 - Walfrido Filho,V- D - 6. 3 - Adriana e V-D - 6. 4 - Sandra,
em segundas núpcias casou-se com Violeta, viúva de Aloísio Valadares, com quem teve o filho de nome Aloísio Armam Valadares.
V- D - 7 - JULIETA LAGOEIRO ALBERNAZ.
V-D - 8 - JULIA LAGOEIRO ALBERNAZ.
V-D - 9 - JUVICY LAGOEIRO ALBERNAZ (* + 28.12.1996), casada com Gilson Magalhães Dias, ( *) , jornalista e professor, com quem gerou os seguintes filhos:
V-D - 9.1 - Gilson Herbert Magalhães Dias (*? ) , com pós Doutorado em Química, cuja especializado ocorreu na Alemanha e Inglaterra, casado com Maria Eugênia Boaventura, tendo gerado dois (2) filhos, Mara e Ivo, sendo que a família reside em São Paulo, S.P., mas os pais trabalham em Campinas S.P., na Unicamp: não assinam o apelido de família ALBERNAZ.
V-D - 9.2 - Rosângela Dias Vianna (* ), casada com Sérgio Campos Vianna, tendo o casal cinco (5) filhos, Patrícia, Daniela, Nelly, Alessandra e Deborah, residentes em Belo Horizonte. Dos filhos de Rosangela, Patrícia e casada com Marcus Vinicius, sendo mãe de Rodrigo e Vinicius: não assim o apelido de família ALBERNAZ.
V-D - 9.3 - SIMONE ALBERNAZ DIAS (* ) , separada, mãe de Tatiana, Fabiano, Gabriela e Fernanda, sendo Tatiana casada, com um filho, Lucas.
V-D - 9.4 - VALÉRIA ALBERNAZ DIAS VIEIRA (*), casada com Newton Vieira Filho, (*), sendo mãe de Breno, Diogo e Paula, residentes em Belo Horizonte, MG .
V-D - 9.5 - SIGRID ALBERNAZ DIAS (*) separada, mãe de Rafael e Isabela, residentes nos Estados Unidos da América.
V-D - 10 - GENI ALBERNAZ DIAS (*), casada com Geraldo Lagoeiro Dutra, residentes em Brasília, DF, sendo mãe de: D - 10 - 1 - Fernando (falecido), D - 10.2 - Afonso Henrique, D - 10.3 Cláudia, D - 10.4 - Sandra e D - 10.5 - Júnia.
V-D - 11 - ELISEU, viúvo de Dolores, com quem gerou os filhos: D - 11.1 - Maria Elisa e D - 11.2 - Paulo, tendo se casado em segundas núpcias com Marta.
V-D - 12 - ROMEU LAGOEIRO ALBERNAZ (*?). dentista, que teria se casado duas (2) vezes, em primeiras núpcias com Aurelina Bastos, em segunda núpcias com Flávia, sendo certo que gerou os seguintes filhos:
do primeiro consórcio:
V-D - 12.1 - LUIZ AUGUSTO BASTOS ALBERNAZ (*) , casado com Joana Albernaz (*), tendo gerado dois filhos:
V-D - 12.1.1 - LEILA CRISTINA OLIVEIRA ALBERNAZ (* ), e
V-D - 12.1.2 - ROBERTO MAURO BASTOS ALBERNAZ.
V-D - 12.2 - ANÍBAL BASTOS ALBERNAZ, (*), solteiro.
V-D - 12.3 - MARIA ELIZA BASTOS ALBERNAZ, falecida ainda infante.
do segundo consórcio:
V-D - 12.3 - LÚCIO FLÁVIO e D - 12.4 - PAULO.
Residiu em Belo Horizonte - M.G.
Nota: Aguarda-se e-mail de Leila com nomes completos e demais dados.
V-E - CONSTÂNCIA LAGOEIRO ALBERNAZ, casada com José Ferreira Muniz, médico de Juazeiro, Bahia, passando a residir na Barra, Bahia, tendo gerado:
V-E - 1 - MORENA ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 2 - CLARICE ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 3 - GILDETE ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 4 - GERALDO ALBERNAZ MUNIZ ( ver anotação abaixo).
V-E - 5 - NELSON ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 6 - NÁUTICO ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 7 - EUNICE ALBERNAZ MUNIZ, casada com seu primo RAIMUNDO LAGOEIRO ALBERNAZ, filho de HERMANO LAGOEIRO ALBERNAZ ( Ver D-1, acima).
V-E - 8 - GELSON ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 9 - ANA ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 10 - URÂNIA ALBERNAZ MUNIZ.
V-E - 11 - EMANUEL LEWTON ALBERNAZ MUNIZ, procurador do Estado da Bahia, aposentado, que gerou uma única filha:
V-E - 11.1- CARMEN AUGUSTA SIQUEIRA (ALBERNAZ) MUNIZ, que se considera integrante da família ALBERNAZ, como de fato o é.
V-E - 12 - NELSON LAGOEIRO ALBERNAZ, casado com Joaquina Bandeira Albernaz, natural de Pilão Arcado, Bahia, residente na Barra, Bahia,tendo gerado:
V-E - 12.1 - OCTAVIO JOSÉ BANDEIRA ALBERNAZ, natural da Barra, Bahia, atualmente reside em Ipiaú, Ba. , casado com Raimunda Maria Rodrigues de Matos Albernaz, que gerou:
V-E - 12.1.1 - ANNA CAROLINA MATOS ALBERNAZ, Bacharel em Ciências Econômicas.
V-E - 12.1.2 - LARISSA MATOS ALBERNAZ, graduada em Letras, e de
V-E - 12.1.3 - FERNANDA MATOS ALBERNAZ, graduada em Enfermagem, casada com Igor Roberto Teixeira, gerou
V-E - 12.1.3.1 - JOÃO VICTOR ALBERNAZ TEIXEIRA (*11.05.2006), nascido às 17:40, na cidade de Ipiau - Bahia.
V- E - 12.2 - CARLOS EVANDRO BANDEIRA ALBERNAZ, residente em Ipiaú, Ba., pai de:
V-E - 12.2.1 - ALLAN CANÁRIO ALBERNAZ.
V-E - 12.2.2 - JOAQUINA TORRES BANDEIRA ALBERNAZ NETA, e de
V-E - 12.2.3 - DARLAN ALBERNAZ.
V-E - 12.3 - ERANDY BANDEIRA ALBERNAZ , residente na cidade de São Paulo SP , psiquiatra, membro da Sociedade de Psiquiatria, defendeu tese de mestrado sob a denominação "Vozes da Psicose: uma história psicanalista", na USP, com 128 páginas, em 01.07.1998, é casada com Renato Teixeira Lopes, mãe de:
V-E - 12.3.1 - MADALENA ALBERNAZ LOPES, bacharelanda em Direito e Ciências Sociais (2001) ( cf. e-mail de Larissa, de Erandy e de Carmen Augusta).
V-E - 12.4 - ANÉSIO BANDEIRA ALBERNAZ, casada com Maria Dalva Oliveira Albernaz, residente em Cruz das Alma, Ba., que tem como filhos, do seu primeiro casamento:
V-E - 12.4.1 - CONSTÂNCIA OLIVEIRA ALBERNAZ ( ), funcionária da Caixa Econômica Federal , tendo gerado dois filhos do primeiro casamento:
V-E - 12.4.1.1 - JOÃO PAULO ALBERNAZ LIMA ( ),
V-E - 12.4.1.2 - PAULO HENRIQUE ALBERNAZ LIMA .
V-E - 12.4.2 - GRACY OLIVERIA ALBERNAZ BISCARDI ( ) , advogada, casada com Silvio José Ferreira Biscardi ( ), veterinário e funcionário do Banco Nordeste, gerou:
V-E 12.4.2.1 - THIAGO ALBERNAZ BISCARI .
V-E - 12.4.3 - NELSON LAGOEIRO ALBERNAZ NETO ( ) casaado com Luciana Eloy CVosta Albernaz ( ) gerou:
V-E - 12.4.3.1 - MARIANA ELOY COSTA ALBERNAZ,
V-E - 12.4.3.2 - JULIANA ELOY COSTA ALBERNAZ .
V-E - 12.4.4 - MARGARETH OLIVERIA ALBERNAZ. ( ) Secretária Executiva, mora nos Estados Unidos, Flórida, é divorciada, tendo gerado:
V-E - 12.4.4.1 - IAGO MELO ALBERNAZ.
V-E - 12.4.5 - ANÉSIO BANDEIRA ALBERNAZ JÚNIOR,( ) formando em Administração de Empresa e funcionário do da Caixa Econômica Federal, casado com Fernanda Sampaio Silva Guerreiro Albernaz ( ) Engenheira Agrônoma, gerou:
V-E - 12.4.5.1 - JOÃO PEDRO GUERREIRO ALBERNAZ ( ), e
V-E - 12.4.5.2 - BEATRIZ GUERREIRO ALBERNAZ ( ).
V-E - 12.4.6 - GUSTAVO OLIVEIRA ALBERNAZ. ( ) , formando em computação, funcionário do Banco do Brasil, casado com Mariana Melo Albernaz ( ) advogada, funcionária do Banco do Brasil, , gerou:
V-E - 12.4.6-1 - NICOLE MELO ALBERNAZ ( ),
Nota: GERALDO ALBERNAZ MUNIZ, acima indicado, residente no Rio de Janeiro , c.f. e-mail de FRANCES ALBERNAZ, é sobrinho de CARLOS LAGOEIRO ALBERNAZ, o que liga o ramo da família ALBERNAZ-MUNIZ ao LAGOEIRO-ALBERNAZ ( vide abaixo).
O dados acima foram atualizados conforme e-mail 6.12.03.
Observe-se que GERALDO ALBERNAZ MUNIZ, atualmente com 85 anos ( 2002) é médico, sabedor de que os ALBERNAZ MUNIZ tem ligações de parentescos com as personas de apelido MANGABEIRA-ALBERNAZ , dentre os quais figura o iminente OCTÁVIO MANGABEIRA , ex-governador da Bahia, tio da avô de ERANDY ALBERNAZ ( acima mencionada) e pai de JOÃO CARLOS ALBERNAZ MUNIZ, um dos presidentes da ANATEL ( cf.e-mail de Erandy Albernaz, que busca novos dados sobre este importante ramos da família ALBERNAZ-MUNIZ, incluindo foto da casa dos Albernaz no recôncavo baiano).
Nota: Para Valéria Albernaz Dias Vieira, todos os ramos da famÍlia ALBERNAZ " são importantes, independente de projeção social ou política, desde que tenham dado direção à sua vida baseada em honestidade, integridade, respeito e valor ao próximo", o que todos concordamos, dai porque o nome ALBERNAZ é mais do que um apelido de família, mas uma espécie de condecoração ( modestamente).
Várias re-ratificações feitas no site deste ramo da família credita-se à Valéria.
V-F - RAUL LAGOEIRO ALBERNAZ, solteiro, morou com sua mãe Josina Lagoeiro Albernaz , tendo falecido, sem deixar descendentes, logo após o falecimento dela.
V-G - ALICE LAGOEIRO ALBERNAZ, casada, em primeiras núpcias com o cidadão de nome NOVAES, da Barra , Bahia, e em segunda núpcias com José Gomes Correa, viúvo de sua irmã URÂNIA LAGOEIRO ALBERNAZ ( ver letra "A" acima).
Do primeiro casamento, com Sr. NOVAES, teve um (1) filho:
V-G - 1 - JOSÉ ALBERNAZ, nome de seu avô materno, casado com Maria Amália Vassalo, de Januária.
Do segundo casamento, com José Gomes Corrêa, teve seis (6) filhos:
V-G - 2 - REINALDO ALBERNAZ CORRÊA, casado com Carmem Correa Albernaz ( vó Carminha), natural do Rio de Janeiro, funcionário pública da Light, pai de duas filhas:
V-G - 2.1 - LIGIA ALBERNAZ BIBIANI (*?), casada com Luiz Fernando Lago Babani ( divorciada), tendo gerado os filhos:
V-G - 2.1.1 - ALEXANDRE ALBERNAZ BIBIANI, casado com Cintia Aroreira Bibiani, tendo gerado os filhos Vinicius e Lara.
V-G - 2.1.2 - ERICH ALBERNAZ BIBIANI ( ), casado com Glória Quintão Bibiani, gerou duas filhas Ceicilia e Rebeca
V- G - 2. 2 - ANNALICE ALBERNAZ GOMES, casada com Moyses Nunes Gomes, com quem gerou três filhos:
V-G - 2.2.1 - CARLOS REINALDO ALBERNAZ GOMES, casado com Tânia Baroni dos Santos Gomes, com quem gerou os filhos Diego e Patrícia.
V-G - 2.2.2 - MARCOS ANISES ALBERNAZ GOMES, casado com Maria Luisa Calmon Belchior Oliveira Gomes, sendo que o casal gerou as filhas de coração Júlia e Nina.
V-G - 2.2.3 - ELIZABETH ALBERNAZ MILEK, casada com Jorge Luiz Milek, tendo o casal três filhos: Bruno, Camila e Eduardo
V-G - 2.2.3.1 - CAMILA ALBERNAZ MILEK ( ), casada com Ricardo, estando grávida de um mês (janeiro-2010)
Nota: Dados completados por Marcos Anises Albernaz Gomes por e-mail.
V-G - 3 - FRANCISCO ALBERNAZ CORRÊA, solteiro, funcionário do Banco do Brasil, professor de inglês, fundador do Instituto Cultural Brasil Estados Unidos de Monte Claros, MG , viajou aos Estados Unidos, Europa, Ásia e África.
V-G - 4 - ODÉCIO ALBERNAZ CORRÊA, casado com Maria Elza Passos Barbosa, natural de Santa Ignez - Bahia, foi capitão da Marinha Mercante, sediado em Pirapora, trabalhava nos vapores que faziam a linha de Pirapora MG a Juazeiro Baia, e vice versa. Transferiu residência de Pirapora para Belo Horizonte, onde educou seus cinco (5) filhos:
V-G - 4.1 - JEAN MILDRED ALBERNAZ BARBOSA, divorciada, formada em Sociologia e Letras, servidora da Coming , sociedade de economia mista.
V-G - 4.2 - KENNETH ALBERNAZ BARBOSA, casado com Maria Vilma de Melo, divorciado, jornalista e escritor, funcionário da Ceming, gerando:
V-G - 4.2.1 - Vilma de Melo Barbosa, formada em História.
V-G - 4.2.2 - Ciara de Melo Barbosa, jornalista.
V-G - 4.2.3 - Pablo de Melo Barbosa, estudante de Arquitetura, pai do infante ( 2003) , que não assinam Albernaz.
V-G - 4.2.3.1 - ARTHUR ALBERNAZ.
V-G - 4.2.4 - Maira de Melo Barbosa, estudante de Geografia e Meio Ambiente, não assina Albernaz.
V-G - 4.3 - AILEEN JOYCE ( ALBERNAZ) DE MELO CORRÊA, divorciada, formada em Pedagogia, servidora da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, foi casada com Petrônio de Melo Corrêa, com quem teve três filhos:
V-G - 4.3.1 - ALEXANDRE ALBERNAZ CORRÊA, solteiro, guitarrista e vestibulando para nutrição.
V-G - 4.3.2 - ALINE ALBERNAZ, estudante de Ecologia.
V-G - 4.3.3 - ANALU ALBERNAZ CORRÊA, estudante de 1o. grau.
V-G - 4.3.4 - GRACE EVELY ALBERNAZ CORRÊA, solteira, enfermeira e terapeuta, e
V-G - 4.3.5 - FRANKLIN ALBERNAZ CORRÊA, autodidata e conhecedor da arte da computação.
V-G - 5 - ODETE ALBERNAZ CORRÊA, solteira, falecida, foi exímia bordadeira, sendo seus trabalhos reconhecidos na região de Juazeiro, Pirapora e Montes Claros.
V-G - 6 - JOSELICE ALBERNAZ CORRÊA, foi casado com Henrique Neiva, passando a assinar o nome de Joselice Corrêa Neiva, seus filhos não assinam o apelido de família Albernaz ou Corrêa, que gerou:
V-G - 6.1 - Marlene, G-6.2 - Hernani, G-6-3 - Mirian, G-6.4 - Mirthes, G.6.5- Maria Augusta, G-6.6- Virgilio, G-6.7 - Rodolfo, e G-6.8 - Henrique.
V-G - 7 - ORLANDO ALBERNAZ CORRÊA, casado com Laurilia Lima , delegado de polícia em São Francisco e comerciante, pai de cinco (5) filhos :
V-G - 7.1 - REINALDO ALBERNAZ CORRÊA.
V-G - 7.2 - HARRY ALBERNAZ CORRÊA,
V-G - 7.3 - DENIS ALBERNAZ CORRÊA.
V-G - 7.4 - MARIA ALICE ALBERNAZ CORRÊA.
V-G - 7.5 - MARIA DAS GRAÇAS ALBERNAZ CORRÊA.
Nota: JOSÉ LAGOEIRO ALBERNAZ, filho de CARLOS LAGOEIRO ALBERNAZ, neto de URÂNIA LAGOEIRO ALBERNAZ e bisneto de JOSÉ ALBERNAZ, transferiu-se para os EE.UU., onde, com seus filhos e esposa, destacou -se como profissional da saúde e acadêmico. Ver na pagina 4 anotações sobre o referido médico.
RAMOS - ALBERNAZ
SANTA RITA DE IBITIPOCA - MG
X - APOLÔNIA RODRIGUES DE ALBERNAZ (* ?+?), casada com João Antônio Brito (*? +?), gerou:
X - 1 - ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ (*+) , casada com Francisco de Oliveria Braga (*? +?), gerou:
X - 1.1 - Maria de Oliveira Pedroza (*1738 + ?), natural de Barbacena MG , não assina Albernaz, casada em 28.07.1757, em Santa Rita de Itapirapora MG, com com Antônio de Almeida Ramos (* ? )
LYSANDRO-ALBERNAZ
CAMPOS - ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Z - BENEDITO ALBERNAZ (*?), casado com ? , era pai de:
Z - 1 - BARTOLOMEU LYSANDRO DE ALBERNAZ ( * ? + ) , usineiro "self-made man, filho de um maquinista de trem, e que, conforme consta tinha vários irmãos, casado com Aspásia Lysandro de Albernaz, ( * + ), que gerou :
Z - 1.1 - CHRISTOVAM LYSANDRO DE ALBERNAZ ( * ), ( tio de MARIA ALBERNAZ CRESPO, ver abaixo), nascido na cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, casado com Ana Maria Gonçalves Lysandro de Albernaz , que a sua vez gerou:
Z - 1.1.1 - MARIA BEATRIZ GONÇALVES DE ALBERNAZ ( * 1957 ) , editora do Almanaque Bia Albernaz , ( Fanzine), de nível internacional.
