
FATOS
HISTÓRIAS & ESTÓRIAS
DA
FAMÍLIA ALBERNAZ
(PESQUISA BY VÍCTOR HUGO ALBERNAZ

Brasão do Barão de Santa Clara
Site:
http://sites.uol.com.br/vhalbernaz/ORIGEM DO APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ E CONEXOS
ALBERNAZ
ALBERNAZ, ALBORNOZ, ALBERNOZ, ALBERNÁS, sm , derivada de AL-BURNUS, no século X, da etimologia árabe, berbere ou do latim ALBURNU, no sentido botânico, que tinha o significado de "abrigo" ou , em siriaco, BORNÓS, significando grande manto de lã com capuz, usado pelos mônades no deserto ( judeus, berberes, ciganos .)
Para outros, os vocábulos ALBERGAS, ALBORNOZ e ALBINOS derivariam de ALBORNOZ ( com acento) e não de ALBORNOZ ( sem acento), enquanto BORCOS seria uma derivação afrancesada de BURNOUS ou, ainda, de ALBA, no período medieval.
ALBA , sf., do século XV, tem significado de alva, alvo, clara, claro, pura, puro, ou primeira claridade, sendo que na literatura é gênero da poesia medieval, sobretudo lírica provençal, em cujas composições se alude à despedida de dois amantes - pureza do amor - ao romper da aurora ou seja da primeira claridade.
ALBORNOZ teria como primitivo ALBONA, do germânico ELFO com significado de ALBA, CLARO, PURO, ou ALBURNOS, do latim ALBURNU, que em Botânica seria a parte periférica e mais nova da madeira do tronco das árvores, de cor clara, onde as células vivas realizam a condução de água, de baixo para cima, alimentando a planta e fazendo-a crescer...
ALBERNÁS, com "S", historicamente, passou de Portugal para a Espanha com "Z" e, mais tarde, da Espanha para Portugal como ALBERNAZ, com a grafia "Z", prevalecendo a grafia com "Z", tanto na Espanha como em Portugal, embora alguns conservam os seu apelido com a grafia "S" ou , ora com "S", ora com "Z", como ocorre com os cartógrafos da Escola de Sagres, ora grafados como LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ, ora como LUIS TEIXEIRA ALBERNÁS.
ELFO,sm. , da mitologia Escandinava, corresponde ao gênero aéreo, que carrega a simbologia do ar, do fogo, da terra, e da Lua, Gnomos, ondas fluidas, que andavam no ar com os polens dos jardins, fertilizando as plantas, fazendo-as florescer.
Tudo indica, pois, que ALBERNAZ deriva de ALBORNOZ-ALBERNOZ, do primitivo ALBONA, do germânico e mitologia Escandinava ELFO, do latim ABURNU, ALBURNOS, passando para a Península Ibérica, nos tempos bíblicos denominada de SEPHARD ( SEPHARAD) e adotado pelos marranos , ou cristãos novos, vale dizer judeus ou mesmo berbere , convertidos ao cristianismo , pela força física ou moral, para não "verem" seus corpos serem condenados ao fogo eterno, desde a morte, como hereges.
Observe-se que, os hereges não eram condenados à morte na fogueira, mas sim seus corpos deveriam ser queimados, em vida ou após a morte, o que lhes era permitido escolher, face à "benevolência" dos inquisidores.
Os judeus-convertidos ao cristianismo eram denominados de marranos.
O adjetivo marrano na Espanha e em Portugal era designação injuriosa que se atribuía aos judeus e mouros ( berberes) batizados e suspeitos de se conservarem leais às religiões que confessavam antes. Tinha significado de excomungado. No Rio Grande do Sul diz-se de ou gado de má qualidade. Marrano tem significado também de porco de engorda, já crescido.
Etimologicamente, na Espanha marrano ( ano 965) era sinônimo de porco ( século XIII) equivalente a cristão novo. Designação, repete-se, dada a judeus e/ou mouros convertidos, suspeitos de fieis à antiga religião, quando muitos sequer professavam qualquer religião, por causa da repugnância em relação à carne de porco, alimento não permitido pelo judaismo e pelo islamismo.
No árabe "muharram" tem significado de "coisa proibida".
Além de LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ, JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ, seu neto JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II e PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ, cartógrafos da Escola Sagres, Portugal, que eram judeus ou descendentes, uma vez que os fazedores de mapas tinham a referida etnia, podemos nomear os marramos FRANCISCO ALBERNAZ, estudante, de Lamego, MANOEL ALBERNAZ, lavrador, de Vila da Praia-Graciosa, Açores, PEDRO ALBERNAZ FILHO, filho de PERO ALBERNAZ, de PERO ALBERNAZ, de Portello-Lamego, e MARIANA DE ALBERNAZ, solteira, filha de PERO ALBERNAZ, de Portello-Lamego, que foram processados pelos Tribunais do Santos Ofício - Inquisição, o que comprovaria a descendência judaica deles.
Os marranos têm regressado ao judaismo, a partir do século XX, segundo Hélio D. Cordeiro, pesquisador (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz).
Há ainda de se considerar o apelido de família ALBARNAZ, pois, conforme adverte o Dr. TELMO VIEIRA ALBERNAZ, jurista português, o apelido de família Albernaz tem sofrido ao longo do tempo "adulterações" lingüísticas. A grafia apresenta-se as vezes como "albernaz","albornoz", "albernoz" e , agora, anotamos "albarnaz".
Os registro manuscritos dos párocos e a ileteracia terão contribuido para estas alterações. Como se pode ver na Enciclopédia Portuguesa e Brasileira a D. Maragarida Albernaz ( século XIV), sepultada na Sé de Lisboa apresenta aquela grafia. As famílias de Vieira Albernaz, Faria Albernaz, Mangabeira Albernaz, a exemplo, mais direta tem a mesma grafia no apelido.
Recorda Vieira Albernaz que, o Patriarca das Índias D. José Alvernaz que conheceu na Ilha Terceira, Açores, trocou o "b" pelo "v", o que é comum no Norte de Portugal.
Mas, segundo Vieira Albernaz, o apelido correto é certamente "Albernaz". E no mapa que ele tem da Ilha das Flores, em Açores, aparece " Ponta Albernaz".
ALBERNAZ - ALVERNAZ - ALBARNAZ-
Como está indicado acima, o apelido de família ALBERNAZ sofreu "adulterações", passando a grafado ora de uma forma ora de outra a exemplo de ANTÓNIO ALVERNAZ, natural da Ribeirinha, Ilha do Faial, Portugal, falecido antes dde 1760, casado com Maria Duarte, natural de Pedro Miguel, também, Ilha do Faial, que têm filhos registrados ora como ALBERNAZ ora como ALVERNAZ: 1 - JOSÉ ALVERNAZ, 2 - RAIMUNDO ALBERNAZ e JOSEFA ALVERNAZ. Os descendentes de JOSÉ ALVERNAZ também tem o apelido de família gravado ora como ALBERNAZ ora como ALVERNAZ, incluindo a terceira geração com JOSÉ DA CRUZ ALBERNAZ, JOSÉ JOAQUIM DA CRUZ ALBERNAZ, MANUEL JOSÉ ALVERNAZ entre outros, tudo conforme se pode conferir no site http://mitoblogos.blogspot.com/2008/06/genealogia-217, confirmando as observações do Dr. Vieira Albernaz.
Naturalmente, impõe-se uma pesquisa mais apurada referentemente aos apelidos de família ALVERNAZ, ALVARNAZ, ALBORNOS e ALBERNOZ
FARIA-ALBERNAZ
FARIA, FARIAS (FARÉS) de P_R_S = "parti, dividir, fatiar, ruptura" ou "moeda, presente ou prêmio".Melhor ainda, "o que se lança", "o quebrantador" (Bereschit-Genesis - 38.29 ( cf. Sobrenomes Luso-brasileiros by Walter Santos Baptista).
As indicações bíblicas acima focadas ( Gênesis 38...) conta a história de Judá e Tamar, sua nora e mãe de Farés e Zara.
Interessante, ainda, notar que, segundo a genealogia de JESUS feita pelo evangelista Mateus, o Mestre de Nazaré descende de Judá pela linha de Tamar e do seu filho Farés ( Mateus 1,3 e 1,16).
O apelido de família FARIA foi adotado por judeus-convertidos, desde o batismo forçado, a partir de 1497, como patronímico (cf. Antônio Henrique da Cunha Bueno, in Dicionário Das Famílias) unindo-se a ALBERNAZ, formando o ramo FARIA-ALBERNAZ da família.
O mesmo aconteceu com outros ramos da família: MANGABEIRA-ALBERNAZ, HOMEM-ALBERNAZ, SAILER-ALBERNAZ, CARDOSO-ALBERNAZ, CARNEIRO-ALBERNAZ, PINTO-ALBERNAZ, PINTER-ALBERNAZ, FARIA ALBERNAZ DA PAZ etc.
Nota: Ver na página 03 origem dos apelidos dos ramos vários da família ALBERNAZ e FARIA- ALBERNAZ (in pesquisa de Victor Hugo Albernaz).
ALBERNAZ COMO CRISTÃO-NOVO NA LISTA DA INTERNET E
TRIBUNAL DO SANTO OFÍCIO, EM PORTUGAL

O site http://.cremam.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristaos_novos/d.asp relaciona DOMINGOS GOMES DE ALBERNAZ e DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ como cristãos novos, o que vale dizer, marranos, ou seja judeus convertidos ao cristianismo, mas que continuavam a praticar o rituais da Lei de Moises, que viviam no território português nos séculos xvi e xxii.
Trata-se de credencial que dá legitimidade e autenticidade à informação, pois editada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Amazonas.(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz).
Além de DOMINGOS GOMES DE ALBERNAZ e DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ, dos cartógrafos LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ,JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II e de PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ, consagrados mapas que elaboraram do Brasil para o Reino de Portugal, figurarem como judeus ou cristãos novos, podemos, ainda, a destacar as personas de FRANCISCO ALBERNAZ, estudante, de Lamego, MANOEL ALBERNAZ, lavrador, da Vila da Praia-Graciosa, Açores, PEDRO ALBERNAZ, filho de Pero Albernaz, de Portello-Lamego, e MARIANA DE ALBERNAZ, solteira, filha de Pero Albernaz, de Portello-Lamego, que tiveram contra si instaurados processos pela Inquisição, em Portugal, consoante consta dos registro do "iNVENTÁRIO DE PROCESSOS DA INQUISIÇÃO DE COIMBRA, EM 1972, BIBLIOTECA DA BN-Lisboa (in e-mail de Dr. Telmo Vieira Leitão Albernaz, advogado, em Lisboa, Portugal).
LIBERDADE PARA OS MARRANOS GRAÇAS A D. JOÃO VI
O BRASIL SURREAL DE NOSSOS ANTEPASSADOS

Em 1808 a família real, comandada por D. Joao VI, desembarga no Brasil, dando-se início a importantes atividades e modificações na organização do Brasil, até então, apenas, projeto de nação um novo Brasil surge nos 13 anos da administração do monarca luso, conforme reportagem da Revista Super Interessante, de abril de 2008,de autoria de Laurentino Gomes e Marcos Nogueira.
Ao desembarcar no Rio de Janeiro, em março de 1808, o príncipe regente e futuro rei D. João VI, descobriu país que não existia.às vesperas da chegada da corte portuguesa, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos autônomas e rivais entre si, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência apenas o idioma português e o governo da coroa, sediado em Lisboa, de outro lado do oceano Atlântico. Ainda, não havia entre os brasileiros qualquer noção de identidade nacional.
Aliás, nem mesmo a expressão "brasileiro" era reconhecida como sendo a designação das pessoas que nasciam no Brasil. Panfletos e artigos publicados no começo do século 19 discutiam se a denominação correta seria brasileiro, brasiliense ou brasiliano. O jornalista Hipólito José da Costa, dona do jornal Correio Brasiliense, publicado em Londres, achava que as pessoas naturais do Brasil deveriam se chamar brasilienses. Na sua opinião, brasileiro era o português ou o estrangeiro que aqui se estabelecera. Brasiliano o indígena
Em resumo, a fotografia do Brasil que D. João encontrou poderia ser descrita assim: "Negros de escravos em Minas Gerais, chuvas de esgoto em Salvador e um índio rei da Amazônia. De norte a sul, uma viagem pelo inacreditável pais que existia antes de 1808, era um Brasil surreal.
Surreal era o Brasil de nossos antepassados, a quem devemos respeito e admiraçáo.
Em 1810, foi assinado o Tratado de Aliança e Amizade entre o Reino Unido e o Brasil. Este tratado passou a permitir a prática de outras religiões que não a católica no país, agora sede do Reino de Portugal, Brasil e Algares. Ressalvava, todavia, "que as capelas sejam construídas de tal maneira que exteriormente se assemelham a casas de habitação e também que os sinos não lhes sejam permitidos."
Em 26 de abril de 1821. D. João VI extingue o Santa Inquisição e os Tribunais do Santo Ofício de todo o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algares.
Esses fatos abriram a possibilidade da imigração para o Brasil de judeus, dentre eles os marroquinos, antes originários da Península Ibérica.
Em 1889, com a proclamação da República, o decreto 119 do Governo Provisório de Deodoro da Fonseca aboliu a união legal da Igreja com o Estado e instituiu o princípio da plena liberdade religiosa. ( in Revista Historia, n. 55).
Abriu-se a possibilidade de os marranos voltarem à religião judaica, embora, em grande maioria, sequer tinha conhecimento de sua etnia e identidade, mas nem sempre eram aceitos, deixaram de ser judeus e não eram católicos e estavam impedidos de reverterem à antiga crença.
PRIMEIRA SINAGOGA NO BRASIL

Mapa da cidade de Olinda - Sinagoga Kahal Zur - Primeira do Brasil
Arquivo Judaico de Pernambuco.
O termo grego "sinagoga" significa lugar de reunião e deriva do hebraico "beit ha-knw
wesset", A instituição sinagoga teria surgido durante o exilo dos judeus na Babilônia por volta do século VI a.C., como resposta à ausência do Templo de Jerusalém. Ao longo da história, o papel da sinagoga passou a ocupar lugar de destaque em todas as comunidades judaicas, como sendo o lugar do encontra dos judeus. A sinagoga é lugar onde os judeus se reúnem para a prática dos serviços religiosos em geral, inclusive para a prática de reuniões sociais, cerimônia de circu.ncisão ( brit milá), bar e bat-mitzvá (maioridade religiosa do menino e da menina, aos 13 e 12 anos de idade, respectivamente e casamento.
Cerca de cinco anos, após terem sido expulsos da Bahia, por volta de 16230, os holandeses, com 67 navios e 7 mil homens chegam em Olinda, que tenta resistir a invasão mas não consegue. A cidade de Olinda somou-se a de Recife, tomada um mês depois, pelos holandeses, cuja população, em grande maioria, era composta por judeus de origem ibérica, que haviam fugidos para a Holanda, para escaparam da perseguição da da Igreja, que se somaram aos judeus brasileiros.aqui aportando, também por perseguição dos algozes da Inquisição, como já descrito alhures.
Aqui, os judeus fundaram a primeira sinagoga em terras brasileiras.
Hoje a sinagoga KAHAL ZUR abariga o Arqivo Histórico Judaico de Pernambuco.
SÍTIO DA RESSACA - OU PIRANGA
a
PERTENCEU AO PADRE DOMINGOS ALBERNAZ
(Recebido por e-mail)
Sítio da Ressaca: O Sítio da Ressaca já foi denominado por Sitio Piranga, segundo a escritura de venda efetuada em 1742 e era considerado propriedade do Padre Albernaz, apesar dele ter apenas algumas terras para pasto na região. O padre Albernaz morreu em 1704. A residência traz em seu pórtico da entrada principal a data da construção integrando o circuito de residências históricas de São Paulo ( cf. http://claudiozigerfotobloq.uol.com.br/photo 20041215001325.html )
Há indicação de que a casa teria sido construída por Maria Vasconcelos, por volta de 1719, viúva do Cap. Agostinho Machado Fagundes de Oliveira, neta do governador da capitania de São Vicente, Antônio Aguiar Barriga , passando a propriedade para as mãos de vários pessoas., incluindo o Padre Félix José de Oliveira, até que, em 1098, Antônio Cantarella, empreendedor urbanistístico adquiriu-o, como se fosse relíquia histórica. Sua família teria utilizado o imóvel como um clube, com piscina, quadra de tênis, lago, jardins e pomar, isto na década de 1950.
É certo que este Sr. Cantarella incentivou a linha de bonde em Jabaquara, incentivando a urbanização da região, inclusive com o loteamento do sítio, face à valorização da região.O loteamento deu-se com a aprovação da Prefeitura, em 1969, com cerca de 40 lotes vendidos.
Em 1972 a CONDEPHAAT procedeu o tombamento dos 500 m2. do sítio, ao redor de sua sede. E, em 1980, iniciaram-se estudos para edificação para instalação de de Centro Cultural, bem como uma Biblioteca Infantil e outras adaptações.
Segundo consta, o tombamento chegou atrasado.
Discrição da casa
Na porta principal vê-se a inscrição 1719 indicativo da data de sua construção. A sua cobertura é de duas águas e não de quatro, como era costume em casas bandeirista, além de seu pé direito ser baixo.O tamanho é reduzido, comparando com outras edificações. Possui dois lanços ao invés de três e por esta razão a sua divisão não possui um ambiente central, limitando-se a uma divisão ao meio. O alpendre situa-se ao lado direito da entrada, sendo elevada no nível do solo alguns degraus. As janelas, batentes, portas eram feitos com madeira da região.
O sítio, de outra parte, possuía moenda, casa da farinha, abrigo de escravos e agregados e um grande pomar com muitas árvores frutíferas.
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MARRANOS PORTUGUESES DE APELIDO DE FAMÍLIA
ALBERNAZ
LISTA DE NOMES DE CRISTÃOS NOVOS
portugueses ( ou que viviam em território português nos séculos xvi e xvii)
Domingos Gomes de Albernaz
Domingos Homem Albernaz
(http://www.cremam.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristaos_novos/d.asp) ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
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ALBERNAZ NO MUNDO TODO
Rainha Fabíola Albernaz - Bispo D. José Vieira Albernaz, D.Margarida Albernaz.