Z - 1.1,2 -JOSÉ MARCELINO GONÇALVES LYSANDRO DE ALBERNAZ (*)
Z - 1.1.3 - MARIA TERESA GONÇALVES LYSANDRO DE ALBERNAZ (* ).
Z - 1.1.4 - MARI PAULA GONÇALVES LYSANDRO DE ALBERNAZ ( * ).
Z - 1.1.5 - MARIA INÊS GONÇALVES LYSANDRO DE ALBERNAZ,( * ) e
Z - 1.1.6 - ANA MARIA GONÇALVES LYSANDRO DE ALBERNAZ (* ).
Z - 1.2 - NIDIA LYSANDRO DE ALBERNAZ, casada com Ailton,
Z - 1.3 - HILDA LYSANDRO DE ALBERNAZ ( * ), casada com Jacinto, e
Z - 1. 4 - LEDA LYSANDRO DE ALBERNAZ, casada com Eli.
ALBERNAZ CRESPO
AA - LYSANDRO INÁCIO DE ALBERNAZ (*?), casado com sua prima Maria Lídia Leitão de Albernaz (*?), gerou:
AA- 1. MARIA ALBERNAZ CRESPO (*?) , prima de BARTOLOMEU LYSANDRO ALBERNAZ (ver acima), casada com Antônio Crespo (*?), tendo gerado os filhos:
A-A - 1.1 - DERMERVAL DE ALBERNAZ CRESPO (*).
AA -1. 2 - ESMAR DE ALBERNAZ CRESPO (*1922+2002), era portador de necessidade especiais, apenar disso, era muito ativo. Poderia ser considerado pelo "senso comum" como "hiperativo", ou se diz hoje " indigo". Tinha temperamento forte, mais muitobrincalhão e sorridente, segundo sua filha Maria Cecilia De Albernaz Cerespo. Foi professor de matemática e de física, tamném formado em estatística. Tendo perdido o pai ainda adolescente passou a ser arrimo de família de sua mãe e irmãos mais novos.Cosou-se aos 35 anos com Rosália Lima Crespo, com quem gerou seis (6) filhos:
AA- 1.2.1 - NILTON GALILEU DE ALBERNAZ CRESPO (*1959+1959),
AA - 1.2.2 - ESMAR DE ALBERNAZ CRESPO JR (*?) desenhista industrial, gerou
AA - 1.2.2.1 - BEATRIZ ALBERNAZ CRESPO ( ). .
AA - 1.2.3 - CLÁUDIO VALÉRIO DE ALBERNAZ CRESPO ( *1962+1995), não tem.geração..
AA - 1.2.4 - MARIA CECILIA DE ALBERNAZ CRESPO, (*?) , nutricionista, gerou:
AA - 1.2.4.1 - LUCAS DE ALBERNAZ CRESPO..
AA-1. 2.5 - JÚLIO VERNE TADEU DE ALBERNAZ (*?), Contabilista e Acadêmico de Direito, casado com Sheila Emerick de Santana Albernaz Crespo, tendo gerado três filhos:
AA- 1.2.5.1 - THAIS CHRISTINA EMERICK DE ALBERNAZ CRESPO (*?) , gêmea com THEREZA CRISTINA.
AA- 1.2.5.2 -THEREZA CHRISTINA EMERICK DE ALBERNAZ CRESPO, e
AA - 1, 2.5.3 - ELIZABETH CHRISTINA EMERICK DE ALBERNAZ CRÊSPO.
AA - 1.2.5.4 - ANA CAROLINA (ALBERNAZ) , que é mãe de Isabely e Yasmim, que nao assim Albernaz.
AA -1. 2.6 - ANTÔNIO GIOVANNI DE ALBERNAZ CRÊSPO (*), acadêmico de direito, gerou:
AA - 1.26.1 - FELIPE ALBERNAZ CRESPO ( ).
AA - 1. 3 - MARGARIDA DE ALBERNAZ CRÊSPO (*).
AA - 1.4 - LYSANDRO DE ALBERNAZ CRÊSPO (*).
AA- 1.5 - VERA ALBERNAZ CRÊSPO waked (*).
AA -1. 6 - EXPEDITO ALBERNAZ CRÊSPO (*).
AA- 1. 7 - MARIA LÍDIA ALBERNAZ CRÊSPO CESPOMN (*).
AA -1. 8 - ATALIBA ALBERNAZ CRÊSPO (*), e
AA- 1. 9 - ANTONIO MESSIAS ALBERNAZ CRÊSPO.
NOTA: Aguarda-se novos dados por parte de Júlio Verne Tadeu de Albernaz Crêspo, conforme e-mail.
ALBERNAZ-CALDEIRA
AB - LISANDORO ALBERNAZ CALDEIRA (*?+?), natural de CAMPOS DE GOYTACAZES, casado com Helena de Oliveira Albernaz, gerou:
AB - 1 - MARIA ALBERNAZ.
AB- 2 - OSWALDO ALBERNAZ.
AB - 3 - JOÃO CALDEIRA ALBERNAZ.
AB - 4 - WALDYR CALDIERA ALBERNAZ.
AB - 5 - LUIZA CALDEIRA ALBERNAZ.
AB - 6 - ZÉLIA DE ALBERNAZ CALDEIRA.
AB - 7- CÉLIA ALBERNAZ CALDEIRA
AB- 7.1 - HELENA ALBERNAZ DA SILVA.
AB- 7.2- LUCÉLIA ALBERNAZ, gerou:
AB- 7. 2.1 - LUCAS ALBERNAZ REGGIANI.
AB- 7 .2.2 - PAOLA ALBERNAZ REGGIANI.I
AB- 8 - JOSÉLIA DE ALBERNAZ CALDEIRA.
AB- - 9 - LICÉA ALBERNAZ CALDEIRA .
Nota: Os dados estão incompletos, estamos aguardando informações da Helena Albernaz. .
AINDA EM CAMPOS - RIO DE JANEIRO
AC - 1 - PAULO SOUZA ALBERNAZ ( Paulo Albernaz), residente em Campos , RJ. , vereador por quatro mandatos e deputado, também, por quatro mandatos , no período de 1870 a 2002. ( Ver outros dados na página 5, relativos ao deputado Albernaz), é irmão de
AC - 2 -THELMO LOPES ALBERNAZ, casado, que gerou:
AC - 2.1 - MARIA INÊS RIBEIRO ALBERNAZ KURY, casada com o empresário Sergio Eduardo Kury, filho de Odete Leão Kury, importante família da região de Ribeirão Preto S.P.
Nota:Aguarda-se dados por parte de Maria Inês.
Nota: Os dados, ainda, incompletos foram fornecidos por e-mail de Bia Albernaz, que está providenciando maiores detalhes.
DE VISEU, PORTUGAL, PARA RIO DE JANEIRO, BRASIL
SILVA-ALBERNAZ
AD- LUIZ ALBERNAZ SILVA, nascido em Viseu/Portugal (*1926 +falecido no Rio de Janeiro/1997), tendo imigrado para o Brasil em 1958, por navio, filho de Maria Ilda e de Teotônio da Silva, transferiu residência para o Rio de Janeiro, Brasil, tendo se casado com jovem de Minas Gerais de apelido de família Fernandes, tinha um irmão de nome ANTÕNIO ALBERNAZ, falecido em Portugal, tendo gerado um (1) filho:
AD - 1 - JORGE LUIZ FERNANDES ALBERNAZ , (*1970), nascido no Rio de Janeiro, de profissão advogado.
Nota: Aguarda-se novos dados por parte de Jorge Luiz Fernandes Albernaz, cf. e-mail
AINDA DE VISEU , PORTUGAL, PARA O RIO DE JANEIRO E ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
COELHO-ALBERNAZ
PEREIRA-ALBERNAZ * SOUZA ALBERNAZ - ALBERNAZ-CARDOSO
ROCO-ALBERNAZ
(Dados fornecidos por Marta Albernaz - Rio de Janeiro)
AE-- JOSÉ COELHO ALBERNAZ (*?+?), casado com Maria da Encarnação Almeida Albernaz, (*+?), naturais de Viseu, Portugal, gerou:
AE - 1 - ANTÔNIO COELHO ALBERNAZ (?).
AE - 2 - BENILDE COELHO ALBERNAZ.
AE- 3 - EMÍDIO COELHO ALBERNAZ ( * 22.03.1913+04.01.99), natural de Viseu, Portugal, onde faleceu, comerciante, casado, em 14.07.1934, com Maria Augusta ou Maria Luiza Pereira Albernaz (*28.03.1913+31.07.2003), natural de Viseu onde faleceu, gerou:
Nota: O nome correto da esposa de Sr. Emídio é MARIA AUGUSTA PEREIRA DOS SANTOS, mas era conhecida por Luiza, nome de sua madrinha. Por tal motivo, na certidão de nascimento dele constou como sendo MARIA LUIZA DA CONCEIÇÃO, erroneamente. No registro dos demais filhos do casal consta o nome correto.
AE-- 3.1 - ANTÔNIO PEREIRA ALBERNAZ (*17.11.1936), natural de Viseu, Portugal, tendo vindo para o Brasil em 12.04.1954, estabelecendo-se no Rio de Janeiro, comerciante, agora, aposentado, casado, em 05.12.59, com Jandyra de Souza Carvalho Albernaz (*14.05.39), Técnica de enfermagem, aposentada, residem em Abolição, RJ., gerou:
AE- 3.1.1 - MARTA DE SOUZA ALBERNAZ (*21.03.1961), natural do Rio de Janeiro, solteira, reside com os pais. Farmacêutica, pela UFRJ e Engenheira Química pela UFRRJ-Rural, Habilitada em Farmácia Industrial, pela UFRJ e Mestre em Ciências Farmacêuticas, Área Radiofarmácia. Publicou vários trabalhos acadêmicos. Locais de trabalho: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - UFRJ e IEDS -( Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária - Hospital de Curupaiti. Exerce suas atividades no Serviço de Medicina Nuclear, Laboratório de Marcação de Células e Moléculas.
AE- 3.1.2 - ROBERTO DE SOUZA ALBERNAZ (*26.02.65), natural do Rio de Janeiro, Engenheiro Mecânico, da UERJ, Mestrado em Engenharia Oceânica, da UFRJ, trabalha na Petrobrás, casado, em 27.06.1992, com Rosanna Rocco (*13.10.59), psicóloga, gerou:
AE- 3.1.2.1 - VITOR ROCCO ALBERNAZ (*25.04.1993), estudante.
AE - 3.1.2.2 - DIANA ROCCO ALBERNAZ (*27.06)1994), estudante,residentes em Freguesia, Jacarepaguá, RJ.
AE- 3.1.3 - CRISTINA DE SOUZA ALBERNAZ (*18.04.1970), natural do Rio de Janeiro, Enfermeira, formada dos EUA, trabalha no The Woodlands Hospital, em Montgomery, Texas, EEUU, casada com 13.06.1990 com Jesse Ernest Neves (*25.10.1955), natural de Conroe, Texas, Supervisor de perfuração, empresa pretrolífera), divorciados em 03.11.2003. Logo após o casamento, fixaram residência na África, em Camarões.Depois fixaram residência nos EUA e ele ficava um mês em Camarões e um mês nos EUA. Isso até pouco depois do divórcio, Agora ele fica direto nos EUA. Cristina também reside nos Estados Unidos, em Montgomery.
AE- 3.1.3.1 - CHRISTIAN ALBERNAZ NEVES (*24.01.1991).
AE- 3.1.3.2 - KYLE ALBERNAZ NEVES (*12.05.1995), e
AÉ- 3.1.3.3 - MICHAEL ALBERNAZ NEVES (*15.10.1997), os três são naturais de Woodlands, residem em Montgomery, Texas, EUA.
AE- 3.2 - EDUARDO ALBERNAZ DOS SANTOS (*26.10.1934), natural de Viseu, Portugal ( os demais irmãos assinam PEREIRA ALBERNAZ), casado em primeiras núpcias, tendo a esposa falecido, tendo se casado novamente, com Maria de Lurdes Albernaz, aposentada, tendo gerado filhos:
Do primeiro casamento:
AE- 3.2.1 - OLGA CRISTINA DO CARMO ALBERNAZ (*7.05?).
Do segundo casamento:
AE- 3.2.2 - PEDRO MIGUEL FERNANDES ALBERNAZ. (*08.12.?), também do segundo casamento, residindo Minho.
AE- 3.3 - JOSÉ PEREIRA ALBERNAZ (*31.07.1938), natural de Viseu, Portugal, Chefe de polícia, residente em Viseu, casado com Maria Belém Almeida Albernaz (*?), gerou:
AE - 3.3.1 - VITOR MANUEL ALMEIDA ALBERNAZ (*).
AE- 3.3.2 - ELISABETE CARLA ALMEIDA ALBERNAZ (*), casada com Pedro, em 09.09.2006. Sem mais dados.
AE - 3.4 - FERNANDO PEREIRA ALBERNAZ (*17.06.?), natural de Viseu, onde reside, Corretor de Seguros, casado com Fernanda Correia dos Santos, tendo gerado os filhos:
AE - 3.4.1 - LUISA MARIA DOS SANTOS ALBERNAZ (*13.05.?), mãe de dois filhos:
AE - 3. 4.1.1- CATARINA ALEXANDRA ALBERNAZ PEREIRA (*23.08.?), e
AE - 3.4.1.2 - FRANCISCO RAFAEL ALBERNAZ PEREIRA (*27.11.?)
AE - 3.4.2 - ISABEL FERNANDA DOS SANTOS ALBERNAZ (*22.08.?), mãe de
AE- 3.4.2.1 - MADALENA (?).
AE- 3.4.3 - SUSANA CRISTINA DOS SANTOS ALBERNAZ (*14.10.?).
AE- 3.5 - MARIA ODETE PEREIRA ALBERNAZ (*04.05.45), natural de Viseu, onde reside, casada com Nelson Simões Almeida Correia,(* 17.04.?), gerou:
AE- 3.5.1 - PAULA CRISTINA ALBERNAZ CORREIA MANSO, que é casada e mãe de duas meninas.
AE- 3.6 - MARIA DE LOURDES PEREIRA ALBERNAZ MARTINS MORAIS (*17.01.1947), natural de Viseu, reside em Lisboa, casada com José Luiz Martins Morais (*), gerou:
AE- 3.6.1 - ANA SOFIA ALBERNAZ MARTINS MORAIS (*)
AE-- 3.7 - MARIA AMÉLIA PEREIRA ALBERNAZ (*08.07.1951), natural de Viseu, Portugal, reside em Lisboa, aposentada do Ministério do Exército, casada ( 22.01.1977) com Antônio Manuel Fernandes Alves, sendo divorciada, gerou:
AE- 3.7.1 - IVO ANDRÉ ALBERNAZ ALVES (*13.06.1980), licenciado em Mensão de Educação Física e Desporto Escolar, exercendo a profissão de Vendedor da Loja Decathlon, residente em Lisboa.
AE - 3.8 - MARIA ALDA PEREIRA ALBERNAZ SILVA CARDOSO (*04.03.57), casada, em 26.02.1983, com Luis Antônio Silva -Cardoso (*03.10.1959), funcionário público, residente em Farminhão, Viseu, Portugal, gerou:
AE - 3.8.1 - FILIPE DANIEL ALBERNAZ CARDOSO. (*10.11.19 84), natural de Viseu, Portugal, solteiro, profissão Administrativo, da Empresa Visabeira, multinacional de telecomunicação e infra-estrutura.
EE - 3.8.2 - CLAUDIA SOFIA ALBERNAZ CARDOSO (*23.04.1987), natural de Viseu, Portugal, solteira, estudante do Curso Técnico de Serviços Comerciais( 2007).
EE - 3.9 - O casal Emídio Luiza teve ainda um natimorto.
Nota: Os dados deste ramo da família originária de Viseu foram compilados por Marta De Souza Albernaz, residente no Rio de Janeiro, que está coletando outros elementos com seus parentes do Rio e de Portugal.
ALBERNAZ DESCENDENTES DE PORTUGUESES RESIDENTES NO
RIO DE JANEIRO
ALBERNAZ - TORRES-ALBERNAZ - FREITAS ALBERNAZ
PEREIRA-ALBERNAZ - ALBERNAZ-NUNES
(Dados fornecidos por Mariângela Albernaz, via e-mail)
AF - MANUEL JOSÉ ALBERNAZ (*?+?), natural de Portugal, casado com Eliza Augusta Albernaz (*?+?), brasileira, gerou os filhos:
AF - 1 - ALFREDO JOSÉ ALBERNAZ (*?) , natural de Niteroi, Rio de Janeiro, casado com Elvira Torres Albernaz, natural do Rio de Janeiro, gerou:
1a núpcias
AF - 1.1 - DURVAL TORRES ALBERNAZ *13.01.1913 + 25.04.1975), natural de Rio de Janeiro, Niteroi, Eletricista da Marinha Mercante (Costeira) do Rio de Janeiro e Músico, também, da Marinha Mercante, de olhos azuis, casado com Elza Freitas Albernaz, natural de Rio de Janeiro, (*23.07.1916, atualmente com 87 anos (2007), gerou:
AF - 1.1.1- ODIR FREITAS ALBERNAZ, natural de Rio de Janeiro (*14.01.1935), casado com Yvonne Pereira Albernaz, natural de Rio de Janeiro (*15.12.1938), funcionária, Pública, Agente Administrativa, gerou:
AF - 1. 1.1.1 - MARIÂNGELA PEREIRA ALBERNAZ (*14.05.1962) , natural do Rio de Janeiro, estudante de Fisioterapia, casada com José Paulo Vieira Nunes, Engenheiro, gerou:
AF - 1.1.1.1.1 - BRUNO ALBERNAZ NUNES (13.01.1986), natural do Rio de Janeiro, estudante de jornalismo.
AF - 1.1.1.1..2 - LUCAS ALBERNAZ NUNES (*30.11.1989), natural do Rio de Janeiro, estudante.
AF- 1.1.1.2 -ALESSANDRA PEREIRA ALBERNAZ FLORES (*), casada com Robson da Silva Flores, gerou:
AF - 1.1.1.2.1 - FERNANDA ALBERNAZ FLORES, e
AF - 1.1.1.2.2 - EDUARDO ALBERNAZ FLORES.
AF - 1.1.1.3 - MARISSANDRA PEREIRA ALBERNAZ DE SOUZA (*), casada com Oswanei Ramos de Souza, gerou:
AF - 1.1.1.3.1 - TAIANE PEREIRA ALBERNAZ DE SOUZA e
AF - 1.1.1.3.2 - TAIS PEREIRA ALBERNAZ SOUZA.
AF- 1.1.1.4 - ODIMAR PEREIRA ALBERNAZ (*), casada com Carla Borges (*), gerou:
AF- 1.1.1.4.1 - FELIPE VASCONCELOS ALBERNAZ.
AF - 1.1.1.4.2 - RAFAEL VASCONCELOS ALBERNAZ .
AF - 1.1.1.4.3 - YAN BORGES ALBERNAZ.
AF- 1.1.2 - OSMANIR ALBERNAZ RIBEIRO, (*), casada com Hélio Pereira Ribeiro, gerou:
AF - 1.1.2.1 - HÉLIO RICARDO ALBERNAZ RIBEIRO, casado.
AF - 1.1.2.2 - SÉRGIO RENATO ALBERNAZ RIBEIRO, casado.
AF - 1.1.2.3 - CARLOS ROBERTO ALBERNAZ RIBEIRO, casado.
AF - 1.1.3 - OSMAR FREITAS ALBERNAZ (*), casado com Odinéia Leão Albernaz, gerou:
AF - 1.1.3.1 - DURVAL LEÃO ALBERNAZ, casado.
AF - 1.1.3.2 - ANA LÚCIA LEÃO ALBERNAZ, casado.
AF- 1.1.3.3 - JOÃO MÁRCIO LEÃO ALBERNAZ, casado.
AF - 1.2 - LOURIVAL TORRES ALBERNAZ (falecido *?+?).
AF - 1.3 - ALFREDINA TORRES ALBERNAZ (falecido *?+?).
2a núpcias
AF - 1.4 - EDITI BUENO ALBERNAZ (falecida *?+?).
AF - 1. 5 - DILCE BUENO ALBERNAZ (falecida *?+?).
AF - 1.6 - GONÇALO BUENO ALBERNAZ (falecido *?+?).
AF - 2 - MANUEL ALBERNAZ ( sem notícias suas e de seus descendentes).4
De Minas para Goiânia
FERREIRA ALBERNAZ - MARQUES ALBERNAZ
A-G - SEBASTIÃO FERREIRA ALBERNAZ ( + 1998), casado, pai de
AG- 1 - ROSÁRIO EUSTÁQUIO FERREIRA ALBERNAZ, que residia em Minas Gerais, tendo transferido residência para Goiânia, G.O., casado com Maria Helena Marques Albernaz, a sua vez, gerou:
AG- 1.1 - ADRIANA MARQUES ALBERNAZ.
AG- 1.2 - ERLÂNIO MARQUES ALBERNAZ.
AG- 1.3 - AROLDO MARQUES ALBERNAZ.
AG- 1.4 - HELAINE MARQUES ALBERNAZ, esta mãe do infante:
AG - 1.4.1 - GUILHERME MARQUES ALBERNAZ (4 anos - 2001), todos residentes, (2001) na cidade de Goiânia - G.O.. (cf. e-mail de Helaine, aguardando mais dados).
No Rio Grande do Sul
AH - JOSÉ VIEIRA MARQUES ALBERNAZ, professor, natural de Passo Fundo R.S., região de Caxias do Sul, RS, casado com Ondina Gonçalves Albernaz, com quem gerou oito (8) filhos, sendo quatro (4) do sexo masculino e quaro (4) do sexo feminino,
AH - 1.1 - NADYR THEREZINHA ALBERNAZ COSTA (*), professora aposentada,natural de Caxias do Sul - RS, casada com José Francisco da Silva Costa (*), comerciante aposentado, também natural de Pelotas RS , tendo gerado:
AH - 1.1.1 - FÁBIO ALBERNAZ COSTA (*) , natural de Pelotas, onde reside , advogado, formado pela Universidade Federal de Pelotas - UFPEL - , com monografia de Direito Ambiental, publicada na internet, no Site da Rede Brasileira de Informação Ambiental.
AH - 1.2 - MARIA ALZIRA ALBERNAZ, que gerou quaro (4) filhos, dois homens e duas (2) mulheres.
AH - 1.3 - JAHYR MARIA ALBERNAZ DE ARAUJO , que gerou dois (2) filhos, um homem e uma mulher.
AH - 1.4 - ALADYR ALBERNAZ OSSARES, que gerou cinco (5) filhos homens.
AH - 5 - BENTO GONÇALVES ALBERNAZ, que gerou quaro (4) filhas.
AH- 6 - JOÃO OSÓRIO GONÇALVES ALBERNAZ, que gerou duas filhas.
AH - 7 - ANIDINO GONÇALVES ALBERNAZ, (falecido), que gerou três (3) filhos, duas (2) mulheres e um (1) hmem.
HA - 8 - EDNARG UBIRAJARA ALBERNAZ, era chamado de "Tio Bira" (falecido), que gerou três (3) filhos, um (1) homem e duas (2) mulheres.
AH - ? - 1 - ELAINE PINTO ALBERNAZ,(*) residente em PELOTAS, RS., médica da Universidade Federal de Pelotas, - Chefia da TI Pediatria e Neonatal do Hospital-Escola - UCPEL, Pesquisadora da Universidade de Pelotas - RS ( in e-mail de Elaine, aguardando mais dados), neta de José Vieira Marques Albernaz, falta indicação do nome do pai e da mãe.
No Rio Grande do Sul - Pelotas
FARIAS ALBERNAZ - ORTIZ ALBERNAZ -
SIQUEIRA ALBERNAZ
AI - 1 - VALÉRIO FARIAS DE ALBERNAZ, casado com Elisabeth Ortiz de Albernaz, é pai :
AI - 1.1 - IRINEU ORTIZ DE ALBERNAZ, casado com Jane Rosalva Siqueira de Albernaz, que gerou :
AI - 1.1.1 - STANLEY SIQUEIRA DE ALBERNAZ , e de
AI - 1.1.2 - SUE ELLEN SIQUEIRA DE ALBERNAZ, acadêmica de direito junto a Universidade Federal de Pelotas, RS .
AI - 1.2. - ROSALAINE ORTIZ DE ALBERNAZ.
AI -1.3 - JOSÉ ORTIZ DE ALBERNAZ, e de
AI - 1.4 - REGINALDO ORTIZ DE ALBERNAZ.
Nota: E-mail de Sue Ellen Siqueira de Albernaz, que está pesquisando outros dados, deste ramo da família.
Rio Grande do Sul
Encruzilhada - Caçapava -
Santana do Livramento
AJ - JOAQUIM OLIVEIRA ALBERNAZ ( * 1771 + 20.06.1841), casado ( 1828) na cidade de São Paulo com Prudenciana Munhos de Camargo Albernaz, tem gerado os seguintes filhos:
A- -J-1 - MARIA PRUDÊNCIA OLIVEIRA ALBERNAZ ( * 1822 + ? ) , nascida em Caçapava do Sul, RS.
A-J-2 - MARIA HEMERNEGILDA ALBERNAZ ( ? ), nascida em Caçapava do Sul, RS .
AJ-3 - MANOEL DE OLIVERIA ALBERNAZ ( * 1826 + ?), nascido em Caçapava do Sul, RS .
AJ- 4 - FELISBINA MARIA ALBERNAZ ( * 1829 + ?) , nascida em Caçapava do Sul, RS .
AJ - 5 - FLORIANA MARIA ALBERNAZ ( * 1831 + ? ) , nascida em Caçapava do Sul, RS .
AJ- 6 - JOSÉ PRUDENTE DE OLIVEIRA ALBERNAZ ( * 24.05.1832 + ?) , nascido em Santana do Livramento, RS..
AJ-7 - SENHORINHA MARIA MUNHOS (*1836 + ? ), nascida em Santana do Livramento, RS.
AJ -8 - FIRMINA MARIA OLIVERIA ALBERNAZ ( * 1838 + ? ) nascida em Santana do Livramento, RS, e
AJ - 9- ANACLETA MARIA ALBERNAZ ( *1840 + ? ) , nascida em Santana do Livramento, RS.
Nota Os dados acima referem-se a pesquisas,
fornecidas, mediante reembolso, pelo INGERNS ( via
e-mail) e Internacional Genealógica Index SA
Gender.
AK- ANGELINA MARIA ALBERNAZ ( *1817, em
Caçapava RS , casou-se em 1835) , residente em de Santana do
Livramento, RS, casada com José Munhoz de Camargo, mãe de:
AK - 1- ERMELINDA MUNHOZ ALBERNAZ ( * 1842 + ? ) , nascido em Caçapava RS.
BUTIA NO RIO GRANDE DO SUL
PEREIRA ALBERNAZ - TELLEIR ALBERNAZ
AL - PEDRO PEREIRA ALBERNAZ (*?+?), de Butia , Rio Grande do Sul, casou-se com Julieta Garcia Telleier Albernaz(*14.08.1895+ ?), natural de Lavras do Sul,RS, faleceu em Butia, RS, de velhice, gerando os filhos:
AL - 1 - JORGINA TELLEIR ALBERNAZ (*16.05.1934), natural de Perau -São Pedro do Sul, RS, casando-se com João de Maman Filho (16.05.1953), natural de Butia - RS, gerou os filhos:
AL - 1 - 1 - RICARDO DE MAMAN (*12.06.1956).
AL - 1. 2 - ALEXANDRE DE MAMAN (19.09.1959).
AL - 1 - 3 - LUIZA ALBERNAZ DE MAMAN.
AL - 1 - 4 - ANA LUCIA ALBERNAZ DE MAMAN.
AL - 1. 5 - GIORGIA ALBERNAZ DE MAMAN.
AL - 1. 6 - JOANE ALBERNAZ DE MAMAN.
AL - 2 .- ZÉLIA ALBERNAZ.
AL - 3 - NIDY ALBERNAZ (*03.07.1923+ 06.07.1979)
NOTA: Pede-se os descendentes de PEDRO PEREIRA ALBERNAZ enviem dados sobre seus familiares para completar os acima indicados.
Ainda no Rio Grande do Sul M-M-
( Pesquisa da Ingerns)
AM - 1- JOÃO FRANCISCO ALBERNAZ, ( * ? + ? ), casado com Maria Fausta Bittencourt, pai de:
AM -1.1 - ANTONIO BITENCOURT ALBERNAZ ( * 1912 + ? ).
AM- 2 -JOSÉ ALBERNAZ, casado com Rosa Maria do Belém, pai de ANA ALBERNAZ, natural de Rio Pardo RS., e de
AM - 2 - JOAQUIM ALBERNAZ (* 1776), natural de Rio Pardo, RS.
AM - 3 - ANTONIO ALBERNAZ, natural da Ilha da Faial, Arquipélago de a Açores, casado com Maria Duarte, natural de Faial, Açores, pai de:
AM - 3 - 1 - JOSEPHA MAR. ALBERNAZ, natural da Ilha de Açores, casado com Antônio Saldanha, e de
AM - 3.2 - RAYMUNDO ALBERNAZ (*1734 +1799), natural do arquipélago de Açores, casado em 1762 em Jesus Maria José Rio Pardo , RS, com Maria de Jesus.
AM - 4 - ÁURIA DE A. ALBERNAZ ( * 1921), casada em 1939, com Lio Brasil Caetano.
AMA - 5 - DOMINGOS ALBERNAZ, casado com Bárbara Caetano.
AM - 6 - DOMINGOS ALBERNAZ, casado com Bárbara C.Albernaz, pai de:
AM - 6.1 - MARIA CONCEIÇÃO ALBERNAZ, natural do Arquipélago de Açores, casado, em 1876, em Rio Grande, RS , com José Costa.
AM - 7 - IBRAIMA ALBERNAZ, casada com Carlos Eugênio Mussi, mãe de:
AM - 7.1 - João Batista Mussi, (* 1901+1978) natural de Lavras RS, casado com Loiva Gerado daSilva, tiveram os filhos?
7AMA -7.1.1. - Rita da Silva Mussi,
AMA-.1.2 - Eunice da Silva Mussi,
AM-7.1.3 -Maria Helena da Silva Mussi,
AM - 7.1.4 - Dea da Silva Mussi,
AM- 7..1.5 -Jose da Silva Mussi, -
AM -7.1.6 -Antonio da Silva Mussi, -
AM -7.1.7 Darci da Silva Mussi (1942)
AM - AM -
AM -1. 7.1.8 - Rosa Maria da Silva Mussi, esta casada com Artur Regis Alvin (1931+2005), com quem teve os filho,
AM - 7.1.8.1 - Augusto Mussi Alvin (*1969), casado com Karina Dall`Agnol, com teve os filhos,
AM - 7.1.8.1.1 - Isabelle Dall`Agnol Alvim,
AM -7.1.8.1.2 - Artur Dall`Agnol Alvim,
AM - 7.1.8.2 - Tiago Mussi Alvim (*1970+1975)
AM -7.1.8.3 - Carlos Mussi Alvim (1971),
AM - 7.1.8.4 - Joao Mussi Alvim (*1972),
AM - 7.1.8.5 - Guilherme Mussi Alvim.
(Dados fornecidos por Augusto Alvim, por e_mail)
AM - 8 -JOSÉ JOAQUIM ALBERNAZ, natural do Arquipélago de Açores, casado com Carlota Joaquina Freitas.
AM - 9 - MANUEL SILVA ALBERNAZ, casado com Maria Garcia , pai de:
AM- 9.1 - Clemência M. Silveira, casada com Antônio José Medeiros.
AM - 10 - SEBASTIÃO ALBERNAZ, natural do Arquipélago de Açores, casado com Maria Tereza , também, de Açores.
AM- 11 - MANOEL ALBERNAZ, natural do Arquipélago de Açores, casado (?) , pai de:
AM - 11.1 - MANOEL JOSÉ ALBERNAZ, natural de Rio Pardo, RS.
AM - 12 - MANOEL SILVA ALBERNAZ, (* 1734) natural do Arquipélago de Açores, casado com Maria Teresa de Jesus, pai de
AM - 12.1 - MARIA ALBERNAZ, natural de Rio Pardo, casada com Manuel Macedo Silveira, mãe de:
AM - 12.1.1 - Manuel Macedo Brun, natural de Rio Pardo, RS., casado com Bernarda Aires.
AM - 13 - SEBASTIÃO ALBERNAZ , natural do arquipélago de Açores, casado com Tereza Maria Albernaz, pai de:
AM - 13 .1 - ANTONIO R. BARCELOS "ALBERNAZ",( * ? + 1819), natural da Ilha do Pico, Açores, casado com Rosa Perpetua de Jesus , em 1763, em Rio Grande RS.
AM - 14 - ANACLETA(O) MARIA ALBERNAZ, (* 1840 + ? ) Livramento, RS.
AM- 14 - ANTÔNIO BITTENCOURT ALBERNAZ ( * 17.2.1912 + ?), rs.
AM - 15 - ERMELINDA MUNHOS ALBERNAZ, ( * 1842 + ? ) Caçapava, RS..
AM - 16 - FELISBINA MARIA ALBERNAZ, ( * 1829 + ? ) , Caçapava , RS
AM - 17 - FIRMINA MARIA OLIVEIRA ALBERNAZ ( * 1838 + ?) , Santana do Livramento, RS.
AM - 18 - FLORIANA MARIA ALBERNAZ, ( * 1831 + ? ) , Caçapava, RS.
NOTA: De acordo com o Banco de Dados da INGERS, seus registros informam que a origem da família ALBERNAZ, no Rio Grande do Sul é de Faial, no Arquipélago de Açores, Há informações que a família teria origem da Espanha, de lá para Argentina e Uruguai e depois para o Brasil, principalmente para a fronteira gaúcha (. ( cf.e-mail).AGUARDA-SE DEMAIS DADOS POR PARTE DE PARENTES E CONHECIDOS.
De Campos - RJ- para Brasília - DF - RIO DE JANEIRO - RJ. TIJUCA - RIO DE JANEIRO
AN - ROSSINI ALBERNAZ (*22.01.?+1970), farmacêutico, residente na Tijuca, Rio de Janeiro, casado com Guiomar Leitão Albernaz (*03.11.1912 +?), gerou:
AN - 1 - ROSSINI ALBERNAZ FILHO, Médico e Fiscal do MINISTÉRIO DO TRABALHO, casado com Júlia, gerou:
AN - 1.1 - RYVA ROSSINI Y ALBERNAZ, ( 12.04.1964), Engenheira Mecânica , funcionária do Banco Central do Brasil, em Brasília, casado com (?), reside desde 1994 na capital federal, gerou :
AN - 1.1.1 - CAROLINA ALBERNAZ (*?), sem mais dados.
AN - 1.1.1 - ROSSINI ALBERNAZ NETO, bacharel em direito e ciências sociais pela Universidade Estácio de Sá , em 1966, e pós-graduação em direito do trabalho , em 1988, pela mesma instituição de ensino, reside em Brasília.