Rainha Fabíola da Bélgica - descende dos ALBORNOZ, sendo natural de Espanha ( Ver página 5, explicações).
Com sua prosa poética, LYGIA ALBERNAZ , escritora, poeta e pintora, além de artista plástica escreve-me: "Quanto aos elementos, que me pede terei de fazer uma busca precisa e correcta para não errar nenhum detalhe. E isso, como deve calcular, não se faz de um dia para o outro. Até porque a nossa família, embora seja só uma, não existe aqui no continente, mas também, como é do seu conhecimento, há Albernazes nos Açores, ai no Brasil, nos Estados Unidos, em Espanha,ba Bélgica e com um bocado de sorte...por outros cantos deste nosso mundo, que afinal e tão pequeno...!
Quanto ao Farol do Albernaz, reparou que esse é o ponto mais ocidental da Europa. Só é pena não ser um Albernaz o actual faroleiro!
"Vá até ao Pico" e encontra decerto familiares de D.José Vieira Albernaz, que foi Bispo de Cochim e Patriarca das Índias !
"Dê um salto a Espanha! e depara-se com a família de Fabíola , que foi até há pouco ( até mais precisamente à morte do marido) Rainha da Bélgica!
Venha a Portugal e vá até lá.
Sé de Lisboa onde encontra o túmulo de Margarida Albernaz que foi casada com um Cogominho!
De certo não terei estado a dar-lhe nenhuma novidade, se calhar já sabia disto tudo ou alvez não...(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
Nota: As observações de Lygia Albernaz podem ser confirmadas por qualquer persona que se disponha a visitar a terra de Camões.
Ver na página 05, dados sobre a Rainha Fabíola.
ALBERNAZ DEFENSOR DOS POVOS INDÍGENAS
BRASILEIROS
PADRE PEDRO HOMEM ALBERNAZ
PEDRO HOMEM ALBERNAZ, padre, presbítero do habito de São Pedro, nasceu na ilha Terceira, bispado de Angra, em 1573.Filho de Aleixo Manuel, o velho, e de Francisca da Costa. O historiador Felix Ferreira, citado por Elysio de Oliveira Belchior, in Conquistadores e Povoadores do Rio de Janeiro, o apresenta com filho de outro PEDRO HOMEM ALBERNAZ, neto de ALEIXO MANUEL ALBERNAZ. Dona Clemente Silva-Nigra, todavia, cita documento do arquivo do Mosteiro de São Bento, datado de 3 de junho de 1659, acerca da inquirição procedida quando da entrada para a Ordem de Fr. João de Sant'Ana Correia, na qual " jurarão pessoas mto. antigas e mto. qualificadas, sendo húa delas o Pe. Pedro Homem Albernaz, q. foi Prelado administrador desta Diocese com 86 anos de idade. O Capm. Aleixo Mel. ( o moço) filho do fundador da primitiva igreja de São Bent, em 1582, com 84 anos! (147-265). É improvável que filho e neto nascessem com diferença de apenas dois anos. Recebeu para construir casas, aos 25 de agosto de 1595, "hum cham que esta passando a Orlaria de Bastião Fernandes na primeira praia, onde esta uma alagoa: convém saber, comessara a medir onde comessa a praia por diante e do longo do mar secenta braças de largo e para dentro oitenta conforme esta a praia." Na mesma data obteve "huma legoa de terra no Rio Guapiguary na cabeceira de Francisco Rodrigues meia legoa para cada banda do Rio e huma de comprido". Foi um dos singnatários da carta lavrada a 19 de abril de 1607, formalizando a doação de terras no outeiro do Carmo ( morro de Santo Antônio) aos padres capuchos incumbidos de fundar na cidade o Convento da Ordem. No período 1621-1622 e nos anos de 1629 e 1641, ocupou a escrivania da Santa Casa de Misericórdia. Quando o Abade do Mosteiro de São Bento, Fr. Máximo Pereira, renunciou a administração da Diocese do Rio de Janeiro, aos 24 de dezembro de 1629, o Pe. ALBERNAZ passou a exerce-la em caráter interino até 23 de janeiro de 1630, data em que o clero da cidade o confirmou na passe do cargo, que depositaria nas mãos do Dr. Lourenço de Mendonça, a 9 de setembro de 1632. Reassumiu as mesmas funções em 1637, mas somente dois anos mais tarde , a Carta Régia de 2 de setembro de 1639 o efetivaria. Diz Monsenhor Pizarro, que " a este prelado se imputou grande parte da desordem dos jesuítas com a Câmara desta Cidade, excomungando a todos os que tivessem concorrido para a expulsão deles e entranhado no conhecimento da liberdade do índios que já por sentença de 1614 se julgou pertencer à jurisdição real (118-II-181).Fêz parte da junta reunida no Colégio dos Jesuítas para dar cumprimento ao Breve do Papa Urbano VIII, " Commissum Nobis" , de 22 de abril de 1639, sobre a Liberdade dos Índios da América. Prestou testemunho, a pedido do Pe. Francisco Ferreira, em 1630, acerca da ação dos jesuítas nas Aldeias de Índios de Sua Majestade, sendo apresentado como Governador , Provisor e Vigário Geral da Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Ingressou na Companhia de Jesus, ao deixar o munus de administrador. O Pe. Antônio de Matos, em Carta ao Pe. Geral Vitelleschi, escrita no Rio de Janeiro, aos 18 de março de 1643, deu o seu "parecer sobre o pedido do Prelado Administrador do Rio de Janeiro PEDRO HOMEM ALBERNAZ: de se enterrar na Igreja do Colégio e fazer os votos de Religião "in extremis". Encarece os merecimentos do Prelado, mas vê perigos em se lhe conceder o que pede" ( 76-VIII-359). Em 1653 era conhecida na cidade a rua Pe. PEDRO HOMEM ALBERNAZ ( cf. Elysio de Oliveira Belchior, in Conquistadores e Povoadores do Rio de Janeiro, pag. 28/30).
Recordar, ainda, que o Pe. PEDRO HOMEM ALBERNAZ foi personagem de JOAQUIM MANUEL DE MACEDO, que o retrata como o Vigário da Freguesia da Calendário e Prelado do Rio de Janeiro, in Memórias Póstumas de Brás Cubas .(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
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HERÓI BRASILEIRO COM APELIDO DE FAMÍLIA
ALBERNAZ - FAB
DO BRASIL PARA O TEATRO DE GUERRA NA ITÁLIA
PRESENÇA DE PERSONA DA FAMÍLIA ALBERNAZ NA LUTA CONTRA O NAZISMO E O FASCISMO E RESTAURAÇÃO DO PROCESSO DEMOCRÁTICO MUNDIAL.
EXPEDICIONÁRIO - CAPITÃO INTENDENTE JOAQUIM IGNÁCIO LAVIGNE ALBERNAZ
HERÓI BRASILEIRO E DA DEMOCRACIA

Em setembro de 1939 o Exército Nazista invade a Polônia, dando início à II Guerra Mundial. Em 20 de janeiro de 1941, foi criado o Ministério da Aeronáutica Brasileiro. Em 26 de agosto de 1942, forçado pelo fervor democrático do povo brasileiro, o Governo do Brasil declara guerra ao Eixo. O 1o Grupo de Caça nasce em 18 de dezembro de 1943 , seguindo, a seguir , para o teatro de operações de guerra da Itália com inúmeros aviadores-combatentes brasileiros, integrante do 1º Grupo de Apoio , dentre eles o Capitão Intendente JOAQUIM LAVIGNE ALBERNAZ, que faleceu como herói, em defesa dos princípios que devem informar o Estado Democrático de Direito, contra os sistemas autoritários fascistas e nazistas. Afinal, os Aliados, incluindo dentre eles o Brasil, vence a 2ª Guerra Mundial, graças a aos heróis que lutaram ardorosamente no teatro de guerra europeu e asiático, destacando, dentre eles, um membro da família ALBERNAZ.
Devemos destacar que, embora tenha sido o Eixo formado pelos governos dos Estados Alemão, Japão e Itália, em cada um desses países os cidadãos democratas uniram-se em resistência contra a ideologia autoritária do grupo, então, hegemônico, o mesmo acontecendo nos Estados dominados pelo Eixo, a exemplo da Resistência Francesa, Inglesa, Italiana e mesmo Japonesa, constituindo-se seus membros em verdadeiros heróis e baluartes da liberdades, aos quais o mundo civilizado, em processo de democratização, muito deve.
O Avestruz Guerreiro do "Senta Pua" foi para a FAB o que foi o emblema " A Cobra Está Fumando" para o Exercito, através das Batalhas de Monte Castelo e outras, sustentadas e vencidas pelos heróis da FEB ,no Teatro de Guerra da Itália.
Na Patrick Air Force Base - Dayton -OHIO - Estados Unidos da América - foi erguido um monumento com os seguintes dizeres:
"ERGUIDO PARA PERPETUAR E HOMENAGEAR A MEMÓRIA DAQUELES QUE SERVIRAM SEUS PAÍSES E A CAUSA ALIADA COMO MEMBROS DO
350th FIGHTER GROUP DA USAAF
E O
1o. GRUPO DE CAÇA BRASILEIRO DA F.A.B. NA 2a.
GUERRA MUNDIAL.
SUA CORAGEM, DEVOÇÃO NO COMBATE CONTRA A TIRANIA NAZISTA ESTÃO REGISTRADOS NA HISTÓRIA E VENERADOS NOS CORAÇÕES DE SEUS
COMPANHEIROS E ENTES QUERIDOS PARA SEMPRE.'
Conforme dados fornecidos pelo Exército, o Capitão LAVIGNE, seu nome de guerra, faleceu em 21 de fevereiro de 1973, na cidade do Rio de Janeiro. Recebeu condecorações na Campanha Militar Bronze por 10 anos de bons serviços prestados e Presidencial Unite Citation (EUA). Do teatro de guerra da Itália, em 1945, regressou ao Brasil, por motivo de saúde. continuando na FAB, até sua reformar, por motivo de saúde no Posto de Capitão.
Seu filho, LUIZ EDMUNDO PEIXOTO ALBERNAZ - ( Ver item A - 1.1.5.2.1 e A - 1.1.5.2.1.1- Família Albernaz da Bahia, na página 3 e fotos na página 5) pertenceu à Esquadrinha da Fumaça, tendo falecido no dia 30 de janeiro de 1965, em acidente aéreo, durante show da Esquadrinha da Fumaça no Rio de Janeiro., como herói, em serviço. ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz.com devidos créditos)
OUTRO ALBERNAZ NO TEATRO DE GUERRA DA ITÁLIA
EXPEDICIONÁRIO JOAQUIM DE ARRUDA ALBERNAZ
HERÓI BRASILEIRO E DA DEMOCRACIA
Observamos que, JOAQUIM DE ARRUDA ALBERNAZ (*12.07.1908+JUL.2001), Capitão do Exército Brasileiro, também, fez parte dos quadros da F.E.B., que lutou no Teatro de Guerra na Itália, durante a 2a. Guerra Mundial, honrando o Brasil e as personas que ornam seus nomes com apelido de família ALBERNAZ, pois foi baluarte na derrota do nazi-fascismo e do Eixo, tendo falecido no seu Estado Natal, Mato Grosso. com 93 anos de idade.
Destacou-se como democrata consequente ao longo de toda sua existência, de quase um século.
( ver pagina 3 personas do ramo ARRUDA ALBERNAZ) ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
ALBERNAZ NA ESQUADRILHA DA FUMAÇA
TEN. AVIADOR LUIZ EDMUNDO PEIXOTO ALBERNAZ
Ten. Av. LUIZ EDMUNDO PEIXOTO ALBERNAZ, pertencente a Equipe de 1965 da Esquadrilha da Fumaça -Voou T-6 , faleceu em 30 de janeiro de 1965, por colisão com água.
Era considerado um exímio aviador, figurando como herói daquela Esquadrilha e exemplo para seus companheiros.
Seu pai o Capitão-Intendente JOAQUIM LAVIGNE ALBERNAZ deu sua vida em defesa da pátria brasileira e dos princípios democráticos, no teatro de guerra da Itália - 2a. Guerra Mundial. (Ver item A - 1.1.5.2.1, relativo aos Albernaz Bahianos. ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
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FUNDAÇÃO DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DO RIBEIRO
O CUMPRIMENTO DE UMA PROMESSA
Marinheiro HENRIQUE ALBERNAZ
Em 1620, um moço solteiro de nome HENRIQUE ALBERNAZ, de Farminhão, Portugal, por ter sido salvo de uma violenta tempestade, que pôs a embarcação em iminente perigo, quando de regresso da Índia , para onde tinha emigrado, por volta de 1600, ao chegar com bom sucesso a Portugal, não se descuidou de cumprir o voto formulado a Nossa Senhora do Ribeiro , mandando construir , no ano de 1620, uma Capela em sua (dela) homenagem, que fica próxima a de Nossa Senhora de Fátima, construída em 1929,pelo pároco Joaquim Branco ( in http://www.terravista.pt/portosanto/) ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz\)
FUNDAÇÃO DA PROVÍNCIA DE GOYAZ
CEL. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ

Em 1682, Bartolomeu Bueno da Silva (pai) , o Anhanguera, penetrou nas terras dos índios Goyaz e iniciou ali a exploração de ouro e diamantes. Em 1722, chega à região o seu filho, de mesmo nome, juntamente com João Leite Ortiz de Camargo, colonizadores destemidos, que em 26 de julho de 1727, lançaram a Capela de Sant'Ana como marco inicial da Vila de Sant'Ana, que somente em 25 de julho de 1732 foi instalada oficialmente, com o nome de Vila Boa de Goyaz, em homenagem a Bartolomeu Bueno da Silva e aos habitantes nativos da região. Nessa mesma data foi levantado o Pelourinho e criada a Comarca, nomeando-se Antônio Dias da Silva e Antônio Brito Ferreira seus primeiros juizes. Criou-se, também, a Câmara, com a nomeação de Tomé de Souza Marzagão e Antônio Garrido para vereadores, Miguel Carlos para escrivão e João Zedes para Procurador. Todas as nomeações foram feitas pelo Ex.mo Sr Juiz Mascaranhas, General ( Governador) da Capitania de São Paulo, por ordem de sua Majestade. Em 8 de novembro de 1744 a Comarca de Goyaz se separa de São Paulo, tornando-se Capitania Geral, tendo por capital Vila Boa. Em 17 de setembro, eleva Vila Boa à categoria de cidade, com o nome de cidade de Goyaz e cria o seu Município, como Capital da Província de Goyaz. Em 23 de março de 1937 (sic) deixa de ser capital, com a transferência do governo para Goiânia . Seu primeiro intendente, em 1893, foi o Cel. BERNARDO ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ, e seu primeiro prefeito , em 1930, o Sr. Samuel Sabino de Passos.
(http://www.citybrasil.com.br.goias/historia.htm)
Observe-se que, o Cel. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ foi Governador do Estado de Goyaz, além de ter exercido várias Secretarias de Estado, conforme consta acima ( B-3.4.1). (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
"VULTOS E FATOS DE GOIÁS"
e o Cel BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ
A importante obra "Vultos e Fatos de Goiás", Moises Augusto de Sant'Ana, faz o seguinte retrato do Coronel BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, que, ao lado de outras personas que ornam seus nomes com o apelido de família ALBERNAZ, deve servir de exemplo para todos nós seus "parentes".