AN -
2 - REYNALDO ALBERNAZ (*21.04.?), Farmacêutico, escultor e desenhista, casado, reside, atualmente, em Campos, não há noticias de que gerou filhos.AN - 3 - ROSARIA ALBERNAZ (*2.08.1939), separada judicialmente, gerou :
AN - 3.1 - AURÉLIO AYRES AQUINO JÚNIOR (*08.08.1967), solteiro, autônomo, reside no Rio de Janeiro.
AN - 3. 2 - PATRÍCIA ALBERNAZ AQUINO GRIGOLON (*17.03;1969), advogada, funcionária pública, casada com Almir Fontes Grigolon, desde 17.10.1992, Major Aviador da Força Aérea Brasileira, gerou:
AN - 3.2.1 - BRUNA ALBERNAZ AQUINO GRICOLON (*22.10.2002), estudante, residente em Anápolis.
AN - 4 - ROSA LEITÃO ALBERNAZ (* ?), teria falecido aos 46 anos de idade, sem mais dados.
AN - 5 - RUTH ALBERNAZ DIAS (* 7.08.1936), natural do Rio de Janeiro, casada com José Augusto Abrandes Dias, imigrante da cidade de Aveiro, Portugal, do ramo de transporte de cargas para exportação, gerou:
AN - 5.1 - RAMIRO AUGUSTO ALBERNAZ DIAS (* 04.04.1966), Tenente Coronel do Corpo de Bombeiros Militar, do Estado do Rio de Janeiro, união estável com Fabiana Silva de Souza (*06.,05.1968), secretária, gerou:
AN - 5.1 - FERNANDA DE SOUZA ALBERNAZ (* 02.10.2000), residente em Mirai , MG.
AN - 5.2 - MÁRCIO AUGUSTO ALBERNAZ DIAS (*08.05.1963), Empresário do ramo de transporte de cargas para exportação, gerou os gêmeos:
AN - 5.2.1 - MÁRCIA ALBERNAZ DIAS (*08.01.1988), estudante.
AN - 5.2.2 - MÁRCIO ALBERNAZ DIAS (08.01.1988), estudante.
AN - 5.3 - JOSÉ ARTUR ALBERNAZ (*03.01.1965), Empresário do ramo de transporte de carga para exportação.
AN - 5.4 - CLÁUDIA MARIA ALBERNAZ DIAS (*07.08.1967), Gerente Executiva da Glaxo Smith Kline Ind. Farmacêutica, casada com Reinaldo Rodrigues Cecílio Júnior, desde 1988, gerou:
AN - 5.4.1 - FÁBIO CECÍLIO (*26.05.2005), residente no Rio de Janeiro. -
AN - 5.5 - ROSSINI ALBERNAZ DIAS (*09.10.1969), militar do Corpo de Bombeiro do Estado do Rio de Janeiro, Major do Corpo de Bombeiro do Estado do Rio de Janeiro.
Nota: Aguardamos mais dados, através de Riva Rossini Y Albernaz e de Rossini Albernaz Neto.
Parte dos dados fornecidos por Ramiro Albernaz, que informa , ainda, ser seu avô - Rossini Albernaz - irmão de Lisandro Albernaz, pelo que estamos aguardando mais dados, por e-mail.
Ainda, Rio de Janeiro
AO - HENRIQUE SILVEIRA ALBERNAZ, casado com HERMINIA ALBERNAZ, pai de;
AO - 1 - SERGIO ROBERTO SILVA ALBERNAZ, comerciante no Rio de Janeiro, com o ramo de papelaria, casado com Rita de Cássia Pestana Albernaz, nutricionista com especialização em oncologia, trabalhando no Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro, que são pais de:
A0 .1.1 - FABIANA PESTANA ALBERNAZ, (24 a -2001), mestranda em Bioquímica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,, vinculada ao Centro Nacional de Ressonância Magnética Nuclear, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ, e de
AO -1.2 - ALESSANDRA PESTANA ALBERNAZ, vestibulanda de Farmácia. ( e-mail de Fabiana, aguardando mais dados).
FERREIRA ALBERNAZ - INÁCIO ALBERNAZ
ALBERNAZ SOUZA - ARAUJO ALBERNAZ
-
Cel. MANOEL FERREIRA ALBERNAZ, madrileno, pai de
quatro filhos, que imigram para o Brasil. Um deles ficou no Rio de Janeiro,
outro em Minas Gerais, outro, ainda, em Goiás, e, por último,
AP - 1 - JOAQUIM FERREIRA ALBERNAZ (*) desembargou em Salvador, Bahia, constituindo família, .gerando:
AP - 1 .1 - ANTÔNIO INÁCIO ALBERNAZ (*), de Salvador mudou-se para Barreiras, na Bahia, ali se radicando, onde teria adquirido muitas terras, gerou:
AP - 1.1.1 - VICENTE RODRIGUES ALBERNAZ,(*), sendo sua filha,
AP - 1.1.1.1 - STELITA ALBERNAZ SOUZA(*), casada com Luiz Vieira de Gomes (*), que gerou:
AP - 1.1.1.1.1 - MARISTELA ALBERNAZ GOMES, que gerou
AP - 1.1.1.1.1.1 - ALISSON ALBERNAZ GOMES (*1985), solteiro, estudante, residente em Brasília.
AP - 1.1.1.1.2 - WASHIGTON LUIZ ALBERNAZ SOUZA, (*?) , pastor da Igreja Missão da PAZ, residente em Goiânia, vinculado à Missão da Paz (www.glossites.com/wlalbernaz/missaodapaz.pag1.htm) , atualmente é Bispo de sua Igreja e possui várias qualificações acadêmicas (ver Orkut em seu nome) .
a - AP - 1111.3 - JOANA D'ARC ALBERNAZ (*),está providenciando pesquisa de seu ALBERNAZ, para enriquecer a pesquisa, conforme e.mail.
AP - 1.1.2 - ANTÔNIO JOAQUIM ALBERNAZ (*), (aguarda notícia), gerou:
AP-1.1.2.1 - CARLOS PEREIRA ALBERNAZ (*), casado Gersina Araújo Albernaz, residentes na Fazenda Vereda Das Lages, Município de Barreiras , Bahia, tendo gerado:
AP- 1.1.2.1.1 - REINALDO ARAÚJO ALBERNAZ (02.09.1965), formação geral, casado com Eunice Cavalcanti Regis Albernaz (*), professora, residentes em Brasilia DF.
AP - 1.1.2.1.2 - ANTÔNIO ARAÚJO ALBERNAZ (*), solteiro, formado em contabilidade.
AP- 1.1.2.1.3 - JOANITA ARAUJO ALBERNAZ (*), técnia de laboratório, formada em normal superior, casada com Antônio Pereira dos Santos, tendo gerado:
AP- 1.1.2.1.3.1 - HOSANA ALBERNAZ DOS ANTOS,(*1990), acadêmica do curso de Biologia da UFBA.
AP - 1.1.2.1.3.2 - RAFAEL ALBERNAZ DOS SANTOS (*) , cursando Técnico Agrícola.
A´P - 1.1.2.1.4 - JOÃO BATISTA ARAÚJO ALBERNAZ (*) , escrivão do Tribunal de Justiça de Palmas, Tocantins estando cursando economia na UFT, casado com Romeire Boaventura Albernaz, tendo gerado:
AP - 1.1.2.1.4. 1 - YASMIM BOAVENTURA ALBERNAZ.
AP - 1.1.2.1.5 - CARLOS ARAÚJO ALBERNAZ FILHO (*), formado em Contabilidade, divorciado de Dona Miranda, tendo um filho:
AP- 1.1.2.1.5.1 - JOÃO CARLOS MIRANDA ALBERNAZ .
AP - 1.1.2.1.6 - RONALDO ARAÚJO ALBERNAZ (*_), solteiro, funcionário público da Prefeitura de Palmas, Tocantins, formado em Técnico de Segurança do Trabalho.
AP - 1.1.2.1.7 - ROMEU ARAÚJO ALBERNAZ (*), acadêmico em Contabilidade da UNEB, Sargento do Exército Brasileiro, casado com Silvana Bolina Albernaz, gerou:
AP - 1.1.2.1.7.1 - IGOR BOLINA ALBERNAZ.
AP - 1.1.2.1.8 - MESSIAS ROGÉRIO ARAÚJO ALBERNAZ (*) , solteiro, estando cursando (2008) o último semestre de Direito e Ciências Sociais, na UFT, sendo Oficial da Política Militar.
Nota: Dados fornecidos por Reinaldo Araújo Albernaz, por e-mal colaborou com Washigton Albernaz Souza, quanto à origem madrilena deste ramo dos Albernaz.
Ainda, de Madri para Minas Gerais.
AQ - FRANCISCA ALBERNAZ VIANA, madrilena, casada com Francisco Viana, teria emigrado para o Brasil, com seu esposo, em época não esclarecida, sendo que o casal não teria registrado seus filhos com o apelido ALBERNAZ, apenas o VIANA, apelido de família do pai, é mãe de:
AQ - 1 - DUDLEY ( ALBERNAZ ) VIANA, natural de Aimorés, casado, contudo registrou o seu filho com o apelido Albernaz " para que não perdesse o nome da família, que passou a chamar-se:
AQ - 1.1- MARCOS ALBERNAZ VIANA, natural de Governador Valadares, M.G. (*29.12.1949), Engenheiro Civil, pela Faculdade de Engenharia Kennedy, com várias especializações e pós-graduação em Tecnologia de Telecomunicações, casado, que é pai de:
AQ- 1.1.1 - FLAVIA ALBERNAZ VIANA, natural de Belo Horizonte ( * 27.01. 1982) , acadêmica de Antropologia na UFMG..
AQ - 2
- MARCOS ALBERNAZ VIANA JÚNIOR, ( * 18.04.1983), nascida e, Belo Horizonte, MG .AQ - 3 - NÁDIA ALBERNAZ VIANA, (* 26.09.1984), ( c.f. e-mail de Flávia).
GONÇALVES-ALBERNAZ
ALBERNAZ-MACHADO
( De Portugal ( Açores)
para o Rio de Janeiro RJ, Ribeirão Preto S.P., Florianópolis SC, Bahia etc.
AR - PEDRO GONÇALVES ALBERNAZ, natural de Portugal (* + ) , casado com Jeronyma Cândida Curvello, natural de Portugal, tendo gerado, ao que se saber, uma filha:
AR - 1 - MARIA DO ESPÍRITO SANTO ALBERNAZ, natural de Açores, Portugal (* 06.1859 . em Açores + 13.09.1950, no Rio de Janeiro), casada com Manoel de Souza Machado ( *Açores, Portugal) filho de Thomaz de Souza Machado e Delphina Victoriana do Coração de Jesus, tendo emigrado para o Brasil e aqui geraram os seguintes filhos:
AR -1.1 - JUREMA ALBERNAZ MACHADO, (Juju), natural do Rio de Janeiro ( * 27.01.1902 + 1984) , professora, casada em 18.12.1923, com Leôncio Ribas Marinho, natural de Rio Pardo RS ( * 20.01.1899 + 05.09.1979 em Águas de Lindóia, S.P.), tendo gerado um único filho:
AR - 1.1.1 - Hélio Ribas Marinho, que não assina ALBERNAZ, nem seus descendentes abaixo nomeados,, casado com Lenita Vieira Esteves, pai de :
AR.1.1.1.1 - Dórian Esteves Ribas Marinho, casado com Rosa Ângela Costa da Silva, pai de:
AR - 1.1.1.1.1 - Mariano Ribas Marinho, e de
AR - 1.1.1.1.2 - Claudia Margarida Ribas Marinho.
AR - 1.2 - IRACY ALBERNAZ MACHADO (Cissi) , natural do Rio de Janeiro ( * 06.01.1900 + ? ) , casada com Amadebio Moraes Mello , natural de Minas Gerais ( * 17.08.1897 + 11.05.1946, no Rio de Janeiro), não tendo deixado geração.
AR - 1.3 - LUISA ALBERNAZ MACHADO.
AR - 1.4 - MARIA DA GLÓRIA ALBERNAZ MACHADO (Dindinha).
AR - 1.5 - ROSA ALBERNAZ MACHADO.
AR - 1.6 - JOAQUIM ALBERNAZ MACHADO ( Quincas).
AR - 1.7 - MANOEL ALBERNAZ MACHADO (Zinho).
AR - 1.8 - ELVIRA ALBERNAZ MACHADO ( Neném).
AR - 1.9 - PEDRO ALBERNAZ MACHADO, casado com Cecilia Pereira Machado, sendo que o apelido de família Pereira é nome de seu primeiro marido, pois sua ancestralidade é desconhecida porquanto foi deixada na famosa !"Rosa dos Enjeitados", que existia nos conventos cariocas, tempo do Império, onde as crianças lá deixadas eram criadas pelas freiras, e saindo apenas na adolescência, para se casar, no caso de Cecilia um senhor negro de nome Sebastião Pereira, que morreu assim como os filhos que tiveram, deixando um açougue de herança para ela. PEDRO ALBERNAZ MACHADO e CECILIA PEREIRA MACHADO, não assinou Aalbernaz) tiveram os seguintes filhos: :
AR - 1.9.1 - SYLVIO ALBERNAZ MACHADO (* ) , que mudou-se para Ribeirão Preto S.P., casado com Cecilia Médici Albernaz Machado, pai de seis (6) filhos, dentre eles:
AR - 1.1.9.1 - SYLVIO ALBERNAZ MACHADO FILHO (BIL), casado com NANCI APARECIDA ALBERNAZ MACHADO, nascida em Graminha, pai de:
AR - 1.9.1.1 - SYLVIO ALBERNAZ MACHADO NETO,
AR - 1.9.1.2 - SAULO ALBERNAZ MACHADO, pai de
AR - 1.9.1.2.1 - MARIA EDUARDA MÉDICI ALBERNAZ,
AR - 1.9.2 - ANGELA MACHADO VASCONCELOS, não asssina Albernaz, viúva de Antonio Morereira Vasconcelos Neto, gerou:
AR - 1.9.2.1 - Cèlia Cristina,
AR - 1.9.2.2 - Claúdio Henrique Machado Vasconcelos.
AR - 1.9.3 - MÁRCIA ALBERNAZ MACHADO DO CARMO GUIMARÃES (falecida em 1977), casada com Evandro do Carmo Guimarães, gerou:
AR - 1.9.3.1 - EVANDRO ALBERNAZ MACHADO DO CARMO GUIMARAES, gerou?
AR =- 1.9.3.1.1 - Antonia,
AR - 1.9.3.1.2 - Joaquim.
AR - 1.9.3.2 - SYLVIA ALBERNAZ MACHADO DO CARMO GUIMARAES, casada com Gustavo Scheibe;
AR - 1.9.3.3 - LETÍCIA ALBERNAZ GUIMARAES LULE, casada com Andrew Lyle, gerou:
AR - 1.9.3.3.1 - Ana Carolina.
AR - 1.9.3.4 - THAIS ALBERNAZ MACHADO DO CARMO GUIMARAES,
AR - 1.9.4 - REGINA ALBERNAZ MACHADO MICHELAZZO, viuva de Paulo Antônio Mechelazzo, gerou:
AR - 1.9.4.1 - PAULA ALBERNAZ MACHADO MICHELAZZO, casadda c om Ricardo Alexandre Souza da Silva, gerou:
AR - 1.9.4.1.1 - Renata Michelazzo da Silva,
AR - 1.9.4.1.2 - Sofia Michelazzo da Silva,
AR - 1.9.4.2 - DANIEL ALBERNAZ MACHADO MICHELAZO , casada com Mariana Zanin Michelazzo, gerou:
Paola Zanin Michelezzo,
Daniel Zanin Michelazzo,
João Zanin Michelazzo.
AR - 1.9.4.3 - LUCAS ALBERNAZ MICHELAZZO.
AR - 1.9.4.4 - MATIAS ALBERNAZ MACHADO MICHELZZO.
AR - 1.9.5 - ALIZABETH ALBERNAZ MACHADO, gerou:
R - 1.9.5.1 - ELIZABETH ALBERNAZ MACHADO FRANKLIN DE SANT'ANA.
AR - 1.9.5.2 - FRANCISCO ALBERNAZ MACHADO VALÉRIO, casado com Barbara Arielli Fachini Iannacio
AR - 1.9.6 - ANA BEATRIZ ALBERNAZ MACHADO, gerou:
AR - 1.9.6.1 - THAUANA ALBERNAZ MCHADO ASSUNÇÃO TANNÚS, casada;]
AR - 1.9.6.2 - MOARA ALBERNAZ MACHADO ASSUNÇÃO TANNÚS, gerou:
AR - 1.9.6.2.1 - Luis;
AR - 1.9.6.2.2 - Isabela,
AR - 1.9.6.2.3 - Maria Eduarda.
AR - 1.9.6.3 - PEDRO HENRIQUE ALBERNAZ MACHADO ASSUNÇÃO TANNÚS.
AR - 1.9.6.4 - LAETTIA ALBERNAZX MACHADO ASSUNCAO TANNUS.
Nota 1- Os dados foram fornecidos por Mariano Marinho, que é neto de Hélio Ribas Marinho, filho de Jurema Albernaz Machado
Nota 2 - De acordo com e-mail de THAIS ALBERNAZ GUIMARÃES , ela e Sylvia de Albernaz Machado do C.Guimarães são descendentes de PEDRO ALBERNAZ MACHADO, conforme dados que estão relacionados para remeter.
Nota 2 - Aguarda-se e-mail de Ana Beatriz Albernaz Machado ( Aninha).
Nota 3 - Os dados acima foram corrigidos por Beth Albernaz, que informa que brevemente vai complementar os dados, Ainda, que Aninha mora na Bahia, em Luiz Eduardo Magalhaes - Bill, Regina e ela (Beth) em Ribeirao Preto.
Ainda, em Portugal.
VIEIRA ALBERNAZ - VIEIRA LEITÃO ALBERNAZ
AS- 1 - TELMO VIEIRA ALBERNAZ, jurista português, radicado em Portugal, membro da Igreja Baptista, tendo origem em Farminhão - Viseu -, onde nasceu maior parte dos "albernazes" vivos na terra dos lusíadas.( e-mail Telmo), avô da infante MARIANA SOUZA MENDES DAMIÃO ALBERNAZ, de nove anos de idade (2009), a concluir o 4o. Ano de Escolaridade, residente em Lisbioa, Portugal
AS- 2 - TELMO VIEIRA LEITÃO ALBERNAZ, de Viseu , Portugal, pai de
AS - 2.1 - TITO DAMIÃO ALBERNAZ, trabalha no Gabinete da Deputada representante de Portugal junto ao Parlamento Europeu, e de
AS - 2.2 - TELMO VIEIRA LEITÃO ALBERNAZ.
AS - 2.3 - TELMA ALBERNAZ.
Nota: Solicitamos aos membros do ramos da família VIEIRA ALBERNAZ e/ou VIEIRA LEITÃO ALBERNAZ que façam a devida correção dos dados acima, para que não haja dúvida quanto as personas indicadas, o que agradecemos>
ALBERNAZ-DELGADO
AT - LYGIA ALBERNAZ DELGADO ( *), residentes na cidade de Lisboa, (sem mais dados), gerou:
AT - 1 - ANDRÉ TIAGO ALBERNAZ DELGADO (*?), completa este ano (2006), com 23 anos, a licenciatura em Educação Especial e Reabilitação , pela FM - Faculdade de Motricidade Humana, em Lisboa, e.
AT - 2 - JOANA ALBERNAZ DELGADO ( ) , jovem advogada no Forum de Lisboa, Portugal, nascida em Lisboa, Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, advogada da PLMJ- AM - Pereira, Saragga Leal, Oliveira Martins Associados, entre 2004 a 05, atualmente (2005) advogada da Sévulo Correia & Associados. Tem especialidade em Direito Urbanístico e de Ambiente, Direito Imobiliário e Direito Administrativo Geral, pela Faculdade Motricidade Humana de Lisnoa (sitte SCA - Sérvulo Correia & Associados).
Nota:JOANA E ANDRÉ acima nomeados são irmãos, filhos da Sra. LYGIA ALBERNAZ DELGADO, de Portugal, que está elaborando os dados de seus ancestrais, descendentes e colaterais para enriquecer os dados acima, em colaboração com a pesquisa sobre a identidade e etnia as personas que adotaram o apelido de família, desde a medievo.
Nota: Aguarda-se dados complementares por parte desta importante família Albernaz, da grande pátria dos descobrimentos: Portugal, por parte da sta. Lygia Albernaz Delgado..
Os dados acima serão deletados se houver oposição dos nomeados, que enriquecem a pesquisa.
ALBERNAZ DE OLIVEIRA DO HOSPITAL - PORTUGAL
AU - Avô MANUEL ALBERNAZ, casado com ? , pai de
AU - 1 - ROGÉRIO ALBERNAZ, casado com (?), pai de
AU - 1.1 - MÁRIO ALBERNAZ, casado com ANA ISABEL ALBERNAZ.
Nota: Na pagina 5 há fotos da família. Manuel Albernaz tem filho um filho que reside em São Paulo, Brasil, conforme e-mail de Ana Isabel Albernaz, da qual aguardamos mais dados.
DE PORTUGAL PARA ÁFRICA , GRÉCIA E RETORNO PARA PORTUGAL
CARDOSO-ALBERNAZ
AV - MARIA DA ENCARNAÇÃO ALBERNAZ, de Farminhão, Portugal, casada com Manoel Cardoso, de Farminhão, Portugal, (* 18.6.1885 + ? em Angola), foi para Angola , mais propriamente Dombe Grande, Concelho ( com c , mesmo) e Distrito de Benguela, gerou:
AV - 1 - OLÍMPIO CARDOSO ALBERNAZ ( * ? + ? ) , casado com Ana de Jesus Esteves de Albernaz (* ? + ? ) , transferiu-se de Farminhão , Viseu, Portugal para o sul de Angola ( Benguela), na África, antiga colônia portuguesa, atualmente independente, no início do século passado, onde estabeleceu-se com sua família, esposa e um filho, idos de Portugal, é pai de quatro filhos:
AV - 1.1 - ALEXANDRE CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ ( * ?+ ?).
AV - 1. 2 - FERNANDO CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ ( * 1932) , corretor de automóveis, residente na cidade de Luanda, Angola, que é pai de:
AV - 1.2.1 - CARLA MARINA MARTINS ESTEVES DE ALBERNAZ VILHENA,(*31.08.1954), natural de Catumbela, Angola. É casada com Francisco Cortes Costa Luis de Vilhena, residentes em Luanda, Angola, funcionária da Embaixada de França - Missão Econômica, em Luanda, Angola, tendo saido de Portugal em 2003, gerou:
AV - 1.2.1.1 - ANA MICHELE DE ALBERNAZ VILHENA ( *18.01.1978), natural do Lobito, Angola. De momento (2007), vive na Suiça, em Geneve. Tirou o curso de arquitetura na Lusiada em Portugal. Trabalha na Losinger.
AV - 1.2.1.2. ANA CAROLINA DE ALBERNAZ VILHENA ( *22.12.1988), natural de Lisboa, Portugal. De momento (2007), vive em Luanda, Angola. Estuda na Escola Portuguesa de Luanda.
AV - 1.2.2 - SIMONE ESTEVES DE ALBERNAZ , era residente em Lisboa, Portugal, atualmente é residente em Lobito, Angola, sendo mãe de:
AV - 1.2.2.1 - ANDRÉIA ALBERNAZ SOARES (*1979), e
AV - 1.2.2.2 - MARTA ALBERNAZ CARDOSO (*1990).
AV - 1.2.3 - SANDRA ESTEVES DE ALBERNAZ, viveu em Piranéus, Grécia, mudando-se para Dubai, Emiratos Árabes Unidos, gerou:
AV - 1.2.3.1 - SEBASTIÃO ALBERNAZ SOTTO MAYOR (*1999).A - 1.2.2 - FERNANDO CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ JÚNIOR, residentes em Luanda, Angola, casado com Maria João Ferreira Martins Albernaz, residente em Lisboa, Portugal.
AV- 1.2.4 - BRUNO ESTEVES DE ALBERNAZ, (*9.04.1975), natural de Lobito, Angola, casado com Tânia Marinela Vasconcelos Albernaz, residente em Luanda, Angola, gerou:
AV - 1.2.4.1 - BRUNA DANIELA VASCONCELOS DE ALBERNAZ (*1.03.2000), residente em Luanda,Angola. Estuda na Escola Portuguesa de Luanda, e
AV - 1. 2.4.2 - RICARDO ALEXANDRE VASCONCELOS DE ALBERNAZ (*(6.05.2004), residente em Luanda.
AV - 1 - 3 - EDUARDO CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ, residente em Lisboa, Portugal.
AV - 1 - 4 - JORGE CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ, nascido em Dombe-Grande, Concelho e Distrito de Benguela, Angola (* 15.07.1940), trabalha no Hospital de São João de Deus, Vila Nova de Famalicão, desde 1º08.1976, exercendo a função de Chefe de Repartição do Serviço de Aprovisionamento, atualmente residente em Vila Nova de Famalicão, Braga, Portugal, casou-se, em primeiras núpcias, com Ana de Jesus Cardoso Esteves Albernaz, em 06.09.1970, na Igreja do Bomfim, em Porto, Portugal, com quem teve dois filhos:
AV - 1.4.1 - PAULO JORGE CARDOSO ALBERNAZ, nascido em Benguela, Angola ( * 19.07.1971) , Técnico de Natação, e
AV - 1.4.2 - RUI CARLOS CARDOSO ALBERNAZ, nascido em Vila Nova de Familicão, Distrito de Braga, Portugal ( * 27.09.1979).
Em segunda núpcias, após divorciar-se, a pedido da primeira esposa, JORGE CARDOSO ESTEVES DE ALBERNAZ, casou-se , pelo civil, em 07 de novembro de 2000, na Conservatória do Registro Civil de Vila Nova de Famalicão, com Paula Cristina Magalhães Oliveira Loureiro Albernaz, nascida no Porto, Portugal ( * 1.08.1975, de quem tem um filho, o infante:
AV - 1.4.3 - PEDRO MIGUEL OLIVEIRA ALBERNAZ, de 22 meses, nascido em Vila Nova de Famalicão ( 7.10.2000).
AV - 5 - JOSÉ CARDOSO ALBERNAZ, de Farminhão, Portugal, ( * ? + ?) casado com Laura Albernaz, em Lisboa.
Observação: Trata-se de ramo da família ALBERNAZ que se estabeleceu em África , Angola, antiga colônia portuguesa. O bisavô de Carla Marina foi para o sul de Angola ( Benguela) e em seguida foi o seu ( dela) avó, no início do século passado ( cf. e-mail de Carla Marina e de Jorge Albernaz).
Aguardamos mais dados, tais como a situação civil dos membros da família, esposa, filhos, dados profissionais etc.
AINDA EM PORTUGAL, VIA INTERNET
AX - 1 - MANOEL DE FARIA ALBERNAZ, Birth 1760, Ilha Faial, Marriage 1787, Ilha Faial, Portugal.
AX - 2 -SEBASTIÃO RODRIGUES ALBERNAZ, Birth abt 1707, São Mateus, Ilha do Pico , Horta, Portugal.
AX - 3 -JOANA DE ALBERNAZ, Birth 1665, Of. Portugal, marriage 14 apr 1685, Riberia Grande, Açores, Aveiro, Portugal.
AX - 4 - INNEZ DE ALBERNAZ, Birth 1610, Ribeira Grande, Açores, Aveiro, Portugal. marriage 14 sep 1630 Ribeira Grande , Acres, Aveiro, Portugal.
NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ORIGINARIAMENTE DE PORTUGAL
AZ - 1 - ELIZABETH ALBERNAZ, de nacionalidade norte-americana, poliglota (fala dez idiomas, inclusive português), tem domicílio na cidade de Nova York, onde estuda línguas, seus pais residem em Massachusetts. Seus ancestrais, de Açores, Portugal, imigraram alguns para os Estados Unidos da América, principalmente, Massachusetts, onde há famílias com apelido de ALBERNAZ e ALBANESE, outros para o Brasil. Segundo dados de sua tia, o apelido de família "ALBERNAZ" deriva do nome francês "ALVERNAZ" .
Nota: A Ami Elizabeth Albernaz está pesquisando dados sobre a família, originariamente de Portugal e Estados Unidos da América. Pedimos aos ALBERNAZ de Portugal, principalmente Açores, que nos mandem maiores dados.
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE
BA - JOAQUIM ALBERNAZ (* ? + ? ) , casado com Matilde Almeida Albernaz, pais de:
BA - 1 - LOUIS JOAQUIM ALBERNAZ ( * 1924 + 9.3.97), DE Hamlet Street, Fall River, casado com Rita Janette Pelletier Albernaz, foi funcionários da Montamp Elétric, por cerca de 25 anos, quando se aposentou ( 1976), participou da 2ª Guerra Mundial, como membro da Marinha dos Estados Unidos da América; foi membro dos Veteranos da Guerra , pai de:
BA -1.1- LOUIS JOAQUIM ALBERNAZ FILHO, de Fall River.
BA -1.2 - RAYMOND JOAQUIM ALBERNAZ
BA -1.2 - NORMAN JOAQUIM ALBERNAZ
BA - 1.3 - MAUREN KENNEDY, e de
BA - 1.4 - LORAINE CÂMARA.
****
BC - JOSÉ M. ALBERNAZ ( * 1916 + 26.5.1998) , casado com Maria Rosa B. Albernaz, residiu cerca de 29 anos na cidade de Fall River, Estados Unidos da América, sendo pai de:
BC - 1 - MANUEL M. ALBERNAZ FILHO, e de
BC- 2 - MARIA ISABEL ALBERNAZ.
FONTE : U.S. SOCIAL SECURITY DEATH INDEX
http://www.family/search.org/)
BD - 1- ANTONIO ALBERNAZ, Birth 21 Aug 1885 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Jun 1965.
BD - 2 - BANTONIO ALBERNAZ, Birth 28 Sep 1891 State Where Numner was Issued: Massachusetts Death: Sep 1962.
BD - 3 - ANTONIO ALBERNAZ, Birth Mar 104 State Where Numberwas Issued:Massachussetts Death: 9 Fab 1989.
BD - 4 - ANTONIO ALBERNAZ, Birth 21 Jan 1934 State Where Number was Issued: Massachussetts Death: 22 Jun 2202.
BD - 5 - AUGUSTO ALBERNAZ, Birth 23 Apr 1907 State Where Numner was Issued: Massachussetts Death Sep 1987.
BD - 6 - DELPHINE ALBERNAZ, Birth 30 Nov 1918 Satate Where Number was Issuet: Massachussetts Death Jan 1985.
BD - 7 - DONALD ALBERNAZ, Birth 9 Jun 1955 State Where Numner was Issued: Massachussetts Death: Fe 1979.
BD - 8 - JOSÉ ALBERNAZ, Birth: 2 Apr 1887 State Where Numer Was Issued: Massachusetts Death: Jul 1972.
BD - 9 - MARIA MARIA ALBERNAZ, Birth: 25 Aug 1890 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Jan 1975.
BD - 10 - ANTONIO ALBERNAZ, Birth: 28 Sep 1891 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Sep 1962.
BD - 11 - MARIA ALBERNAZ, Birth 17 Mar 1892 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Dec 1978.
BD - 12 - JOÃO ALBERNAZ, Birth: 4 Junh 1896 State Where Number was Issued: Rhode Island Detah: Mar 1979.
BD - 13 - MANUEL ALBERNAZ, Birth: 9 Apr 1898 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Feb 1970.
BD - 14 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 20 Feb 1901, Satate Where Number was Issuef: Massachusetts Deart: Ab 1976.
BD - 15 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 2 Sep 1902 State Where Number Issued:Massachusetts Dearth: Feb 1983.
BD - 16 - MANUEL ALBERNAZ , Birth 7 Mar 1914 State Where Number was Issued; Massachussetts Dearth: Feb 1979.
BD - 17 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 14 May 1925 State Where Number was Issued: Massachessetts Death : Oct 1962.
BD - 18 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 27 Aug 1929 State Where Number was Issue: Massachussetts Death: Sep 1982.
BD - 19 - FRANCISCO ALBERNAZ, Birth: 17 Jul 1898 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Mar 1979.
BD - 20 -FRANCISCO ALBERNAZ, Birth 2 jan 1918 State Where Number was Issued:Massachusetts: Death 19 Sep 1991.
BD - 21 - FRANCISCO ALBERNAZ, Birth 29 Jan 1938 State Where Number was Issued. Massachussetts: Death 24 Jun 1991.
BD - 22 - HELEN ALBERNAZ, Birth 25 Mar 1901 State Where Number was issued: Massachussetts Dearth: Jan1971.
BD - 23 - HILDA ALBERNAZ, Birth 8 Mar 1926 State Where Number was Issued: Massachussets Dearth:6 Jul 1999.
BD - 24 - JOÃO ALBERNAZ,Birth 30 May 1914 state Where Number was Issued: Massachussetts Death: Jul 1984.
BD - 25 - JOHN ALBERNAZ , Birth 8 Sep 1916 State Where Numberwas Issued: Massachussetts Dearth: 10 Abr 1992.
BD - 26 -JOHN ALBERNAZ, Birth 25 Feb 1919 state Where Number was Issuet:Massachetts Deart: 21 Jan 2002.
BD - 27 - JOHN ALBERNAZ, Birth 27 Jul 1925 State Number was Issued:Massachussetts Death: 9 Sep 1999.
BD - 28 - JOSEPH ALBERNAZ, Birth 7 Oct 1898 State Where Number was Issued: Massachusetts Death Oct 1974.
BD - 29 - JOSÉ ALBENAZ, Birth 2 Apr 1887 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Jul 1972.
BD - 30 - MARIA ALBERNAZ, Birth 25 Jun 1900 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: 16 Apr 1992.
BD - 31 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 20 Fev 1901 State Where Number was Issued: Massachesetts Death: Apr 1976.
BD - 32 - JOHN ALBERNAZ, Birth: 22 Jul 1901, State Where Number was Issued :Rhode Iland Death: Abr 1979.
BD - 33 - CECILIA ALBERNAZ, Birth 24 Jul 1902 State Where Number was Issued> Rhode Island Death: 8 Jul 1996.
BD - 34 - MANUEL ALBERNAZ, Birth 2 Sep 1902 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Feb 1983.
BD - 35 - MARI ALBERNAZ, Birth: 2 jan 1903 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: 21 Aug 1996.
BD - 36 - SOPHIE ALBERNAZ, Birth: 4 Dec 1903 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: 1900.
BD - 37 - MARIA ALBERNAZ, Birth 5 Mar 1906 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Jan 1985.
BD - 38 - MARY ALBERNAZ, Birth 19 Oct 1906 State Where Number was Issued: Rhode Island Death: 1971.
BD - 39 - LUISA ALBERNAZ, Birth: 26 Mar 1908 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: Ap 1989.
BD - 40 - MARY ALBERNAZ, Birth: 24 Jul 1913 State Where Number was Issued: Massachusetts Death: 25 Jan 1996.
Nota: Aguarda-se mais dados sobre este ramo da radicado nos Estados Unidos, oriunda de Portugal.
Ainda, em Goiânia e/ou Tocantins
BE - VALDO ALBERNAZ, casado com MARIA APARECIDA ALBERNAZ, residente em Goiânia, pai de
BE - 1- DANIELA ALBERNAZ, acadêmica de Direito ( cf. o colunista Gilberto Amaral, em seu site)
Nota: Pede-se maiores dados sobre o ALBERNAZ de Daniela, para enriquecer e enfeitar o site.
A VOZ DE UMA DEMOCRATA DE APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ NO PARLAMENTO PORTUGUÊS
BF- ROSA MARIA DA SILVA BASTOS HORTA ALBERNAZ, portuguesa, Deputada e Vice Secretaria da Mesa da Assembléia da República de Portugal - VII Legislatura; Presidente da Comissão de Política Concelhia do PS Espinhol; Membro Executivo Distrital do PS Aveiro; Coordenadora Distrital do Departamento de Mulheres do PS Aveiro; Dirigente Nacional do Conselho Consultivo das Mulheres Socialistas; Membro da Comissão Nacional PAS; Membro da Comissão Política Nacional PS; Coordenadora dos Deputados do PS do Distrito de Aveiro.