"O coronel Bernardo Antônio de Faria Albernaz, antigo comerciante, vivendo hoje dos rendimentos que conseguiu acumular, é uma das figuras mais ilustres da história política e administrativa de Goiás, e um dos melhores escritores goianos. Nasceu em Jaraguá, a 22 de setembro de 1847, e fez, na Capital, os estudos que apuraram a sua inteligência, amadureceram o seu critério das coisas e aperfeiçoaram a sua sensibilidade. Exerceu, no antigo regimen, cargos de nomeação e eleição e figurou, de modo apreciável, na imprensa. Liberal adiantado , com tendências republicanas, era um dos mais ardorosos companheiros de Felix de Bulhões e um dos pertinazes lutadores pela abolição e federação. Fez parte, várias vezes, da Assembléia Provincial e trouxe, do Império, a modelar educação de sentimento, vontade e modos que caracterizava os seus homens. É, por muitos títulos, uma figura distinta e respeitável e um goiano cheio de serviços à sua terra. No regimen republicano, cuja proclamação, em Goiás, ocorreu a 1o. de dezembro de 1889, coube ao coronel Bernardo Antônio postos de responsabilidade, desde o primeiro momento. No próprio dia da proclamação, coube-lhe um posto de atividade, como uma das figuras de maior relevo no meio social e político. O generalíssimo Deodoro da Fonseca, por decreto de agosto de 1890, o nomeou 2o. vice-governador do Estado, cabendo-lhe o exercício do governo, de 21 de janeiro a 27 de março de 1891. Fez, em seguida, parte da constituinte que, sob a mais desabusada pressão oficial, promulgou a libérrima constituição de 1o. de junho. Foi, por isso , contemplado entre os deputados "demitidos" pelo ´governador Paixão. No período mais crítico da existência do Centro Republicano, quando a enérgica reação do golpe de Estado parecia ter aniquilado, por completo, o domínio bulhônico em Goiás, coube a Bernardo Antônio a tarefa da direção do "Goiás", órgão do partido. Foi um momento das maiores provanças e o jornalista partidário teve dolorosa ocasião de ver selada, com o seu sangue, a prova da sua lealdade e da sua dedicação ao seu credo e aos seus amigos. O contra-golpe de Estado (23 de novembro de 1891), seguido da deposição do vice-governador em exercício, coronel Constâncio Ribeiro da Maio (19 de fevereiro de 1892), reintegrou o bulhonismo na posse dos destinos do Estado. Bernardo Antônio passou a exercer uma apreciável parcela de autoridade política e foi deputado estadual, intendente da Capital, secretário da Instrução, Indústria,Terras e Obras Públicas, secretário do Interior, vice-presidente do Estado e deputado federal. Como vice-presidente, exerceu o governo em substituição ao Dr. Urbano de Gouveia, presidente que partira para o Rio, até a posse do dr. José Xavier de Almeida, eleito para o período de 14 de julho de 1901 a igual data de 1905. No espaço de tempo decorrido de 1904 a 1909, enquanto seu partido permaneceu no ostracismo, seguiu-lhe o destino, inabalável nos seus pontos nos seus pontos de vista, honesto, integro, em todos os seus atos. Era membro do diretório do Centro, desde os primeiros tempos de sua criação, e deu de si uma expressiva nota de intransigência, na reunião de 9 de fevereiro de 1909, em que, no salão do escritório do dr. Ramos Caiado, o senador Bulhões, mais uma vez, punha em prova sua aptidão para submeter aderentes e convergentes ao traço histórico da sua diretriz política.Tratava-se de dar forma de partido à junção Jaime-Bulhões, representando aquele e seus amigos a força maior. Bulhões, com a sua proverbial maneirosidade, não deixou que se criasse o "Partido Democrata", fez com que o velho Centro Republicano se desse o nome de Partido Democrata, com diretório anterior aumentado em seu número de membros. O coronel Simão de Sousa Rego e Carvalho, outro velho e dedicado companheiro de Bulhões, cedeu lugar ao ilustre e ilustrado dr. Sebastião Fleury Curado, que pouco antes rompera os laços que o prendiam ao partido governista e ia se alojar na oposição. Simão de Sousa, usando da palavra, justificou a sua renúncia e indicou Fiori Curado pára o posto . Renúncia e indicação foram aceitas por aclamação. Imediatamente, pedindo a palavra Bernardo Antônio lançou a sua renúncia de membro do diretório, como que projetando ao longe a sombra da percepção dos dissídios que um anos depois se deveriam iniciar, para fechar-se no naufrágio do bulhonismo, a 230 de março de 1912. Fechemos o parênteses.Não é do senador Eugênio Jardim que, afinal,se trata neste capítulo: é do coronel Bernardo Antônio. Em meio de tantos contrates, este contraste, Eugênio Jardim é um temperamento da força: Bernardo Antônio é, pelo contrário, única e exclusivamente, uma educação do direito. Aprendeu, nas lutas do tempo do Império, a educação da vontade, dentro da continência, da sensibilidade, dentro da moral política, e da inteligência, dentro do império da lei. Quando vice-presidente, exercia a presidência, parecia um tipo modelar de funcionário exato e modesto; e, no entanto, quando simples secretário, agiu com autoridade presidencial, consciente, criterioso, esforçado, digno. No segundo governo Gouveia, foi chamado para secretário do Interior e depois designado para reparar as avarias que iam pela Secretaria da Instrução. Foi como sempre, um funcionário exemplar e, nem, de leve, criou barreiras ao bem da administração. Era um velho ponderado e inteligente, num concílio de doidos que perdiam o governo." (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com indicação dos créditos).
FUNDAÇÃO DO ARRAIAL DE ITABIRA, PRESENÇA DE PERSONAS DA
FAMÍLIA ALBERNAZ
ITABIRA, NO INICIO DE SEU NASCIMENTO - BUSCA DE OURO?
Bandeirante FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ e seu irmão SEBASTIÃO DE FARIA ALBERNAZ
Povoado ou Arraial de Itabira ( cf. http:itabira.nafoto,net/photo)
Em 1720, os irmãos SEBASTIÃO e FRANCISCO FARIA ALBERNAZ chegam em córrego da Penha e fundam o arraial de Itabira, do Mato Dentro, em Minas Gerais.
Itabira teve sua origem na exploração do ouro. Em 1702, o Sargento Mor FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ e seu irmão SEBASTIÃO avistaram ao sul uma serra piramidal quando chefiava uma Bandeira. E, 1702, os bandeirantes e índios foram para esta serra cujo nome tupi era Itapira.
Ao pé da serra, havia um córrego onde os bandeirantes encontraram grande quantidade de ouro, então FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ pediu ajuda à algumas pessoas de Itambé, tendo construído várias casas cobertas de palhas e um pequena capela em homenagem à Nossa Senhora das Dores, padroeira de ALBERNAZ, isto no ano de 1720.
Posteriormente, em 1721, o Capitão João Francisco Lages uniu-se ao proprietários das jazidas do povoado, oferecendo condições para melhor exploração do minério.
Em 1808, D. João VI, face à grande quantidade de ferro existente no local autorizou a construção de uma fábrica com tal matéria prima, abrindo novos caminhos para o progresso do povoado, com aumento de sua população. Em 1840, foi inaugurada o Hospital Nossa Senhora das Dores.
Em 183¸Itabira passou à condição de Vila, sendo que em 1848 a de cidade. No início do século XX foi inaugurada a primeira usina hidrelétrica e as redes de distribuição do serviço de abastecimento de água e as fábricas de tecido da Gabiroba e da Pedreira.
Mas tudo começou graças ao espírito aventureiro e empreendedor dos irmãos SEBASTIÃO DE FARIA ALBERNAZ e FRANCISCO DE FARIA ALBERNAZ.
Na cidade de Itabira nasceu, em 31 de outubro de 1902, o poeta CARLOS DRUMONND DE ANDRADE.
Por falar em poeta, ao referir em um dos seus poemas à Passárgada ( Pasárgada) , onde seria amigo do rei, não estaria o poeta MANOEL BANDEIRA, recordando o tempo em que os judeus e seus descendentes marranos, ciganos, entre outros, viveram felizes na antiga Pérsia, ? Onde era amigo do rei...? ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz
Esta é a Igreja de Itabira, consagrada a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída em 1775, tombada pelo Patrimônio Histórico( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz - crédito para o site da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais).
Esta e outras questões merecem ser melhormente pesquisadas.
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FUNDAÇÃO DA CIDADE DE UBATUBA
JORDÃO HOMEM ALBERNAZ DA COSTA OU DE CASTRO
Conforme site da cidade de Ubatuba, importante cidade do Estado de São Paulo é aquela urbe considerada fundada por JORDÃO HOMEM ALBERNAZ DA COSTA OU DE CASTRO, natural da Ilha Terceira, em Açores, Portugal, que a pedido do Governador do Rio de Janeiro, Salvador de Sá e Benevides, sendo donatária da capitania de São Vicente a Condessa de Viniero, ali se estabeleceu com seus familiares construindo, sob a invocação de Santa Cruz do Salvador, uma capela, tendo o povoado elevado à condição de Vila, com emancipação político-administrativa em 28 de outubro de 1637, com a denominação de Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz de Ubatuba, e à cidade em 1855 ( conforme site da cidade de Ubatuba - Cone Leste Paulista - História). (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz)
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FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO LITERÁRIA CUIABANA - CUIABÁ - MT
ANTÔNIO JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ
Em 1884 foi organizada a Associação Literária Cuiabana, sendo eleito a primeira diretoria, dela fazendo parte ANTONIO JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ, que com Pedro Cândido de Jarcernu, Francisco Corrêa da Costa Sobrinho, Flávio da Matos, Joaquim José Torquato , foi um dos seus fundadores.
A Associação Literária Cuiabana prestou enormes serviços à cultura da cidade de Cuiabá e de todo o Estado.
Destaca-se pois o nome de persona de apelido de família ALBERNAZ nas artes e na literatura.
O site http://www.clichmt.com.br, trás a seguinte noticia.
"21 de outubro de 1884. É definitivamente organizada nesta capital a "Associação Literária Cuiabana", sendo nessa data eleita a sua primeira diretoria, que ficou assim composta: Presidente - Antônio de Paula Correa, Vice-presidente - Joaquim José Ferreira da Silva, 1o. Secretario - Francisco Correra da Costa Sobrinho; 2o. Secretario - Antônio Modesto de Melo, Tesoureiro - ANTÔNIO JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ.
A idéia da fundação de uma biblioteca, que cujo fim era o de proporcionar leitura variada aos associados, partiu de um grupo do qual faziam parte Pedro Cândido Jarce, Francisco Correa da Costa Sobrinho, Flávio de Mattos, Antônio Modesto de Mello, ANTÔNIO JOAQUIM DE FARIA ALBERNAZ, João da Silva Pereira e Joaquim José Torquato.
A sede da associação foi, originalmente, no pavimento térreo do sobrado, na Rua 11 de Julho ( hoje Pedro Celestino), residência de Pedro Cândido Jarcem, e atualmente Administração dos Correios, e a contribuição de cada associado era fixada em 500 reis mensais.
Aumentando o número de sócios, passou a "Associação Literária" a ter existência oficial, sendo transferida para uma das dependências do edifício da Câmara Municipal, no antigo largo da Sé, agora praça da República, gratuitamente cedida para esse fim.
A biblioteca teve então e a seguir um largo período de engrandecimento, fortalecida pelo concurso dos intelectuais daquela época e pela sua prosperidade financeira já por esse tempo a contribuição de cada sócio era de 1$000 reais mensalmente.
Possuía crescido número de obras, e também mobiliário próprio, embora modesto;o salão de leitura da "Associação Literária" apresentava simpático aspecto e nele realizavam-se reuniões que ficaram memoráveis, entre as quais a da fundação da "Sociedade Beneficente de Santa Casa de Misericórdia".
Por motivo ainda não suficientemente justificado, a Câmara Municipal veio mais tarde a exigir o compartimento ocupado pela "Associação" e que foi mais tarde demolido, passando ela a funcionar na rua Antônio João, de onde foi transferida para a Rua 13 de Junho.
Decadente, visivelmente decadente, a sua extinção teria se efetivado, se João da Silva Pereira não tivesse solicitado, do governo, permissão para ocupar uma das dependências do edifício da Inspetoria de Higiene, na Rua Dr. Joaquim Murtinho no. 8 , onde se acha em plena agonia." (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com colaboração por e-mail))
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INSTITUIÇÃO DOS CURSOS JURÍDICOS EM GOYAZ , EM 1093, NA CIDADE DE GOYANA
OBRA DO GOVERNADOR BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ
DESTAQUE DE PERSONA DA FAMÍLIA ALBERNAZ NA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE DIREITO BRASILEIRO
Em 13 de agosto de 1897, o Cel. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, Governador do Estado de Goyaz, democrata conseqüente, abolicionista e republicano, instituiu o Curso Jurídico em Goiaz. A Academia, no entanto, foi instalada cinco anos depois, em 24 de fevereiro de1903, no Salão Nobre do tradicional Lyceu de Goyaz, O curso se fazia em três anos, e pela Lei n. 263 de 7 de julho de 1905 foram considerados advogados provisionados os bacharéis da primeira turma, determinando o registro do Diploma no Superior Tribunal de Justiça, para o exercício da Advocacia.
Vários percalços sofreu a Academia , ao longo de sua história, face a períodos autoritários, destacando-se a luta do Centro Acadêmico XI de Maio, hoje, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
Até que, em 1988, o Professor CID ALBERNAZ DE OLIVEIRA, descendente do Cel. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, após anos de luta, juntamente com o então diretor da Faculdade Carlos Leopoldo Dyrell e com o Reitor Joel Pimentel de Uchoa criaram a Extensão da Faculdade de Direito na cidade de Goiás. Destaca-se que outra figura importante na criação da extensão foi o ilustre Professor Luiz Carlos Pinto de Arruda. Com o espaço físico cedido por convênio entre a Universidade Federal de Goiás e a Prefeitura de Goiás, em 1989, em l990 foi realizado o primeiro vestibular , com 40 vagas disponíveis.
Outros acadêmicos participaram do evento, conforme pode ser constatado no site http://www.caxim2001.hpg.ig.com,br/oquee.htm.
Para José Xavier de Almeida, que em 1093, em cujo governo foi instalada a Faculdade de Direito de Goyaz, criada pelo governador Cel. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, o investimento na área de educação superior constituiu-se como uma forma de minar os antigos instrumentos de dominação das tradicionais oligarquias, o controle do aparelho judiciário, possibilitando a independência do Poder Judiário, ademais de priorizara cultura do mérito como ´critério para nomeação dos juizes e membros do Ministério Público (in http://www.jornalgoyaz.com.br./victorjardim/co107.htm)
AformPara a família ALBERNAZ , importante destacar a persona do Cel. BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, na história das letras jurídicas do País, em prol dos princípios que informam o Estado Democrático de Direito, no qual o adjetivo "democrático" qualifica tanto o Estado como o Direito.
Notamos que, quando da constituinte de 1988, da Assembléia Constituinte participou o deputado goiana NION ALBERNAZ. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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DR. JOSÉ GARCIA ALBERNAZ
precursor da família MANGABEIRA-ALBERNAZ, ao casar-se com CECÍLIA MANGABEIRA ALBERNAZ
Dr. JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, tenente médico do Exército Brasileiro, nasceu na Bahia, no Engenho Santo Antônio da Embiara, no lagamar do Iguape, município de Cachoeira.
Veio à luz no velho sobrado ( o maior do norte, na opinião de Gilberto Freyre) onde haviam nascido muitos antepassados. O Engenho era de propriedade da família desde 1731. Pertencia ele, pois, à velha linhagem baiana. Chamava-se sua mãe Maria Antônia Garcia Cavalcanti de Albuquerque e Aragão.
Veio cedo para a capital - da Bahia - para os estudos ginasiais.Ingressou na Faculdade de Medicina, onde colou grau em 1890, tendo sido orador da turma. O fim da escravatura arruinou, como é sabido, todos aqueles senhores de engenho. Mal formado, precisava ganhar a vida, e entrou no quadro dos médicos do exército, sendo logo enviado a serviço em Curitiba.
Depois da terrível odisséia da Revolução, voltou à Bahia, onde se casou. Pouco depois, foi enviado para o Rio Grande do Sul. Após alguns anos veio a ser nomeado médico da "Comissão Telegráfica General Bormann", cuja finalidade era construir uma linha telegráfica entre Guarapuava e Foz do Iguaçu.
Notamos que, de 27 de abril a2de maio de 1916, Santos Dumont percorreu os 300 km da estrada à cavalo , pelo aceiro dessa linha, no meio da mata, sendo certo que pesquisadores buscam dados sobre esse importante acontecimento para enriquecer a biografia do ilustra patrício, o conhecido "Pai da Aviação", devendo qualquer notícia a respeito ser encaminhada à Prefeitura de Foz. ou a Sr. Mario Rangel.
Termina, após alguns anos, essa Comissão, foi de novo enviado no Rio Grande, em S. Gabriel. Ai permaneceu por longo tempo, dedicando-se à clínica civil, ganhando renome como médico competente e dedicado.
Em 1913, com os filhos mais velhos já se candidatando ao ensino superior, veio a ser nomeado diretor do Hospital Militar da Bahia, cargo no qual permaneceu até seu falecimento, em 1915, por lesão cardíaca congênita." (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
( in : ALBERNAZ, Paulo Mangabeira. Episódios da Revolução Federativa no Paraná - 1893-1894. Brasiliensia Documenta, vol. XII, São Paulo, 1979 - gentileza de Fernando Ariani Mangabeira Albernaz, por e-mail)
SOBRADO DE EMBIARA
Sobrado do antigo Engenho de Embiara - Cachoeira - Bahia
A casa e a fazenda eram denominadas "Morgado Real do Embiara". A primitiva Capela data de 1637, porém o atual sobrado construído por BERNARDINO JOSÉ ARAGÃO, da família de MARIA ANTÔNIA GARCIA CAVALCANTI ARAGÃO, mãe de JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, casado com CECILIA CAVALCANTI ALBERNAZ, "fundadores" do ramos da família MANGABEIRA-ALBERNAZ, só foi edificado em 1806. O sobrado foi habitado até 1940, por herdeiros da famÍlia PAES ARAGÃO. Solar rural de dimensões e tratamento palaciano. O partido em "U", formando um pátio aberto no fundo, foi adotado no século passado em outras casas grandes e engenhos do recôncavo. Possui estrutura de parede auto-portantes de alvenaria de pedra e tijolo que suportavam o assoalho do primeiro pavimento e tesouras do telhado. Algumas divisórias do sobrado eram de estuques e seus cômodos se distribuíam em dois pavimentos. O sobrado assenta-se sobre um terrapleno, que forma um "atrium" diante do edifício, tendo como acesso escadaria semi-circular de lioz. O sobrado possuía grandes salões, dormitórios e capela. Possuía 13 janelas no 2o. piso e 8 janelas no 1o. piso ( in IPHAN, Registro no Livro de Belas-Artes, Volume 1, Folha 058, Data de 23.04.43). ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos).
Nota: o Sr. Lesar Lomba Albernaz, pai do advogado Ricardo Junqueira Lomba Albernaz, possui uma gravura do casarão.
FUNDAÇÃO DA ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA
PRESENÇA DE CIENTISTA DE NOME DE FAMÍLIA ALBERNAZ
PROF. DR. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ
PARENTESCO COM O GOVERNADOR OCTÁVIO MANGABEIRA