É reconhecida como uma as mais ativas deputadas do Parlamento de Portugal, pela defesa dos Direitos Fundamentais, dos Direitos das Minorias e das Mulheres.
ROSA MARIA ALBERNAZ, como é conhecida , fez o Curso de Magistério Primário, o Curso de Inglês do Letheread Britisdh Institute, sendo licenciada em História e Português.
ALBERNAZ NO URUGUAY
RIVERA
BG - ELY ALBERNAZ ( * 18-12-1947 ) , nascida na cidade de Rivera, Uruguai, artista plástica de renome internacional, participando de exposições, principalmente, no Uruguai, Brasil e Argentina., c.f. Museo Virtual de Rivera.
ttp://meltingpot.fortuneciy.com/strk/143/artistas/elyialbernaz.htm)
Nota: Aguarda-se dados de seus ascendentes e descendentes
MONTEVIDÉU
BH - 1 - DANIEL ALBERNAZ ( * 1901 + 1985) , natural do Uruguay, casado em primeiras núpcias com Eustáquia Branca e em segunda núpcias com Dorotea Etcheverri, sendo pai de nove (9) filhos:
Das ´primeiras núpcias, quatro filhos:
BH - 1 - 1 - ANTÔNIO ALBERNAZ
BH - 1- 2 - JÚLIO CESAR ALBERNAZ
BH - 1 - 3 - EUSTÁQUIA SUSANA ALBERNAZ, e
BH - 1- 4 - IRENE ALBERNAZ.(Ver abaixo).
Em segunda núpcias, cinco filhos:
BH - 1 - 5 - RAUL ALEBRNAZ,
BH - 1 - 6 - ALBERTO ALBERNAZ,
BH - 1 - 7 - NELSON ALBERNAZ,
BH - 1 - 8 - NEL ALBERNAZ , e
BH - 1 - 9 - JULIA ALBERNAZ.
BH - 4 - IRINE ALBERNAZ, filha de DANIEL ALBERNAZ, acima nomeada, é mãe de três filhos:
BH - 4 - 1 - HUGO DANIEL ALBERNAZ ( * 5.12.1965) , divorciado, residente na cidade de Salto, Uruguay, é professor de literatura, atuando no Centro de Terceiro Nível ( equivalente a Universitário no Brasil ) , dedicando-se à formação de docentes, sendo pais de dois filhos:
BH - 4 - 1-1- BRUNO ALBERNAZ CORREIA, ( * 1994) e
BH - 4-1- 2 - RAMIRO ALBERNAZ CORREIA ( * 1999).
BH - 2 - MARIA ANTONIA ALBERNAZ , assistente social (* 1966) , residente em Montevidéu, capital do Uruguay, casada com Rafael Busso, é mãe de dois filhos:
BH - 2-1 ADRINA (* 2000) e 2
BH - 2.2 - NOEL (* 1995);
BH - 3 - AMÁLIA JACQUELINE ALBERNAZ ( * 1972), solteira, escrivã pública, vivendo em Salto, Uruguay;
BH - 4 - WASHINGTON ARIEL ALBERNAZ ( 1974) , comerciante, casado com Silvana Leivas, que encontrava-se grávidas de seu primeiro filho, também, residentes em Salto, Uruguay.
Nota : Este ramo da família tem origem no Rio Grande do Sul, Brasil.
Ainda segundo e-mail de HUGO DANIEL ALBERNAZ, trata-se de uma família prolífica , tendo seu tios e primos vários descendentes.
Estamos aguardando, outros dados das demais personas, que estão sendo organizado por HUGO DANIEL ALBERNAZ , para enriquecer o nosso site.
TACUAREMBÓ - URUGUAI
BH - 5- CARLOS ALBERNAZ e
BH - 6 - DANIEL ALBERNAZ. proprietários , na ciudad de Tacuarembó , UY, de uma Loja de Motos ( in http://www.3w.com.uy/empresariales/albernaz/albernaz.htm)
DO URUGUAY PARA A ARGENTINA
BH - 7 - HUGO NELSON ALBERNAZ, ( * ? ) casado com Maria Gomes de Albernaz, vive em Pinamar, na costa de Oro, industrial no ramo de roupas esportivas, sua página na internet, que se refere a sua atividade, com comércio virtual, para todo o mundo : / /http://www.futbolshops.com.ar/,
sendo pai de:
BH - 7- 1 - NELSON JAXIER ALBERNAZ, nascido em Montevidéu , Uruguay, em 26 de abril de 1968, exercendo o trabalho de Desenho Gráfico, Web, Imprenta , Plotter de corte etc., estando residindo , desde Março de 1974, na cidade de Bueno Aires, Argentina, sendo pai da infante:
BH - 7- 1. 1 - JU
LIETA ALBERNAZ, com a idade de 09 anos ( em 2002),( conforme e-mail de Nelson Javier Albernaz .Nota: Estamos aguardando maiores informações por parte de NELSON JAVIER ALBERNAZ.
De novo em Taubaté.
BOECHAT-ALBERNAZ
AAB - DARLAN ALBERNAZ ( * 1942 ) , pai
de:
BI - 1 - FLÁVIO BOECHAT ALBERNAZ ( * 1974), promotor de Justiça, casado com
Larissa Crescini Albernaz;
BI - 2 - EDUARDO BOECHAT ALBERNAZ ( * 1976 ). e de
BI - 3 - MÁRCIO BOECHAT ALBERNAZ(1986).
Nota: Aguarda-se dados sobre os ascendentes e descendentes da família.
PERSONAS ENCONTRADAS NA INTERNET
Os nomes estão arrolados de acordo com o alfabeto, levando-se em conta o cabeça, até a data conhecida.
Pedimos às personas relacionadas que entrem em contato conosco, fornecendo os dados sobre o seu ALBERNAZ, colaborando com a nossa pesquisa e enriquecendo o site. Caso entendam ao contrário retiraremos os nomes em respeito a individualidade de cada um.
ALBERNAZ-ALVES
BJ - ARISTIDES ALBERNAZ ALVES, casado com ?, gerou :
BJ - 1 - ARISTIDES ALBERNAZ ALVES FILHO, casado, é pai de
BJ -1 .1-ARISTIDES ALBERNAZ ALVES NETO casado com Sonia Maria Albernaz Alves, pai de
BJ - 1.1.1 - RAFAEL ALBERNAZ ALVES ,
BJ - 1. 1. 2 - RENATA ALVES ALBERNAZ,
BJ - 1.1.3 - ANDRÉA ALBERNAZ ALVES , e de
BJ 1.1- 4 - CLAUDIA ALBERNAZ ALVES AZOUBEL, casada com Rogério Azoubel, mãe do
infante HENRIQUE .
Nota SITE DE HENRIQUINHO-FAMILIA, A CONFIRMAR OS DADOS)
DA ILHA DE FAIAL - PORTUGAL PARA O BRASIL
ALBERNAZ DA VEIGA
BK - ANTONIO ALBERNAZ VEIGA, nascido na Freguesia de Pedro Miguel, da Ilha do Faial, onde servia como Sargento de uma Companhia. Passou para o Brasil, por volta do século XVII, vindo a se estabelecer no Rio de Janeiro, onde casou-se com a carioca Ângela Pereira Gatto; viveu de suas lavouras ( cf. Arquivo Gilson Nazareth). Teve os seguintes filhos:
BK - 1 - INÊS ALBERNAZ DA VEIGA, batizada em 30.09.1617, no Rio de Janeiro, casada com Gaspar de Azedias Machado ( c.1610 a 1676) filho de Manuel de Azedias Valadão e de Victória Rodrigues Machado, patriarca da família Azedias Machado (VS), do Rio de Janeiro ( com geração citada em Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro,. Vol. I,30) ( gentileza de Cláudio Fortes cf. e-mail).
ALBERNÁS ( COM "S")
BL - LUIS ALBERNÁS ( com "S") ,, então com 30 anos, natural de Portugal, procedente de Açores, chegou ao Brasil em 27.12.1883, a borda do vapor Petrópolis, com destino a Monte Mor, Estado de São Paulo, sob contrato com barão Monte Mor, veio em companhia de sua mulher Francisca Albernaz, natural de Portugal, procedente, de Açores, na época com 29 anos, pai de:
BL - 1 - MANOEL ALBERNÁS, natural de Portugal, procedente de Açores, então com 8 anos;
BL - 2 - MARIA ALBERNÁS, natural de Portugal, procedente de Ações , então com 5 anos;
BL - 3 - FRANCISCA ALBERNÁS, natural de Portugal, procedente de Açores, então com 4 anos;
BL - 4 - CAROLINA ALBERNÁS, natural de Portugal, procedente de Açores, então com 1 anos de Idade;
(Cf. Hospedaria dos Imigrantes - São Paulo, Livro 001, pag. 188, de 27.12.1883 - gentileza de Clá Fortes, cf. -mail)
PEREIRA-ALBERNAZ - TELLIER ALBERNAZ
ALBERNAZ-CORDEIRO
BM - JOSÉ PEREIRA ALBERNAZ (*+?), casado com Ermelinda Pereira Albernaz,(*+) gerou:
BM - 1 - PEDRO PEREIRA ALBERNAZ (*+?) , casado com Julieta Garcia Tellier, nascida em 14 de agosto de 1895, em Lavras do Sul, Minas Gerais, falecida em Butia ,gerou:
BM - 1.1- JOAQUIM TELLEIR ALBERNAZ (*16.5.1934).
BM - 1.2 - ZÉLIA ALBERNAZ (*), gerou:
BM - 1.2.1 - MARIA JULIETA ALBERNAZ
BM - 1.3 - NEDY ALBENAZ (*03.07.1923+ 6.7.1979), natural de São Pedro do Sul RS., casada com Athos Pinto Cordeiro, gerou:
BM - 1.3.1- SILVIA MARIA ALBERNAZ CORDEIRO (*29.05.1947).
BM - 1.3.2 - LUIZ MARCELO ALBERNAZ CORDEIRO (*15.5.1949).
BM - 1.3.3 LUCIA HELENA ABERNAZ CORDEIRO ((09.12.1950).
BM - 1.3.4 - CARMEN REGINA ALBERNAZ CORDEIRO (26.10.1952).
BM - 1.3.5 - ATHOS ROBERTO ALBERNAZ CARODIERO (01.01.1956).
BM - 1.3.6 - ANTÔNIO CLÁUDIO ALBERNAZ CORDEIRO (*19.01.1957).
BM - 1.3.7 - MIRIAM ISABEL OLIVEIRA CORDEIRO(01.-98.1961) ,e
BM - 1.3.8 - PAULO ARAMIS ALBERNAZ CORDEIRO (16.09.1961).
Observação: Dados colhidos na internet, pedimos colaboração dos parentes para correição.
ALBERNAZ-SILVEIRA
BN - IRACEMA ALBERNAZ SILVEIRA (* 24.01.1929), de Chapada dos Guimares com 80 anos de idade, casada com Simondes Fraga Silveiera, residentes na fazenda no Municipio da Chapada dos Guimaraes, pais de
BN - 1 - KEILA ALBERNAZ SILVERIA (*27-05-1964)
BN - 2 - SIMONDES FRAGA SILVEIRA FILHO (*12-07-1996)
BN - 3 - NELSON ALBERNAZ SILVEIRA (*24-04-1966)
BN - 4 - RUTH ALBERNAZ SIQUEIRA (*06-07-1972), residente em Cuiabá MT, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT; Mestranda em Ciências ambientais pela Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT;bolsista CAPES; Pesquisadora voluntária do Grupo Pesquisador Ambiental GPEA/UFMT e integrante nos seguintes temas: arte ambiental, sustentabilidade, conservação da biodiversidade, saúde e ecologia. Trabalha com consultoria e assessoria em arte educação ambiental. Tem um atelier de artefatos de fibras vegetais da Amazonas, cerrado e Pantanal e elaboração de papeis artesanais.Visite sites: http://biomasdobrasil.blogspot.com/ e- http://ruthalbernaz.blogspot.com e hpp://lattes.cnpq.br/7469545412351602
DEMÉTRIO-ALBERNAZ
B0 - JOÃO GUILHERME ALBERNAZ (*+), residia no Rio deJaneiro (Sepetiha ou Gurativa) com a família, depois mudou-se para Valença, ainda jovem, onde se casou, gerando quatro filhos,
BO - 1 - JOÃO DEMÉTRIO DE ALBERNAZ(* ), teve os filhos:
BO - 1.1 - ALTAMIRO DE ALBERNAZ ( * ), que não deixou geração.
BO - 1.2 - NILTRA DEMÉTRIO, (* ) , que gerou quatro filhos,
BO - 1.2.1 - ODETE DEMÉTRIO DE ALBERNAZ (* ), casada com o Sr. Silva, que gerou os filhos:
BO - 1.2.1.1 - ELISANETE ALBERNAZ DA SILVA (*)
BO - 1.2.1.2 - ELISON ALBERNAZ DA SILVA ( * ), que gerou dois filhos (não indicados).
BO - 1.2.1.3 - ELIETE ALBERNAZ DA SILVA ( * ), E
BO - 1.2.1.4 - EDÉSIO ALBERNAZ DA SILVA ( * ), casado, que gerou dois filhos (não indicados). (site www.´portalpracambi.com). .
Nota: De acordo com Edésio o seu tataravô trabalhava com café e também era lavrador, sendo certo que teve quatro filhos, mas ele só sabe o nome de seu avô, acima BO - e de um irmão dele - HENRIQUE DEMÉTRIO ALBERNAZ . Edésio está pesquisando , pedindo que os parentes o ajudem.
Nota:Aguarda-se mais dados por parte da Licenciada RUTH ALBERNAZ
PEREIRA ALBERNAZ - NO RIO GRANDE DO SUL
BP - CARLOS PEREIRA ALBERNAZ ( ), casado com Gercina Araujo Albernaz, gerou
BP - 1 - ROMEU ARAUJO ALBERNAZ ( ) casado com Silvana Bolina Albernaz, fiha de Odilon Camargo e Glacci Bolina, gerou
BP - 1.1 - IGOR BOLINA ALBERNAZ ( ), com nove anos de idade (2010), cursando da 3a série do colegial na Colégio Marista, do Jardim Botânico.
Nota : Agurda novas informações de Romeu Araujo Albernaz
PEREIRA-ALMEIDA-ALBERNAZ - FORMINHÃO- PORTUGAL PARA O MUNDO
BQ - ANTONIO PEREIRA DE ALMEIDA DE ALBERNAZ ( ), de Forminhão, pai dEe
BQ - 1 - FELIPE VERÍSSIMO DE ALBERNAZ ( _ ) casado, residente e domiciliado, há 35 anos, em Bruxelas, Bruxelas, pai de dois filhos, músico profissional, depois de 10 anos com um restaurante passou a exercer a profissão de musico - rythm and blues e outros em toda a Europa, principalmente Alemanha e Islândia, Dinamarca, Suécia, Suissa,
FERREIRA ALBERNAZ - DE ARAGUARI - MINAS GERAIS
BR - FRANCISCO FERREIRA ALBERNAZ, (*21.01.1883 + 22.08.1960),casado com Júlia Leonor dos Santos ( *1904 + 1950) gerou:
BR - 1 - DINORAH ALBERNAZ (1097 +?), nascida em Araguari - MG.
BR - 2- ARTHEMIO ALBERNAZ (*1908), nascido em Araguari, MG.
BR - 3 - ALTAMIRO ALBERNAZ (*04.11.1910 + 14.03.1981) nascido em Araguari, MG., Major de Primeira Classe do Exército Brasileiro, especialista em quatzo, foi responsável pela seção de cristal de rocha da Fabrica de Material de Comunicações (São Cristovão - RJ), sendo várias vezes condecorado ao longo de sua carreira militar. Alçou o posto de General de Brigada post mortem. Casado com Joaquina Soares da Rocha, que passou a chamar Joaquina da Rocha Albernaz, gerou:
BR - 3- 1 - MARIA JULIA ALBERNAZ (*11.10.1935 + 30.09.1955).
BR - 3.2 - MARIA ZÉLIA ALBERNAZ (*08.06.1938), professora de artes plásticas, casou-se com Francisco Bottino (*24.09.1930+23.12.1988), professor de Literatura Portuguesa, gerou:
BR- 3.2.1 - ALTAMIRO ALBERNAZ BOTTINO (29.11.1959), Professor de Educação Física, Fisiologista do Botafogo de Futebol e Regastas, casou-se com Marilena Caldas Ribeiro, gerou:
BR - 3.2.1.1 - PEDRO CALDAS BOTTINO (*21.09.1984), Rio de Janeiro, RJ, graduado em Direito, e
BR - 3.2.1.2 - LUCAS CALDAS BOTTINO (*17.01.1991), Rio de Janeiro ´RJ, graduado em Publicidade, casado com em segunda núpcias com Alisa Allemand de Lalor, gerou:
BR - 3.2.1.2.1 - BRENO DE LALOR BOTTINO (*31.12.1996) ,e
BR - 3.2.1.2.2 - BEATRIZ DE LALOR BOTTINO (*01.04.2001).
BR - 3.2.2 - AUGUSTO ALBERNAZ BOTTINO (*06.11.1962), comerciante, casou-se com Paula Lopes Guterrez, gerou:
BR - 3.2.2.1 - CAIO GUITERREZ BOTTINO (*09.08.1996).
BR - 3.3 - ZÉLIA DA ROCHA ALBERNAZ (11.01.1958), Araioses, Maranhão, Psicóloga, Especialista em Gestão Estratégica, pós-graduação em Direito e Administração Pública, responsável pelo projeto que implantou a primeira unidade do Programa Farmácia Popular do Brasil e, Minas Gerais (Viçosa), Coodenadora do Cenáculo de Maria Online e voluntária em ações socias, casada com Ebert de Andrade Pinto, em 1993, e divorciada em 2009, gerou:
BR - 3.3.1 - GIULIA ALBERNAZ DE ANDRADE PINTO (16.12.1968), Rio de Janeiro - RJ. (
BR - 4 - ZÉLIA ALBERNAZ (.2*1913 + 1934) Araguari,
BR - 5 - DALVA ALBERNAZ (1914 +1934), Araguari, MG.