1 - Gov. Octavio Mangabeira -2 -Dr. Paulo Mangabeira Albernaz
Conforme relatado na página três, o Professor PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ foi um dos fundadores da ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA , hoje pertencente à Universidade Federal de São Paulo, e seu primeiro professor Catedrático de Otorrinolaringologia.
Na verdade, o Professor Doutor PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ foi o idealizador da Escola Paulista de Medicina.
PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, formado na Faculdade de Direito da Bahia, em Salvador, no ano de 1919, iniciou sua carreira em Jaú, Estado de São Paulo, transferindo-se para Campinas em 1926. E, em virtude de sua significativa produção científica foi-lhe imposta a tarefa de integrar o grupo de cidadãos que se propuseram a fundar aquela Escola.
Seus filhos médicos PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ FILHO e PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ seguiram as pegadas do pai dando prosseguimento a sua obra cientifica e humanista.
Descendente de JOSÉ DE CARVALHO MANGABEIRA, CECILIA MANGABEIRA, como indicado na página 3, casou-se com JOSÉ GARCIA ALBERNAZ, passando a assinar CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ, dando início à formação do ramo da família MANGABEIRA-ALBERNAZ.
Por importância histórica, anotamos que CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ era irmã mais velha de OCTAVIO MANGABEIRA, fundador da U D N , ex- Governador da Bahia e de JOÃO MANGABEIRA , jurista e político , fundador do P S B . Assim JOSÉ GARCIA ALBERNAZ era cunhado de OCTAVIO e de JOÃO MANGABEIRA, que eram tios de PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, por isso muitos acreditam no parentesco dos MANGABEIRA com todas as personas que têm apelido de família ALBERNAZ, erroneamente, sendo que o parentesco ocorre tão só com os descendentes do casal CECILIA MANGABEIRA ALBERNAZ/JOSÉ GARCIA ALBERNAZ.
Conforme publicado por CartaCapital, de 14/08/2002, num dos exílios de OCTÁVIO MANGABEIRA , no período do Estado Novo, sua filha EDYLA MANGABEIRA. jornalista e poetisa, conheceu e casou-se com o advogado norte-americano Arthur Unger, com que teve dois filhos: ROBERTO MANGABEIRA UNGER e NANCY MANGABEIRA UNGER.
NANCY MANGABEIRA UNGER exerceu, também , atividades políticas, vinculadas aos princípios democráticos e contrários aos sistemas autoritários, lutando heroicamente pela democratização do Brasil, durante o período autoritário iniciado em 1964. Episódio dramático povoou a vida de NANCY, quando figurou entre os presos políticos trocados , em 1970, pelo Embaixador suíço seqüestrado, Giovanni Enrico Bucher.
Recentemente, na data de 7 de março de 2008, vespera do Dia Internacional da Mulher, NANCY recebeu indenização do Estado Brasileiro, no valor simbólico de 100.000 reais pelos danos morais que a prisão lhe causou.
ROBERTO MANGABEIRA UNGER , carioca, viveu nos Estados Unidos desde os 2 anos de idade. Aos 12 anos voltou ao Rio de Janeiro, permanecendo no Brasil até formar-se em Direito, aos 22 anos. Ao 24 anos entrava para a história como o mais jovem professor da Harvard - E. U. A. - onde está até hoje. Ele é membro eleito e vitalício da Academia Americana de Artes e Ciências. É considerado um importante filósofo, professor e jurista em todo mundo. No Brasil, a convite de Ulysses Guimarães, chefiou a assessoria jurídica do velho M. D. B. - Movimento Democrático Brasileiro - e redator do manifesto de fundação do PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro - . Foi o conselheiro e formulador do PDT, a convite do Governador Leonel Brizola, político gaúcho, que resistiu o período autoritário, tendo permanecido no exílio por longo tempo, até ser anistiado. Leonel Brizola foi Governador do Rio Grande do Sul e do Estado do Rio de Janeiro, por escolha dos eleitores.
.Este notável cidadão - ROBERTO MANGABEIRA UNGER - embora citado por muitos como membro da família Albernaz, tem parentesco com os Mangabeira-Albernaz, por parte de sua tia-avó Cecilia Cavalcanti Mangabeira Albernaz, irmão de Octavio Mangabeira e de João Mangabeira, casada com José Garcia Albernaz
Nota: Ulysses Guimarães e Leonel Brizola constituem figuras importantes na política brasileira na luta pela democratização do país.
Mantém um site da internet, onde busca divulgar seu pensamento: www.law.harvard.edu/unger
No jornal FOLHA DE S.PAULO, mantém as terças-feiras uma coluna na qual apresenta críticas e sugestões às autoridades, políticos, partidos e comunidade.
Quando criança, de férias no Brasil, no Dois de Julho, nas datas da Independência do Brasil na Bahia, desfilava pelas ruas de Salvador com o avô , OCTÁVIO MANGABEIRA.
Muitas são as personas com apelido de família ALBERNAZ que, orgulhosamente , se sentem como "aparentados" dos MANGABEIRA. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
Nota: Ver dados bibliográficos do ilustre cientista - PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ - de seus filhos na folha 3, que serão ampliados, com novos dados ).
BRIGITTE BARDOT, GINA LOLLOBRIGIDA, ZEFERINO VAZ , FACULDADE DE MEDICINA E O DR. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ
Historia ou estória ?
O ilustre professor doutor Zeferino Vaz queria que a Faculdade de Medicina da Unicamp fosse instalada em Botucatu, não em Campinas.O Dr. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ lutava pela da região de Campinas, sem se opor à instalação da de Botucatu.
Certa feita, uma Comissão, inspirada nos argumentos de Zeferino, em relatório encaminhado ao Governador, concluiu favoravelmente à Botucatu " por motivos técnico, morfológicos e econômicos". ALBERNAZ ironizou:
" É simplesmente incrível essa história de motivos morfológicos. Se se tratasse da Brigitte Bardot ou da Lollobrigida, vá lá. Mas trata-se de uma cidade. Os motivos técnicos, quais sejam?"
O DR. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ de aparência singela, homem educado, agigantava-se na defesa de seu ideal. Afastado Zeferino, nomeado o reitor da USP Antônio de Uchoa Cintra, para chefiar um novo grupo de trabalho, com o intuito de estudar a criação de "um núcleo universitário em Campinas, o Prof. Carvalho Pinto, acabou por acenar com a promessa de uma universidade inteira, não só uma faculdade.
Não era, pois, o Prof. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ um homem sisudo, como muitos pensam, como demonstra o episódio acima, em que invoca as atrizes Lollobrigida e Brigitte ( só lamentamos não ter citado a nossa Leila Diniz, excelente atriz, mulher inteligente e bonita morta em um desastre de aviação, em plena atividade e muito jovem, percussora na luta em defesa dos direitos da mulher).
Hoje é a Faculdade de Medicina de Campinas uma das principais instituições de ensino superior e de pesquisa da América Latina, se não do Hemisfério, graças a homens do quilate de MANGABEIRA-ALBERNAZ e, porque não de dizer, de Zeferino Vaz, ao aceitar a provocação benéfica de Professor ilustre. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
(in http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp-hoje/ju/fevereiro2002/ju2002pag.05c.html)
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ALBERNAZ DESTACA-SE NA CIÊNCIA MÉDICA NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
JOSÉ GERALDO ALBERNAZ

JOSÉ GERALDO ALBERNAZ concluiu o curso de médico em 1946 na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. em 1948 se dirigiu aos Estados Unidos para obter seu preparo como especialista. De 1948 a 1953 cumpriu formação em Neurologia e Neurocirurgia na Universidade de Illinois, em Chicago, EUA, sob a orientação de Paul Bucy e Percival Bailey . E, 1953 iniciou o exercício da Neurologia e da Neurocirurgia em Belo Horizonte, no Hospital Felício Rocho. Simultaneamente aceitou para treinamento de médicos recém-formados e estudantes de medicina interessados em Neurologia. Em 1962 iniciou programas oficiais de residência no Hospital Felício Rocho para formação de especialistas em Neurologia e Neurocirurgia. Em 1955 apresentou a tese "Considerações sobre tumores das menimges" , sendo aprovado nos exames de habilitação à docência livre de Clinica Neurológica da Faculdade de Medicina da UFMG. Em 1962 tornou-se Professor Catedrático de Clinica Neurológica após aprovação em concurso no qual defendeu a tese "Estudo experimental sobre a inibição da atividade do sistema eferente gama por estimulação da substância negra. Sua relação com o Parkinsonismo". Organiza o Serviço de Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clinicas da UFMG. em 1968 transferiu-se para os Estados Unidos passando a fazer parte do Medical College of Ohio em Toledo, Ohio, EUA. Além das três teses mencionadas, publicou mais de quarenta artigos científicos em revistas médicas nacionais e internacionais. Na década de 50, o Professor ALBERNAZ foi o pioneiro da moderna neurologia mineira, até então exercida pelos neutopsiquiatras e, juntamente com Moacir Bernardes e Francisco Rocha, da neurocirurgia, cujos procedimentos eram, então, alçada da cirurgia geral. JOSÉ GERALDO ALBERNAZ casou-se com a norte americana Doris Sailer Albernaz, sendo pai de Frances Sailer Albernaz, funcionária da Unesco, em Paris; Jouce Sailer Albernaz, médica nos EU; Marcus Sailer Albernaz, médico nos EU; Prisciia Sailer Albernaz Heimann, EU e Vanessa Sailer Albernaz, médica, EU. (cf. Corrêa Ej, Gusmão SNS. 85 anos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte: Coopmed, 1997, i n pesquisa Víctor Hugo Albernaz).
ALBERNAZ-MÉDICO NA GUERRA DOS CANUDOS

O HUMANISTA E MÉDICO PEDRO DE BARROS ALBERNAZ OU PEDRO ALBERNAZ
Na cidade de Jardinópolis, interior do Estado de São Paulo, que dista poucos quilômetros de Ribeirão Preto , Batatais e Brodósqui, terra do famoso e importante pintor Cândido Portinari, conta-se que o Dr. PEDRO ALBERNAZ, depois de ter servido como médico na Guerra dos Canudos,. passou a morar naquela pequena cidade , onde exerceu atividades políticas, tendo sido intendente ( prefeito) vereador (edil) , ademais de médico dedicado aos enfermos humildes ( ver foto na página 5).
Sua filosofia de vida era pregar a defesa da vida e a paz entre os homens de todas as nações.
Como médico e político, na verdadeira expressão da palavra, o DR. PEDRO ALBERNAZ resgatou o pesar que tinha por ter participado de uma guerra, pois sua índole era de pacifista.
Provavelmente, como afirmava Euclídes da Cunha, em Os Sertões, as cabeças-de-frade estendidas sobre as pedras criariam "a imagem singular de cabeças decepadas e sanguinolentas jogadas por ali, a esmo, numa desordem trágica" , bem como o fato da decapitação do cadáver desenterrado de Antônio Conselheiro, morto em conseqüência de "caminheira" , como era conhecida a "diarréia", levaram PEDRO ALBERNAZ a redirecionar seu projeto de vida.
Conta-se, ainda, a estória de que PEDRO DE BARROS ALBERNAZ mudou-se de Jardinópolis para Santos motivado pela crença de que banhos de mar eram um santo remédio para a cura da infertilidade feminina, e o desejo de ser pai. Em Santos , sua esposa engravidou-se de todos os seus rebentos, "confirmando-se a crença dos milagrosos banhos de mar." ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
Ainda, em Jardinópolis, foi co-fundador de uma Loja Maçônica de Brodósqui.
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PAULO MACHADO ALBERNAZ e ESPOSA NEUSA MARAGNI ALBERNAZ
SACERDOTE E SACERDOTISA
filho do DR. PEDRO ALBERNAZ, " O HUMANISTA",
Paulo do cruzeiro é o Paulo primaz.
Também é o laureal da Paz.
Obra prima é a de Albernaz.
Que as séculos perdurará, subjaz.
Peregrino das estrelas, num arrojo o mais vivaz.
Enviando a luz às trevas do mental.
Assim é o Machado, é o Albernaz.
Assim é o Homem, o Vivente, o Imortal.
(texto de Vitor Manuel Adrião, da Lusophia, Portugal).
PAULO MACHADO ALBERNAZ constitui-se na "velha guarda" do escol do Mestre da Teosófica, Professor Henrique José de Souza, conhecido por Mestre JHS. Ingressou na Sociedade Teosófica Brasileira em 1949, sendo que em 1950 penetrava nas fileira internas da mesma Instituição. Ingressando com sua esposa - NEUZA MARAGNI ALBERNAZ - no Corpo Templário da Ordem do Santo Graal, tendo chegado ao cargo de Organista e Pianista, por seu domínio do órgão e do piano, inclusive tendo ensinado a execução perfeita dos Hinos e Mantrans da Obra do Eterno à exímia profissional do piano Eunice Catunda, participe ativa da Obra do Eterno, e, finalmente, o casal alcançou as funções de Sacerdote e Sacerdotisa.
PAULO MACHADO ALBERNAZ e sua esposa NEUZA MARAGNI ALBERNAZ exerceram as funções de Sacerdote e Sacerdotisa, com maior profundidade, no Templo "CRUZEIRO DO SUL" do Departamento Paulistano, na rua Lacerda Franco, da hoje ex-Sociedade Teosófica Brasileira.
Em texto publicado no site http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=61&PN-1 , que noticia sua visita à Portugal, Vitor Manuel Adrião, afirma: "Este escritor de raro talento, sensibilidade e preocupação constante em trazer as modernas descobertas da Ciência Acadêmica às teses mais vastas e antigas da Ciência Tradicional, apesar de reconhecermos algumas controversas ante o geral da Teosófica Brasileira ou de JHS, com tudo repara-se nele a influência notória do 5o. Raio de Luz, que é o da Literatura e também o da evolução pelo Conhecimento Científico
( o que vai bem com o Espírito Hebraico de que descende a Família ALBERNAZ),
aliás, sendo esse o Raio ou Linha do Espírito Português e do seu respectivo Posto Representativo de Shamballah sobre a Terra, aqui Sintra, dizÍamos, PAULO MACHADO ALBERNAZ foi durante vários anos, nas décadas de 50 a 70, o redactor-chefe da revista Dhjâranâ, órgão oficial da ex-S.T.B, tendo mesmo expedido, sob ordens expressas de JHS, exemplares para o Adepto "Sr. Bey-Al-Boirdi", no Cairo, Egipto, e para o "Sr Antonino da Silva Neves". o "Antonino", filho mais novo do Barão Henrique Antunes da Silva Neves : Índia - Caixa Postal, 600, Calcutá, então residindo ai, e colaborador da mesma revista teosófica representando-a para toda a Índia, como se na lista de colaboradores da mesma nos entre 30 e 50 do século XX."
Contudo, o maior desvelo literário de Paulo Machado Albernaz é precisamente a sua A GRANDE MAIÁ, repartida em duas dezenas e poucos mais volumes, alguns já publicados pela Madras Editora, de S. Paulo, e outras pela sua Viúva, D. NEUZA, com apresentação muito condigna. E´obra imprescindível na biblioteca de todo o investigador quer pelas coisas da Ciência, quer pelas coisas da Tradição."
"O Seres Viventes é um livro que se destina a quem queira adentrar nos mistérios que envolvem o processo evolutivo de todos os seres que hoje habitam a superfície do Planeta. traçando o itinerário da consciência humana, ao menos neste globo que habitamos, o autor conduz à compreensão do esquema todo,permitindo ao leitor elaborar uma visão geral do veículo humano em evolução. Um Livro fascinante, que nos coloca em contato com Deus tanto quanto com a Ciência, fazendo com que a compreensão se dê através do pleno entendimento e que a fé se transforme em razão pela aceitação inteligente das verdades superiores. A humanidade não pode mais alegar ignorância sobre suas raízes; não pode prescindir de tais informações. Só o despertar dos seres viventes pode completar a evolução neste planeta, e só os que souberem acelerar o seu despertar acompanharão o processo."
Ademais, PAULO MACHADO ALBERNAZ publicou pela Madras, adaptação e comentários e "BLAVATSKY, A Voz do Silêncio - O livro do Dzyan - incluindo em anexo O Fogo Interno do Homem.
"Existe um conjunto de ensinamentos que de tempos em tempos vêm à tona, A cada época que ressurge, um novo véu lhe é retirado e assim a Verdade vai sendo desvelada. Sempre foi assim! No fim do século passado, receberam-na abnegados estudiosos, entre os quais Mme. Blavatsky. Mais um século chega ao fim e vivemos, hoje, um momento semelhant4e - o conhecimento, que tocou a poucos e assim caracteriza-se como "oculto", já pode ser disseminado mais livremente. Não que precisasse permanecer oculto, mas para compreendê-lo era necessário reunir qualidades como perseverança e disciplina que, entre outras, caracterizam o merecimento daqueles a quem eram entregues as chaves do entendimento do que se dizia "oculto". Hoje, as coisas mudaram. A consciência ampliou-se. Códigos podem ser revelados, explicações podem ser dadas claramente e, finalmente, todos podem saber tudo - o único critério é a orientação da vontade pessoal. Não há momento melhor que este para se ler - e compreender - os mais preciosos legados de Mme. Blavatsky - A Voz do Silêncio e o Livro Dzyan - , que estamos editando juntos e com comentários, acompanhados de um oportuno anexo - O Fogo Interno do Homem - que complementa todo o entendimento ." ( O Editor).
LUIZ COELHO ALBERNAZ - ESCRITOR PORTUGUÊS DE FORMINHÃO

LUIZ COELHO ALBERNAZ nasceu em Forminhão, pequena aldeia de Barra Alta, em Portugal, mas com enorme passado histórico. Estudou em Viseu, onde fez o Liceu e onde tirou o Curso de Professor do Ensino Básico. Durante quase mais de uma década lecionou as disciplinas de Português, História e Francês no Telescola. Quase toda a sua vida de docência foi passada na escola de Lages de Silgueiros, que é sua terra de adoção
´Publicou, além de Os Ratinhos indicada na página 3, entre outras, as seguintes obras:
´
Eterna Magia - As Ultimas Lágrimas Del Rei
JUDEUS NA ÉPOCA DO DESCOBRIMENTO - CRISTÃOS NOVO,
(FARIA ALBERNAZ * MANGABEIRA-ALBERNAZ * HOMEM-ALBERNAZ * PINTO-ALBERNAZ * ALBERNAZ-PINTER ETC.)
SEPHARDISTAS
Dr. PEDRO LUIZ MANGABEIRA ALBERNAZ, em seus estudos dissertou, conforme início deste trabalho, sobre a presença de geógrafos judeus na famosa Escola da Sagres, inclusive dos irmãos ALBERNAZ, que elaboraram os primeiros mapas do Brasil.
Estudos contido no livro "Identidade judaica no Brasil", de vários autores, organizado por Bila Sorj, da Editora IMAGO, constatam que " os judeus fizeram parte das esquadras portuguesas e espanholas , como astrônomos, geógrafos - ver os trabalhos dos irmãos ALBERNAZ - escribas, homens do mar ( pag. 42).
Interessante notar que, também na esquadra , liderada por Maurício de Nassau, que aportou no Brasil, a presença de judeus, de origem holandesa, foi constatada.
Com a retirada de Nassau da colônia brasileira, muitos desses judeus deixaram o Brasil estabelecendo-se em Nova Amsterdã, situada na Ilha de Manhatan, hoje Nova York ( idem página 43), sendo considerados fundadores daquela cidade cosmopolita, onde hoje residem cerca de trezentos mil brasileiros de várias etnias. Outros judeus, já brasileiros, permaneceram na colônia, convertidos que foram ao cristianismo, passando ser conhecidos como "cristãos-novos" ( 1654). Aqui passaram a ser considerados sangue puros, por serem brancos, em oposição aos negros vindos da África como escravos, e graças à miseração , sofrendo menor perseguição do que nas terras lusitanas, apesar de não lhes ser permitido casarem com "cristãos-velhos", por força do Tratado de Latrão, de 1215.
Nas terras brasileiras, os imperativos da inquisição eram mais flexíveis , tendo os cristãos-novos recebidos sesmarias, tiveram propriedades, tornaram-se senhores de engenho, produziam e negociavam açúcar e chegaram a ocupar posições políticas relevantes, assim como cargos públicos ( idem 45).
A presença de cristãos-novos desde os primórdios da colonização do Brasil, difundida através de vários estudos historiográficos, facilita esta ancestralidade.
A identificação de ancestrais judeus ou cristãos-novos nas árvores geológicas ou mesmo casamentos de seus filhos com judeus não parecem constituir problemas para as elites brasileiras ( aparentemente de origem cristã-nova e comparada a uma outra possibilidade menor enobrecedora: degredados para o Brasil, de judeus de sangue ruim). Falta, entretanto melhores pesquisas.
Há, ainda, indicação que Portarias secretas do Governo brasileiro, no tempo do Estado-Novo consideraram os judeus, mesmo os novos cristãos, como não-brancos, equiparados aos africanos, no momento em que se pretendia a formação de um Brasil branco ( talvez ariano ? ).
Ainda, acresce dizer, que a comunidade judaíca que viveu na Península Ibérica ( Portugal e Espanha) e que forçosamente converteu-se ao cristianismo, constituía-se de judeus SEFARDISTAS, denominados, após a conversão, de MARRANOS e CRISTÃOS-NOVOS ( cf. M. Scliar, in Meu filho doutor, Ed. Artmed )
O termo SEFARDISTA deriva de SEFARAD ou SEPHARD, designação bíblica para o território hoje ocupado pela Espanha e/ou pela Península Ibérica.
Em ABDIAS, 20 - esta dito que: " Os cativos do exército dos filhos de Israel possuirão os canamitas até Zarefate, e os cativos de Jerusalém, que estão Sefarad em, possuirão as cidades do Sul", ( in Dicionário Houaiss).
Daí porque, considerando que personas com apelido de família ALBERNAZ migraram da ESPANHA para PORTUGAL,
sendo que, presumivelmente, os cartógrafos da família de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ, da Escola de Sagres, em Portugal, na Península Ibérica, eram judeus sefardistas, seria correta a observação, acima indicada, do Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, de provável etnia judaica das personas que têm como apelido de família o nome ALBERNAZ, ou não ?
Assim, os judeus sefardistas da Península Ibérica, que convertidos passaram a ser denominados de marranos, cristãos novos e criptojudeus, levaram consigo para os países onde se fixaram suas tradições e sua língua - esta um tipo de portunhol medieval, conhecida como latino.
Com o tempo, os marranos abandonaram o ladino e passaram a falar o idioma local, com a maioria conservando o apelido de família ibérico, adotado, quando da conversão, para escaparem da inquisição e outras formas de perseguição.
É certo, segundo se sabe, que muitos marranos regressaram ao judaísmo durante o século XX, outros , ainda hoje, buscam a identidade perdida.
O Dicionário Houaiss, indica que, o termo SEFARDI corresponde a judeu cuja ascendência remonta comunidades judaicas ibéricas ( Espanha Portugal) estabelecidas, na Idade Média e dispersas por várias regiões ( Europa ocidental, Norte da África, Turquia, América ) após a expulsão da Espanha, em 1492, ou que é membro de comunidade que apresenta influência cultural religiosa do judaísmo ibérico medieval.
Afirma Moacyr Scliar, In Meu Filho Doutor, Artmed, 2001, que: Os judeus, antes agricultores, passam a viver na cidade, desenvolvendo uma "classe média" , de comerciantes, pequenos fabricantes e intelectuais... Os eruditos judeus agora dispunham de uma base social e geográfica ampliada; seus interesses intelectuais se alargaram para incluir ciências materiais, medicina, filosofia e poesia. O fenômeno foi particularmente visível na Península Ibérica muçulmana ( Península Ibérica é igual a Sefardista, Abdias, 20).
Daí a constatação, em grande maioria as personas de apelido de família ALBERNAZ, tais como os MANGABEIRA-ALBERNAZ, os SAILER-ALBERNAZ, os FARIA-ALBERNAZ, os CARDOSO-ALBERNAZ, dentre outros exerceram e exercem profissões idênticas - médicos, dentistas, filósofos, acadêmicas, professores universitários, ciências jurídicas e sociais, ainda religiosas, o que ensejaria a indagação: Seria puro acaso ou estaria tal assertiva vinculada à cultura herdadas dos sefardistas ? Importa pesquisar.....mas, conforme demonstrado na origem dos vários ramos da família ALBERNAZ, na folha 03, há séria indicação de tal afirmativa.
Repete-se que, o site http://www.cremam.cfm.org.br/biblioteca_virtual/cristaos_novos/d.asp lista DOMINGOS HOMEM ALBERNAZ e DOMINGOS GOMES DE ALBERNAZ, como cristãos-novos. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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SAMUEL ALBERNAZ
ALBERNAZ DESTACA-SE COMO LÍDER DA CATEGORIA DOS ADMINISTRADORES
SAMUEL ALBERNAZ, bacharel em Ciências Econômicas, com após graduação em políticas públicas pela Universidade Federal de Goiás, funcionário da CELG, consultor e palestrante, casado com Zulene e pai de dois filhos, Augusto Vinicius e Carla Katiusca. Orgulha-se de ser goianiense. Destacando-se como líder se sua categoria profissional, honra-a na condição de Presidente do Conselho Regional de Administração Goiás e Tocantins, Presidente do Sindicato dos Administradores de Goiás, Diretor do Sindicatos dos Administradores do Tocantins, Presidente Regional da Central Brasileira de Profissionais Liberais, Vice-Presidente da Organização Latina Americana de Administração, Diretor da FEderação Brasileira dos Administradores, Ex-Presidente da Associação dos Administradores e Economistas, ex-Diretor Administrativo e Financeiro da CFA, Ex-Conselheiro do CRA GO-To e CORRECON, Ex-Presidente do Conselho Fiscal da AACEC, Ainda, ocupou cargos na Administração Pública, dentre eles, Superintendente Executivo da Secretaria da Administração , Diretor de Recursos Humanos e Escola do Governo, Vice-Presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás.
SAMUEL ALBERNAZ foi homenageado por vários municípios brasileiros recebendo títulos de cidadão, além de ter sido homenageado e reconhecido internacionalmente, inclusive pela Organização Latino Americana de Administração, dentre outras entidades.
Ocupou os seguintes cargos na Administração Pública:
Superintendente Executivo da Secretaria da Administração; Diretor de Recursos Humanos e Escola do Governo da Agência Goiânia e Negócios Públicos; Diretor Administrativo da CELG; Vice-presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás.
Reconhecimento e impulso em todo o pais:
A trajetória classista é marcada pela valorização. Um dos principais feitos de Samuel Albernaz, à frente do Conselho Regional de Administração de Goiás e Tocantins, nas gestões de 92/93 e 96/2003, foi conquistar o reconhecimento do CRA.GO/TO em todo o país e na América Latina. Este respeito pode ser claramente demonstrado pela adoção do modelo de gerenciamento colocado em prática a partir de seu primeiro mandato.
Houve um crescimento significativo da valorização da profissão, bem como da Ciência da Administração e o seu reconhecimento social, Hoje o CRA-GO/TO é atuante, dinâmico e independente.
Na gestão de Samuel Albernaz, o CRA GO/TO buscou uma alteração mais decisiva, conquistando espaço e vencendo desafios e fazendo as prerrogativas profissionais.
Além de implantar um programa de fiscalização do exercício profissional, adquiriu três sedes próprias, das em Goiânia e uma em Palmas. Adquiriu áreas para a constituição de Delegacias em Itumbiará e Rio Verde.
Após estes passos implantou o projeto Educação Continuada (reciclagem) . Foram centenas de palestras, debates e cursos. Criou ainda eventos, tais como CONAD , ENADE, EPROCAD e ENATO), com o objetivo de integrar os administradores e acadêmicos. A maior conquista de Samuel, entretanto, foram as realizações de todos os eventos da categoria pelo CRA GO-TO.
Samuel Albernaz teve seu trabalho reconhecido internacionalmente. Foi eleito vice-presidente da OLA - Organização Latino Americana de Administração, bem como recebeu diversas condecorações do Sistema CFA/CRA/s, OLA, IES, FEBRAD e Centros Acadêmicos.
É conferencista consagrado internacionalmente, portanto exemplo para as personas que assinam o apelodi/o de família ALBERNAZ.
( Ver http://.samuelalbernaz.com.br/secao.php?categoria=Biografia )
GENEALOGIA E HERÁLTICA
EDITORIAL ENCICLOPÉDIA DE LISBOA
No Editorial Enciclopédia citada acima, encontramos o seguinte texto a respeito do apelido de família ALBERNAZ.
ALBERNAZ: Família antiga da qual se conhece no fim do século XIII e começo do seguinte D. MARGARIDA ALBERNAZ, Segunda mulher de Nuno Fernandes Cogominho, almirante do Reino em Tempo de D. Diniz, almotace-mor de D. Afonso IV e chanceler-mor de D. Pedro I, filho de D. Fernão Fernandes Cogominho e de sua mulher, D. Joana Dias.
D. MARGARIDA DE ALBERNAZ e seu marido deixaram geração, procedendo deles os Cogominhos e fundaram a capela Nossa Senhora da Misericórdia da Sé de Lisboa, onde, em túmulo com figura jacente e as armas dos "Albernazes" e dos " Gogominhos" , jaz o corpo desta senhora.
No ano de 1378 institui-se um vínculo que uniu à capela de Santo Estádio da Sé de Lisboa, MARTIN AFONSO DE ALBERNAZ. Nos registros de D. João I também figura outro ALBERNAZ, ÁLVARO MARINS ALBERNAZ, dos Poços do Luminar, talvez filho daquele, como faz supor o patronímico.
(DA ESPANHA PARA PORTUGAL)
No tempo de D. Afonso V passou a Portugal FERNÃO CARRILHO DE ALBERNAZ , que se casou com Maria Borges , de quem nasceu FERNÃO BORGES DE ALBERNAZ, morador em Guimarães , pai de DIOGO BORGES ALBERNAZ, natural da mesma vila, que viveu na ilha da Madeira, onde deixou geração, e teve Carta de Brasão de Armas em 30.III.1538, e de MARTINS MESQUITA BORGES (ALBERNAZ) , morador em Goa, que também tirou Brasão de Armas no ano de 1562. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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FAROL DE ALBERNAZ NA ILHA DAS FLORES, NO ARQUIPÉLAGO DE AÇORES - PORTUGAL
HOMENAGEM Á FAMÍLIA ALBERNAZ
Foto do Farol, gentileza do Sr. João Costa, residente em Portugal, para quem " o farol da ponta de Albernaz é belo e imponente, tendo vista dominante sobre o mar majestosa! ( sic)
As técnicas de navegação desenvolvidas pelos portugueses, incluindo judeus residentes e/ou nascidos no Estado-nação de Portugal, como o manejo de velas para avançar contra o vento e a descoberta do exato das correntes marítimas, espelhadas nos dois hemisférios, os levaram ao Arquipélago de Açores, por muitos denomino de uma Atlântica em forma de arquipélago, graças à beleza de suas nove ilhas.
Segunda consta, a frota liderada por Diogo de Silves, que operava segundo as teorias de Dom Henrique, o Navegador, "descobriu" a Ilha de Santa Maria, em 1427. Depois, ao longo de vinte anos, foram descobertas as outras oito Ilhas: São Miguel, Terceira, São Jorge, Pico, Faial, Flores, e Corvo, que hoje constituem o Região Autônoma de Açores, cujo nome deriva de ave, de igual nome.
Parada obrigatória dos navegadores que se dirigiam à África, às Índias e à América, incluindo o Brasil, para muitos historiadores os açorianos ajudaram na colonização do Sul do Brasil, participando na formação da cidade de Porta Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, região onde aportam personas com o apelido de família Albernaz ( daí a pergunta, teriam os Albernaz do sul vindos dos Açores.
Temos notícias de famílias norte-americanas com o apelido de Albernaz que têm raízes em Açores, mais precisamente de Faial e de Flores.
O Farol de ALBERNAZ, situado na Ilha das Flores em Açores, é o único existente que ainda funciona a geradores, dos cinqüenta e um existentes em Portugal, e nele vivem quatro faroleiros com seus familiares.
Situado na costa norte da ilha ocidental do arquipélago açoriano, o Farol de ALBERNAZ começou a funcionar a 28 de janeiro de 1925.
Um responsável pela Direção-Geral dos Faróis, contatado pela Agência Lusa, disse que o farol tem dois problemas: não dispor de água da rede e de eletricidade.
Marinha de Guerra de Portugal não dispõe de verbas para solucionar estes problemas, que viriam a melhorar muito a qualidade de vida, acrescentou.
Tempestades assolam com freqüência e persistência aquela região. Os meses de julho e agosto são os mais sossegados. Em qualquer dos outros meses, registram-se temporais de uma intensidade ordinariamente maior do que nas ilhas orientais. Daí a importância do farol para a navegação.
O Farol de ALBERNAZ foi construído num parcela de terreno de pastagem pertencente a João Lourenço e adquirido por expropriação amigável pela quantia de 3.500 escudos.
Começou a funcionar a 28 de janeiro de 1925, na costa norte da Ilha das Flores.
O edifício consta de uma torre circular de alvenaria , branca, com anexos de um só pavimento, para habitação de faroleiros e deposito de material.
A torre mede 9,5 metros de altura, desde o terreno até à aresta superior da cornija. O plano focal da luz fica a 12,5 metros acima do solo.
O alcance luminoso, em transparência atmosférica, foi, de início, de 28 milhas. É visível de 25 a 258 graus pelo sul do Corvo, onde é interceptado por esta ilha, num setor de 10 graus, de 204 a 214 graus.
Substituída a primeira fonte luminosa pelo sistema de incandescência pelo vapor de petróleo em 1938, o alcance luminoso ver-se-ia aumentado para 33 milhas.
Eletrificado pela montagem de grupos eletrogênios no ano 1956, passou a utilizar uma lâmpada de incandescência de 3.000 watts, que novamente lhe proporcionou maior alcance.
A Ilha das Flores é a mais ocidental das ilhas do arquipélagos dos Açores, ficando aproximadamente a 120 milhas da ilha do Faial.
O Farol de ALBERNAZ ocupa um área de 143 km2
A ilha não tem recursos oficiais, nem barcaças de água, nem combustíveis, nem mantimentos em abundância. A agricultura é a base da sua economia.
Muitos dos seus terrenos, em vez de serem semeados, formam extensas "relvas", onde pastoreiam animais para exportação, bem como para produzirem leite para sustento dos habitantes e fabricação de queijo e manteiga ou para conseguir agasalhos. ( in a http://www.passport/~voice/719VC10.html) (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos).
Notamos que, em alguns mapas da Ilha das Flores, Açores, o nome do Farol aparece como ALBARNAZ. Mas segundo, Vieira Albernaz, jurista português, o apelido de família de família Albernaz tem sofrido algumas "adulterações" linguísticas ao longo do tempo. As vezes ele é apresentado com o grafia "alvernaz" , "albornoz", "albernoz" e mesmo "albarnaz, acrescentamos.
No Norte de Portugal é comum trocar-se o "b" pelo "v", como ocorreu com o Patriarca das ìndias Dr. José Alvernaz, que Telmo Vieira Albernaz conhece na Ilha Terceira , Açores.
O correto, contudo, é ALBERNAZ, como aparece no mapa que o pesquisador tem em mãos " Ponta de Albernaz., nos Açores.
PERSONAS DE APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ QUE RESIDIRAM OU NASCERAM NA ILHA DAS FLORES, EM AÇORES-PORTUGAL
MARGARIDA ALBERNAZ, ROQUE DIAS ALBERNAZ, DOMINGOS NUNES ALBERNAZ AFONSO HOMEM DA COSTA ALBERNAZ, ANTÔNIO GOMES ALBERNAZ CATARINA ALBERNAZ (Ver página 3, anotações sobre a Ilha das Flores, in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz).
Ob. : Pedimos por e-mail mais informações aos representantes do Governo de Açores sobre famílias com cognome ALBERNAZ.
IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA - FORMINHÃO - PORTUGAL
Igreja Católica Apostólica Romana de Formilhão mandada construir por um ALBERNAZ que regressou para Portugal do Brasil, no século XVIII ,gentileza do advogado lusitano TELMO VIEIRA ALBERNAZ, que reside em Viseu, cidade próxima de Forminhão.
Placa comemorativa da construção da Capela por FRANCISCO MENDES DA ALBERNAZ, na data de 1648.
FUNDAÇÃO DA "MATUTINA MEYAPONTENSE"
DE SAPATEIRO A PRIMEIRO TIPÓGRAFO DA PROVÍNCIA DE GOYAZ
MARIANO TEIXEIRA SANTOS ALBERNAZ
O jovem MARIANO TEIXEIRA SANTOS - ALBERNAZ -, filho de JOÃO DE FARIA ALBERNAZ e de MARIA TEIXEIRA SANTOS - ALBERNAZ - , à vida do campo, preferiu a cidade de Meia-Ponte, onde exerceu, inicialmente, a arte de sapateiro e depois a de tipógrafo.
Certo dia, MARIANO recebeu um chamado do comendador OLIVEIRA, persona de grande prestígio em Meia-Ponte, preocupado com as artes jornalísticas e com princípios liberais.
Vestiu-se, MARIANO, com sua melhor roupa e dirigiu-se à residência do Comendador, que lhe falou:
- Mandei chamá-lo , seu Mariano, porque necessito de uma pessoa como o senhor. É que comprei uma máquina para tipografia e pretendo fazer um jornal, assim lembrei-me que o senhor, habilidoso como é , poderá encarregar-se desse serviço. Sei que o senhor não entende, ainda, da arte, mas os padres Gonzaga e Amâncio da Luz têm instruções de como se deve fazer e lhe darão as necessárias explicações. Deixe sua oficina - de sapateiro - e venha, que terá melhor resultado.
Então Mariano , aceitando a oferta, vendeu sua oficina de sapateiro e se apresentou ao Comendador , passando a de sapateiro à tipógrafo.
Auxiliado pelos sacerdotes a que se referiu o Comendador, editou, em 5 de março de 1830, o primeiro número do jornal A MATUTINA MEYAPOTENSE, que usava, até o número 179, de Sábado, 21.05.1834 (? data não confirmada), em seu cabeçalho os lemas:
Ao lado esquerdo:" OS REIS SÓ SÃO LEGÍTIMOS QUANDO GOVERNAM PELA CONSTITUIÇÃO"
Ao lado direito: ''O DIREITO DE RESISTÊNCIA É DIREITO PÚBLICO DE TODO POVO LIVRE".
A MATUTINA teve, entretanto, sua publicação suspensa, em 1834, após a abdicação de D. Pedro I e sua ida para Portugal com o intuito de resgatar a coroa usurpada por seu irmão D. Miguel, das mãos da legitima herdeira Isabel.
Mas o registro do espírito de luta e formação democrática de MARIANO TEIXEIRA SANTOS ALBERNAZ ficou registrado nos anais de sua cidade, Meia Ponte, em Goyaz.
Na data de 16 de junho de 1836¸MARIANO, único tipógrafo da Província, recebeu oferta de trabalhar com vencimentos de 200$000 no CORREIO OFICIAL DE GOYAZ, na Capital do Estado, tendo editado o seu primeiro número em 3 de junho de 1837.
Em 31 de dezembro de 1867, MARIANO TEIXEIRA SANTOS - ALBERNAZ - aposentou-se como o primeiro compositor da tipografia provincial de Goyaz, com as honras de sua persona íntegra e respeitada.
( O relato acima foi feito a Jarbas Jayme por ANTONIO MARIANO DOS SANTOS - ALBERNAZ - filho de MARIANO TEIXEIRA SANTOS ALBERNAZ, em 28.7.1943, in New Page, por nos resumido)
Os sentimentos de brasilidade, republicano e democrático , como se vê, eram inatos nas personas de apelido de família ALBERNAZ, merecendo nosso respeito. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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OS CARTÓGRAFOS COM APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ
LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ, JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I , JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II, PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ, DENTRE OUTROS
Porto do Rio de Janeiro, de Albernaz