BR - 6 - MARIA APARECIDA ALBERNAZ (*1921 - 1934), Araguari , MG.
BR - 7 - EDIALEIA ALBERNAZ (* 1918-1930), Araguari, MG.
BR - 8 - DIQUIRON ALBERNAZ (*19L8-1930), Araguari, MG .
BR - 9 - MARIA APARECIDA ALBERNAZ (*1921 - +1934), Araguari - MG.
BR - 10 - MARIA DA PAIXÃO ALBERNAZ (*1923+1923), Araguari, MG.
BR - 11 - DUNALVA FERREIRA ALBERNAZ (*1928 ).
Nota:Dados fornecidos por Zélia da Rocha Albernaz
ALBERNAZ EM ORDEM ALFABÉTICA ENCONTRADOS NA INTERNET
Letra "A"
AMON ALBERNAZ
ANTÔNIO FELIX DE FARIA ALBERNAZ, ex Chefe de Inspetoria de Seguros do Instituto de Resseguros do Brasil; detentor de um grande acervo de livros, especialmente de sua área seguros. A Biblioteca do IRB leva o seu nome.
ANTÔNIO FELIX LINHARES ALBERNAZ ( * 21.1.1944), nascido no Rio de Janeiro, Engenheiro Rodoviário aposentado transferiu residência para Búzios (SP) , passando a dedicar-se às artes plásticas e pintura. Entrevisto pelo " Búzios Channel" afirmou que: " vim para Búzios em busca de paz e tranqüilidade, além do mais a cidade é paradisíaca ( cf. http://www.buzioschanel.com.Br/albernaz/index.mal )
BATISTÉRIOS DE ALBERNAZ
Gentileza de Antônio José de Oliveira - genealogista
SANTA RITA -
No ano de 1765, na Capela de Santa Rita, filial desta Matriz da Senhora da Piedade da Vila de Barbacena, o Padre Domingos Rodrigues da Costa, de licença do Reverendo Vigário, batizou a ANTÔNIO, filho de Manoel de Souza Telles e APOLÔNIA ÂNGELA DE ALBERNAZ. Lançamento feito aos 12 do mês de maio do anno de 1792, Livro de Batismo, página 18)
SANTA RITA - Aos 26 de maio de 1771, o Pe. Manoel da Costa Azevedo, na Capela de S. Rita, filial desta Matriz de N.S. da Piedade da Borda do Campo, batizou ao inocente Manoel, filho de Antõnio de Almeida Ramos, natural do Lugardo (?) Gendal (?), Freg. do Esp. S. do Arcebispado de Lxa. e de Ma. de Oliveira, pelo lado materno de Francisco de Oliveria Braga e de ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ. (Batismos 1, pag. 192)
SANTA RITA - Ao 1o. de setembro de 1771, na Capela de S.Rita. filial desta Matriz de N.S.da Piedade da Borda do Campo, Pe. Manoel da Costa Azevedo, batizou a Francisca, filha de Manoel de Souza Paes ou Pires e de POLÔNIA ÂNGELA DE ALBERNAZ, neto pelo lado materno de Francisco de Oliveira Braga e ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ. (Batismos 1, pag. 194).
SANTA RITA - Aos 25 de julho de 1774, na Capela de Santa Rita, filial desta Matriz de N. S. da Piedade da Borda do Campo, o padre Lourenço da Costa Chaves batizou a Maria, filha de Manoel de Souza Passos e APOLÔNIA MARIA ALBERNAZ. ( Batismos 2, pág. 318).
CACHOEIRA - Aos 26 de julho de 1780, na Capela de Nossa Senhora da Piedade da Cachoeira, filial desta Matriz da Borda do Campo, o Padre Manoel Dias de Sá batizou a JOSÉ, filho de Custódio e NAZÁRIA DE ALBERNAZ (Batismos 4, PAG. 23).
OS NOMES ABAIXO SÃO, EM GRANDE PARTE, VESTIBULANDOS
LETRA "A"
ADRICIA ALBERNAZ LINHARES
AURÉLIO FARIA ALBERNAZ
ANDRÉA MÁRCIA NONATO ALBERNAZ
ANTÔNIO LUIZ GONÇALVES ALBERNAZ
ALEX LUIZ MOREIRA ALBERNAZ
ÂNGELA UMBELINO S. DE ALBERNAZ
ANA LÚCIA NÁZARIO ALBERNAZ
ANA PAULA ALBERNAZ PASSETO
ANA PAULA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
ANA MONTECRISTO ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
ANA LUISA ALBERNAZ
ADILCE ALBERNAZ DE OLIVEIRA
ALINE DIAS ALBERNAZ DOS ANJOS
ALINE ALBERNAZ SANTANA (VESTIBULANDA)
ALBERTO ADERE ALBERNAZ SOARES DA CUNHA
ALBERTO ANDRÉ ALBERNAZ (?)
ANDRÉ FERREIRA ALBERNAZ
ANDRÉ ALBERNAZ PELEGRINI
ADAUTO DE PAULA ALBERNAZ
ALCIONE ALBERNAZ QUEIROZ
ARISTENES ALBERNAZ NETO - U F B ?
ANNABELE ALBERNAZ
ANA CLAUDIA SILVA E ALBERNAZ - UFG - GOIÂNIA -
ANDICE ALBERNAZ E SILVA - MG
ANA MARIA ALBERNAZ ALVES ( ou ANA MARIA ALES ALBERNAZ )
ANNA CAROLINA ALBERNAZ - ( * Rio 1943) , gravadora, desenhista, ilustradora, formada pelo Instituto de
Educação do Rio de Janeiro, em 1960 ( cf. Enciclopédia e Artes Visuais - http://www.itaucultural,com.Br.
ANA LUISA NÁZARIO ALBERNAZ
ALICAM ALBERNAZ OLIVEIRA - ADVOGADO
AMADEU DE ALBERNAZ M C GUIMARÃES
ANTONIO FARIA ALBERNAZ (?)
AYOLA ALESSANDRA FERREIRA ALBERNAZ
APOLÔNIA RODRIGUES ALBERNAZ
ANATON ALBERNAZ
ALEXANDRE ALBERNAZ DO NASCIMENTO, Goiânia, G .O
ABRUNHOSA ALBERNAZ ? Seria personagem de algum livro ?
ALFREDO FIRMO MANGABEIRA ALBERNAZ ( VESTIBULANDO)
APARECIDA TELES ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
ADILSON LUCIO ALBERNAZ ( VESTIBULANDO)
ALEXANDRA PESTANA ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
AMANDA DE CASTRO ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
ANDREZA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LETRA "B"
BRUNO JAIME ALBERNAZ
BRUNO ALBERNAZ
LETRA "C"
CLEUSA IARA ALBERNAZ MARGA - Professora - UE Pelotas p RS - Chefe do Gabinete da Reitoria da U.F. Pelotas
CLARISSE DE ALBUQUERQUE ALBERNAZ CRESPO ( VESTIBULANDA)CECILIA ALBERNAZ CARPANEDA ( VESTIBULANDA)
CRISTINA FERREIRA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
CARLOS EDUARDO ALBERNAZ SILVEIRA ( VESTIBULANDO)
CARLA CRISTINA ALBERNAZ
CAMILA ALBERNAZ SOARES
CAMILA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA).
CARLOS HENRIQUE ALBERNAZ CRESPO
CLAUDIA ALBERNAZ AZOUBEL - MÉDICA
CARLOS ALBERNAZ
CAMILE ALBERNAZ
CRISTIAN SILVIO. ALBERNAZ
CARLOS HUGO ALBERNAZ
CESAR ALBERNAZ, Diretor da Universidade do Sul , de Sta. Catarina - UNISUL
LETRA 'D"
DAGMAR MARIA GONTIGO ALBERNAZ
DIEGO ALBERNAZ PIMENTA
DIEGO OLIVEIRA ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
DANIEL ACOSTA ALBERNAZ, artista plástico de renome
DÉBORA DE PAULA ALBERNAZ
DÉBORA DE FARIA ALBERNAZ
DAYANA ALBERNAZ
DANIELLE ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
DANIELA MARIA DE ALMEIDA ALBERNAZ, Arquiteta, Técnica em Comunicações
DÉCIO ALBERNAZ ( EPCAR-58 - Barbacena ou Afonso)
DIRCEU ALBERNAZ ( idem acima Décio)
DANIEL ALES LEMOS
DANIEL LIMA ALBERNAZ ( VESTIBULANDO
DAIEANA CASTRO ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
DIANO ALBERNAZ MASSARINI (VESTIBULANDO)
DEBORAH CARDOSO ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
DELAMANO FERREIRA ALBERNAZ
DEIZE ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
DOUGLAS RICHA ALBERNAZ (V VESTIBULANDO)
DULCINÉA FARIA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
DENIZE OVERNHAUSSEN ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
DAVID ALBERNAZ - ESTADOS UNIDOS e seu irmão RICARDO ALBERNAZ - ESTADOS UNIDOS
LETRA "E'"
EBER DEJANI P DE ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
ERICH ALBERNAZ BIBIANI
ÉRIKA TRAJANO ALBERNAZ ROCHA ( Ver Paulo Albernaz Rocha ?)
ERANDY ALBERNAZ
ESCOLÁSTICA DE ALBERNAZ
ELIZABETH ALBERNAZ MACHADO VALÉRIO (VESTIBULANDO)
EULIMARA ALBERNAZ VIANA
ELZITA CARVALHO COSTA ALBERNAZ , Coren DF)
ELMO DE FARIA ALBERNAZ ( Igreja Metodista - Centeiro ?
EMILENA C. ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LETRA "F"
FABIANO ALVES LEMOS
FELIPE ALBERNAZ PIRES (VESTIBULANDO)
FABIANA ALBERNAZ
FRANCINE DE ALBERNAZ PONTES
FREDERICO RANGEL DE ALBERNAZ
FERNANDO MATOS ALBERNAZ
FERNANDO ALBERNAZ
FLÁVIA VIDAL ALBERNAZ
FABIANO ALVEZ ALBERNAZ
FLÁVIA ALBERNAZ BARBOSA (VESTIBULANDA)
FLÁVIA VIDAL ALBERNAZ
FERNANDO DE ALBERNAZ SCHECITTZ
FÁBIO ALBERNAZ
FRANCISCO FERREIRA ALBERNAZ (?)
FÁBIO GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ
LETRA "G"
GERALDO DE PAULA ALBERNAZ
GERMANO ALBERNAZ
GABRIEL ALBERNAZ SIQUEIRA (VESTIBULANDO)
GISELE MARIE ALBERNAZ - NOKAZI (?) ( UFSC)
GUILHERME SILVA FARIA ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
LETRA "H"
HENRIQUE BOTELHO ALBERNAZ
HEVELIN ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
NICANOR DE ASSIS ALBERNAZ
HAIDE ALBERNAZ
HAIAR ALBERNAZ
HEVELIM ALBERNAZ BEZERRA, http://www.correiomusical.com, irmã de RODRIGO ALBERNAZ BEZERRA e
de LEILANE ALBERNAZ BEZERRA
HENRIQUE ALBERNAZ BEZERRA
LETRA"I'
IEDA ALBERNAZ DOS SANTOS ALBERNAZ
IRINEY ORTIZ DE ALBERNAZ
ILDA DE PAULA ALBERNAZ
ISABEL LYSANDRA DE ALMEIDA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA
IGOR PEDRO ALBERNAZ - FURNAS
IURI ALBERNAZ CARDOSO
IBRAINA ALBERNAZ, casada com Carlos Eugênio Mussi, mãe de JOÃO BATISTA MUSSI ( leva o nome Albernaz) ( *1901 + 21.06.1976 - Porto Alegre RS), este era casado com Laura da Silva
IRACEMA VIEIRA DE MELO ALBERNAZ, Goiânia
IRINEU ORTIZ DE ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
LETRA "J"
JOSÉ FLÁVIO ALBERNAZ MUNDIN
JOSÉ HEITOR GUEDES ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
JORGE ALAN ALBERNAZ GARCIA
JOÃO DE DEUS SANTANA ALBERNAZ
JACINTO ALBERNAZ ( VESTIBULANDO)
JACIRA ALBERNAZ GOMES DA ABREU
JULIANA DE OLIVEIRA ALBERNAZ
JONATHAS ABRÃO ALBERNAZ ( VESTIBULANDO)
JULIO CESAR ALBERNAZ GUIMARÃES
JULIO VERNE TADEU DE ALBERNAZ CRESPO ( VESTIBULANDO)
JUAREZ MONTEIRO ALBERNAZ - Cachoeira do Itapemirim, Leoas ( Seria pai de LEONARDO E GUSTAVO ?)
JOÃO JOSÉ ALBERNAZ LOPES
JOÃO BATISTA ALBERNAZ - Goiânia - , solista e camarista, tendo obtido Menção Honrosa no Concurso de
Violão Souza Lima, em 1960.Cursou Graduação em Violão na Escola de Música Artes Cênicas na
Universidade Federal de Goiânia - GO.
JOSÉ HEITOR GUEDES ALBERNAZ
JOSÉ SILVEIRA ALBERNAZ - Santa Bárbara dos Cedros, Ilha do Faial - Portugal
JULGIDAS WLADAS ALBERNAZ GARCIA ( VESTIBULANDO)
JANAINA V. ALBERNAZ
JOSÉ DE ALMEIDA ALBERNAZ, Instituto Rio Branco
JOSEON ALVES ALBERNAZ
JOÃO CARLOS NASCIMENTO ALBERNAZ ( VESTIBULANDO)
JOSE LUIZ RAMOS ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
LETRA "K"
KÁTIA ESCOBAR ALBERNAZ
LETRA "L"
LEDA LYSANDRA DE ALBERNAZ GOMES
LEDA L.MOREIRA ALBERNAZ
LORENA CARNEIRO ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LEDA ALBERNAZ, Assessora de Imprensa do Teatro de Vila Velha.
LEANDRO DIONÍSIO ALBERNAZ
LUCAS ALBERNAZ MACHADO MICHELAZZO
LEONARDO CRAVEIRO ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
LETÍCIA ALBERNAZ M C GUIMARÃES - RS ?
LUIZ EDUARDO PEIXOTO ALBERNAZ
LORENA CARNEIRO ALBERNAZ
LAURA ALBERNAZ DE OLIVEIRA
LAURA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LUIZ FERNANDO LIMA ALBERNAZ (MÉDICO)
LEONARDO ALBERNAZ MORGAN ? ( VESTIBULANDO)
LÍVIA CUNHA ALBERNAZ
LUCIENE LUCAS ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
LEILANE ALBERNAZ BEZERRA, irmã de HEVELIN ALBERNAZ BEZERRA e de RODRIGO ALBERNAZ BEZERRA
LOBATO EUCLIDES ALBERNAZ - Irmandade Arcanjo São Miguel das Almas ?
LÍLIAN VIRGINIA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
LENERVAL ALBERNAZ CRESPO N. ( VESTIBULANDA)
LEILANE ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LETRA "M"
MARINA MAYO GERMANO DE ALBERNAZ
MILENA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
MARIA CECILIA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
MARIANA GRIPP MANGABEIRA ALBERNAZ ( VESTIBULANDA)
MARIANA ALBERNAZ
MARCELO CAPEL ALBERNAZ (VESTIBULAR)
MATHEUS RODRIGUES DE ALBERNAZ
MARIA ONOFRE CAMPOS ALBERNAZ
MÁRCIA ALBERNAZ MIRANDA
MARIO ALBERNAZ (?)
MARCO AURÉLIO DE FARIA ALBERNAZ
MARCO ANISES ALBERNAZ GOMES
MARCO AURÉLIO ALBERNAZ (?)
MARCO AURÉLIO FAGUNDES ALBERNAZ - Rio de Janeiro PUC ?
MARIA CECÍLIA LYSANDRO DE ALBERNAZ
MARIA CECILIA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
MARIO ALBERNAZ VIANA JÚNIOR ( Ver acima Família ALBERNAZ VIANA )
MARIO SERGIO ALBERNAZ
MARTA DE SOUZA ALBERNAZ, vinculada à UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Vinculo
permanente - Cursos de Pós-Graduação dos quais participa: 1 - Medicina (Radiologia) , Nível Mestrado e
Doutorado; 2 - Medicina (Endocrinologia), Nível Mestrado e Doutorado
MARLI SILVEIRA ALBERNAZ SOARES
MARIA ALICE C. FERREIRA ALBERNAZ
MARIA ALBERNAZ CAMARGO .
MARIA PAULA ALBERNAZ
MARIA CÉLIA ALBERNAZ
MARIA HELEN ALBERNAZ SIQUEIRA, médica
MARIZA SILVEIRA ALBERNAZ
MARIA LYSANDRA DE FARIA ALBERNAZ
MADALENA ALBERNAZ
MAURÍCIO ALBERNAZ GOLBIOWSKI ( VESTIBULANDO)
MARIANO TEIXEIRA DOS SANTOS -DE ALBERNAZ , exerceu as artes de sapateiro, depois a de tipógrafo.
Filho de JOÃO DE FARIA ALBERNAZ e de MARIA TEIXEIRA MACEDO ALBERNAZ, da cidade de Meia-Ponte.
Foi o primeiro tipógrafo do Estado de Goyaz e um dos fundadores da Matutina Ponte-pontense, cuja lema era:
"OS REIS SÃO LEGÍTIMOS.QUANDO GOVERNAM PELA CONSTITUIÇÃO"
"O DIREITO DE RESISTÊNCIA É DIREITO PÚBLICO DE TODO O POVO LIVRE"
Pode ser considerado um importante legalista,porquanto defendia uma Monarquia sob os princípios estabelecidos na Carta Magna, sendo que seu descumprimento tornaria ilegítimos os atos do Príncipe e/ou governante, podendo o povo contra ele (ato) rebelar-se, na condição de "povo livre".
( Ver na página 04, mais dados sobre o nosso tipógrafo) .