Com os descobrimentos, à medida que a civilização denominada de ocidental e cristã se pelo globo terrestre , igualmente, tomaram consciência de que para dominar as suas descobertas e conquistas deveriam também dominar os seus contornos, as distâncias e todo o conhecimento geográfico das novas terras. Neste momento nasceu a "cartografia náutica" . Rudimentar a princípio , mas sofisticada com o tempo. Era um trabalho que exigia conhecimento e arte.
No reinado de El Rei D. Diniz, as embarcações que empreendiam longos cursos levavam, a borda cartas de navegação, contudo sem confirmação de que seriam cartas elaboradas por cartógrafos portugueses.
O fato é que os primeiros cartógrafos teriam "nascidos" na Escola de Sagre, indicativo de que , no século XV, havia "portugueses capazes de desenhar cartas de marear", conforme indica o livro Tesouro da Cartografia Portuguesa, da Comissão dos Descobrimentos, dentre eles os de apelido de família ALBERNAZ, embora teriam eles origem judaica ou marranos, muito embora de nacionalidade português ( ver conceito de Estado Nação , Etnia e Marranos, e dados contidos na página 3, deste site)
A evolução das técnicas de cartografias atingiu o ponto elevado na Segunda metade do século XVI.
LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ fez parte da primeira geração de ilustres cartógrafos, considerados de nacionalidade portuguesa, Foi ele o responsável pelo primeiro levantamento cartográfico do litoral brasileiro.
Seguidores e descendentes de LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ e neto de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I , o cartógrafo JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, foi responsável pela criação de vários Atlas do Brasil , que recebeu como título " Descrição do Todo o Marítimo da Terra de Santa Cruz, chamado vulgarmente Brasil ", e que hoje encontram-se arquivados na Torre do Tombo" ou no Museu da Marinha de Portugal, em Lisboa, Portugal.
De JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I ou II é também a Carta Atlântica e do Pacífico Oriental.
De acordo com pesquisas de DORIS S. ALBERNAZ, LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ, JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I e JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II pertenceram a uma família que produziu seis gerações de "fazedores de mapas" , cartógrafos, desde o começo do século XVI ao final do século XVII, em Portugal.
Fala-se, também, em PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ.
Ainda, segundo pesquisa de DORIS ALBERNAZ, em 1775 a Biblioteca Real de Portugal, situada em Lisboa, teria sido destruída durante um terremoto. Os mapas dos "ALBERNAZES" estavam guardados na biblioteca e foram destruídos.
Diogo Barbosa Machado, um nobre português, possuía cópias de vários mapas e os doou ao Rei, contribuindo para a restauração da biblioteca.
Os livros contendo estes mapas foram trazidos ao Brasil no começo do século XIX para que não caíssem nas mãos do exército de Napoleão, quando D. João, então regente do Reino Unido de Portugal, do Brasil e Alveres, transferiu a Corte para o Brasil.
Com a volta de D. João VI para Portugal, já coroado Rei, face à morte de D. Maria I, os livros teriam retornado à Portugal.
Nas comemorações aos quinhentos anos da descoberta do Brasil, os mapas foram expostos nos Brasil, tendo voltado para Portugal, estando na Biblioteca da Marinha, conforme o Jornal do Brasil, edição de 14.janeiro.2000, noticiou. (cf. Vista Alegre Revista Virtual , de Portugal, e e-mail de Doris S. Albernaz, USA).
Destaca-se que, a Biblioteca de Port de Toulon possui um conjunto de quatro mapas não assinados, mas que Armando Cortesão e Avelino da Mota, na obra "Portugaliae Monumenta Cartographica" identifica como sendo da autoria de JOÃO TEIXEIRA ALBERNÁS ( aqui grafado com S e não Z). Os dois primeiros, reproduzidos in Grandes Personagens da Nossa História. Mapas Históricos Brasileiros. Ed. Abril Cultural, página 39, apresentam a América do Sul e parte da América do Norte, África, e Europa, já com característico contorno das cartas modernas. Preocupado em dar destaque apenas aos acidentes mais importantes, ALBERNÁS coloriu na América do Sul a montanha de Potosi, lendária região da prata, e o rio Amazonas, imenso caudal a desafiar a curiosidade dos europeus, a união das bacias do Prata e Amazonas parece refletir o desejo dos portugueses de que a ilha do Tordesilhas fosse uma fronteira natural.
Cortesão e Mota supõem que o cartógrafo ALBERNÁS ( aqui com "S" final , por ser português) teria elaborado estas cartas entre os anos de 1632 a 1643, possivelmente em 1640. ( in Grandes Personalidades da Nossa História, Editora Abril Cultural, in e-mail de Víctor Hugo Albernaz Júnior ).
Mais. JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ II era filho de LUIZ TEIXEIRA ALBERNAZ e neto de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, talvez, irmão de PEDRO TEIXEIRA ALBERNAZ. No Pequeno Atlas do Maranhão e Grão Pará ( 1620) consta três cartas marítimas, de autor anônimo, mas, seguramente, nascidas na oficina de JOÃO TEIXEIRA ALBERNAZ I, que demonstra os importantes conhecimentos marítimos e geográficos obtidos pelos navegadores a serviço de Portugal, com a jornada do Maranhão ( expulsão dos franceses) e ações dos descobridores na Amazônia, após a fundação do Forte do Presépio , que deu origem à cidade de Belém ( In www.Br - Exp.500, desc., do Brasil).
A
presença de personas da família ALBERNAZ figuram na mais importante aventura do período feudal, talvez mais importante do que a aventura da conquista espacial, dado às dificuldades da época.( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devido créditos)O MORRO DE CAMBAMBI ABRIGOU DINOUSSAURO GIGANTEBISSO FOI DOADO POR PELA FAMÍLIA ALBERNAZ
No Museu de Pedras de Cuiabá o osso do dinoussauro gigante, parte do fêmur, que pesa cerca de 100 quilos e tem cera de um metro de altura, foi doado pela família Albernaz , da Chapada dos Guimarães, que também participou de uma das várias expedições, conforme e.mail recebido ( conf. site http://www.exitoweb.com.br/clientes/guia/165mto/dinoussauro.html)
ORIGENS DOS APELIDOS DE FAMÍLIA
Segundo Helder Pinto de Vasconcelos, in Jornal O POVO, edição de 26 de maio de 2002, até os primórdios da idade média, no continente europeu, de um modo geral, não existia o nome que é usado proposto ao nome de família, ou seja o sobrenome ( n. ob. melhor dizendo apelido de família)
.Os nobres eram conhecidos pelo seu nome associado a sua cidade ou ao seu feudo. Assim sendo, acresciam ao seu nome as suas origens geográficas: Ex. Juan de Toledo, Lous de Borgonha, John York etc., o que era transmitido para os seus descendentes.
Enquanto isso, a plebe, na impossibilidade de seguir as mesmas normas de seus senhores feudais, em relação à nominação de seus rebentos, por forma de caracterizar a sua paternidade e a criar um vínculo familiar nas gerações sucessivas, com o decorrer do tempo, passou a utilizar artifícios inerentes aos nomes dos pais, sendo tais adaptações nominais paternas apostas aos pré-nomes de suas proles.
Os escoceses adotaram as palavras "Mac" ou "Mc" ( filho em gaélico) para nomear seus descendentes. Ex. John Mac Artur, Mary C Adam, ou seja filho e filha de Artur e de Adam) Os irlandeses, com o mesmo intuito, adotaram o O( O com apóstrofe) , forma acoplada da palavra inglesa "of" .Ex. O'Hara, O'Sulivam ( filho do Hara e do Sulivam). Na Inglaterra, aconteceu o mesmo fato, com o acréscimo do sufixo "son" ( filho) .Ex. Johnson, Davidson , Wilson etc).
Essa tendência ocorreu também em diversas outras na nações européias , sendo que algumas eslavas optaram pelas desinências nominais "ov" ou "ev". Ex. Ivanov, ( filho de Ivan) Igorev ( filho do Igor) etc.
Da mesma forma, esse modismo chegou a Península Ibérica. Ai aconteceu um acomodação e uma adaptação lingüística, redundando basicamente em duas desinências, acrescidas ao final dos nomes paternos. Na Espanha, tal desinência foi "EZ". Em Portugal "ES", Ex. Alvez ( Espanha) ou Alves (Portugal) , filho de Alvo; Fernandez ou Fernandes , filho de Fernando etc. ( conf. E-mail de Sandra Albernaz).
Em nossa observação, na pagina 3, anotamos que, ALBERNAZ , com Z, refere-se ao apelido de família oriundo da Espanha, que em Portugal passou a ser grafado ALBERNÁS , com S. ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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FAMÍLIA ALBERNAZ E A FUNDAÇÃO DE TAUBATÉ
SEUS PRIMEIROS HABITANTES
Por volta de 1636, Jacques Félix deslocou-se para a região do Rio Paraíba do Sul com sua família, índios, escravos e gado. A região já era ocupada pelos índios Feromini e Puri, que a chamavam de Tabaeté ( taba verdadeira).
Em 5 de dezembro de 1645, passou a ser Vila de São Francisco das Chagas de Taubaté e em 5 de agosto de 1842 alcançou a categoria de cidade. Com o intuito de povoar Taubaté ( antiga Taboaté, Taoboathé, Taybaté, Thaubaté, Tabuathé,) Jacques Félix construiu a Igreja Matriz, a Cadeia e a Casa do Conselho.
Taubaté desempenhou relevante papel na evolução histórica e econômica do país. Foi núcleo irradiador de bandeirismo, destacou-se no surto cafeeiro e após superar graves períodos de crise econômica e social.
As primeiras famílias a provar Taubaté foram ALBERNAZ, Barreto, Bueno, Cabral, Costa, Gil, Siqueira, dentre outras.
Atualmente, a cidade tem aproximadamente 300.000 habitantes, e destaca-se como a Segunda Melhor Cidade do Brasil para se viver. ( cf. Portal dos Cartórios, de Taubaté).(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos).
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MULHER DE APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ E A OAT - OFICINA ABRIGADA DE TRABALHO -
MARLENE MANGABEIRA ALBERNAZ, EXEMPLO DE TRABALHO SOCIAL
A "Oficina Abrigada de Trabalho" tem como missão oferecer às pessoas portadoras de necessidades especiais, diferentes vivências de trabalho , num processo educativo em ambiente terapêutico, possibilitando-lhes treinamento, capacitação e habilitação para o encaminhamento ao mercado de trabalho.
" A família do aprendiz, afirma MARLENE MANGABEIRA ALBERNAZ, presidente da Shalom Liga Israelita do Brasil, também é preparada para utilizar seus recursos pessoais e para auxiliar seu desenvolvimento como cidadão participante da força de trabalho, através dos grupos de orientação familiar. Além disso, explica MARLENE MANGABEIRA ALBERNAZ, a OAT incentiva e apóia o trabalho voluntário, mantendo suas portas abertas para quem deseja colaborar com ações filantrópicas."
A OAT é reconhecida internacionalmente.
Durante o Congresso Mundial da World Union for Progressive Judaism. Em 1955, a OAT recebeu prêmio "TIKUN OLAM" ( A Criação de Um Mundo Melhor ) , concorrendo com inúmeras outras entidades do gênero, de todo o mundo. ( in Entinte OAT).
Pensamos que, a cidadã MARLENE MANGABEIRA ALBERNAZ acredita que é de responsabilidade da humanidade aperfeiçoar o mundo que vivemos, tornando uma sociedade fraterna, de forma a que os povos terão lábios puros para dizer palavras de amor.
Fica aqui registrado, em síntese apertada, o trabalho desenvolvido por mulheres valorosas, desta entidade presidida, atualmente, por uma mulher que enobrece a família ALBERNAZ .(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
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TRABALHANDO COM AS MÃOS

NION ALBERNAZ
EXEMPLO DE ADMINISTRADOR PÚBLICO
ION ALBERNAZ, do ramo da família FARIA ALBERNAZ, descendente de SALVADOR FARIA ALBERNAZ e de BERNARDO ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ, ex Deputado, ex Prefeito de Goiânia
NION ALBERNAZ, professor e diretor de Escola, Vereador em Goiânia, Estado de Goyaz , Prefeito da mesma cidade por duas vezes e deputado constituinte, seguiu os passos de seu ancestral BERNARDO ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ, acima indicado.
A respeito de sua gestão como Prefeito Municipal de Goiânia, NATA SHYNTIA destaca o programa Trabalhando Com as Mãos, criado em 1989, destinado aos meninos e às meninas de 14 a 17 anos, com o escopo de profissionaliza-los. São cerca de 37 curtos abrangendo marcenaria, embalagens, enfeites, pátina, doces, quitanda etc. .As aulas tem duração de quatro horas por dia. Exige-se que a criança ou o adolescente freqüente a escola e a família não pode ter renda mensal acima de dois salários mínimos.
Participam do programa crianças e adolescentes de rua, portadores de deficiência e idosos.
Há assistência médico-odontológica para os participantes, uniforme lanche e meio salário mínimo para aumentar a renda familiar.
A jornalista dá o seguinte depoimento:
"Yara tem nome de sereia. Mas é uma menina com os pés no chão. Aos 14 anos, trabalha numa oficina de flores de massinha. Paciência e fé são os principais ingredientes utilizados por ela. De pétala em pétala, ela alimenta o sonho de ser alguém na vida. " No futuro, vou abrir minha própria lojinha de arranjos artesanais", garante. As flores surgiram no caminho de Yara na mesma época em que o cheiro do chocolate invadiu as tardes de Elias. Foi há oito meses, quando ambos se tornaram aprendizes do programa COM AS MÃOS, da Prefeitura de Goiânia. Na oficina de bombons, Elias faz bolo e pão de mel. Para ele, o aprendizado e tão gostoso quanto importante. Yara e Elias recebem meio salário mínimo por mês trabalhando. Junto com o dinheiro, vêm algumas responsabilidades de gente grande, como ajudar a pagar as despesas de casa. Com os 20 reais que sobram, Elias compra roupa e o que mais der. Yara sempre usa os 15 reais que lhe restam para comprar roupas, brincos, batom. Os dois bem que poderiam se dedicar apenas aos estudos e usar o tempo livre para se divertir. Mas não trocam a vida que têm por nada nesse mundo: " Estando lá, a gente não gasta o tempo na rua ou com bobagens. Aprende uma profissão e sabe quanto as coisas custam", agradecem." ( in http://www.popular.com.Br) ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos).
NOTA: NION ALBERNAZ foi prefeito de Goiânia, GO em dois períodos: 01.01.89 a 31.12.92 e de 01.01.97 a 31.12.200.
O comentário acima foi publicado na internet.
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JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ
" O REPUBLICANO"

JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ E SUA ESPOSA MARIA SALLES DE FARIA ALBERNAZ
CIDADÃO SAPATEIRO, CIDADÃO CARPINTEIRO, CIDADÃ DE PRENDAS DOMÉSTICAS, CIDADÃO BACHAREL, CIDADÃO ENGENHEIRO ETC. NÃO HÁ MAIS PRIVILÉGIOS DE SANGUE: TODOS OS BRASILEIROS SÃO CIDADÃOS PARA O REPUBLICANO JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ.
O então cartorário de Mineiros, G.O. , JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ ao lavrar os atos jurídicos administrativos no Cartório do qual era titular, tais como Atas de Casamentos realizados, consignava diante do nome e da profissão dos consorciados e demais personas presentes no ato, a expressão CIDADÃO.
Assim, ficava consignado, no ato e em sua certidão, a exemplo CIDADÃO ENGENHEIRO FULANO DE TAL, CIDADÃ DE PRENDAS DOMÉSTICAS FULANA DE TAL, quer ao designar os nubentes ou as testemunhas do ato.
A expressão "CIDADÃO" ou "CIDADÃ" deixava claro que, com a proclamação de República, todos os brasileiros passaram à condição de "CIDADÃOS DA REPUBLICA", é dizer deixara de existir privilégios.
O trabalhador, o profissional liberal, o comerciante, o industriário , o industrial, o conde, o barão, enfim todos brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, a partir de 15 de novembro de 1889, passaram condição de "CIDADÃOS", nascidos iguais em direitos e obrigações, pelo menos formalmente. ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
O Estado deixou de ser da nobreza, tornado-se "re pública".
É pai de Agrícola de Faria Albernaz e avô de Víctor Hugo - de Faria - Albernaz.
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ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO DO ALIMENTO
AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ

A mesa está posta.
Arroz, Feijão, uma Carne e uma Salada guarnecem as travessas.
AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ, enquanto sua esposa e filhos se servem, toma a palavra e indaga:
- O que vemos na mesa , além do arroz , do feijão e misturas ?
Sem resposta ele verbaliza:
- Atrás do arroz, por exemplo, devemos ver o camponês que semeou o grão, que o irrigou, que o colheu; o trabalhador que o ensacou, que o comercializou no atacado e no varejo, enfim todos os que praticaram os atos de produção, circulação, distribuição até sua entrega ao consumo.
No mais das vezes, pondera , muitos daqueles que contribuíram para que pudéssemos consumir o feijão, para saciar nossas necessidades orgânicas, jamais dele se alimentarão.
Essa era a oração que AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ transmitia a seus filhos, sonhando com a sociedade futura fraterna e solidária. (in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
É pai de Víctor Hugo - de Faria - Albernaz
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DE EMPREGADO DE SERVIÇO A PROCURADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, PROFESSOR UNIVERSITÁRIO E SECRETÁRIO MUNICIPAL
VÍCTOR HUGO - DE FARIA - ALBERNAZ

VíCTOR HUGO - DE FARIA - ALBERNAZ, Procurador do Estado aposentado, descendente dos Albernaz de Taubate SP e de Goyas velha GO., 11a. geração desde Dona MARIA DE FARIA ALBERNAZ, que foi casada com FRANCISCO JORGE DA PAZ, passando por SALVADOR DE FARIA ALBERNAZ, JOAQUIM VENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ e AGRÍCOLA DE FARIA ALBERNAZ, este seu pai , foi registrado na cidade de Guará, 1936, mas teria nascido em 1934 (?*), casado com CIRINÉA DE ALMEIDA LIMA ARANTES ALBERNAZ, advogada e professora, pai de VÍCTOR HUGO ALBERNAZ JÚNIOR, Procurador do Estado de São Paulo, nivel V, Mestre em Direito Privado, pela Universidade de São Paulo, campus de Franca, titular da Academia Ribeirãopretana de Letras Jurídicas, membro do Conselho da Procuradoria Geral do Estado, eleito para o período 2005/6, atualmente é Defensor Público do Estado de São Paulo e membro do Conselho da Defensoria Pública, além de Coordenador da Defensoria Regional de Ribeirão Preto, S.P. e de VARNER HUGO ALBERNAZ , Juiz de Direito do Judiciário Paulista ( ver página 3), de prestador de serviços gerais alcançou, graças ao seu esforço e pertinácia, vários cargos públicos e privados.
É bacharel em Direito e Ciências Sociais, pela Faculdade de Direito do Triângulo Mineiro, Uberaba, MG (1963); Professor do Ensino de Superior, com Habilitação em Direito Público, Especialização em Direito Administrativo, pelo Centro da Universidade de Ribeirão Preto, São Paulo, mediante defesa de tese (1982); Técnico em Contabilidade , pela Escola de Contabilidade Amaro Cavalcanti, Ribeirão Preto S.P.; Cursos de especialidade em Direito Tributário, pelo Centro de Pós-Graduação da Universidade de Ribeirão Preto, S.P. (1972), Direito Público, pela Pontifícia Universidade Católica , Campus de São Paulo (1978); Direito Civil, pelo Curso de Pós-Graduação da Universidade de Ribeirão Preto SP; (1971); Cursos de Aperfeiçoamento: Curso Intensivo de Administração de Empresas, pelo ]Centro de Pós-Graduação da Universidade de Ribeirão Preto (1972); Curso de Direito Processual , pela Universidade de São Paulo, Campus de São Paulo , 1971;Curso de Temas de Direito Público, pelo Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo . 1976; Curso de Monografia - Ato Administrativo, pelo Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, 1978, Curso Sobre Temas Relevantes para Advocacia Pública, pelo Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, 1982; Curso Sobre Desapropriação, pela Centro de Estudos da Procuradoria do Estado de São Paulo ,1982; Curso de Monografia - ICM - , pelo Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (1982);Curso de Direito Público, Lei de Responsabilidade Fiscal, pela Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de São Paulo , 2001. Participação em Congressos: VII Congresso Brasileiro de Direito Constitucional, pelo Instituto Brasileiro de Direito Constitucional e Universidade Federal de Alagoas, Maceió, Al, 1986; Congresso Nacional dos Procuradores do Estado, Curitiba, PR 1987;Congresso Mundial dos Juristas Democráticos Americanos, pela Associacion Americana de Juristas, Havana, Cuba, 1987; XX Congresso Nacional de Procuradores Municipais, pela Associação dos Procuradores dos Municípios , Blumenau , PR , 1986, IV Encontro Nacional de Direito Constitucional, pela Associação Brasileira dos Constitucionalistas e Universidade de São Paulo, S.Paulo, 1996; Conferência Nacional de Concessões de Parcerias, pela Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, S.P., 1997,; Encontro Nacional de Estudos Legislativos, pelo Instituto de Estudos Legislativos, Foz de Iguaçu, PR 1992).Trabalhos Jurídicos: Livro de Direito Administrativo, Tese do Curso de Especialização 3o. Grau, Área de Direito Público, pela Universidade de Ribeirão Preto, S.P.aprovada, por unanimidade. 1982; Livro de Questões Administrativas para Concurso Público (1983; Direito Administrativo e Evolução das Relações Sociais e Jurídicas , 1986; Lei Orgânica do Município de Ribeirão Preto ( em andamento, face as mudanças constitucionais).
Experiência Profissional: a) Atividades Privadas : Casas Pernambucanas;Banco Artur Scatena S.A., Serviço de Entregas Rápidas, Gás Brasileiro S.A. - 1948 a 1956 -, Advocacia: Advogado militante desde 1964; Advogado do Sindicato dos Trabalhadores da Usina Junqueira de Igarapava, 1966/67, Advogados do Sindicatos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo . até 31.3.1964; Diretor Administrativo da Orplan SA - Promotora da Vendas, Ribeirão Preto S.P., 1967/75; Advogado da Faigon S.A., Financeira e Investimento, Ribeirão Preto, SP., 1967/75. Magistério: Professor de Direito Administrativo, Introdução à Ciência do Direito e Direito Civil,na Faculdade de Direito Laudo de Camargo, da Universidade de Ribeirão Preto, S.P. 1966/86; Professor de Economia Política e Direito Usual, na Escola Técnica de comércio da Associação de Ensino de Ribeirão Preto, da Universidade de Ribeirão Preto, 1966/67; Professor de contabilidade , na Escola Técnica de Contabilidade de Igarapava, S.P.1965. Atividades Públicas: Federal: Funcionário Administrativo do Ministério da Guerra, 5a CRM, de Ribeirão Preto SP, 1957/1959; Circunscrito da 5a CRM, Ribeirão Preto, S.P. Reservista de 1a categoria, 1954/55; Estadual: Procurador do Estado de São Paulo, por concurso público de títulos e provas, 1970-1988, lotado na Procuradoria Regional de Ribeirão Preto, S.P., tendo exercido os cargos efetivos e comissionados de Procurador Subchefe Nível I, Subchefe nível II. Procurador Chefe da Regional, Procurador Chefe do Gabinete do Procurador Geral do Estado, na Capital, substituto do Procurador Geral do Estado e do Presidente do Conselho da Procuradoria Geral do Estado. Aposentado como Procurador do Estado Chefe, Nível V, no exercício de Chefe da Procuradoria Regional de Ribeirão Preto, S.P. ; Orientador Trabalhista e Previdenciário, da Secretário da Administração e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, por concurso de prova e títulos , 1968/70, Exator da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, por concurso de provas e títulos, tendo exercido as funções de escrivão e coletor e chefe do Posto de Fiscalização, 1959/63; Municipal: Assessor Técnico Jurídico, Assistente de Secretário dos Negócios Jurídicos e Secretário dos Negócios Jurídicos,em comissão, da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, S.P. , 1993/96, governo PT/PSDB, tendo participado da elaboração do ante-projeto da Lei do Plano Diretor do Município, ante-projetos de Leis e Contratos de Concessões de Parcerias do Município, com entidades públicas e privadas, elaboração técnica jurídica do projeto de Licitação do Distrito Empresarial do Município de Ribeirão Preto, ante-projeto da legislação complementar ao Plano Diretor.
Atividades Associativas: Sócio fundador da Associação dos Advogados de Ribeirão Preto S.P., tendo exercidos os cargos eleitos de Conselheiro, Vice-Presidente e Presidente, sendo atualmente, Conselheiro nato e Sócio Honorário da entidade, por decisão da Diretoria; Tesoureiro da 12a Secção da Ordem dos Advogados de Ribeirão Preto, Sp., Presidente fundador da Associação dos Moradores de Ribeirânia - Amor - , e Presidente de seu Conselho Diretor; Membro do Instituto de Economia da Associação Comercial de Ribeirão Preto (1972/74) S.P., Sócio da Sociedade Recreativa de Ribeirão Preto SP. Patronato: Patrono da Cadeira 3a da Academia Ribeirãopretana de Letras Jurídicas, Ribeirão Preto, S.P. Homenagens: Recebeu diversas homenagens de acadêmicos, da Associação dos Advogados, dos Poderes Públicos etc. dentre elas o Cartão e Diploma de Mérito Legislativo de Ribeirão Preto S.P. , pelos serviços prestados à comunidade como cidadão e como Secretário dos Negócios Jurídicos , quando do 125o. aniversário da Câmara Município de Ribeirão Preto, por votação unânime dos Vereadores, em 1999. Foi incluído, entre as 197 personalidade de Ribeirão Preto S.P., no livro " Galeria dos Notáveis", de Adalberto F.Camello, 1a. edição, maio/1999, publicação com patrocínio da UNIP, 2a. ed. em 2002;
Atividades políticas: Nos anos 50 participou do movimento em prol da defesa do petróleo, denominado "O Petróleo é Nosso", da Frente Nacionalista Parlamentar, sendo um dos participantes do Núcleo Nacionalista de Ribeirão Preto - S.P., que culminou com a aprovação da lei que criou a PETROBRÁS S.A.; participou do movimento contra o "Acordo Roboré", com o tema "Acordo Roboré é um Torpedo contra a Petrobrás"; participou Associação dos Estudantes Secundaristas, e da União Nacional do Estudantes, do Sindicato dos Comerciários; participou do movimento contra o Golpe de 11 de novembro de 1954, que tentava impedir a posse do então presidente-eleito J.K. , ao lado das forças democráticas, lideradas pelo Marechal Lot, quando servia ao Exército Brasileira, na 5a CRM; participou da luta pela posse do vice-presidente da República, João Goulart, face à renúncia do presidente Jânio Quadros, movimento denominado Cadeia da Legalidade, de âmbito nacional; participou, como presidente da Associação dos Advogados de Ribeirão Preto nos movimentos pela redemocratização do Pais e contra o golpe civil-militar de 1964, que durou cerca de 20 anos, e do movimento pelas Eleições Diretas, que culminou vencedor, anos depois. Foi filiado ao Movimento Democrático Brasileiro , ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro, sendo que, atualmente, é filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira, identificado com a ala liderada pelo ex-Governador Mario Covas ( falecido), sendo favorável ao princípio do multipartidarismo, democrata conseqüente, que é. Fundou , foi conselheiro, Presidente da Diretoria e do Conselho Diretor da Associação dos Moradores de Ribeirânia, Ribeirão Preto, S.P., sendo atualmente membro do seu Conselho Diretor.
Atualmente, aposentado, após 52 anos de trabalho, autodidata, desenvolve trabalhos de pesquisa na área de Direito Público: Constitucional e Administrativo. Faz estudos de Filosofia e Religião.
Foi homenageado pela Câmara Municipal de Ribeirão Preto, com a Medalha da Edilidade e Diploma de Honra ao Mérito pelos serviços prestados à comunidade, como cidadão, advogado, Procurador do Estado e Secretário dos Negócios Jurídicos.
Empresta seu nome à Cadeira número 32, da Academia de Letras Jurídicas de Ribeirão Preto - Estado de São Paulo.
Pesquisa a etnia e identidade das personas que adotaram apelido de família "ALBERNAZ", com a colaboração de vários membros da família, conforme créditos indicados, eticamente.