MARIA LOSANGELAS DE FARIA ALBERNAZ
MARIZITE ALBERNAZ PESSOA , professora aposentada, coordenadora da APAE de PORTO ALEGRE, DO
Norte do MT , SENDO EXEMPLO DE DESPRENDIMENTO E DEDICAÇÃO ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES
ESPECIAIS.
LETRA N
NAYARA LOPES ALBERNAZ
NEREIDA ALBERNAZ DE JESUS
NERLI DE FARIA ALBERNAZ
NICANOR DE ASSIS ALBERNAZ
NANCY PEDRO ALBERNAZ
NILTON CÉSAR ALMEIDA ALBERNAZ - Campo Verde MT
LETRA "O"
OSWALDO ALBERNAZ
OSVALDO LYSANDRO ALBERNAZ, da cidade de Cariacica -ES
ORTIZ DE ALBERNAZ SHERON
OTAVIO ROBERTO ALBERNAZ
LETRA" P"
PEDRO ALBERNAZ ALVES
PAULO HENRIQUE ALBERNAZ\ SIRICO (VESTIBULANDO)
PAULO DE SOUZA ALBERNAZ, Deputados Estadual - PSB - Rio de Janeiro
PAULO ALBERNAZ, 49 anos, ( 2002) , Engenheiro de Telecomunicações, tendo montado diversas estações
de TV . Trabalhou na Globo, Bandeirantes, STV, Record, TVS de Nova Friburgo e CNT.
PAULA ALBERNAZ
PAULO ALBERNAZ ALVES
PAULO JOSÉ DE ALMEIDA ALBERNAZ - Do Quadro de Juizes do Distrito Federal - Porto - Portugal , C. E
PATRÍCIA DO NASCIMENTO ALBERNAZ
PATRÍCIA LACERDA RAISSA ALBERNAZ
PATRÍCIA ALBERNAZ (?)
PAULO ALBERNAZ ROCHA ( Ver ÉRIKA ALBERNAZ ROCHA).
PLÍNIO TADEO DE ALBERNAZ QUARTIN
PAULA ALBERNAZ MICHELOZO (?)
PABLO ALBERNAZ
PATRÍCIA GRIP MANGABEIRA ALBERNAZ (VESTIBULANDA
PAULO ROGÉRIO ALBERNAZ
PAULO TIMÓTEO ALBERNAZ SALLES
LETRA "Q"
NIHIL
LETRA "R"
RAQUEL MINCARELLI ALBERNAZ , possui graduação em Medicina Veterinária pela Universiade Estadual de Londrina; Residência da área de Clinica, Cirurgia e Reprodução de Grandes Aniomais, pela Universidade Estadual de Londrina e mestrado e em Cirurgia Veterinária pelapela Universidade Estadual Paulista, Júlio de Mesquita Filho.Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Fisiologia, atuando principalmente no seguinte terma: esquinos, treinamentos, cirurgia.(extaido do Curriculo do Sistema de Curriculum Lattes - Internet)
RAFAEL CABRAL ALBERNAZ
RAFAEL ALBERNAZ CARVALHO (VESTIBULANDO)
ROSE MARIA DA SILVEIRA ALBERNAZ
ROGÉRIA R. PEREIRA ALBERNAZ
ROGÉRIA CRISTINA ALBERNAZ
ROGÉRIA RAMIUM PEREIRA ALBERNAZ - ( Lion ? )
RENATA ALBERNAZ FAUSTINO
RENATA ALBERNAZ
ROGÉRIO MONTEIRO ALBERNAZ
ALBERNAZ RODRIGUES
REJAINE SEBASTIANA .DOS SANTOS ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
ROSA TAVARES ALBERNAZ - Mogi das Cruzes ?.
REOLAM M ALBERNAZ.
RHANA (?) CAROLINA ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
RODRIGO ALBERNAZ BEZERRA, irmão de HEVELIN ALBERNAZ BEZERRA e de LEILANE ALBERNAZ BEZERRA
LETRA "S"
SÉRGIO DE QUEIROZ ALBERNAZ
SAMUEL ALBERNAZ GONÇALVES
SANDRA ALBERNAZ MEDEIROS
SAMANTA LOULY ALBERNAZ
SANDRO ALBERNAZ
SAMUEL SILVA ALBERNAZ (VESTIBULANDO)
SUSANA ALBERNAZ GOMES (VESTIBULANDA)
SUSANA ALBERNAZ GOMES (VESTIBULANDA)
SUZANA CARLA ALBERNAZ - Rio de Janeiro - Galeria Feliz de Jorge Vercilo ( Ver THAINÁ ALBERNAZ)
LETRA "T"
TIAGO ALBERNAZ CRESPO
THIAGO VAZQUES ALBERNAZ
TIAGO GUIMARÃES ALBERNAZ M (VESTIBULANDO)
TIAGO ALBERNAZ - Canadá
THALITA ALBERNAZ DE RESENDE (VESTIBULANDA)
THAUAURA GUIMARÃES ALBERNAZ - G O
THAYARA GUIMARÃES ALBERNAZ - G.O.
TAYNA ALBERNAZ - Rio de Janeiro - ( Ver SUZANA CARLA ALBERNAZ)
TEREZA ALBERNAZ - FAETEC - RIO TER?
TADEU ALBERNAZ CRESPO
TRAIS ALBERNAZ (VESTIBULANDA)
LETRA "U"
LETRA "V"
VINICIUS JOSÉ DE ALMEIDA ALBERNAZ - Itamarati ?
VINICIUS ALBERNAZ, é economista analista de sistema
VITOR MANGABEIRA ALBERNAZ ( VER MANGABEIRA ALBERNAZ , acima)
VALÉRIA ALMEIDA ALBERNAZ
LETRAS "W,X,Y e Z"
WALFRIDO MACHADO ALBERNAZ
WALACE MARCONDES ALBERNAZ
ZÉLIA ALBERNAZ DE ANDRADE PINTO, Belo Horizonte, graduada em Ciências Humanas, tendo direcionado suas atividades para a área de Negociação Empresarial, principalmente Comércio Exterior , junto à empresas nacionais e internacionais .Pertenceu (ou pertence) aos quadros de " MAGISTER, CONSULTORES ASSOCIADOS, com sede Eolo Horizonte, Minas Gerais ( http://www.magister.srv.Br/empresas/Zélia.html.)
*****************************************************
EM PORTUGAL ( internet)
HELENA VELOSO ALBERNAZ - da Sociedade Recreativa ERVERDALENSE -
MARIO ALBERNAZ - Ator e Direito - da Sociedade Recreativa ERVEDALENSE
MARIO ALBERNAZ - Ator - da Sociedade Recreativa ERVEDALENSE
ROGÉRIO ALBERNAZ - Ator - da Sociedade Recreativa ERVEDALENSE
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ANA TEREZA ALBERNAZ *1856 + 01.08.1902, casada com Caetano Maria Albuquerque, gerou:
1 - CAETANO ALBERNAZ DE ALBUQUERQUE * 1880.
2 - CARLOS ALBERNAZ DE ALBUQUERQUE * 1882.
3 - CELSO ALBERNAZ DE ALBUQUERQUE, * ?
ANA ALBERNAZ * ? + 06.06.1648, natural de São Sebastião , Ponta Delgado, São Miguel, Azores, Portugal, casada com João Velho Cabral, geou:
1 - Ana Cabral Melo.
ANA MARIA ALBERNAZ * 1770, batizada em Pilar de Nossa Senhora da Ajuda, Bretanha, São Miguel, Azores, Portugal.
ALIEXO MANOEL ALBERNAZ *1560, Espanha, casado com Francisca da Costa Homem * 1588, Espanha.
ANTÔNIO JOSÉ ALBERNAZ * 1785, Ajuda, Bretanha, São Miguel, Azores, Portugal.
ANTÃO ALBERNAZ *?+?, casado com Maria Gonçalves, gerou:
FRANCISCO ALBERNAZ *1595, Ribeira Grande, Azores, Portugal, casado com Beatriz da Costa *1600+ 1620.
APOLÔNIA RODRIGUES DE ALBERNAZ * 1688+ 1720, natural de Taubaté SP. falecida em Pindamonhangaba SP., filhode Bento da Costa Preta e Leonor Rodrigues.
APOLÔNIA ÂNGELA DE ALBERNAZ * 19.05.1749, natural de Ibertioga, Barbacena MG, + 05.09.1800, em Santa Rita MG, filha de Ana Teixeira.
APOLÔNIA ÂNGELA DE ALBERNAZ * 1749, natural de Barbacena MG, casada, em 1768, com Manuel de Souza Passos * 1743, de Santo André do Sobrado, Portugal, gerou:
1 - FRANCISCO PASSOS * 01.09.1771, em Barbacena MG.
AUGUSTO ALBERNAZ * 23.04.1907+1987, Massachussetts, US.
BAUDINO FERREIA ALBERNAZ *? + ?, casado com Olímpia Almeida de Assis, gerou:
1 - FRANCISCO FERREIRA ALBERNAZ * 21.04.1803+22.08.1860.
BERNARDO ALBERNAZ * 1740, Corrientes, Argentina, + idem, casado com Maria Ramirez * 1774 + 1764.
CAETANO ALBERNAZ *?+?, casado com Antônia de Souza de Freitas.
DOMINGOS GOMES ALBERNAZ *?+?, casado com Maria Paes de Oliveira, em Mariana em 1765, gerou:
1 - FRANCISCA PEDROSA LEITE ALEBERNAZ.
2 - BENTO DE OLIVEIRA LEITE ALBERNAZ.
3 - ESTEVÃO ALBERNAZ ?
FRANCISCO DE VIVEIROS ALBERNAZ * 1662, Azores, Portugal.
FRANCISCO DE ALBENAZ *1510, Divino Espírito Santo, Azores, Portugal, casado com Felipa Costa.
FRANCISCO FERREIRA ALBERNAZ * 1734, Pindamonhangaba SP, casado com Ana Francisca Cardoso Cabal.
FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ *?+?, casado com Emerenciana Rodrigues de Morais * 1816 +?, Jaraguá, Goiás.
FIDÊNCIO DA CRUZ ALBERNAZ *?+? , casado com Benta Júlia da Cruz, geou:
1 - ADELAIDE ALBERNAZ *?+?, casada com Prudêncio Agapeto da Silva.
JOAQUIM DE OLIVEIRA ALBERNAZ *+?, casado com Prudência Munhoz de Camargo, gerou:
1 - JOSÉ PRUDENTE DE OLIVEIRA ALBERNAZ * 24.03.1832, Santana do Livramento RS.
2 - JOSÉ PRUDENTE DE OLIVEIRA ALBERNAZ * 1835, Santo Amaro RS, casado com Clara Maria Munhoz, em 1860, em Livramento RS.
ANTÔNIO LUIZ ALBERNAZ *?+?, casado com Maria Borba, gerou:
1 - MARIA BERNARDA BORBA ALBERNAZ * 12.08.1756.
2 - ROSA DA BORBA ALBERNAZ *01.09.1758.
JOSÉ LUIZ ALBERNAZ * 08.10.1759.
4 - FELÍCIA DA BORBA AÇBERNAZ * 22.01.1763.
JUAN DE ALBERNAZ * 1839, natural de Corrientes, Argentina, casado com Mezena Gonçalves, gerou:
1 - BERNADINE * 20.03.1864.
JOÃO PEREIRA ALBERNAZ * 1863, de São Pedro do Sul RS, onde faleceu, casado com Hermolinda Maria Machado * 1892, de São Pedro so Sul RS.
JOÃO DE SOUZA ALBERNAZ *?+?, natural de Ajuda, Bretanha, São Miguel, Azores, Portugal, casado com Maria Engracia * 14.12.1838.
JOÃO JOSÉ ALBERNAZ *?+?, natural de Ajuda, Bretanha, São Miguel, Azores, casado com Francisca Pereira * 13.11.1890.
JOÃO DE ALBERNAZ * 1500, natural de Faial, Açores, casado com Guiomar Fernandes, de Ribeira, Açores, gerou:
1 - JOÃO DE ALBERNAZ * 1524, natural da Ilha de Faial, Açores, Portugal.
IGNES DE ALBERNAZ * 1528, natural de Faial, Azoes, Portugal.
MANOEL ALBERNAZ *?+?, casado com Gertrudes Maria Camargo, gerou:
1 - ANA ALBERNAZ * 02.01.1836, Porto Feliz SP.
ALBERNAZ PROCURA ALBERNAZ
RAFAEL ALBERNAZ CARVALHO - URGENTE
Ola, RAFAEL ALBERNAZ CARVALHO a Câmara Municipal de Belo Horizonte, através da Diretoria de Recursos Humanos - Secção de Registro Funcionais - 3555-1140, conforme e-mail, está convocando-o para tomar posse no concurso que vc prestou e foi aprovado. Alega a Câmara que o procurou no endereço fornecido quando da realização da inscrição, mas os vizinhos informaram que vc não reside mais lá.
Quem souber o endereço do Rafael favor informar-lhe que deve comparecer, com urgência, na Câmara Municipal de Belo Horizonte.
********
MARIÂNGELA ALBERNAZ busca informações sobre os antecedentes de seu bisavô ALFREDO JOSÉ ALBERNAZ, casado com Euvira Torres Albernaz, seu avô DURVAL TORRES ALBERNAZ, casado com Elza de Freitas Albernaz, bem como seus parentes próximos DURVAL TORRES ALBERNAZ, LOURIVAL TORRES ALBERNAZ, EDITI BUENO ALBERNAZ, DILCE BUENO ALBERNAZ e GONÇALO BUENO ALBERNAZ, filhos de DURVAL TORRES ALBERNAZ.
AINDA, E MANUEL ALBERNAZ, FILHO DE MANUEL JOSÉ ALBERNAZ.
JÔNATHAS ABRAÃO ALBERNAZ , filho de Joinvile Albernaz e Regina Regina Elizabeth de Almeida Albernaz, da cidade de São Paulo, busca noticias de seu parente próximo LYDIO MOREIRA ALBERNAZ.
********
DANIELLE BUCH , acadêmica de direito, da Universidade de Tuiukti do Paraná pretende entrar em contato com o advogado Dr. OCTAVIO JOSÉ BANDEIRA ALBERNAZ.
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LYGIA ALBERNAZ, de Portugal, busca contato com ANTÔNIO LOPES ALBERNAZ, que teria imigrado para o Brasil.
OBSERVAÇÃO: O sr. JOSÉ LUIZ ALBERNAZ, filho de PAULO RAMOS ALBERNAZ e neto de ANTÔNIO LOPES ALBERNAZ entrou em contato com Víctor Hugo Albernaz, sendo que seu site, a seu pedido, foi informado à Sra. LYGIA ALBERNAZ, em Portugal. A sra. Lygia e o Sr. José Luiz estão trocando informações, sendo que "descobriram" que o seu avô - Antônio Lópes Albernaz - é primo do pai da sra. Lygia.
Agora o Sr. JOSÉ LUIZ ALBERNAZ busca parentes de FERNANDO LOPES ALBERNAZ, conforme abaixo
JOSÉ LUIZ ALBERNAZ, do Brasil, busca parentes de FERNANDO LOPES ALBERNAZ, que, provavelmente, residem na região serrana do Rio de Janeiro - Petrópolis ou Teresópolis - para contato.
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SUZANA ALBERNAZ LINHARES, (*03.11.1970), natural da Ilha do Governador .RJ.,filha de Luiza Albernaz Linhares (* 25.02.1936 + 1992).Sua mãe era filha de Avelino Linhares Albernaz Linhares, nascida em Campos e falecida no Rio de Janeiro. Residiu em Santa Cruz, Campos e Rio de Janeiro. Aos 15/16 anos , foi artista do Circo Garcia, com o qual percorreu todo o Brasil e outras cidades do mundo. Aos 16 passou a residir na Grécia, onde aprendeu a língua grega e inglês. Em 1988, voltou a estudar, tendo voltado ao Brasil. E, 1990, conheceu um arquiteto de Milano, Itália, tendo sido contrata para ser sua secretária, na Itália, pelo período de três anos. Não conheceu seu pai.Tem, um meio-irmão de nome José Luiz Linhares Clementino e mais 7 irmãos por parte de pai. Trabalhou no Canal 5, na Itália, com espetáculo de dança (samba). Mudou-se para o principado de Mônaco, cidade de Monte Carlo, onde aprendeu a falar francês. Juntamente com o John Van Dijk, montou a Discoteca Point Rouge - www.pointrouge.mc, no ano de 2002, onde trabalho como Diretora.

Através do site acima, busca contato com seus familiares.no Brasil
********
JÔNATHAS ABRAÃO ALBERNAZ busca contato com parente de seu genitor de nome LYDIO MOREIRA ALBERNAZ.

SHALOM - PAZ - PAX
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ESTE SITE NÃO É COMERCIAL,
APENAS FAMILIAR, NÃO PODENDO SER DIVULGADO PARA OUTROS FINS, SEU USO INDEVIDO OU
CÓPIA DO MESMO, SEM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR CONSTITUIRÁ FERIMENTO ÀS LEIS
BRASILEIRAS E INTERNACIONAIS QUE TRATAM DO ASSUNTO, SUJEITANDO-SE A ELAS SEUS
INFRATORES.
Este site está sendo construído com as informações recebidas
por e-mail ou outros meios de comunicação de personas da família ALBERNAZ e
aparentados, bem como de manuscritos e dados da internet, com indicação da
fonte.
Há muitas falhas, inclusive de digitação, dado a nossa dificuldade de
"mexer" com esta coisa que é denominada de computador, que, com as demais
"coisas" da informática, estão fazendo surgir novas forças produtivas, com o
nascimento da era pós-industrial.
Pedimos aos "primos e primas" que nos
enviem as informações que tiveram, não esquecendo de indicar os nomes das
esposas (os) ou companheiras (os), ascendentes, descendentes, parentes
colaterais, datas e lugar de nascimento etc..
Se possível indiquem
informações sobre a sua provável etnia.
Esperamos a colaboração de todos, bem
como as indicações possíveis para que possamos corrigir os "enganos" e
"erros".
Depois construiremos um site mais completo com fotos e mais dados.
Obrigado.
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