(Cf. publicação do jornal A CIDADE de Ribeirão Preto, entre outras periódicos, resumido por seus filhos, Victor Hugo e Varner Hugo,quando de sua posse como Secretário Municipal, sem revisão do mencionado).
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PLANALTINA ( Brasília ) TEVE PRESENÇA DE PERSONA DE APELIDO DE FAMÍLIA ALBERNAZ EM SUA FORMAÇÃO
PRESIDENTE DA PROVÍNCIA DE GOIÁS BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ
Uma vez mais a presença do Cel. BERNARDO ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ se destaca na história brasileira.
No ano de 1891, o arraial de São Sebastião foi elevado à categoria de Vila por Decreto do Presidente da Província de Goyaz , BERNARDO ANTONIO DE FARIA ALBERNAZ, desmembrando-se de Formosa, Passou , em 1892, a denominar-se Altamir, e , 1917 tomou o nome de Planaltina.( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
Ver história de Planaltina.
CORONEL MANÉ ALBERNAZ UM DOS OBREIROS DA
CHAPADA DOS GUIMARÃES
Em tempo idos, MANOEL MARIA ALBERNAZ, mais conhecido por Coronel Maneco Albernaz, nascido no Estado de Mato Grosso, então comandante de uma lancha, denominada "15 de Maio" , navegava no Rio Cuiabá, em longas e contínuas viagens, transformando material de construção que serviram para a edificação das primeiras casas na cidade de Cuiabá, hoje capital do Estado de Mato Grosso. Foi ele Delegado de Polícia em Paranaita MT, tendo, adquirido uma propriedade denominada Sesmaria Pedra Grande, aproximadamente 100 km de Chapada dos Guimarães, onde passou a criar gado na larga, explorava engenho de cana de açúcar , produzindo melado e rapadura, além de queijo, banha de porco, carne de sol e outros derivados de fazenda, que comercializada em Cuiabá.
As viagens de sua propriedade até Cuiabá duravam cerca de três dias, passando por rios, matas, paredões, com a vantagem de apreciar a beleza exuberante de Chapada dos Guimarães - MT, senso que o trajeto era feito em "boi e carga".
De Cuiabá "Cel. Maneco Albernaz" trazia para sua propriedade produtos manufaturados, os quais vendiam ou fazia escambo.
Na Chapada era o Cel Maneco muito respeito, por ser prestativo e grande benfeitor da comunidade. considerado um dos chefes políticos, de índole democrática, porque não se sentia "dono" , mas apenas um integrante da população, sendo considerado um dos fundadores do lugar.
Deixei herdeiros, que estão sendo pesquisados e relacionados na página 3, com a colaboração de Cássio Albernaz ( cf. e-mail). ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com os devidos créditos)
DEFESA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
DE TERCEIRA GERAÇÃO
ENGENHEIRO FERNANDO ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ
No seu caminhar, a sociedade humana vem construindo os direitos fundamentais do homem e do cidadão, objeto da Declaração dos Direitos formulada pela Organização das Nações Unidas - ONU - , desde 1948, com posteriores acréscimos e aperfeiçoamento.
Com a vitória do terceiro estado frente à nobreza feudal os direitos à igualdade jurídica, à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade foram esculpidos nas Constituições dos Estados de Direito nacionais, como expressões dos interesses da burguesia revolucionários e seus aliados, constituindo-se nos direitos fundamentais de primeira geração.
Na entrada do século XX, as várias categorias sociais de empregados conquistaram os direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao salário mínimo, à dada jornada de trabalho, ao descanso semanal remunerado, às férias, ao lazer, à previdência social, à proteção da maternidade e da infância, à assistência aos desamparados e , mais recentemente, ao direito a uma dada renda familiar essencial a subsistência, que constituem-se nos direitos fundamentais de segunda geração, como expressão de seus interesses, igualmente, elevados à categoria de direitos constitucionais.
Nos meados e final do século XX, a cidadania e a Sociedade Civil conquistaram frente à Sociedade Política os direitos difusos e coletivos, é dizer, os direitos fundamentais de terceira geração, consistentes no direito ao desenvolvimento sócio-econômico com qualidade de vida e bem estar individual e coletivo, abrangendo as expressões de interesses das várias categorias sociais de empregadores e de empregados, portanto acima dos interesses de classes, que foram gizados nas Constituições dos Estados Democráticos de Direito, nos quais o adjetivo "democrático" qualifica tanto o Estado como o Direito.
Algumas das normas constitucionais são de eficácia plena e aplicabilidade imediata, outras contidas ou programáticas, dependentes de regulamentação infraconstitucional , mas de observância obrigatória ao atuar dos agentes públicos das três esferas de funções do Estado: legislativa, executiva e judiciária.
No Brasil, a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, observados os princípios gizados na Carta Magna, dentre eles o da " defesa do meio ambiente", suporte ao bem-estar e melhor qualidade de vida do cidadão e do conjunto da sociedade.
A cidadania, a Sociedade Civil através das organizações não-governamentais (ONG) e os entes estatais vêm buscando a realização e o cumprimento dos direitos fundamentais com o escopo de construir um mundo vindouro melhor e solidário, uma sociedade mais justa e fraterna.
Dentre essas personas, destacamos o cidadão FERNANDO ARIANI MANGABEIRA ALBERNAZ, nascido em Campinas S.P., em 03.07.1955, Engenheiro Mecânico, com Pós-Graduação em Gestão e Estratégia de Empresas, pela UNICAMP, que vem atuando em defesa e preservação do meio ambiente, buscando o bem-estar para a cidadania e a coletividade, como Membro-Titular dos Comitês de Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Estadual; Membro do Conselho Estadual de Recursos HÍdricos; Membro do CONDEMA - Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de LIMEIRA, cidade onde mantém domicilio, dentre outras atividades, devendo emprestar seus conhecimentos, experiência e dedicação à causa pública ao Conselho Nacional das Cidades, do Ministério das Cidades, como membro-suplente, convocado que foi pelo Governo Federal, a partir de 2004.
Sua postura e desprendimento diante dos interesses da cidadania e do conjunto da Sociedade Civil, contribuindo na defesa do meio-ambiente, servem de exemplo a todos os cidadãos e especialmente às personas que adotaram o apelido de família ALBERNAZ, desde a medievo. ( Texto de Víctor Hugo Albernaz, Procurador do Estado, publicado em jornal de Ribeirão Preto).
Nota: O texto não foi submetido à apreciação do Engenheiro Fernando Ariani Mangabeira-Albernaz.
UM INDIVÍDUO ALÉM DO TETO
AZOR ALBERNAZ ( PERSONAGEM)
AZOR ALBERNAZ é personagem do romance " O indivíduo além do teto" de Virgílio Moretzsohn.
" O indivíduo além do teto" recupera , através das claves ficcionais, os passos de Cristo, trazendo-o dos desertos da Galiléia para as ruas do Rio de Janeiro, na década de noventa. Portanto, atualíssimo. O texto "vive" as vésperas do terceiro milênio, e a personagem, AZOR ALBERNAZ, carrega no corpo todas as vigências do homem qualquer, embora a alma "sinta" a grandiosidade da tarefa. Professor de literatura e cultura brasileira, jornalista, o autor assina pactos com a objetividade. Assim, muitos acontecimentos que marcaram o Brasil de abril a setembro de 1997 ( o tempo em que o trabalho foi escrito) aparecem discutidos e comentados pela personagem - AZOR ALBERNAZ -, que não se recusa , em nenhum instante, ao debate. Desde encontros com psicanalistas, até outros, com petistas em e empresários na Associação Comercial do Rio de Janeiro, passando por reuniões com estudantes universitários, o romance quer ser um suma civilizatória, "explicar" o país para os que aqui vivem, o que faz dele temático, desde que o tema seja o "mundo da vida". ( cf. Papel & Virtual Editora). ( in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com o devido créditos)
CURIOSIDADE
RAINHA FABÍOLA , DA BÉLGICA

Para muitos, a Rainha Fabíola, da Bélgica, natural das terras de Espanha, da antiga Sephard, dos templos bíblicos, pertenceria à linha dos ALBERNAZ e/ou ALBERNOZ, porque ALBORNOZ .
Na verdade, Dona Fabíola, Fernanda, Maria de las Victória, Antônia, Adelaida de MORA Y ARAGÓN ALBORNOZ, nascida em 11 de junho de 1928, na cidade de Madrid, Espanha, terceira filha de Don Gonzalo Mora Fernandes, Riera Del Olmo, Comte de Mora, Marques de Casa Riera, e de Dona Blanca de Aragón y Carrilo de ALBORNOZ, casada, em 15 de dezembro de 1960, com o Rei Baudouin, da Bélgica, tornado-se, assim, Rainha FABÍOLA da Bélgica, até a morte do Rei, tem descendência, por parte materna, de persona de apelido de família ALBORNOZ.
Se é certo que ALBORNOZ, ALBERNOZ e ALBERNAZ .s.m., como pesquisado, derivam de AL-BURNUS, no século X, da etimologia árabe, berbere, ou do Latim ALBURU, no sentido botânico, que tinha significado de abrigo, ou em siriaco BORNÓS, significando grande manto de lã com capuz, usado no deserto:" Um largo albornoz de lã grossa, em riscas pardas, orliado de franjas azuis, cobria-o até os pés ( c.f Eça de Queiroz, in "A Relíquia, pag. 230 , em vários dicionários, incluindo Houaiss).
ALBERNAZ, ALBORNOZ e ALBERNOZ , pois, derivariam de AL-BURNÛS em vez de AL-BURNUS, enquanto BUKRNUS9S), segundo Nascentes, seria variação afrancesada de BURNUS, em francês BURNOUS, ou, ainda de ALBA, no período medieval.
ALBA S.F ( s.XV), tem significado de ALVA ( primeira claridade), sendo que na literatura é gênero de poesia medieval, sobretudo lírica provençal, cujas composições se alude à despedida de dois amantes ao romper da autora.
ALBORNOZ , portanto, teria como primitivo ALBONA ,do germânico "ELFO ( ALBA), igual ALBERNAZ e ALBERNAZ, ou de ALBURNOZ, do latim alburnu,sm. Botânica, parte periférica e mais nova da madeira do tronco das árvores , de cor clara, onde as células vivas realizam a condução de água, de baixo para cima ( cf. Aurélio).
ELFO, s.m., ( séc. XX CF AGC), da mitologia Escandinava, correspondente ao gênero aéreo, que carrega a simbologia do AR, do FOGO , e da TERRA etc. ELFOS de Lua , gnomos, rondas fluidas, andavam no ar com o polém dos jardins ( cf. Antônio Patrício, "Serão Inquieto", pg.69).
Assim, tanto ALBORNOZ, apelido de família da Rainha Fabíola, como ALBERNAZ e/ou ALBERNOZ, derivariam do primitivO ALBONA , do germânico ELFO, do latim ABURNU, ALBURNO , passando para a Península Ibérica ( Saphard, do tempos bíblicos) e adotado pelos marranos.
Há, assim, ligação entre os respectivos apelidos de família, no entender da Lygia Albernaz, de Lisboa , Portugal.(in pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com o devido créditos e de Lygia Albernaz, de Portugal).
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PROFESSORA JUSSARA MARTINS ALBERNAZ

JUSSARA MARTINS ALBERNAZ é ´professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); graduada em Matemática pela UFES (1973); Mestra em Pedagogia do Desenvolvimento Cognitivo - Ecole Hauter en Sciences Sociales de Paris - ;Mestre em Psicologia (DEA), Labor Piscologia da Criança , pela Universidade de Paris V (Rene Descartes - 1983), doutorada em Psicologia Escolar do desenvolvimento Humano, pela Universidade de São Paulo (1986). Tem experiência na área de Psicologia, em ênfase Escola-Aprendizagem, desenvolvendo trabalhos relacionados em especial aos seguintes temas: processos de esnino e aprendizagem em ambiente virtual, entre outras atividades educacionais de sua área de atuação.( Dados colhidos no site da Universidade, in pesquisa Víctor Hugo Albernaz). (Aguarda-se dados familiares, para enriquecimento da pesquisa)
HOMENAGENS DA COMUNIDADE ÀS PERSONAS DA FAMÍLIA ALBERNAZ
RUA JOAQUIM WENCESLAU DE FARIA ALBERNAZ - VILA FERREIRA - CIDADE DE TERENOS MS. O homenageado nasceu na cidade de Goyas, G.O., e faleceu na cidade de Mineiros. Casou-se com Maria Salles Albernaz, pianista e poetisa. Foi rábula, proprietário de terras e cartorário, tendo deixado geração: Açucena de Faria Albernaz, Agrícola de Faria Albernaz, Víctor Hugo de Faria Albernaz, Edson de Faria Albernaz, Mário de Faria Albernaz e Jofre de Faria Albernaz. ( É avô de Víctor Hugo Albernaz, autor da pesquisa que aguarda maiores dados dos familiares).
E
scola Estadual Prof. Dr. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ , em Campinas.UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE - PARQUE "DR. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ FILHO", REAL PARQUE , SÃO PAULO - CAPITAL.
Escola Estadual Professora ANA TEREZA ALBERNAZ , Chapada dos Guimarães- MT -
Avenida MANECO ALBERNAZ , Chapada dos Guimarães - MT -
Escola Municipal DR. NICANOR DE ASSIS ALBERNAZ, Goiânia G.O.
Rua ENOCH ALBERNAZ DE CARVALHO PINTO - Centro - Igaratá - S.P.
Avenida DARCY ALBERNAZ , Vila Edmundo - Taubaté - S.P.
Rua FERNÃO ALBERNAZ - Taubaté
Rua IRMÃOS ALBERNAZ - Taubaté
Rua VIGÁRIO ALBERNAZ - Distrito Saúde - São Paulo - Capital - O homenageado, clérigo fluminense, foi celebre ba história de São Paulo, no século XVII.
Rua ANTÔNIO ALBERNAZ , Itaim Saúde - São Paulo - Capital - O homenageado foi companheiro de Raposo Tavares.Capitão paulista que tomou parte da bandeira de 1636, chefiada por Raposo Tavares. Faleceu na cidade de Taubate, em 1663.
Rua FERNÃO ALBERNAZ - Vila Matilde - São Paulo - Capital- O homenageado foi povoador quinhentista.
Rua DOMINGOS GOMES ALBERNAZ - Itaim Paulista - São Paulo - Capital - Vide acima Vigário Albernaz.
Rua SALVADOR FARIA ALBERNAZ - Santo Amaro - São Paulo - Capital - O homenageado foi bandeirante do século XVII.
Rua Prof. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ, Cidade Ademar - São Paulo - Capital - Vide nas páginas 3, e acima, nesta página, biografia do homenageado.
Biblioteca ALBERNAZ, do Instituto de Resseguro do Brasil, em homenagem a Antônio Felix de Faria Albernaz, ex-Chefe de Inspetoria de Seguros do Instituto de Resseguros do Brasil, detentor de grande acervo de livros, especialmente de sua área, seguros.
LOJA MAÇÔNICA SIMBÓLICA "OSWALDO ALBERNAZ" , em Vitória, ES, do Grande Oriente do Espiríto Santo.
( Pesquisa de Víctor Hugo Albernaz, com o devido crédito)
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QUEDA DO MURO DE BERLIM
O fato da queda do Muro de Berlim deu-se em face da Perestróika, promovida pelo M. Korbachev na URSS, vale dizer, com a derrota do stalinismo. Registra-se apenas como fato histórico para estudos futuros.
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Víctor Hugo Albernaz ( foto 01) e Cirinéa Albernaz ( foto 02) retratados em frente de bloco do Muro de Berlim, cuja queda se deu em 9.11.1989, no Centre of the Comerce de Montreal, Canadá.Trata-se do mesmo Bloco, sendo a primeira face do lado Ocidental e a segunda do lado Oriental (Foto de 30.06.1999).
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NOTA:
PEDIMOS QUE AS PERSONAS DA FAMÍLIA ALBERNAZ ENVIEM-NOS HISTÓRIAS E ESTÓRIAS DE NOSSOS FAMILIARES.
PEDIMOS, TAMBÉM, QUE MANDEM-NOS EVENTUAIS CORREÇÕES AOS DADOS ANOTADOS PARA QUE POSSAMOS CORRIGI-LOS.
NADA OBSTA O USO DOS DADOS AQUI COLHIDOS, CONTUDO, IMPÕE-SE A INDICAÇÃO DA FONTE, EM RESPEITO AOS QUE, TAMBÉM, NOS AUTORIZARAM A USAR SUAS FONTES.
NOTA II
ALBARNAZ ?
ALBERNAZ - ALBORNOZ - ALBERNOZ , como relatado acima derivariam de uma mesma fonte.
E, ALBARNAZ ? Solicitamos informações a respeito do apelido de família ALBARNAZ, que nos parece ter a mesma fonte.
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